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Jul/Ago de 2008 - Ano 11 - n° 151

 

Editorial

A tecnologia WiMAX será uma arma poderosa na batalha pela inclusão digital de grande parcela da população brasileira que ainda não tem acesso à rede mundial de computadores. A promoção da informação e a consolidação da democracia em nosso país são, em última análise, as grandes conquistas da sociedade com o perfeito domínio desta tecnologia.

 

Fiel à sua essência, CPqD marca os dez anos da privatização
Em agosto o CPqD completa 32 anos, e as mudanças no cenário do setor não alteraram seu compromisso com a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias inovadoras

A privatização do setor e as mudanças que vêm marcando as telecomunicações no cenário mundial não alteraram o compromisso do CPqD com a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias inovadoras. Essa é a análise de sua Diretoria Executiva neste momento em que o CPqD completa 32 anos de criação e que marca a passagem dos dez anos da transformação como organização independente.

Destaques

Como criar um modelo de negócio WiMAX de sucesso


Novos membros compõem o Fórum de P&D


Nossa Caixa adquire solução contra fraudes eletrônicas


Diretoria fomenta criação de empresas

 

 

 


Publicada a sexta edição da revista Cadernos CPqD Tecnologia

Em julho foi publicada a sexta edição da revista Cadernos CPqD Tecnologia para divulgar para os resultados dos projetos de P&D conduzidos pelo CPqD no período de janeiro a junho de 2008.

 

VoIP, TV Digital, 3G... Soluções para proteger a informação em qualquer tecnologia. Portfólio inclui completa gestão de crise
A passos largos, a Internet levou as tecnologias a convergirem de maneira fantástica, nunca antes experimentada pela humanidade. Até bem pouco tempo atrás, cada mundo – da telefonia fixa e da móvel, da televisão e da própria Internet – se limitava a operar em protocolos privados dentro de um ambiente particular e de forma independente, com pouquíssima interconexão com outras tecnologias.

 

 

Fatos diretamente na caixa do seu e-mail
Ao completar dez anos de existência informando seu público sobre conceitos de tecnologias, serviços e produtos, além dos acontecimentos envolvendo o CPqD, o jornal Fatos, a partir desta edição, vai chegar em formato eletrônico à caixa de e-mail dos leitores cadastrados.

 

 

Consultor do Instituto Fokus, da Alemanha, faz conferência no CPqD
O CPqD contratou Thomas Magedanz, diretor da Divisão de Redes de Nova Geração do Fraunhofer Institute Fokus, da Alemanha, e professor na faculdade de Engenharia Elétrica e Ciências da Computação da Universidade Técnica de Berlim, para proferir durante dois dias palestras e workshops para seus empregados.

 

 

Metodologias e testes garantem desenvolvimento de softwares
Quanto mais a tecnologia é disseminada em diversos setores da sociedade, tornando-se aspecto relevante para o conforto e o bem-estar de seus usuários, mais cresce sua vulnerabilidade, sob o ponto de vista da segurança das informações ali depositadas.

 

 

CPqD presente no Interop/Security Week
A comunidade mundial de profissionais de TI esteve reunida neste mês de agosto durante o Interop/Security Week para discutir tendências e inovações em business technology e governança em TI.

 

 

Serviço de inclusão digital é testado em cidade paulista
A cidade paulista de Santo Antonio de Posse, localizada a 150 km da capital, está sediando um segundo telecentro a compor a experiência de campo do projeto “Soluções de Telecomunicações para Inclusão Digital”.

 

 

CPqD se apresenta em evento de geotecnologia
O CPqD participou, no último mês de julho, do maior evento de geotecnologia da América Latina, o GEO Summit Latin América. Na oportunidade, apresentou suas soluções para gerência de planta, mapeamento urbano e saneamento.

 

 

TV Digital brasileira na Venezuela e na Colômbia
O padrão escolhido pelo Brasil para o sistema de TV Digital, assim como suas principais vantagens, foi pauta da participação do especialista do CPqD, Daniel Pataca, durante o fórum Televisión Digital Terrestre Estándares DMB-T, ISDB-T, DVB-T, realizado em junho último em Caracas, na Venezuela.

