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:: FATOS 153

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Segunda, 16 de Março de 2009 16:21







Set/Out de 2008 - Ano 11 - n° 153

 

Editorial

Os desafios impostos pela convergência das redes na tecnologia 3G dão o tom da participação do CPqD no Futurecom 2008 que acontece neste mês de outubro em São Paulo. Qualidade e segurança são aspectos que devem ser considerados pelas empresas e o amplo conhecimento do CPqD nas tecnologias móveis o habilita a se candidatar como fornecedor preferencial neste mercado que vem crescendo não somente em número de usuários, mas em ofertas de serviços.

 

No Futurecom, CPqD apresenta suas competências para enfrentar os desafios das redes 3G
Qualidade e segurança do serviço estão entre os maiores desafios impostos no cenário de convergência de redes da tecnologia 3G

Durante sua participação no Futurecom 2008, um dos eventos mais importantes do setor de telecomunicações, o CPqD apresenta suas competências face aos novos desafios das redes móveis, em especial aqueles surgidos com a chegada das redes 3G na telefonia móvel.

Destaques

A tecnologia mudando a vida das pessoas


Laboratório vai padronizar cores em monitores e displays


Durante o SENDI, CPqD apresenta soluções para gestão eficiente


Inicia-se curso de capacitação em TIC para deficientes

 


AES Eletropaulo reduz deslocamentos desnecessários com solução do CPqD

Os investimentos da AES Eletropaulo na implantação da solução CPqD Voice Anywhere deverá trazer uma redução em 10% no envio desnecessário de equipes técnicas até o local das ocorrências de emergência. Trata-se de uma aplicação baseada em SIP que integra um sintetizador de fala a uma media gateway IP.

 

Tecnologia Ad Hoc é tema de palestra em evento da APTEL
Planejamento de Redes Ad Hoc aplicadas ao setor de Utilities. Este foi o tema da palestra do especialista do CPqD, Iran Lima Gonçalves, durante sua participação no Seminário Nacional de Telecomunicações da APTEL – Associação de Empresas Proprietárias de Infra-Estrutura e de Sistemas Privados de Telecomunicações – realizado no último mês de setembro no Rio de Janeiro.

 

 

Tecnologia & Saúde
A experiência de países com situação socioeconômica similar a do Brasil no uso das tecnologias sem fio para aplicações em saúde foi tema que o CPqD apresentou, em setembro, durante o 3o Wireless Mundi, evento organizado pela Momento Editorial para aprofundar os debates sobre como o celular e outros dispositivos móveis podem apoiar as demandas na área das aplicações de saúde.

 

 

Workshop discute o uso de computadores por excluídos digitais
O CPqD está na coordenação do Workshop “Usabilidade, Acessibilidade e Inteligibidade aplicadas em interfaces para analfabetos, idosos e pessoas com deficiência”, do “Simpósio Brasileiro sobre Fatores Humanos em Sistema Computacionais”, que acontece neste mês de outubro em Porto Alegre. O workshop é uma iniciativa para troca de experiências, entendimentos e discussões acerca de questões sobre uso, acesso e compreensão das soluções que tragam melhores resultados em termos de facilitação ao uso dos computadores pelo público pouco escolarizado, idoso e/ou com algum tipo de deficiência.

 

 

Telefônica inclui Padtec na lista de fornecedores
A PadTec foi escolhida pela Telefônica no último mês de setembro para integrar a sua lista de fornecedores para equipamentos WDM para redes metropolitanas e equipamentos SDH para redes de acesso.

 

 

Cuidando da natureza
Em setembro, o CPqD deu a largada ao plantio de 6.100 árvores na área de proteção ambiental (APA) da Vila União, região da cidade de Campinas degradada pela ação do homem.

 

 

Política externa & ciência, tecnologia e inovação
Em agosto, o Diretor de Mercado Internacional do CPqD, Paulo Xavier, falou para diplomatas brasileiros dentro do painel temático “Tecnologia da Informação e Comunicações” do 2o Curso sobre Cooperação Internacional em Ciência, Tecnologia e Inovação, organizado pelo Governo Brasileiro, através do Ministério das Relações Exteriores. O objetivo do curso foi capacitar o corpo diplomático lotado em embaixadas e consulados brasileiros em diversos países e considerados estratégicos à cooperação internacional em ciência, tecnologia e inovação.

