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FATOS 177
Cresce nos quadros do CPqD qualificação profissional e envolvimento com produção tecnológica
Após a privatização do sistema Telebrás, o número de profissionais do CPqD com pós graduação quadruplicou. Registrou-se um aumento na quantidade de profissionais envolvidos na produção tecnológica e em negócios. Em 1998, esses profissionais correspondiam a 70% do quadro – hoje, são 86%. A partir do mesmo ano, as tecnologias desenvolvidas no CPqD têm gerado perto de R$ 1 bilhão ao ano em riquezas para o País
O CPqD comemorou, no último mês de agosto, 34 anos de existência e também alguns marcos importantes de sua trajetória – principalmente após a privatização do sistema Telebrás, quando se tornou uma fundação de direito privado. Um dos marcos está relacionado à equipe de profissionais. Em 12 anos, o número de profissionais com pós-graduação quadruplicou, passando de 110 para 414. Em agosto de 1998, eram 426 graduados, 257 técnicos e 77 com ensino fundamental. Hoje, são 517 graduados e 225 técnicos. Sua equipe, que em 1998 era formada por 870 profissionais, tem, hoje, 1.156 empregados, ou seja, mais empregos de qualidade para o setor.
É possível registrar, também, um aumento na quantidade de profissionais envolvidos na produção tecnológica e em negócios. Em 1998, esses profissionais correspondiam a 70% do quadro total do CPqD; hoje, correspondem a 86%. Naquele ano, 27% de sua equipe eram mulheres – hoje elas representam 32% do quadro de pessoal. A faixa etária de seus empregados caiu nos últimos 12 anos: em 1998 eles tinham em média 41 anos, hoje têm 37 anos.
Um levantamento mostra que o percentual de empregados da área de suporte diminuiu, nesse período, de 30% para 14%. “Esse é mais um indicador de que o CPqD vem seguindo a sua vocação de centro de pesquisa aplicada, voltado para o mercado e focado na inovação nas TICs”, afirma Hélio Graciosa, Presidente do Centro.
A prova dessa vocação está em outro marco importante conquistado pela organização: sua produção tecnológica. Ao longo dos seus 34 anos de existência – completados no dia 31 de agosto –, o CPqD registrou no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) mais de 300 processos de patentes, 530 processos de registro de software e 150 processos de marcas nacionais. Em organismos internacionais, com competência análoga àquela do INPI no Brasil, foram registrados mais 160 processos de patentes internacionais.
O programa de pesquisa e desenvolvimento do CPqD é o maior da América Latina, na área das TICs, e tem gerado soluções que hoje são utilizadas em diversos setores: telecomunicações, financeiro, energia elétrica, industrial, corporativo e administração pública. Esse programa, que é parcialmente financiado por fundos governamentais de ciência e tecnologia, abrange atividades voltadas para futuras transições tecnológicas – sempre com foco nas necessidades do mercado – e para o uso de tecnologias, visando atender às políticas públicas de inclusão digital.
Desde 1998, as tecnologias desenvolvidas no CPqD têm gerado algo em torno de R$ 1 bilhão por ano em riquezas – e negócios – ao País. Além disso, as soluções do Centro hoje estão presentes em vários países da América Latina, na África, na Oceania e nos Estados Unidos. Tudo isso sem perder de vista o principal compromisso do CPqD: a inovação tecnológica.
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