 

 

Em Rondônia, CPqD fala sobre recursos para inclusão do Estado na sociedade da informação
Durante o Encontro de Gestores Públicos de Rondônia (EnGeP), realizado no mês de junho último, o especialista do CPqD, Marcos de Carvalho Marques, falou aos principais representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do Estado sobre as oportunidades, benefícios e desafios da implantação de políticas de estímulo à Sociedade da Informação e de inclusão digital, no âmbito estadual.

 

 

 

 

Editorial

A tecnologia WiMAX será uma arma poderosa na batalha pela inclusão digital de grande parcela da população brasileira que ainda não tem acesso à rede mundial de computadores. A promoção da informação e a consolidação da democracia em nosso país são, em última análise, as grandes conquistas da sociedade com o perfeito domínio desta tecnologia.

Mais uma vez, segurança é pauta para o jornal Fatos. A recorrência desse tema denota a sua importância nestes tempos em que a tecnologia está tão presente, não só no cotidiano das corporações, como também na vida das pessoas comuns.

Boa leitura a todos!
Hélio Graciosa
Presidente

 

 

 


Fiel à sua essência, CPqD marca os dez anos da privatização

Em agosto o CPqD completa 32 anos, e as mudanças no cenário do setor não alteraram seu compromisso com a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias inovadoras

A privatização do setor e as mudanças que vêm marcando as telecomunicações no cenário mundial não alteraram o compromisso do CPqD com a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias inovadoras. Essa é a análise de sua Diretoria Executiva neste momento em que o CPqD completa 32 anos de criação e que marca a passagem dos dez anos da transformação como organização independente.

O CPqD foi criado na década de 70 com a missão de desenvolver tecnologias inovadoras e de reduzir a dependência da tecnologia estrangeira. Em 1998, a partir da privatização do sistema Telebrás, o CPqD se transformou em uma Fundação de Direito Privado, passando a atuar em um cenário bastante diferente daquele que prevalecia até então. Além do processo de mudanças decorrentes de sua nova forma de atuação, também uma nova realidade se configurou a partir da convergência das tecnologias de telecomunicações e TI.

Na opinião do Presidente, Hélio Graciosa, desde então a organização passou a ter uma atuação mais proativa e estratégica. “As mudanças vividas pelo CPqD nos últimos dez anos proporcionaram-lhe um desempenho mais integrado e dinâmico abrangendo ações estratégicas e empresariais”, comenta Graciosa. O Presidente destaca a atuação em programas de pesquisa e desenvolvimento e na área empresarial, criando novas empresas e comercializando seus produtos para clientes dos setores público e privado, nacionais e internacionais.

P&D aplicado ao mercado e às políticas públicas – Cada vez mais, as atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico têm papel fundamental no trabalho do CPqD, buscando a inovação tecnológica com aplicação vinculada diretamente às necessidades do mercado e das políticas públicas. Nesse contexto, as demandas tecnológicas norteiam os objetos das pesquisas que conduzem ao desenvolvimento de produtos e serviços.

Com o apoio do Ministério das Comunicações – via FUNTTEL e agentes como FINEP e BNDES –, seu programa de pesquisa e desenvolvimento persegue resultados com foco na capacitação e na geração de propriedade intelectual. Os recursos se destinam especificamente à execução de projetos na área de telecomunicações voltados para o aproveitamento das oportunidades de transição tecnológica e para o interesse público e social, como, por exemplo, projetos do âmbito da TV Digital, de redes de transporte multisserviços (IP/WDM), de acesso em banda larga óptico e de acesso sem fio, projetos nas áreas de inclusão digital e no impacto das telecomunicações na saúde e no meio ambiente. Além disso, seu programa de P&D conta também com recursos oriundos da Lei de Informática e projetos na área de energia elétrica apoiados pela Aneel. “Esses projetos vêm gerando resultados práticos para atender às necessidades das empresas do setor de energia”, comenta o Presidente Graciosa.

