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Atlântico completa dez anos contribuindo para a inclusão digital no Ceará

O Atlântico poderá participar do processo de inclusão digital no Ceará por meio do Projeto Cinturão Digital – infraestrutura de banda larga do Estado destinada à capacitação em tecnologia da informação. A ideia de interligar a instituição às salas de videoconferência no interior do Estado foi lançada pelo deputado Ariosto Holanda e reforçada pelo secretário de Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Estado, René Barreira, durante a cerimônia que marcou os dez anos de fundação da instituição. Trata-se de uma iniciativa que contribuirá para a interiorização do processo de desenvolvimento com inclusão social. O evento aconteceu em Fortaleza, no último dia 11 de novembro, e contou com a presença de diversas autoridades locais e também de lideranças do Atlântico e do CPqD.
Em seu discurso, o secretário relembrou a trajetória da instituição nesta década e destacou as contribuições do Atlântico ao empreendedorismo em TI – uma área considerada estratégica tanto para o Estado do Ceará como para o Brasil como um todo – ao absorver, em seu quadro de empregados, pessoas formadas por instituições como a UFC, a UECE, a Unifor e o IFCE.
Criado pelo CPqD e pela Padtec para contribuir com o desenvolvimento da região Nordeste, a instituição cearense vem cumprindo à risca sua missão. Atração de investimentos, geração de empregos, capacitação de recursos humanos e retenção de talentos na região são algumas de suas marcas, que ajudam a inserir o Ceará no cenário nacional de TICs. A instituição, com sede na capital do Estado, instalou unidades nas cidades de Sobral e São Paulo e criou duas novas empresas – a Avicena, em associação com o grupo Secrel, e o CPQi, única empresa brasileira de serviços voltada ao atendimento das necessidades de bancos de investimento, com clientes no mercado internacional e brasileiro.
Sua equipe, formada por profissionais advindos em sua maioria de universidades cearenses, dá conta de projetos que representam desafios e envolvem o estado da arte em TICs. Pioneiro na região Nordeste em técnicas de gestão de processos baseados em sistemas de qualidade de nível internacional, conquistou, em 2009, o selo Nível 5 do CMMI do SEI (SoftwareEngineering Institute).
Liderado atualmente por José Eduardo Martins, que assumiu a presidência em substituição a Claudio Violato, e por José Francisco Moreto, que substituiu Martins na Superintendência da instituição, o Atlântico figura pela terceira vez consecutiva entre as melhores empresas para se trabalhar no Brasil, de acordo com ranking do Guia Você S/A-Exame.
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