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CPqD apresenta novo conceito de laboratório
Um ambiente de inovação colaborativo, centrado no usuário, que funciona como um laboratório ativo, vivo e permanente. Esse é o conceito de Living Lab, que o CPqD está trazendo para o Brasil como proposta para facilitar a introdução das profundas transformações previstas com a implantação das redes inteligentes (smart grids) na área de energia elétrica.
Apresentado durante o IV Seminário Internacional de Smart Grid, realizado nesta semana nas instalações do CPqD, em Campinas, o novo conceito está sendo usado na Europa, no tratamento da implantação das chamadas smart cities (cidades inteligentes). A ideia é envolver os diversos participantes (atores) no processo de inovação, de modo a compartilhar experiências e conhecimento em um ambiente real, junto aos usuários.
Na visão do CPqD, a implantação de uma rede inteligente é um processo que envolve uma grande transformação no setor elétrico, por longo período - e, por isso, requer preparação, especialmente para atender os requisitos locais. "As empresas do setor terão que integrar processos e operar em paralelo as redes convencionais e as redes inteligentes de energia", afirma Claudio Tadeu Correa Leite, que faz parte do grupo Smart Grid do CPqD. "E o Living Lab é um ambiente propício para exercitar essa integração e coexistência de redes.
Fonte: Decision Report
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