Impacto de mercado – Nos últimos dez anos, o Universo CPqD, formado por empresas de características diversas, criadas a partir de sua iniciativa direta ou derivada desta, vem disseminando tecnologias inovadoras e produtos e serviços diferenciados de alto valor agregado. Empresas como ClearTech, CPqD Technologies & Systems, Inc., Civcom, Instituto Atlântico, Já!, Padtec, Secrel International, Trópico e WxBR constituem um universo que leva em sua essência a pujança da tecnologia brasileira, criada pelo CPqD.

O crescente aumento de sua receita, bem como da receita das empresas nas quais tem participação, é proveniente, em sua maior parte, da comercialização de produtos, serviços e soluções em segmentos como telecomunicações, financeiro, energia, corporativo e administração pública. O mercado do setor de telecomunicações tem o maior peso, sendo que os mercados dos outros setores também vêm crescendo em decorrência da estratégia de diversificação de oferta de produtos e serviços.

De acordo com Hélio Graciosa, um olhar mais amplo permite observar o valor proporcionado pela aplicação de seus resultados. Acumulados desde de 1998, os resultados somam mais de R$ 10 bilhões (valores de 2007 atualizados pelo IGP-M), referentes ao faturamento bruto de produtos desenvolvidos pelo CPqD – incluindo o próprio Centro, as empresas nas quais têm participação e aquelas outras que receberam suas transferências de tecnologias. “Esses resultados têm sido revertidos em benefício da própria sociedade brasileira, na forma de geração de empregos, de aumento da produtividade e da competitividade das empresas e na contribuição para a inclusão digital”, comenta Graciosa.

São destaques suas ações mirando o mercado internacional. Na atualidade, seus produtos e serviços são adotados em diversos países – especialmente da América Latina e África. Para o mercado norte-americano, uma aliança estratégica com uma empresa local vem buscando novas oportunidades para a oferta da tecnologia brasileira ao maior mercado do mundo.

 

 


Publicada a sexta edição da revista Cadernos CPqD Tecnologia

 

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Em julho foi publicada a sexta edição da revista Cadernos CPqD Tecnologia para divulgar para os resultados dos projetos de P&D conduzidos pelo CPqD no período de janeiro a junho de 2008. A publicação confirma mais uma vez suas características de regularidade, diversidade de temas e interesse técnico-científico de seus artigos.

A edição é formada por seis artigos, a saber: Software para telecomunicações: conceitos e tecnologias habilitadoras, de Rodrigo Lima Verde Leal; Uma perspectiva da experiência do usuário em soluções de inclusão digital, de Claudia de Andrade Tambascia e outros autores; Arquitetura de Rede Ethernet Robusta e de Baixo Custo, de Giovanni Curiel dos Santos e outros; Solução híbrida de acesso metropolitano sem fio banda larga, de Luís Cláudio Palma Pereira e outros autores; Sistema inteligente de monitoração óptica para gerenciamento e localização de falhas em redes DWDM, de João Batista Rosolem e outros autores; Amplificador óptico (EDFA) com controle híbrido de ganho para aplicações em redes ópticas reconfiguráveis, de Júlio César Rodrigues Fernandes de Oliveira e outros autores. A edição já está disponível para download no site do CPqD.

 

 


 

Novos membros assumem mandato no Fórum de P&D

Foi renovado recentemente o quadro de membros que compõem o Fórum de P&D do CPqD. A instância foi criada em 2003 para auxiliar na prospecção de linhas de P&D, de forma a contribuir para a inovação tecnológica adequada aos cenários atual e futuro da sociedade brasileira. O Fórum é formado por oito membros representantes da comunidade acadêmica e de sociedades técnico-científicas nacionais, com mandatos que se renovam periodicamente. Para mandatos de dois anos assumiram, no primeiro semestre de 2008, Claudia Bauzer Medeiros, da Unicamp, Hypolito José Kalinowski, da Universidade Federal do Paraná e Rege Romeu Scarabucci, indicado pelo Conselho Curador do CPqD. O atual presidente do Fórum é o professor João Marcos Travassos Romano, da Unicamp. Outra atribuição do Fórum é o conselho editorial da revista “Cadernos CPqD Tecnologia”, que já completa o seu terceiro volume divulgando os resultados das atividades de pesquisa e desenvolvimento conduzidas pelo CPqD.

