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CPqD oferece serviços e soluções para operadoras móveis virtuais
Em fase de regulamentação no Brasil, MVNOs têm um potencial de mercado promissor
Os serviços prestados por operadoras móveis virtuais (MVNOs, na sigla em inglês) deverão conquistar cerca de 160 milhões de clientes no mundo, até 2012. A previsão, divulgada durante o evento MVNO Summit, realizado neste ano em Barcelona (Espanha), mostra que o potencial de mercado para esse tipo de serviço é promissor - inclusive no Brasil, onde o MVNO está em fase de regulamentação.
Em vários países do mundo, principalmente na Europa e Estados Unidos, esse novo modelo já conquistou grandes redes de varejo - como Carrefour e Wal-Mart -, bancos - como Rabobank e Privatbank - e pequenas e médias operadoras de telecomunicações, que vêm atuando como MVNO para oferecer serviços diferenciados a segmentos específicos de público, ou mesmo ampliar sua área de cobertura. Essa é a tendência também no Brasil, de acordo com a visão do CPqD - que dispõe de uma série de serviços e soluções para as empresas e operadoras interessadas em entrar no mercado brasileiro de MVNO, como autorizada ou credenciada (as duas modalidades previstas no regulamento em tramitação, com base na consulta pública).
"As pequenas e médias operadoras móveis e fixas, por exemplo, poderão atuar como MVNOs autorizadas, visando expandir seus negócios, a área de cobertura e acrescentar o Serviço Móvel Pessoal à sua oferta de serviços convergentes", afirma Hélio Salles, diretor de Mercado Telecom do CPqD. Nesses casos, é preciso comparar o negócio MVNO com outras formas de expansão, avaliando suas vantagens e desvantagens. Além disso, é necessário fazer o planejamento de serviços convergentes, a partir da adição do SMP ao atual portfólio, e ainda planejar a otimização da infraestrutura compartilhada.
Já as redes de varejo, bancos e outros tipos de empresa - ou até mesmo igrejas e clubes de futebol - poderão atuar como MVNOs credenciadas (embora também possam optar por serem autorizadas), oferecendo serviços para nichos específicos, com sua própria marca. "Para isso, elas terão que conhecer as regras do jogo, as oportunidades que o negócio oferece e os caminhos que as experiências internacionais trilharam para o sucesso", acrescenta José Eduardo Azarite, diretor de Mercado Corporativo do CPqD.
Para atender às diversas demandas que o MVNO vai gerar no país, tanto por parte das operadoras autorizadas como das credenciadas, o CPqD oferece diversos serviços e sistemas de software. Na área de consultoria, por exemplo, realiza desde a prospecção de mercado, passando pela definição de cenários de prestação de serviços, a análise de viabilidade econômico-financeira e a elaboração de planos de negócios até o planejamento de serviços convergentes e da otimização de infraestrutura compartilhada. Na área de soluções de software, o CPqD dispõe de sistemas de billing e customer care, que suportam serviços convergentes e podem ser adaptados às necessidades não só das MVNOs autorizadas e credenciadas, mas também das MVNEs (Mobile Virtual Network Enabler) - empresas que fornecem infraestruturas de suporte ao negócio das MVNOs. As soluções do CPqD nessa área estão disponíveis tanto no modelo de licenciamento, que é acompanhado de implantação, suporte e manutenção, como no de serviços (na forma de outsourcing ou serviços gerenciados).
"Estamos preparados para ajudar a todos os atores da cadeia de valor do ambiente MVNO no Brasil a se estabelecer e tornar seus negócios atrativos", diz Francisco Moreto, diretor de Marketing de Soluções do CPqD.
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