
Em parceria com o grupo Secrel e a inglesa Firm Economics, instituto criado pelo CPqD pretende projetar o Brasil no mercado off-shore
Campinas, 05 de setembro de 2007 – A Secrel International, empresa gerada a partir da união do Instituto Atlântico, organização criada há cinco anos pelo CPqD, ao grupo cearense Secrel e à inglesa Firm Economics, aposta no mercado de serviços off-shore junto a grandes corporações da Europa e Estados Unidos, visando a projeção do Brasil como opção de negócios.
...
Em parceria com o grupo Secrel e a inglesa Firm Economics, instituto criado pelo CPqD pretende projetar o Brasil no mercado off-shore
Campinas, 05 de setembro de 2007 – A Secrel International, empresa gerada a partir da união do Instituto Atlântico, organização criada há cinco anos pelo CPqD, ao grupo cearense Secrel e à inglesa Firm Economics, aposta no mercado de serviços off-shore junto a grandes corporações da Europa e Estados Unidos, visando a projeção do Brasil como opção de negócios.
Com o principal foco de trabalho voltado para o mercado financeiro, a empresa acredita na somatória de fatores como a existência de mão de obra qualificada, excelente infra-estrutura e custo acessível como a fórmula para os países em desenvolvimento se consolidarem como pólos de ofertas de serviços off-shore. “Algumas empresas já atuam de forma isolada e pontual nesse mercado, mas agora estamos empreendendo ações para oferecer os serviços de forma organizada e com qualidade”, afirma José Eduardo Martins, superintendente do Instituto Atlântico. No primeiro trimestre deste ano, a Secrel International abriu seu primeiro escritório em Londres, cidade escolhida por ser o centro financeiro do mundo.
Segundo Martins, o fato de estarem localizados em Fortaleza faz com que a empresa tenha vantagens no mercado, já que a região reúne condições favoráveis para a atividade off-shore e tem custos operacionais mais baixos em comparação a outras regiões do país. “O Nordeste apresenta mão-de-obra qualificada e, em particular no Ceará e na capital Fortaleza, os respectivos governos têm dado decisivo apoio para essa iniciativa”, comenta.
“Investimos muito em qualidade e fomos a primeira organização do Norte e Nordeste brasileiro a conquistar o CMMI Nível 3, modelo internacional de referência no desenvolvimento de software, e estamos a caminho do nível 5”, diz Martins. Foram investidos cerca de R$ 2 milhões para atingir essa qualificação e alcançar um alto nível de excelência em serviços de desenvolvimento de software.
De acordo com o presidente do Instituto Atlântico e vice-presidente de Tecnologia do CPqD, Cláudio Violato, as perspectivas são promissoras. A meta é atingir um faturamento de R$ 5 milhões no primeiro ano de atuação e triplicá-lo no segundo ano. “O Instituto Atlântico foi criado para fomentar atividades tecnológicas na região Nordeste do Brasil propiciando a criação de postos de trabalho de alta qualificação. Os investimentos no mercado off-shore vêm comprovar que ele está cumprindo satisfatoriamente a sua missão”, comenta Violato.
Sobre o CPqD Há 31 anos atuando em Telecom e Tecnologia da Informação, o CPqD é um dos principais fornecedores de sistemas para suporte a operações e negócios, tecnologias de produtos, serviços laboratoriais e consultorias. Emprega cerca de 1.500 profissionais altamente capacitados e está presente em países da América do Norte, América do Sul, Europa, África e Oceania com suas soluções. Somente no Brasil o CPqD beneficia mais de 40 milhões de usuários de telefonia convencional e wireless (sem fio), e diversos clientes corporativos dos setores financeiro, de energia e governamental.___________________________________________________________________________________________________________________________
Informações para imprensa:
Pimenta Comunicação
Cristina Squinca - (55 11) 6858-9162
Elaine Nishiwaki - (55 11) 6858-9181
PABX: (55 11) 6858-9191 www.pimenta.com
Jornalista Responsável: Regina Pimenta (MS: 5070)