
Os pesados investimentos que os bancos aplicam na prevenção desses crimes dão uma idéia geral do tamanho da preocupação com o tema. A...
Os pesados investimentos que os bancos aplicam na
prevenção desses crimes dão uma idéia geral
do tamanho da preocupação
com o tema. Ainda segundo a Federação, um montante que
gira em torno de
R$ 1,2 bilhão é aplicado anualmente em tecnologias para
garantir a
segurança das transações eletrônicas. Estes
temas serão tratados no
Ciab (Congresso e Exposição de Tecnologia da
Informação das
Instituições Financeiras), maior evento do setor
financeiro da América
Latina, promovido pela Febraban.
Entre outras soluções, serão
apresentados no evento produtos que visam resolver a questão das
fraudes eletrônicas e otimizar a gestão de
segurança da informação. O
CPqD, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em
Telecomunicações, por
exemplo, vai expor produtos que atendem a demandas específicas,
como a
Gestão Integrada de Fraudes e Eventos, solução que
inclui software,
consultoria e tecnologia de redes neurais que permite à
instituição
analisar operações e determinar eventuais tentativas de
fraude. A
solução serve a vários canais de
transação, mas é usada principalmente
para operações com cartões de crédito e
débito. "Isso porque essa é a
maior preocupação dos clientes dos bancos", explica
Anderson Gomes, da
Diretoria de Mercado Corporativo do CPqD.
Há também a Gestão
de Segurança da Informação, um serviço de
consultoria que, com uma
abordagem metodológica, torna possível avaliar pontos de
falha ou
melhoria na segurança das operações
bancárias para todos os canais de
transações, incluindo PCI. "Dessa forma é
possível encontrar problemas
na segurança e corrigi-los, fazendo um trabalho de
prevenção", diz
Gomes.
Evento