Entre os membros que encerraram os seus mandatos estão Paulo Roberto Freire Cunha, da Universidade Federal de Pernambuco, indicado pela Sociedade Brasileira de Computação; Denise Consonni, do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da USP, indicada pela Sociedade Brasileira de Microondas e Optoeletrônica e Adonias Costa da Silveira, do Inatel, indicado pelo próprio Conselho Curador do CPqD.

Na opinião de Denise Consonni, é importante que o CPqD mantenha sua presença e a participação de seus pesquisadores em eventos científicos, e que estabeleça os critérios de avaliação de P&D, que estão sendo estudados com a participação dos membros do Fórum. “Espero que o trabalho continue se aprofundando com a finalidade de consolidar a importante missão de manter os laços do CPqD com a comunidade acadêmica, garantindo a transparência de suas atividades tecnológicas e a participação e colaboração fundamental dos cientistas nacionais na elaboração de metas para seus projetos futuros”, comentou Denise.

Para Adonias Costa da Silveira, a troca de seus membros é salutar como forma de trazer novas idéias e contribuições. “Tive muita satisfação em poder participar do Fórum desde a sua criação e acredito na importância de seus componentes buscarem sua atualização como forma de apresentar sugestões para a trajetória de inovação tecnológica do CPqD”, afirmou.

 

 


VoIP, TV Digital, 3G... Soluções para proteger a informação em qualquer tecnologia. Portfólio inclui completa gestão de crise

 

A passos largos, a Internet levou as tecnologias a convergirem de maneira fantástica, nunca antes experimentada pela humanidade. Até bem pouco tempo atrás, cada mundo – da telefonia fixa e da móvel, da televisão e da própria Internet – se limitava a operar em protocolos privados dentro de um ambiente particular e de forma independente, com pouquíssima interconexão com outras tecnologias. Hoje, a tão festejada convergência quebra velhos paradigmas e várias das barreiras que separavam estes mundos. O protocolo IP, responsável pelo tráfego da Internet, revolucionou esses conceitos e hoje novas tecnologias chegam ao mercado a partir de uma forte demanda de usuários ávidos por novos serviços que, em função desta forma de comunicação, podem ser proporcionados. Em busca de expandir sua oferta de serviços encontramos, entre essas tecnologias, VoIP, TV Digital, banda larga móvel (3G) entre tantos outros. É certo também que as corporações já não conseguem sobreviver sem todo esse aparato tecnológico, nem querem perder as oportunidades de negócio por ele proporcionadas.

Diante dessa nova realidade e da inerente fragilidade do protocolo IP, é preciso construir barreiras de segurança que diminuam as vulnerabilidades existentes nesse ambiente de convergência, onde trafegam dados sensíveis e caros aos negócios das organizações. É imprescindível garantir uma gestão de segurança da informação de maneira integrada e efetiva.

Conhecer e atuar com cada uma dessas tecnologias faz toda a diferença quando o assunto é garantir a segurança da informação. O CPqD conta com conhecimento e uma equipe interdisciplinar de profissionais experientes e bem preparados. Suas pesquisas junto à TV Digital brasileira e sua expertise em comunicações ópticas, redes IP e também telefonia celular habilitamno a oferecer serviços de segurança da informação para cada uma dessas tecnologias, com uma visão interdisciplinar e integrada dos riscos a que estão expostas.

Um conjunto de metodologias para projetos de implementação e adequação dos serviços com segurança, mapeando e avaliando os riscos do ambiente de forma a mitigá-los, compõe as soluções de segurança do CPqD. Sua equipe de especialistas atua dimensionando os recursos, identificando os riscos que afetam a disponibilidade, confidencialidade e integridade dos serviços, entre outros princípios básicos – e otimizando o uso dos recursos de segurança, de forma a aumentar a robustez do ambiente, considerando os aspectos de qualidade dos serviços.

Antecipando-se aos fatos: gestão de crise e continuidade de negócios

Especialistas admitem que não existe tecnologia absolutamente segura. Eventos imprevisíveis, como catástrofes naturais, incêndios e até ações internas intencionais, podem ocorrer e colocar em risco não só a segurança da informação, mas todo o negócio de uma corporação.

