
A Secrel International, gerada a partir da união do Instituto Atlântico, organização criada há cinco anos pelo CPqD, o grupo cearense Secrel e a inglesa Firm Economics, quer exportar TI para a Inglaterra a partir de Fortaleza.
Os cearenses têm por meta atingir um faturamento de R$ 5 milhões no primeiro ano de atuação e triplicá-lo no segundo ano. Para isso, já abriram um escritório em Londres no primeiro trimestre e conquistaram a certificação CMMI nível 3 depois de um investimento de R$ 2 milhões. O nível 5 já está nos planos.
“O Nordeste aprese...
A Secrel International, gerada a partir da união do Instituto Atlântico, organização criada há cinco anos pelo CPqD, o grupo cearense Secrel e a inglesa Firm Economics, quer exportar TI para a Inglaterra a partir de Fortaleza.
Os cearenses têm por meta atingir um faturamento de R$ 5 milhões no primeiro ano de atuação e triplicá-lo no segundo ano. Para isso, já abriram um escritório em Londres no primeiro trimestre e conquistaram a certificação CMMI nível 3 depois de um investimento de R$ 2 milhões. O nível 5 já está nos planos.
“O Nordeste apresenta mão-de-obra qualificada e, em
particular no Ceará e na capital Fortaleza, os respectivos governos têm
dado decisivo apoio para essa iniciativa”, comenta José Eduardo
Martins, superintendente do Instituto Atlântico, que tem por missão
fomentar a TI nordestina.
Fonte: Baguete
Data: 05/09/07