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    :: Depois de Fortaleza e Sobral, Instituto Atlântico chega a Salvador

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    Depois de Fortaleza e Sobral, Instituto Atlântico chega a Salvador 

    Um protocolo de intenções foi assinado entre CPqD, Instituto Atlântico e governo da Bahia para a implantação de uma nova unidade do Instituto na cidade de Salvador, mais precisamente no recém-criado Parque Tecnológico TecnoBahia. O local escolhido para a instalação de uma nova unidade do Instituto Atlântico, criado há sete anos em Fortaleza e com uma unidade instalada em Sobral, não poderia ser mais propício para atender ao perfil do Instituto. O TecnoBahia vai abrigar um consórcio de centros de pesquisa de grandes empresas e instituições de base tecnológica, atrelando o desenvolvimento científico ao setor produtivo.

    A instalação de uma nova unidade no Estado baiano segue a mesma estratégia que levou o CPqD a criar o Instituto Atlântico: participar da formação de novos pólos tecnológicos em TICs, que atrairão novos projetos e empreendimentos, ajudando a reduzir as diferenças de desenvolvimento entre as regiões do Brasil. Na opinião de Claudio Violato, Vice-Presidente de Tecnologia do CPqD e Presidente do Instituto Atlântico, a região de Salvador possui tradição em TI, boas universidades e potencial de geração de recursos humanos. “A cidade mostrou-se de vanguarda e alinhada ao uso da tecnologia para o bem-estar da sua população. Estamos otimistas com o seu potencial”, comenta.

    De acordo com o superintendente do Instituto, José Eduardo Martins, serão realizados em Salvador, projetos conjuntos com as equipes do Instituto no Ceará, fortalecendo a atuação da instituição. “Estamos estabelecendo novos contatos com instituições locais e vamos criar cultura, formando gente e estabelecendo processos”, afirma Martins. “Estamos atentos às muitas oportunidades que surgem no mercado e que contribuirão para trazer à região atividades de valor agregado”, completa. De acordo com Martins, a meta é que em três meses estejam concluídas as instalações e iniciadas as primeiras atividades.

    O Instituto Atlântico vem crescendo no mercado offshore, oferecendo serviços de desenvolvimento de software aos mercados europeu e americano, que mesmo diante da crise mundial, devem se expandir nos próximos anos. A estratégia é antecipar-se ao crescimento da demanda, preparando-se para atendê-la também em outras praças.

     




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