Adotando-se uma postura pró-ativa diante dessas ameaças, é possível preparar a empresa para essas ocasiões, assegurando condições mínimas para o seu funcionamento.

O trabalho realizado pelos especialistas do CPqD consiste em um conjunto de ações eficazes que envolvem a atuação junto às empresas especializadas em recuperação de dados, a continuidade dos negócios, os aspectos de segurança da informação e dos funcionários, bem como um diálogo franco com os stakeholders da organização, preservando sua imagem.

 


Estudo mostra como criar um modelo de negócio WiMAX de sucesso

 

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Por que a tecnologia WiMAX pode ser a mais adequada para atender à crescente demanda dos cidadãos para o acesso à Internet banda larga no Brasil. Este é o tema de um estudo do projeto de prospecção tecnológica “Cenários Tecnológicos das Telecomunicações”, realizado por especialistas do CPqD com apoio do FUNTTEL.

O Brasil está entre os dez países cuja população apresenta altas taxas de utilização das tecnologias de informação e comunicação. Segundo dados do IBGE, o País é campeão na América Latina e quinto do mundo no uso da Internet. Culturalmente, a sociedade brasileira adota com facilidade o aparato tecnológico para sua comunicação e essa tendência está aumentando graças às ações governamentais que vêm estimulando a população à aquisição de um PC: a queda do custo dos computadores e a facilidade para o crédito estão entre as razões desse crescimento. Além disso, a diversidade e a competição entre empresas provedoras de acesso também baratearam a oferta dos serviços ao usuário.

Os acessos à rede mundial vêm crescendo, é verdade, mas se considerarmos a quantidade de internautas em relação ao tamanho da população brasileira, o País passa a ocupar, segundo o IBGE, a 62a posição mundial e a 4a na América Latina. É possível mudar essa realidade, e o Governo Brasileiro vem investindo em políticas de incentivo, de forma a estimular investimentos privados junto ao setor.

O estudo “Como criar um modelo de negócio WiMAX de sucesso” considera essas ações governamentais, apresentando as motivações para que diferentes players – operadoras fixas, móveis, provedores de Internet e empresas de TV por assinatura – façam a opção pelo WiMAX para a oferta de acesso fixo e móvel dos serviços banda larga, considerando o estágio de maturidade da tecnologia e seu elevado nível de competitividade.

Segundo o pesquisador e diretor de Gestão de Inovação do CPqD, Antonio Carlos Bordeaux Rego, que dirigiu uma conferência sobre o tema no evento “Mobile Broadband and Internet” realizado em junho último, pelas características peculiares do Brasil, que concentra imensas regiões de baixa densidade populacional e usuários de baixo poder aquisitivo, a tecnologia WiMAX pode ser a opção mais vantajosa. ”Os estudos concluem que a tecnologia sem fio pode oferecer retorno mais rápido e seguro do investimento, não só para as empresas operadoras já estabelecidas, como para novas empresas entrantes nesse mercado de banda larga e serviços triple play”, afirma o Diretor.

Hoje, a oferta de serviços de acesso banda larga fixo no Brasil está baseada, principalmente, em tecnologia ADSL – e mais recentemente em redes ópticas – cujo investimento é extremamente alto para a instalação das redes de cabos metálicos. Simulações realizadas pela equipe do CPqD demonstraram que, ao se optar pela tecnologia WiMAX, as empresas poderão oferecer o serviço (incluindo telefonia) para regiões ainda não atendidas, que recebem menos investimentos.

“Outra grande vantagem da adoção desta plataforma reside no fato de que a tecnologia WiMAX oferece o conceito de convergência das redes IP. Uma tecnologia de acesso sem fio que permite que, na mesma rede, trafeguem voz, vídeo e imagem”, explica Bordeaux.

 

 


Nossa Caixa contrata solução para prevenção de fraudes eletrônicas

A crescente preocupação com fraudes eletrônicas leva o setor financeiro a investir mais de R$ 1 bilhão por ano em tecnologias de prevenção. E a solução para Gestão Integrada de Prevenção a Fraudes Eletrônicas e Correlação de Eventos desenvolvida pelo CPqD se destaca como uma inovação nessa área.