 

 

Webcasting a serviço da educação
Foi um sucesso a transmissão de seminário de um grupo de alunos da Unicamp do curso de pós-graduação em Arquitetura, utilizando o sistema CPqD Webcasting, de distribuição de mídia digital. Via chat, alunos e professores interagiram em tempo real com outros grupos espalhados pelo Estado de São Paulo. A ferramenta do CPqD que será utilizada pela turma durante o semestre, está integrada ao TIDIA – rede acadêmica de alta velocidade – e é um dos resultados práticos do Projeto GIGA, destinados à videoconferência, teleeducação, telemedicina, teleentretenimento, entre outros.

 

 

Presidente do ICE, da Costa Rica, visita o CPqD
O CPqD recebeu a visita de Pedro Pablo Quirós Cortés – Presidente do Grupo ICE (Instituto Costarricense de Electricidad), grupo estatal que controla as empresas de telecomunicações e de energia da Costa Rica. O executivo integrou a comitiva do Presidente Óscar Arias Sánchez, que visitou o Brasil com o objetivo de intensificar as relações comerciais entre os dois países. É a segunda vez que Cortés visita o CPqD. “Fiquei impressionado com o novo CPqD. Conheço-o desde a época da criação da Trópico”, comentou durante a visita. O CPqD atua junto ao Grupo ICE fornecendo consultorias estratégicas visando a modernizar a infra-estrutura da empresa, incluindo seus sistemas de telecomunicações e TI. “Estamos satisfeitos com a atuação do CPqD junto aos projetos contratados e queremos expandi-los”, afirmou.

 

 

 

No Futurecom, CPqD apresenta suas competências para enfrentar os desafios das redes 3G

Qualidade e segurança do serviço estão entre os maiores desafios impostos no cenário de convergência de redes da tecnologia 3G

Os desafios impostos pela convergência das redes na tecnologia 3G dão o tom da participação do CPqD no Futurecom 2008 que acontece neste mês de outubro em São Paulo. Qualidade e segurança são aspectos que devem ser considerados pelas empresas e o amplo conhecimento do CPqD nas tecnologias móveis o habilita a se candidatar como fornecedor preferencial neste mercado que vem crescendo não somente em número de usuários, mas em ofertas de serviços.

Anunciamos a criação do primeiro Laboratório de Colorimetria do Brasil para padronizar e estudar a fidelidade das cores dos displays de celulares, monitores de TV digital e LEDs seguindo normais internacionais. A iniciativa vem preencher uma lacuna na infra-estrutura nacional em análise fotométrica e colorimétrica.

Ainda nesta edição é destaque o uso das tecnologias do CPqD para aumentar a eficiência das empresas e melhorar a vida das pessoas. O depoimento emocionante de um usuário do Rio Grande no Norte demonstra até onde pode ir a tecnologia, contribuindo para tornar a vida das pessoas mais fácil.

Hélio Graciosa
Presidente

 

 


No Futurecom, CPqD apresenta suas competências para enfrentar os desafios das redes 3G

Qualidade e segurança do serviço estão entre os maiores desafios impostos no cenário de convergência de redes da tecnologia 3G

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Durante sua participação no Futurecom 2008, um dos eventos mais importantes do setor de telecomunicações, o CPqD apresenta suas competências face aos novos desafios das redes móveis, em especial aqueles surgidos com a chegada das redes 3G na telefonia móvel.

Independentemente do tipo de tecnologia escolhido pelo mercado, os dispositivos móveis estão mudando cada vez mais a vida das pessoas e das empresas em todo o mundo. As facilidades de comunicação oferecidas pela mobilidade já beneficiam 3,6 bilhões de pessoas que utilizam celulares ao redor do planeta. No Brasil, o celular é o meio de comunicação mais popular – de cada 100 habitantes, 70 têm um aparelho desse tipo – e o mercado cresce a cada dia.

