
O CPqD, comprometido com o desenvolvimento de suas atividades em sintonia com o meio ambiente e com a preservação da vida sob todas as suas formas, mantém uma política de gestão ambiental voltada para o uso racional dos recursos naturais, o cumprimento de preceitos de prevenção à poluição e o compromisso com a disseminação da consciência ambiental entre seus empregados e familiares.
Sua política ambiental é norteada por cinco diretrizes listadas a seguir:
Cumprir a legislação ambiental, suas regulamentações e outras regras que a organização venha a adotar.
Desenvolver as atividades de inovação e soluções em Tecnologias de Informação e Comunicação com responsabilidade ambiental.
Promover o uso racional de recursos naturais.
Tratar de forma adequada o descarte de materiais poluentes.
Promover a conscientização e envolvimento de seus empregados e prestadores de serviço para que atuem de forma ambientalmente correta.
Mesmo com um perfil de empresa limpa, cuja atividade principal não se caracteriza por agressões ao meio ambiente, o CPqD sempre manteve o compromisso de responsabilidade ambiental. Sua política corporativa de proteção ao meio ambiente remonta sua fundação, na década de 70 – um tempo em que nossa sociedade ainda não tinha consciência das reais conseqüências que a intervenção humana poderia trazer ao meio ambiente.
Naquela época, suas ações já evidenciavam sua consciência ambiental no descarte consciente de resíduos, como por exemplo, a construção em suas dependências, de uma estação de tratamento de esgoto com potencial para tratar dejetos de mais de 20 mil pessoas. Seus laboratórios de fibras ópticas, laser e dispositivos ópticos eletrônicos foram dotados com filtros de argila e carvão, prevendo o impacto ambiental que a atividade pudesse causar. Na atualidade, esses laboratórios estão desativados e o único remanescente, voltado para atividades de pesquisa e ensaio, conta com uma exclusiva estação de tratamento de seus efluentes.
Em 2002, o investimento na perfuração de poços artesianos lhe trouxe auto-suficiência no consumo de água potável, poupando a rede pública do município do consumo de 60 mil m3 anuais.
Um sistema de captação e reserva de água pluvial construído em 2008 vem permitindo o aproveitamento da água das chuvas para a rega dos jardins e lavagem das calçadas do Pólis. Foram construídos quatro reservatórios interligados às galerias de escoamento de água pluvial. Economia de água potável e de energia elétrica se constituem de ganhos gerados pela iniciativa.
O conceito de TI Verde vem permeando diversas iniciativas no CPqD. Em 2008 foram adquiridos equipamentos para o seu Data Center, visando garantir a economia de energia elétrica em até 50%. Trata-se dos chassis blades – prateleiras que acondicionam até 16 servidores – e são projetadas para ocupar pouco espaço e consumir pouca energia. Uma das vantagens da plataforma empregada é a virtualização dos servidores, que permite a execução de várias máquinas virtuais em uma única lâmina de Blade, contribuindo não só para baixar o consumo de energia, mais para otimizar o uso de recursos computacional, diminuir espaço físico utilizado e melhorar a eficiência na utilização do ar condicionado no Data Center. O fabricante escolhido para fornecer os equipamentos possui o Selo Verde, ou seja, não utiliza chumbo na sua fabricação e portanto, também está comprometido com o meio ambiente.
O CPqD mantém diversos programas e campanhas de educação e conscientização voltadas para seus empregados e também seus familiares. São campanhas no âmbito da ISO 14.000 voltadas para a redução do consumo de papel, água e energia com o estabelecimento de metas conjunturais que, a cada ano, vem sendo plenamente atingidas em clara evidência do sucesso de sua estratégia de comunicação junto ao público interno.
Em 2008, a campanha para neutralizar o carbono relativo à suas atividades conseguiu mobilizar os empregados e seus familiares de modo a adquirirem para plantio em área devastada do município de Campinas, mais de 6 mil mudas de árvores. As mudas foram plantadas e o sonho de ver nascer um novo bosque na cidade, o Parque Municipal da Vila União, está se concretizando. A iniciativa disparou o lançamento de Arranjo Produtivo Comunitário (APC) na comunidade da Vila União com outros desdobramentos em benefício da população daquela região.
Seu programa de coleta seletiva – criado em 2005 - já arrecadou em suas dependências e junto às famílias de seus empregados, perto de 276 toneladas de lixo reciclável como plástico, papel, vidro, alumínio, ferro, cobre e baterias - cuja destinação se reverte em recursos financeiros para serem doados à entidade beneficente de Campinas.
Visando o descarte correto das lâmpadas fluorescentes – altamente poluidoras – seu programa de reciclagem já resultou em mais de um milhão de lâmpadas recicladas desde a sua implantação em 1994.