Em março deste ano, o Banco Nossa Caixa contratou o CPqD com o objetivo de reestruturar os processos que tratam de fraudes eletrônicas. Desenvolvida com tecnologia de ponta, a solução do CPqD, a ser implantada na Nossa Caixa, inclui software, processos e tecnologia de redes neurais que permitem a análise de operações e a identificação de eventuais tentativas de fraude. A solução serve a vários canais de transação, mas é usada principalmente em operações com cartões de débito e Internet banking.

Em fase de implementação, a solução será inicialmente uma precaução contra fraudes em Internet banking e operações com cartões de débito, mas poderá ser estendida a outras operações, segundo o gerente da Divisão de Segurança de TI da Nossa Caixa, José Waldir Carvalho. “O maior benefício gerado será o fato de o cliente poder se sentir seguro quando utiliza um canal eletrônico. É segurança agregando valor ao negócio”, explica. Carvalho diz que se pretende, com o novo sistema de gerenciamento, reduzir o basis point (nome que se dá a uma medida de fraudes) a índices toleráveis. “Podemos até dizer que o projeto nos ajudará a definir índices de riscos aceitáveis”, comenta.

 

 


Diretoria de Fomento Empresarial vai estimular a criação de novas empresas

 

Carlos Eduardo Salla
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Uma área de fomento empresarial foi criada pelo CPqD visando a realizar um trabalho sistemático de criação de novas empresas spin-off. A Diretoria de Fomento Empresarial terá como missão proporcionar um ambiente favorável para que a inovação e o capital intelectual do CPqD se transformem em empresas independentes e prosperem. A iniciativa é fruto de orientação do Conselho Curador para expandir o Universo CPqD, viabilizando idéias criativas cuja natureza, modelo de negócio ou perfil de cliente a se atingir não são adequados para serem operacionalizados pelo atual modelo de atuação do CPqD.

Para assumir a nova Diretoria, o CPqD selecionou Carlos Eduardo Salla, que está na organização há 24 anos. O novo diretor terá o desafio de fomentar internamente o espírito empreendedor e prospectar no mercado fundos de investimentos interessados em associar-se às futuras empresas.

 

 


 

Consultor do Instituto Fokus, da Alemanha, faz conferência no CPqD

O CPqD contratou Thomas Magedanz, diretor da Divisão de Redes de Nova Geração do Fraunhofer Institute Fokus, da Alemanha, e professor na faculdade de Engenharia Elétrica e Ciências da Computação da Universidade Técnica de Berlim, para proferir durante dois dias palestras e workshops para seus empregados. O especialista, que atua com consultoria estratégica e tecnológica para as principais operadoras de telecom, fabricantes e integradores de sistemas, falou sobre o cenário atual do mercado das TICs, diante do novo paradigma imposto pela Internet na atualidade.

A nova realidade impõe desafios que implicam, entre outros, novos modelos de negócio para operadoras, destinados à oferta de serviços em ambiente de colaboração imposto pela Web 2.0, de forma a agregar diferenciais de qualidade e segurança. Magedanz discorreu sobre como tecnologias baseadas em SOA e IMS serão decisivas para suportar o novo cenário das plataformas de serviços (SDP) e quais são os cenários alternativos de implantação daquelas tecnologias.

 


 

Fatos diretamente na caixa do seu e-mail

Ao completar dez anos de existência informando seu público sobre conceitos de tecnologias, serviços e produtos, além dos acontecimentos envolvendo o CPqD, o jornal Fatos, a partir desta edição, vai chegar em formato eletrônico à caixa de e-mail dos leitores cadastrados. Também, a cada 20 dias, serão encaminhados eletronicamente flashes de notícias da edição futura impressa. “Na era da informação, procuramos levar a notícia por meio de ferramentas que ofereçam maior agilidade e também conforto aos leitores”, comenta Adriana Bevilacqua, assessora de Comunicação e Inteligência de Mercado, área responsável pela publicação. Os interessados em receber o serviço, que ainda não estejam cadastrados, podem encaminhar solicitação pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

 


CPqD se apresenta em evento de geotecnologia

O CPqD participou, no último mês de julho, do maior evento de geotecnologia da América Latina, o GEO Summit Latin América. Na oportunidade, apresentou suas soluções para gerência de planta, mapeamento urbano e saneamento.

