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    :: Notícias 2009

    Segunda, 21 de Dezembro de 2009 09:21

    Ainda que os primeiros aparelhos com os perfis de interatividade definidos pelo Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (Fórum SBTVD) estejam prestes a chegar nas prateleiras, os canais brasileiros de TV aberta ainda abordam com cautela a possibilidade do espectador interagir com a programação.

    Levantamento feito pelo IDG Now! mostra que estações de TV no Brasil trabalham em aplicativos que permitirão apenas interação local, ou seja: espectadores poderão escolher uma entre diversas opções já pré-definidas pelo canal.

    Exemplo disto são os aplicativos que o departamento de engenharia da Rede Globo vem preparando para o canal.

    Em evento na sede da emissora em agosto, o diretor da Central Globo de Engenharia, Fernando Bittencourt, mostrou dois modelos: um generalista, que pode ser exibido em toda programação, e outro focado, destinado a programas específicos.

    No primeiro, widgets na parte inferior da tela permitem que o espectador tenham acesso a informações do reality show "Big Brother Brasil", do portal G1 ou do site Globoesporte.com a partir da tela da sua televisão.

    Quando clicados, os widgets abrem janelas na coluna esquerda da tela do espectador, reproduzindo manchetes e resumos curtos de notícias veiculadas pelas operações online do conglomerado.

    Na ocasião, Bittencourt o considerou o modelo "mais agressivo" de interatividade do canal e já tenta fazer com que os sites da Globo peguem carona na popularidade do canal de TV.

    No segundo, voltado inicialmente para novelas e jogos de futebol, uma interface composta por botões na coluna esquerda mostra informações adicionais sobre o programa que podem ser acessadas pelo controle remoto, como sinopse do capítulo ou classificação do campeonato.

    A Globo confirma que vem testando estes aplicativos mais pontuais na novela "Viver a vida", depois de criar interatividade para a novela "Caminhos das Índias" e para o Campeonato Brasileiro 2009.

    O modelo de aplicações específicas também já está em testes pela Rede Record, que afirma ter criado um aplicativo para o reality show "A Fazenda", testado entre junho e agosto, com informações como a biografia dos participantes.

    O diretor de tecnologia da Record, José Marcelo Amaral, admite que outros programas da grade da emissora também estão sendo usados de base para a criação de aplicativos, mas não confirma os nomes.

    O conceito de um portal genérico com informações sobre a estação que pode ser acessado independentemente do programa no ar é explorado tanto pelo SBT como pela TV Cultura.

    No ar há seis meses, o portal do SBT apresenta informações como data e horário, previsão do tempo e informações sobre os programas, além de fazer enquetes com o público e oferecer promoções comerciais, afirma o diretor de tecnologia do canal, Roberto Franco.

    O portal, segundo ele, será a porta de entrada para que aplicativos específicos sejam acessados.

    Programas jornalísticos e novelas deverão ser os primeiros programas com interatividade própria, afirma ele, sem adiantar prazos para que os aplicativos estejam prontos.

    Caminho semelhante segue a TV Cultura que, em parceria com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), de Campinas, no interior de São Paulo, vem criando a interface para um portal que será acessado pelos diferentes canais da Fundação Padre Anchieta.

    Segundo o coordenador do núcleo de novas mídias da fundação, Ricardo Mucci, outro projeto feito em parceria com o CPqD é um sistema de busca semântico para que espectadores encontrem os vídeos que querem de maneira mais fácil.

    Quando pronta, a ferramenta será integrará ao portal para facilitar a navegação dos espectadores. O canal pretende ainda digitalizar seu acervo, o que permitiria a busca por conteúdos produzidos a partir do final da década de 60.

    Consultada, a Bandeirantes afirmou que não divulgará seus planos para interatividade na TV Digital até fechar seu planejamento para 2010. A Rede TV! e a Gazeta não responderam aos pedidos da reportagem.

    Dois perfis e TVs interativas

    O Fórum SBTVD divulgou no começo de dezembro os dois perfis a partir dos quais os canais de TV poderão desenvolver aplicativos de interatividade dentro do middleware de interatividade Ginga, desenvolvido no Brasil.

    A diferença entre eles está no teor do conteúdo reproduzido: enquanto o primeiro perfil se concentra em textos e imagens, o segundo permitirá áudio e vídeo executados simultaneamente ao conteúdo reproduzido na TV.

    O grupo também resolveu que o canal da interatividade, por onde as escolhas do espectador seriam levadas à emissora para a realização de enquetes em tempo real, por exemplo, poderá ser acrescentado de maneira independente.

    A divulgação do Fórum SBTVD coincidiu com o anúncio da LG que modelos da linha Time Machine Digital de televisores chegariam ao mercado na terceira semana de dezembro com o Ginga instalado.

    Serão quatro modelos da fabricante preparadas para interatividade: dois com telas de LCD e dois com tela de plasma.