Com amplo conhecimento em todas essas tecnologias móveis, o CPqD tem dado especial ênfase às redes de terceira geração (3G), pois a tendência é o mercado crescer não só em número de usuários, mas também em oferta de serviços. Na disputa pelo cliente – estimulada pela introdução da portabilidade numérica no País – as operadoras vão aumentando a oferta de serviços e aplicações. Assim, o perfil de tráfego 3G se diferencia do serviço de voz simples. O download de arquivos de vídeo, por exemplo, consome mais banda, o que significa que as operadoras terão que dar vazão a um maior volume de tráfego em suas redes do que estão acostumadas, além da alteração do horário de pico de tráfego. O grande desafio será manter a qualidade do serviço em um cenário de forte competitividade e de crescimento acelerado do tráfego.

Um outro desafio que se apresenta são os aspectos de segurança a serem contemplados em qualquer projeto de redes convergentes. “O principal ponto aqui é equilibrar os requisitos de segurança com os aspectos de qualidade do serviço. De maneira simplificada, pode-se dizer que, quanto mais fortes forem os requisitos de segurança aplicados, menos simplificação e mais tarefas a serem tratadas pela rede, comprometendo altas exigências de qualidade. Essa equação é um dos pontos resolvidos pela experiência do CPqD”, comenta Marta Fernandez, Gerente de Marketing de Soluções.

O CPqD oferece uma série de competências, soluções e serviços voltados para a qualidade do serviço e para a implantação de sistemas seguros. Tem capacidade de antecipar os problemas e necessidades. Conhece e compreende a complexidade das redes e a grande mistura de tecnologias no cenário de convergência. Possui a experiência prática e teórica do assunto e especialistas com conhecimento em todos os tipos de redes, que trabalham em conjunto, em equipes multidisciplinares. Esse é um diferencial importantíssimo do CPqD: antecipação de problemas, conhecimento, experiência prática e capacidade de montar equipes multidisciplinares.

Outro diferencial é sua atuação nas várias fases do processo: no início, ajuda a planejar, desenvolver, dimensionar e mapear as aplicações; depois, avalia a infra-estrutura da operadora para ver se ela suporta o novo tráfego, e, na fase pós-implementação, faz o monitoramento e controla a segurança da rede. No caso do monitoramento, o trabalho consiste em entender a aplicação, conhecer a topologia da rede e o serviço que está sendo oferecido e estipular os pontos em que deve ser feita a medição, para que ela tenha coerência. Do ponto de vista de segurança, o CPqD desenvolveu uma metodologia que avalia os riscos de segurança e quantifica a mitigação dos mesmos.

O CPqD faz ainda o gerenciamento e o monitoramento dos indicadores de qualidade para as operadoras. Esse é um trabalho constante, que não pára, e que faz parte do processo de otimização e de manutenção da qualidade da rede.

Para a otimização de backhaul – camada que fica entre as estações radiobase (ERBs) e o backbone –, o CPqD atua na definição de serviços e aplicações, levantamento da infra-estrutura atual, identificação de fornecedores e de soluções tecnológicas, avaliação de vários cenários com comparativos de custos entre rede própria e alugada, análises de demanda e cálculo de CAPEX e OPEX. Tudo isso resulta na apresentação de recomendações e na indicação da melhor solução para o cliente.

Por fim, o CPqD também realiza uma série de testes de interoperabilidade de terminais móveis, oferecidos como serviços laboratoriais. Um deles é o teste do aparelho celular em laboratório para homologação na Anatel; outro é o teste de interoperabilidade, em campo, que a operadora exige que seja feito em sua infra-estrutura, antes do lançamento do terminal no mercado. Como o CPqD realiza os dois tipos de testes, em casos de problema no campo, é possível levar o terminal de volta ao laboratório, fazer um refinamento e, se for o caso, estudar a infra-estrutura do cliente para verificação de onde está o problema. A importância do teste de campo é justamente essa: é em campo que aparecem os problemas reais.

Atuando em todas as etapas do fornecimento de serviços de redes móveis, o CPqD apresenta, no Futurecom, duas palestras: Inovando com Gestão e Criatividade e Segurança: Pró-atividade e Estratégias em Tempo de Crise.