Presente no estande da Autodesk, da qual é grande parceiro em soluções de geoprocessamento, o CPqD teve seu especialista Rogério Caporali apresentando o caso de sucesso sobre a implementação da solução de geoprocessamento para redes de água e esgoto na Sanasa, empresa de saneamento básico de Campinas. Também esteve presente em painéis sobre geotecnologia de infra-estrutura em telecom e saneamento, sob o comando do especialista Geovane Cayres Magalhães.

O evento, que apresenta anualmente as principais novidades e tendências do setor, é uma continuação do GEO Brasil, que ocorre todo ano desde 2000. Na edição de 2007, foram reunidos mais de 3.500 visitantes, 600 congressistas e 50 expositores. A meta para 2008, segundo os coordenadores do evento, é ampliar a participação de profissionais brasileiros.

 


 

CPqD presente no Interop/Security Week

A comunidade mundial de profissionais de TI esteve reunida neste mês de agosto durante o Interop/Security Week para discutir tendências e inovações em business technology e governança em TI. A pauta do evento incluiu, ainda, as categorias de infra-estrutura, aplicações, mobilidade e segurança. Os especialistas do CPqD – Alessandro Paganuchi, Alexandre Melo Braga e André Straccialano – falaram sobre segurança nas tecnologias VoIP, TV Digital e 3G respectivamente, contribuindo para o debate acerca da atual situação e das tendências futuras para esses ambientes.

 


 

Metodologias e testes garantem desenvolvimento de softwares

Quanto mais a tecnologia é disseminada em diversos setores da sociedade, tornando-se aspecto relevante para o conforto e o bem-estar de seus usuários, mais cresce sua vulnerabilidade, sob o ponto de vista da segurança das informações ali depositadas.

Diante desse cenário, os especialistas estão cada vez mais convencidos de que a perfeita gestão da tecnologia da informação passa necessariamente pela concepção de que as áreas de engenharia de software e de segurança da informação devem caminhar juntas desde o início do desenvolvimento de um novo sistema de software.

“É preciso atuar a partir de uma estratégia preventiva, sob a vantagem do conhecimento prévio do que pode estar vulnerável no sistema”, comenta Alexandre Melo Braga, da Gerência de Segurança da Informação do CPqD.

E quando o assunto é segurança da informação, o CPqD sai na frente, por contar com especialistas no assunto. Em seu portfólio, constam empresas de diversas áreas da cadeia produtiva – finanças, telecom, serviços e indústria –, e a elas são oferecidos serviços de consultoria e implementação de metodologias e processos para que os profissionais sigam um ciclo de desenvolvimento seguro de sistemas de software. Além disso, o CPqD realiza testes de vulnerabilidade em sistemas, tendo em vista que a automação em si não garante resultados satisfatórios. “É preciso contar também com um bem treinado olhar humano para detectar os problemas de segurança”, comenta Nelson Uto, também da Gerência de Segurança da Informação do CPqD.

Desenvolvendo um sistema seguro – Existem algumas frentes nas quais se deve atacar no momento do desenvolvimento de um novo software, de forma a blindá-lo contra ataques indesejados. De acordo com Nelson Uto, é preciso atuar a partir da análise dos requisitos do cliente e do ambiente em que o sistema será implantado. “É necessário que se faça um diagnóstico para avaliar as vulnerabilidades presentes nesse ambiente, aplicando controles para mitigá-las”, comenta. Uto cita, ainda, o momento da implementação, no qual devem ser seguidas práticas de programação segura. Entre os problemas encontrados em sistemas inseguros, Uto destaca, propriamente, aspectos de configuração, implementação, operação e erros de projeto. “As universidades devem rever a carga disciplinar de seus cursos, de forma a contemplar mais fortemente a formação dos analistas e aspectos referentes à segurança da informação no momento do desenvolvimento de um sistema”.

Alexandre Braga enumera os ganhos obtidos pela empresa a partir da atuação no desenvolvimento de um software seguro. “Ao final das contas, a rápida identificação e o tratamento das ameaças, garantidos por um sistema concebido a partir de premissas de segurança, levam a ajustes que custam menos à empresa, por ocorrerem logo no início do processo. Vale a premissa: é mais barato prevenir do que consertar”, conclui Braga.