    As TVs LCD reproduzem conteúdo no formato full HD, com resolução de 1.920 pixels x 1.080 pixels, e têm preços sugerido de 4,5 mil reais para a versão de 42 polegadas e 6 mil reais para as versões de 47 polegadas.

    Já os modelos com tela de plasma reproduzem conteúdo em alta definição, com resolução de 1.366 pixels x 768 pixels, e têm preços sugeridos de 3,5 mil reais para a versão de 42 polegadas e 4,6 reais para as versões de 50 polegadas.

    Fonte: IDG Now! - 21/12/2009



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    Terça, 15 de Dezembro de 2009 18:13

    Projeto implantado na Nossa Caixa foi escolhido por fatores como caráter inovador

    O projeto que vem ajudando a Nossa Caixa, recentemente incorporada pelo Banco do Brasil, a reduzir a ocorrência de fraudes eletrônicas acaba de receber o Prêmio TI & Governo 2009, da Plano Editorial, no segmento Segurança da Informação. Baseado na solução CPqD Gestão Integrada de Fraudes e Eventos, desenvolvida pelo CPqD, o projeto da Nossa Caixa foi avaliado e escolhido por uma comissão julgadora que levou em conta critérios como caráter inovador, relevância social e envolvimento de recursos humanos.

    O banco contratou a solução do CPqD no ano passado, com o objetivo de reduzir suas fraudes eletrônicas por meio da reestruturação dos processos e de softwares que utilizam a tecnologia de redes neurais e Business Intelligence (BI). Esses recursos permitem impedir as fraudes antes mesmo que elas ocorram.

    A solução, que já está em produção, vem sendo utilizada para prevenir fraudes em cartões de débito. A ferramenta está programada para o Internet Banking e poderá ter seu uso estendido ainda para outros canais. Segundo José Waldir Carvalho, gerente do Departamento de Segurança Corporativa, o maior benefício gerado pelo projeto é a garantia de segurança que o cliente sente ao fazer suas transações eletrônicas em diversos canais. "É segurança agregando valor ao negócio", afirma.



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    Terça, 15 de Dezembro de 2009 17:14

    A Oi está realizando parceria com alguns dos principais centros de referência do Brasil para o desenvolvimento de projetos de inovação.

    Esta semana, a companhia assinou convênios com quatro instituições, Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD - Campinas/SP), Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi - Florianópolis/SC), e Instituto Gênesis, unidade complementar da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

    O objetivo do investimento é promover o desenvolvimento tecnológico e a inovação da indústria nacional de bens e serviços de comunicação, informação e entretenimento.

    Estruturadas através da área de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa, as parcerias devem estimular projetos nas diversas áreas de interesse da Oi, sendo os primeiros projetos nas áreas de m-payment, internet, distribuição de TV e tecnologia da informação, entre outras.

    A escolha das instituições considerou critérios como sinergia com o setor de Telecom e Tecnologia da Informação (TI), histórico e porte das instituições, que devem possuir experiências concretas e bem-sucedidas em parcerias com empresas de prestação de serviços, além de competências nas áreas de interesse da Oi.

    Além das parcerias firmadas com instituições e centros de tecnologia, a empresa ampliará seus projetos em parceria com empresas nacionais e fornecerá capacidade de transmissão em fibras óticas para uso da Rede Nacional de Pesquisas (RNP).

    Os investimentos em pesquisa e desenvolvimento da Oi fazem parte dos compromissos firmados com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em função da anuência prévia para compra da Brasil Telecom pela Oi.

    Fonte: Convergência Digital



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    Terça, 15 de Dezembro de 2009 00:00

    A Oi fechou parceria com quatro dos principais centros de referência do Brasil para o desenvolvimento de projetos ligados à inovação. São eles o Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD - Campinas/SP), Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi - Florianópolis/SC), e Instituto Gênesis, unidade da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

    O objetivo é promover o desenvolvimento tecnológico da indústria nacional de bens e serviços de comunicação, informação e entretenimento. Estruturadas por meio da área de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa, as parcerias devem estimular projetos nas diversas áreas de interesse da Oi. Os primeiros são nas áreas de m-payment, internet, distribuição de TV e tecnologia da informação.

    De acordo com a operadora, a escolha das instituições considerou critérios como sinergia com o setor de telecom e tecnologia da informação, histórico e porte das instituições, que devem possuir experiências concretas e bem-sucedidas em parcerias com empresas de prestação de serviços, além de competências nas áreas de interesse da Oi.

    Além dos acordos firmados com instituições e centros de tecnologia, a Oi pretende ampliar seus projetos em parceria com empresas nacionais e fornecerá capacidade de transmissão em fibras óticas para uso da Rede Nacional de Pesquisas (RNP).

    Fonte: Computerworld



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    Sexta, 11 de Dezembro de 2009 00:00

    O projeto de um sistema de comunicação em banda larga sem fio para apoio às equipes de campo, desenvolvido pelo CPqD e utilizado por Furnas Centrais Elétricas S.A., foi premiado como um dos melhores trabalhos técnicos do XX Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica (SNPTEE).