 

 


Tecnologia Ad Hoc é tema de palestra em evento da APTEL

Planejamento de Redes Ad Hoc aplicadas ao setor de Utilities. Este foi o tema da palestra do especialista do CPqD, Iran Lima Gonçalves, durante sua participação no Seminário Nacional de Telecomunicações da APTEL – Associação de Empresas Proprietárias de Infra-Estrutura e de Sistemas Privados de Telecomunicações – realizado no último mês de setembro no Rio de Janeiro.

O CPqD detém vasto conhecimento em redes Ad Hoc com projetos de pesquisa e desenvolvimento voltados para essa tecnologia de vanguarda sem fio. O seminário é um dos maiores eventos realizados no País dedicado ao segmento de utilities, focado em telecomunicações, automação e TI aplicadas às empresas de energia elétrica, gás, petróleo e companhias com infra-estruturas co-relacionadas.

 


AES Eletropaulo reduz deslocamentos desnecessários com solução do CPqD

 

Norberto Alves Ferreira
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Os investimentos da AES Eletropaulo na implantação da solução CPqD Voice Anywhere deverá trazer uma redução em 10% no envio desnecessário de equipes técnicas até o local das ocorrências de emergência. Trata-se de uma aplicação baseada em SIP que integra um sintetizador de fala a uma media gateway IP.

O objetivo da AES Eletropaulo, concessionária responsável pela distribuição de energia elétrica para mais de 16 milhões de habitantes em São Paulo, era reduzir a quantidade de deslocamentos desnecessários de suas equipes técnicas. Para tanto, a empresa contratou motoqueiros com a função de verificar no local das reclamações se o problema exigia mesmo esse tipo de atendimento. Entretanto, o volume de solicitações diárias – cerca de 10 mil, das quais 600 geravam ocorrências – frustrou os planos de redução de custos da concessionária paulista.

Para dar conta de repassar as solicitações aos motos-atendentes, a empresa teria que contratar mais técnicos para os Centros de Distribuição de Serviços (CDSs). O gargalo estava no contato entre esses centros e os motoqueiros, que era feito via ligação telefônica. “Constatamos que os CDSs não tinham capacidade física para transmitir todas as ordens, o que resultava em baixo aproveitamento das motos”, afirma Antoninho Borghi – Assessor da Vice-Presidência da AES Eletropaulo.

Automatizar o encaminhamento das ordens de serviço foi a saída encontrada pela concessionária. A solução do CPqD permite que a reclamação do usuário seja digitada em um sistema, transformada em voz e repassada automaticamente para uma caixa postal que os motos-atendentes podem acessar de um aparelho celular ou até mesmo de um telefone público.

O primeiro serviço do dia é transmitido por meio de uma ligação telefônica para o motoqueiro, que recebe os dados da solicitação e do local. Depois de fazer a verificação, ele utiliza o mesmo sistema para confirmar a necessidade – ou não – de envio de uma equipe técnica. "Tudo o que o moto-atendente precisa fazer é acessar a caixa postal e digitar os códigos para finalizar o serviço", explica Borghi.

Para Norberto Alves Ferreira, gerente de Serviços e Aplicações Multimídia do CPqD, a nova solução mostrou ser uma alternativa de custo acessível, que praticamente não exigiu treinamento das equipes e, ainda, apresenta vantagens em relação a outras opções disponíveis para resolver o problema. "A transmissão de dados via celular, por exemplo, tem um problema de cobertura”, pondera Norberto. “Outra alternativa seria utilizar um PDA e fazer a transmissão via satélite ou rádio. Mas, nesse caso, os custos de transmissão e de implantação seriam muito altos."

 

 


Inicia-se curso de capacitação em TIC para deficientes

Começam neste mês de outubro em Campinas, as aulas do curso de capacitação em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) para pessoas com deficiências. O objetivo do projeto, que teve aprovação da Subdelegacia do Trabalho de Campinas, é formar profissionais para serem absorvidos como força de trabalho pelo CPqD e também por outras empresas da cidade, considerando a grande concentração de organizações na área de TIC na região. Ao término da fase de formação básica, ora em início, os treinandos serão divididos, de acordo com a aptidão individual, em quatro cursos, para formação em sistemas operacionais (Linux e Windows) e linguagens de Programação (Java e Web Desing).

