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FATOS 157
CPqD é pioneiro e referência em estudos sobre infraestruturas críticas de comunicações
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CPqD é pioneiro e referência em estudos sobre infraestruturas críticas de comunicações
Há seis anos, o CPqD era pioneiro em toda a América Latina ao iniciar estudos sobre infraestruturas críticas de comunicações (IC). O assunto - que começou a ser levado a sério por governos e empresas após os ataques terroristas em Nova York - relaciona-se a instalações, serviços e bens que, se forem interrompidos ou destruídos, provocarão sérios impactos sociais, econômicos e políticos. Desde então, observou-se a sua rápida evolução no tema, passando a escrever recomendações para a Comissão Interamericana de Telecomunicações (CITEL) - o braço de telecom da OEA -, e chegando a ser citado em publicações internacionais importantes, como o International CIIP Handbook - que registra as iniciativas em IC de 25 países - e a European CIIP Newsletter. Seus especialistas desenvolveram uma metodologia de identificação, análise e proposição de soluções para IC que pode ser utilizada para atender empresas de diversos setores como os de energia, transporte, saúde, água, finanças, entre outros. “O CPqD está capacitado, tanto em termos de conhecimento quanto em termos de equipe técnica, a avaliar qualquer infraestrutura ligada à segurança da informação”, explica Sergio Ribeiro, da Gerência de Segurança da Informação do CPqD. “Trata-se de uma metodologia completamente original e está entre as mais modernas e eficientes do mundo”, avisa. Projeto de abrangência nacional - Em 2007, toda a infraestrutura de comunicações do município do Rio de Janeiro foi objeto de análise por parte do CPqD, tendo em vista os Jogos Pan-Americanos e os Para-panamericanos realizados na cidade naquele ano. Em parceria com a Anatel e com recursos do FUNTTEL, os especialistas do CPqD atuaram na criação de um cenário ideal de proteção da infraestrutura crítica; no diagnóstico e análise dos pontos críticos no setor de comunicação; na elaboração de propostas para a prevenção de incidentes de segurança e garantia de continuidade das operações após ocorrências de qualquer natureza; e ainda no fornecimento de subsídios para o Brasil, na formulação de normas, regulamentos, estratégias e políticas para a proteção da infraestrutura crítica de comunicações.
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