
Instituições financeiras investem mais de US$ 1 bilhão por ano em tecnologias para garantir segurança em transações
O total de operações de Internet Banking realizadas por pessoas físicas aumentou nada menos que 786% em seis anos, passando de 359 milhões em 2000 para espantosos 2,9 bilhões em 2006, de acordo com dados da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban). Mas, apesar de todos os seus comprovados benefícios, essa evolução tecnológica trouxe ao setor financeiro uma dor de cabeça que antes não existia: as fraudes eletrônicas via Internet.
Os pesados investimentos que os bancos aplicam na prevenção desses crimes dão uma idéia geral do tamanho ...
Instituições financeiras investem mais de US$ 1 bilhão por ano em tecnologias para garantir segurança em transações
O total de operações de Internet Banking realizadas por pessoas físicas aumentou nada menos que 786% em seis anos, passando de 359 milhões em 2000 para espantosos 2,9 bilhões em 2006, de acordo com dados da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban). Mas, apesar de todos os seus comprovados benefícios, essa evolução tecnológica trouxe ao setor financeiro uma dor de cabeça que antes não existia: as fraudes eletrônicas via Internet.
Os pesados investimentos que os bancos aplicam na prevenção desses crimes dão uma idéia geral do tamanho da preocupação com o tema. Ainda segundo a Federação, um montante que gira em torno de R$ 1,2 bilhão é aplicado anualmente em tecnologias para garantir a segurança das transações eletrônicas.
Estes temas foram tratados no Ciab (Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras), maior evento do setor financeiro da América Latina promovido em junho de 2008 pela Febraban. O Ciab está em sua 18ª edição e o tema deste ano foi "Tecnologia e Segurança".
O CPqD expôs produtos que atendem a demandas específicas, como:
Gestão Integrada de Fraudes e Eventos, solução que inclui software, consultoria e tecnologia de redes neurais que permite à instituição analisar operações e determinar eventuais tentativas de fraude. A solução serve a vários canais de transação, mas é usada principalmente para operações com cartões de crédito e débito. Isso porque essa é a maior preocupação dos clientes dos bancos.
Gestão de Segurança da Informação, um serviço de consultoria que, com uma abordagem metodológica, torna possível avaliar pontos de falha ou melhoria na segurança das operações bancárias para todos os canais de transações, incluindo PCI. Dessa forma é possível encontrar problemas na segurança e corrigi-los, fazendo um trabalho de prevenção.
Para incrementar as relações e abrir mais possibilidades de relacionamento entre os bancos e seus clientes, o CPqD levou um conjunto de soluções voltadas para a gestão de canais de atendimento bancário e outro que abordou a mídia digital como canal de relacionamento para o Setor Financeiro. Tratam-se de soluções que utilizam tecnologia de ponta para otimizar a relação banco-cliente.
Voltados para a gestão de canais de atendimento bancário o CPqD disponibiliza um pacote de serviços e funcionalidades para transações bancárias em múltiplos canais o que permite o gerenciamento eficaz desses meios. As transações podem ser realizadas pelos canais emergentes do segmento tais como T-banking (realização de operações bancárias por meio da TV Digital), correspondente bancário, Mobile Banking e Bank 2.0 (que é o uso da Web 2.0 para instituições financeiras).
O conjunto voltado para a mídia digital como canal de relacionamento para o Setor Financeiro compreende soluções que permitem a melhoria no relacionamento com clientes, maximizando a distribuição de informações corporativas em multimeios para colaboradores, clientes e investidores. As informações podem ser distribuídas em TVs de plasma, de maneira que fiquem à vista de clientes nas agências, por exemplo, e na Internet, como uma comunidade de vídeos e apresentações.
O pacote de soluções também permite a interatividade entre o banco e seu público por meio de um ambiente de conferência on-line.