“Este projeto vem ao encontro das ações de responsabilidade social do CPqD que, além de formar pessoas, permite vivenciar mais intensamente a integração entre seres humanos e contribuir para uma sociedade mais inclusiva”, comenta o presidente do CPqD, Hélio Graciosa. Segundo Graciosa, no CPqD não há profissionais com deficiência em número suficiente para o atendimento da legislação pertinente por conta da falta de pessoas no mercado de trabalho, com qualificação adequada às atividades aqui desenvolvida. “Daí nasceu à idéia: por que não formá-las?”.

Segundo Gino Luiz Rossi, Gerente de Recursos Humanos, o local do treinamento nas dependências do CPqD foi especialmente adaptado para receber os alunos. “Os acessos às salas de treinamento receberam rampas e entradas independentes para os cadeirantes, de forma a garantir conforto e facilidades de locomoção”, comenta Gino.

 

 


Cuidando da natureza

Em setembro, o CPqD deu a largada ao plantio de 6.100 árvores na área de proteção ambiental (APA) da Vila União, região da cidade de Campinas degradada pela ação do homem. As 20 primeiras mudas foram plantadas simbolicamente pela Diretoria Executiva em conjunto com representantes da associação dos moradores, da ONG Carbondown e da Escola-Viveiro Multiplicadora Artesã. A Escola será responsável pela capacitação de jovens da comunidade local para a formação das mudas, o seu manejo e o monitoramento até a sua formação.

 


A tecnologia mudando a vida das pessoas

 

Francisco Manoel Dantas
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A importância de uma tecnologia pode ser avaliada pelo quanto ela traz de benefícios à vida das pessoas. Mundo a fora, doses de ousadia, criatividade e inovação transformam o conhecimento em conforto e bem-estar à toda sociedade. O brasileiro Francisco Manoel Dantas, servidor federal aposentado, morador de Parnamirim, no Rio Grande do Norte, tem sua capacidade de enxergar reduzida a menos da metade, além de um sério comprometimento nos olhos que não lhe permite ler por mais de meia hora sem que haja desconforto.

As barreiras impostas por sua condição não foram suficientes para impedir Francisco de navegar na Internet de forma a ajudar na sua formação acadêmica. Ele encontrou no site do Ministério das Comunicações a oportunidade de utilizar o software aplicativo Leitor de Telas do CPqD, que oferece as condições necessárias para que um deficiente visual possa utilizar o computador para acessar a Internet. Por meio da narração automática de textos – um sintetizador de voz – para indicar ações a serem realizadas pelo usuário, é garantida a utilização autônoma do computador por pessoas com dificuldades de leitura.

A tecnologia mudou sua vida. “Foi procurando respostas para o meu problema de pouca visão que tive acesso ao software Leitor de Telas. Ele me trouxe a possibilidade de ler qualquer texto, como por exemplo, o Código Penal, sem custo algum e sem precisar forçar minha visão. Estou no 9o período do Curso de Direito e preciso ler muito diariamente - coisa que não poderia fazer antes, pois os olhos logo começavam a lacrimejar. Agora, com o Leitor de Telas, já posso sonhar com a aprovação no exame da OAB. É realmente um instrumento fantástico que pode prestar relevantes serviços a um segmento de brasileiros, não raro, menos favorecidos na partilha da vida”.

 

 


Telefônica inclui Padtec na lista de fornecedores

A PadTec foi escolhida pela Telefônica no último mês de setembro para integrar a sua lista de fornecedores para equipamentos WDM para redes metropolitanas e equipamentos SDH para redes de acesso. A empresa tem como acionistas o CPqD, com 65,8% e a Ideiasnet, com 34,8%. A Padtec integra também a WxBR, joint venture nacional formada pela Asga, Icatel, PadTec e Trópico, dedicada à fabricação de equipamentos para redes de tecnologia WiMAX. A nova empresa está próxima de lançar seus primeiros produtos no mercado brasileiro.

 

 


No SENDI, o CPqD apresenta soluções voltadas para uma gestão eficiente do setor de distribuição de energia

 

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Durante o Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica (SENDI) – evento organizado pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE), na cidade de Olinda, PE, entre os dias 6 e 10 de outubro – o CPqD apresenta um conjunto de soluções voltado para atender o setor de distribuição de energia.

