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No CONIP, o CPqD se apresenta como aliado dos municípios na construção da cidade digital
O destaque da participação do CPqD na 15ª edição do Congresso de Inovação e Informática na Gestão Pública (CONIP), realizado entre os dias 8 e 10 de junho, foi sua contribuição para a construção das cidades digitais no Brasil. Mais uma vez, o evento trouxe a oportunidade de reafirmar a extensão dos benefícios gerados aos cidadãos a partir do uso eficaz das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs).
Com mais de 30 anos de atuação em TICs, o CPqD pode contribuir com os municípios brasileiros levando o apoio tecnológico necessário à edificação da verdadeira cidade digital. Todo seu conhecimento e seu caráter multidisciplinar, aspectos próprios de um grande centro de pesquisa e desenvolvimento, estão à disposição para o acesso a um conjunto de tecnologias voltadas à gestão pública nas áreas de educação, saúde, conectividade e reorganização de procedimentos. Trata-se de atribuir inteligência às informações geradas pelos sistemas e prover a infraestrutura necessária para permitir uma gestão efetivamente integrada.
As cidades digitais estão surgindo no Brasil como fruto de iniciativas de todos os setores da sociedade e de um importante papel desempenhado pelos governos municipais, estaduais e federal. Entretanto, é preciso que os administradores públicos compreendam claramente o conceito de cidade digital, em toda a sua extensão, de maneira que ela contribua para facilitar o cotidiano dos cidadãos e possa conduzi-los a novos patamares sociais e econômicos.
O conceito de cidade digital se aplica à cidade que disponibiliza à sua população informações e serviços públicos e privados em ambiente virtual sustentado em uma infraestrutura de telecomunicações e Internet, tanto para acesso individual quanto para acesso público. E é um conjunto de fatores, como a oferta de serviços em ambiente virtual integrado, de infraestruturas de rede, de acesso e também de transmissão, que determina o grau de urbanização digital em que a cidade se encontra. Tais fatores constituem a espinha dorsal dos programas de inclusão e uma visão sobre esse quadro contribui para a elaboração de políticas nas diversas esferas de governos.
No que diz respeito à educação, o apoio à automação da rede pública de ensino, tanto nas questões acadêmicas e administrativas como nas questões financeiras, é baseado em ferramentas que permitem aos gestores administrar todos os aspectos que envolvem uma secretaria de educação. No contexto pedagógico, é possível disponibilizar ao professor a tecnologia de TV digital para a seleção do material didático a ser empregado em sala de aula, proporcionando um maior envolvimento da turma com o conteúdo trabalhado.
Para a gestão pública da saúde, as tecnologias existentes permitem a gerência e o planejamento eficaz dos recursos físicos, humanos e também financeiros. São disponibilizadas diversas facilidades, como agendamento remoto de consultas médicas, prontuário eletrônico de pacientes, leitura biométrica, gestão dos laboratórios, farmácia e almoxarifado, entre outros.
A sonorização de mensagens é outro exemplo de tecnologia que pode trazer eficiência ao serviço público, por meio da otimização do envio de informações da administração de qualquer natureza ao telefone do cidadão, usuário dos serviços, como, por exemplo, o acesso do aluno às notas, a informação ao paciente sobre sua consulta médica ou uma simples ordem de serviço transmitida ao servidor.
Para que esse conjunto de aplicações e serviços possa, efetivamente, trazer benefícios aos cidadãos, é preciso dispor de uma base tecnológica que suporte todo esse aparato: planejar, desenvolver e implantar as soluções e interligar em rede todas as áreas da administração pública com recursos de telecomunicações bem dimensionados, com qualidade e segurança. Para isso, é preciso definir uma estratégia de implantação dos serviços e planejar a rede de telecomunicações para suportar o todo o fluxo de informações dos sistemas. Além disso, faz-se necessário também dispor de procedimentos eficazes para a modernização, que compreendem uma metodologia própria, apoiada pelo CPqD, incluindo avaliação e aperfeiçoamento dos procedimentos existentes, modelagem e testes de novos procedimentos, preparação para implantação da automatização, medição, monitoração e gestão dos procedimentos implantados.
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