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FATOS 179
CPqD no setor elétrico: crescimento consistente e posicionamento em smart grid
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| José Eduardo Azarite | |
O CPqD vem registrando um crescimento consistente do faturamento em sua atuação junto ao setor elétrico. Nos últimos cinco anos, registrou a taxa média de 18% ao ano. Junto a esse crescimento, identifica-se uma maior participação também em projetos voltados para smart grid – a chamada rede inteligente. Hoje, os dez maiores projetos conduzidos no Brasil sobre smart grid contam com a participação dos especialistas do Centro. No mais recente deles, fechado com a Cemig, o CPqD está desenvolvendo aplicações de smart grid para o Projeto Cidade do Futuro, através do qual a concessionária pretende testar, em grande escala, a tecnologia de linhas inteligentes.
Segundo o Diretor de Mercado Corporativo do CPqD, José Eduardo Azarite, um conjunto de ações estratégicas contribuiu para a obtenção desses resultados. “Procuramos formar um time de profissionais consultores e especialistas, altamente experientes e conhecedores do negócio, não só em Tecnologias da Informação e Comunicação, como também do mercado de energia”, afirma Azarite.
O portfólio da organização está preparado para atender às necessidades e às expectativas das empresas que buscam evoluir para encontrar soluções práticas que reflitam a realidade dos consumidores e das empresas de energia do século XXI: eficiência operacional, tarifas ajustadas, participação do consumidor e proteção ao meio ambiente são somente algumas das questões que se colocam como desafios do segmento.
Seu conjunto de ofertas oferece às concessionárias tecnologias de comunicação multiaplicações; tecnologias de sensores voltados à coleta de informações da infraestrutura de energia e do meio ambiente; tecnologias de materiais, ajudando o setor a equacionar questões de degradação e de conservação dos equipamentos da rede; aplicativos com inteligência para a tomada de decisão automática e descentralizadamente; e ferramentas de inteligência e interfaces avançadas para o suporte à tomada de decisão, combinando, por exemplo, as dimensões financeira e regulatória e o desempenho da rede. “A tecnologia terá um papel cada vez mais relevante na geração, transporte, comercialização e uso da energia”, conclui Azarite.
Trajetória: A chegada do CPqD a esse mercado se deu sistematicamente após a privatização do Sistema Telebrás, há 12 anos. De lá para cá, vem crescendo fortemente sua participação no setor elétrico brasileiro, seja em projetos de pesquisa e desenvolvimento, com o aval da agência reguladora – a Aneel – seja no desempenho de seus sistemas de software de missão crítica – notadamente as tecnologias de billing convergente, workforce e gestão de medidores. Toda a experiência e o potencial vêm sendo aproveitados e, assim, possibilita-se o desenvolvimento de um know-how específico para suportar a demanda do mercado de energia elétrica. “O atendimento a esse novo cenário que o smart grid demanda é mais uma faceta dessa sua trajetória de sucesso”, conclui o diretor Azarite.
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