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FATOS 169
CPqD e Universidade de Stanford colaboram no desenvolvimento de ecossistema da tecnologia OpenFlow
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CPqD e Universidade de Stanford colaboram no desenvolvimento de ecossistema da tecnologia OpenFlow Pesquisadores do CPqD e da Universidade de Stanford (Stanford University), instituição norte-americana reconhecida internacionalmente como um centro de educação e pesquisa de excelência, estão colaborando no desenvolvimento do ecossistema OpenFlow. O OpenFlow é uma proposta da universidade americana que torna um equipamento de rede comercial programável remotamente, sem que haja a necessidade de se revelar seus segredos a pesquisadores e desenvolvedores. O ecossistema OpenFlow é constituído por: um protocolo embarcado no equipamento que permite a programação remota; um controlador que abstrai as particularidades do equipamento de rede para facilitar a programação remota; um virtualizador que permite que tráfego e serviços experimentais rodem de forma isolada e harmoniosa, juntamente com tráfego e serviços de produção, em um mesmo equipamento de rede; e, finalmente, aplicações de monitoramento, controle e gerência, que fazem a programação remota propriamente dita. Essas funcionalidades tornam possível a criação de um sistema operacional de rede que abstrai as inúmeras particularidades dos equipamentos e a grande complexidade dos sistemas, assim como o Linux e o Windows fazem em computadores pessoais. Assim como ocorreu com os computadores pessoais com o advento dos sistemas operacionais, espera-se que a criação de um sistema operacional de rede gere interfaces padronizadas que promovam a inovação de arquiteturas, serviços e aplicações de rede e estimulem a criação de um setor competitivo, formado por pequenas empresas de fornecimento de aplicações de controle e gerência de redes. Marcos Rogério Salvador, Gerente de Pesquisa e Prospecção em Tecnologias Ópticas do CPqD, comenta a importância da participação do Centro nesta colaboração. “A iniciativa estimula a inovação na comunidade acadêmica de redes do País, criando bases tecnológicas para a criação de um setor que forneça aplicações de controle e gerência de redes competitivo em nível internacional, além disso, reforça a imagem do CPqD e, por consequência, do Brasil no exterior”, comenta Salvador.
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