Ao longo do tempo, o CPqD, juntamente com seus especialistas, parceiros e clientes, vem contribuindo fortemente com o setor elétrico nacional ao aplicar seu conhecimento em telecomunicações, sensoriamento e software para promover pesquisas de produtos e serviços que melhor atendem à infra-estrutura do sistema elétrico, seja prolongando o valor da rede legada ou estabelecendo novos paradigmas para a rede do futuro. Isso possibilita o fornecimento de soluções eficientes para questões relevantes às empresas de distribuição de energia, como: redução de perdas e otimização comercial, de engenharia, de operações e ativos, e dos canais de comunicação com consumidores.

Capacidade de realização, inovação, visão e sustentabilidade são valores gerados pelo CPqD para este segmento fundamental às atividades humanas e ao desenvolvimento e crescimento econômico do País.

Alguns exemplos nestas dimensões são:

Capacidade de realização: Workforce – reúne amplo conjunto de funcionalidades de suporte a operações, otimizando o uso da força de trabalho e a designação, ao utilizar algoritmos para automatização do despacho de atividades para as turmas de campo.

Visão: nova plataforma de serviços de distribuição – uma arquitetura orientada a serviços que acomoda novas tecnologias e métodos de gestão. Inclui os ciclos de engenharia, manutenção, operação e medição, com suporte de tecnologias GIS (Geographic Information System), OMS (Outage Management System), plataformas de medição, comunicação e mobilidade, TI, desenvolvimento e migração, orientação SOA (Service-Oriented Architecture) e integração com centros de controle.

Capacidade de inovação: tecnologia Ad Hoc para sistema wireless banda larga que opere na faixa de VHF, permitindo uma comunicação de longo alcance para aplicações de telemetria, telecontrole, mensagens e voz, em condições fixas ou móveis.

Sustentabilidade: tecnologia de materiais aplicada à adequação ou substituição de materiais e produtos que compõem a rede de distribuição, como isoladores cerâmicos e poliméricos, transformadores, postes poliméricos entre outros, equacionando requisitos operacionais e o impacto ambiental causado pelo uso dos produtos.

 

 


Tecnologia & Saúde

A experiência de países com situação socioeconômica similar a do Brasil no uso das tecnologias sem fio para aplicações em saúde foi tema que o CPqD apresentou, em setembro, durante o 3o Wireless Mundi, evento organizado pela Momento Editorial para aprofundar os debates sobre como o celular e outros dispositivos móveis podem apoiar as demandas na área das aplicações de saúde.

O especialista do CPqD, Norberto Alves Ferreira, apresentou em seu painel as experiências de países que poderão servir de exemplo ao Brasil para a elaboração de políticas futuras voltadas à saúde. Norberto dividiu a bancada com representantes do Ministério da Saúde, do Prodest/ES, do Instituto do Câncer de São Paulo e da operadora Vivo.

 


Webcasting a serviço da educação

Foi um sucesso a transmissão de seminário de um grupo de alunos da Unicamp do curso de pós-graduação em Arquitetura, utilizando o sistema CPqD Webcasting, de distribuição de mídia digital. Via chat, alunos e professores interagiram em tempo real com outros grupos espalhados pelo Estado de São Paulo. A ferramenta do CPqD que será utilizada pela turma durante o semestre, está integrada ao TIDIA – rede acadêmica de alta velocidade – e é um dos resultados práticos do Projeto GIGA, destinados à videoconferência, teleeducação, telemedicina, teleentretenimento, entre outros.

 


Workshop discute o uso de computadores por excluídos digitais

O CPqD está na coordenação do Workshop “Usabilidade, Acessibilidade e Inteligibidade aplicadas em interfaces para analfabetos, idosos e pessoas com deficiência”, do “Simpósio Brasileiro sobre Fatores Humanos em Sistema Computacionais”, que acontece neste mês de outubro em Porto Alegre. O workshop é uma iniciativa para troca de experiências, entendimentos e discussões acerca de questões sobre uso, acesso e compreensão das soluções que tragam melhores resultados em termos de facilitação ao uso dos computadores pelo público pouco escolarizado, idoso e/ou com algum tipo de deficiência.