 


Em Rondônia, CPqD fala sobre recursos para inclusão do Estado na sociedade da informação

Durante o Encontro de Gestores Públicos de Rondônia (EnGeP), realizado no mês de junho último, o especialista do CPqD, Marcos de Carvalho Marques, falou aos principais representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do Estado sobre as oportunidades, benefícios e desafios da implantação de políticas de estímulo à Sociedade da Informação e de inclusão digital, no âmbito estadual.

Como resultado, confirmou-se a necessidade de uma consultoria que possibilite a criação de soluções tecnológicas e modelos de negócios e de governança, que aproveitem os recursos existentes, otimizem os gastos da máquina pública e aumentem a capacidade de planejamento do Estado, melhorando, inclusive, a condição de cidadania.

A atuação do CPqD poderá se dar, inicialmente, no âmbito da consultoria para o planejamento da iniciativa denominada Rondônia Digital, levando em conta, inclusive, resultados do projeto STID – Soluções de Telecomunicações para Inclusão Digital, que tem entre suas metas o desafio de encontrar soluções de interface para comunidades com maior risco de exclusão, como, por exemplo, indivíduos com baixo grau de letramento. Além dessas, outras possibilidades de atuação são consideradas.

Promovido pelo Tribunal de Justiça de Rondônia e visando a integrar os sistemas de informação dos distintos órgãos públicos e esferas do governo do Estado, o evento contou com a presença do governador de Rondônia, Ivo Cassol, prefeitos de diversos municípios, procuradores do Estado e do Ministério Público, presidentes dos Legislativos Municipais e Estadual, presidente do Tribunal de Contas, procuradores-gerais dos municípios, procurador-geral do Estado e secretários de Informática.

 


 

TV Digital brasileira na Venezuela e na Colômbia

O padrão escolhido pelo Brasil para o sistema de TV Digital, assim como suas principais vantagens, foi pauta da participação do especialista do CPqD, Daniel Pataca, durante o fórum Televisión Digital Terrestre Estándares DMB-T, ISDB-T, DVB-T, realizado em junho último em Caracas, na Venezuela. O CPqD participou do evento a pedido do Ministério das Relações Exteriores do Brasil. A experiência da TV Digital brasileira também foi tema da participação do especialista do CPqD em Bogotá, na Colômbia.

Na Colômbia, o CPqD participou do fórum de TV Digital e de reunião com a Junta Diretiva da Comissão Nacional de Televisão (CNTV). Posteriormente, a Colômbia enviou representantes da Rádio Televisão Nacional da Colômbia a Campinas, para conhecer o CPqD e o processo de escolha do sistema brasileiro. A comitiva foi acompanhada por representantes do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

 


Serviço para inclusão digital é testado em cidade paulista

 

A cidade paulista de Santo Antonio de Posse, localizada a 150 km da capital, está sediando um segundo telecentro a compor a experiência de campo do projeto “Soluções de Telecomunicações para Inclusão Digital”. A primeira unidade, tal qual a de Santo Antonio da Posse, foi instalada na cidade de Bastos, também no Estado de São Paulo. Os serviços serão submetidos a testes em ambiente real de funcionamento, a partir da experiência direta com o público-alvo. O projeto tocado por especialistas do CPqD com recursos do FUNTTEL, tem como foco o desenvolvimento de alternativas para ações de governo visando à inclusão digital, a partir de tecnologias baseadas em serviços e plataformas de telecomunicações.

Com 22 mil habitantes, Santo Antonio de Posse, assim como Bastos, terá serviços de auxílio aos trabalhadores urbanos e rurais na solicitação de aposentadoria e agendamento remoto de consultas médicas em postos de saúde, por meio dos telecentros. Ao todo serão 11 computadores em cada cidade, com acompanhamento de monitores treinados para atenuar barreiras como baixo nível de alfabetização e deficiências físicas ou sensoriais dos usuários.

Telecentro de Santo Antonio de Posse - Fachada
Telecentro de Santo Antonio de Posse - Interno

 

 




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