
A falta de recursos para a política industrial levou a Finep a adiar os planos de criar novos centros de pesquisa.
Agora, a agência concentra foco na modernização dos centrosexistentes e já definiu os que vão compor a rede de pesquisa para o Programa Nacional de Microeletrônica e para a área de Tecnologia da Informação. São eles: Instituto Genius (Manaus), Instituto Atlântico (Fortaleza), Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar),Fundação CPqD e Cempra (Campinas), Certi (Florianópolis), e Ceitec (Porto Alegre). ...
A falta de recursos para a política industrial levou a Finep a adiar os planos de criar novos centros de pesquisa.
Agora, a agência concentra foco na modernização dos centrosexistentes e já definiu os que vão compor a rede de pesquisa para o Programa Nacional de Microeletrônica e para a área de Tecnologia da Informação. São eles: Instituto Genius (Manaus), Instituto Atlântico (Fortaleza), Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar),Fundação CPqD e Cempra (Campinas), Certi (Florianópolis), e Ceitec (Porto Alegre).
Na próxima semana, os comitês gestores dos fundos setoriais começam a definir onde serão aplicados os R$ 300 milhões deste ano. Mas a Finep busca ainda o descontigenciamento dos recursos de anos anteriores e tentará captar novos recursos, entre eles os que estão no Funtec, fundo criado pelo BNDES com R$ 180 milhões, relativos a 10% de seu lucro operacional. A Finep tem ainda R$ 50 milhões para investimento direto via debêntures em empresas emergentes de base tecnológica nas áreas da política industrial.
Fonte: Telecom Urgente
27/5/2004