Análises a respeito da inclusão digital no Brasil evidenciam que as deficiências educacionais, ao lado das deficiências físicas e sensoriais representam barreiras importantes ao uso de computadores de maneira autônoma e desenvolta por grande parte da população brasileira.

Entre os tópicos a serem tratados no workshop conduzidos por Claudia de Andrade Tambascia, Ismael Mattos Andrade Avila e Lara Schibelsky Godoy Piccolo destacam-se: o relacionamento entre os conceitos de usabilidade, acessibilidade e inteligibilidade; experiências voltadas aos usuários; relação do analfabetismo e de deficiência sensoriais com a apropriação de tecnologias e de conteúdos; e utilização e proposta de ferramentas assistivas.

 


Política externa & ciência, tecnologia e inovação

Em agosto, o Diretor de Mercado Internacional do CPqD, Paulo Xavier, falou para diplomatas brasileiros dentro do painel temático “Tecnologia da Informação e Comunicações” do 2o Curso sobre Cooperação Internacional em Ciência, Tecnologia e Inovação, organizado pelo Governo Brasileiro, através do Ministério das Relações Exteriores. O objetivo do curso foi capacitar o corpo diplomático lotado em embaixadas e consulados brasileiros em diversos países e considerados estratégicos à cooperação internacional em ciência, tecnologia e inovação. O evento promoveu uma reflexão sobre o papel da política externa neste contexto, trazendo aos diplomatas informações para a compreensão das políticas públicas, conceitos centrais e a discussão sobre qual deve ser a orientação da cooperação internacional nesta área.

 


Novo laboratório de colorimetria vai padronizar cores em displays e monitores de TV

 

Celso Pinto Saraiva
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Um convênio envolvendo CPqD, FINEP, Inmetro e Nokia vai garantir a montagem do primeiro laboratório de colorimetria de displays e LEDs do Brasil. A partir de então, será possível padronizar e estudar a fidelidade das cores de displays de celulares, monitores de TV digital e LEDs de acordo com normas internacionais, avaliando se as cores apresentadas representam o que foi efetivamente gerado. O convênio deverá habilitar um laboratório da Nokia, em Manaus, a realizar especificamente investigações de fidelidade de resposta cromática em displays de celulares e de outros dispositivos de menor dimensão.

A iniciativa de capacitar o País para análise fotométrica e colorimétrica desses produtos deverá suprir a crescente demanda e a necessidade cada vez mais premente de uma infra-estrutura nacional que agregue competitividade e qualidade ao segmento de análise colorimétrica.

O laboratório deverá atuar em duas frentes distintas: ensaios de cores em monitores e displays e também na calibração de colorímetros e espectrofotômetros – equipamentos de medição relacionados à qualidade da cor de fontes que emitem luz ou informação. Esses equipamentos assumem especial importância dentro da rotina produtiva que tem a cor como principal atributo a ser controlado.

De acordo com Celso Pinto Saraiva, coordenador do Laboratório de Calibração do CPqD, com o novo laboratório será possível reduzir custos e prazos de calibração de equipamentos. “Atualmente, as empresas têm seus padrões e equipamentos de teste e medição em colorimetria da linha de produção calibrados no exterior. Contando com o serviço aqui mesmo no Brasil, os prazos para calibração desses equipamentos deverão reduzir de meses para horas”, comenta Celso.

O laboratório de colorimetria, que será posteriormente acreditado pelo Inmetro, vai garantir a realização de ensaios de luminância, contraste, não-uniformidade, ângulo visual, entre outros, e também deve atuar na calibração de colorímetros, equipamento utilizado para medir cores, de forma a atender, ainda, a outros segmentos da cadeia produtiva como empresas alimentícias e de água, por exemplo. Na área de caracterização de LEDs, já existe forte demanda reprimida de uma série de segmentos industriais, como o automobilístico e o eletromédico.

A previsão para a total implementação do laboratório é de 18 meses, mas na opinião de Celso Saraiva, em meados de março ou abril de 2009 já será possível atender às primeiras demandas.

 

 


 



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convergência das redes, 3G
 

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