    O trabalho premiado é resultado de um projeto de pesquisa e desenvolvimento que começou em 2006. "O objetivo era dar mais flexibilidade e, ao mesmo tempo, reduzir os custos de comunicação na área de operação e manutenção das linhas de transmissão de energia elétrica de alta tensão", explica Marcos Guimarães Castello Branco, coordenador do projeto no CPqD.

    No ano passado, um piloto do sistema - que utiliza a tecnologia Wi-Fi 802.11g - foi instalado na infraestrutura de Furnas, em torres de alta tensão e interconectado a um par de fibras ópticas nas linhas que interligam subestações nos municípios de Nova Iguaçu e Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Por meio desse sistema, as equipes responsáveis pela operação e manutenção das linhas de transmissão de Furnas acessam os bancos de dados da empresa, em banda larga e com custo mais baixo em relação a outras tecnologias - como sistemas celulares e rádios VHF.

    Fonte: O Debate



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    Quarta, 09 de Dezembro de 2009 09:20

    Brasileiros que vivem no meio da Floresta Amazônica poderão ter acesso à internet móvel, de alta velocidade, graças a uma parceria da Vivo com a Ericsson, que pretendem instalar antenas 3G em municípios no Pará. A primeira delas foi inaugurada semana passada, no município de Belterra, e já garante o acesso a mais de 20 mil pessoas.

    A tecnologia conecta com o mundo comunidades da Amazônia que são atendidas pela ONG Saúde & Alegria. A ONG atua em 175 vilarejos em três municípios do Oeste do Pará: Belterra, Aveiro e Santarém.

    A Vivo coordenou o projeto a partir de seu Instituto dedicado a educação e tecnologia. O Instituto Vivo agora dá suporte ao desenvolvimento de metodologias e práticas de aprendizagem em rede com o uso dos dispositivos de telecomunicação móvel. Já a Ericsson entrou com os equipamentos e serviços relacionados e aplicativos multimídia.

    O Projeto Saúde & Alegria será responsável pelo treinamento das comunidades, orientando sobre a utilização dos aplicativos. Na rede de aprendizagem, serão atendidas numa primeira fase 15 comunidades.

    Kits de energia fotovoltaica irão recarregar os aparelhos, que serão usados na produção de conteúdos posteriormente publicados na web e/ou outras plataformas.

    Também integram o rede de parceiros do projeto: Sony Ericsson, Prefeitura de Belterra, CPqD, Bimetal, Formatto Engenharia, LaMark, Hospital Albert Einstein e Projeto Saúde & Alegria. A responsabilidade desses parceiros será investir e alavancar recursos institucionais e a colaboração de seus profissionais para disseminar a educação e saúde por meio da comunicação móvel.

    Fonte: O GLOBO



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    Sexta, 04 de Dezembro de 2009 15:50

    O projeto de um sistema de comunicação em banda larga sem fio para apoio às equipes de campo, desenvolvido pelo CPqD e utilizado por Furnas Centrais Elétricas S.A., foi premiado como um dos melhores trabalhos técnicos do XX Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica (SNPTEE), realizado entre os dias 22 e 25 de novembro, no Recife (PE). Promovido pela Cigré-Brasil e coordenado pela CHESF (Cia. Hidro Elétrica do São Francisco), o evento acontece a cada dois anos e é um dos mais importantes do setor elétrico da América Latina.

    O trabalho premiado é resultado de um projeto de pesquisa e desenvolvimento que começou em 2006. "O objetivo era dar mais flexibilidade e, ao mesmo tempo, reduzir os custos de comunicação na área de operação e manutenção das linhas de transmissão de energia elétrica de alta tensão", explica Marcos Guimarães Castello Branco, coordenador do projeto no CPqD.

    No ano passado, um piloto do sistema - que utiliza a tecnologia Wi-Fi 802.11g - foi instalado na infraestrutura de Furnas, em torres de alta tensão e interconectado a um par de fibras ópticas nas linhas que interligam subestações nos municípios de Nova Iguaçu e Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Por meio desse sistema, as equipes responsáveis pela operação e manutenção das linhas de transmissão de Furnas acessam os bancos de dados da empresa, em banda larga e com custo mais baixo em relação a outras tecnologias - como sistemas celulares e rádios VHF.

    "A vantagem desse sistema está na utilização da própria infraestrutura da linha de transmissão para o acesso on-line a dados, com custo razoavelmente baixo e agilidade nas intervenções da equipe", destaca Guilherme de Figueiredo Preger, engenheiro da Divisão de Estudos de Telecomunicações de Furnas.

    "Esta premiação é um exemplo do reconhecimento que o CPqD vem obtendo pelos trabalhos realizados junto às empresas do setor elétrico", acrescenta Eduardo Toi, gerente de conta do CPqD.

    Fonte: Corpbusiness & Inter IT



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    Segunda, 30 de Novembro de 2009 19:04

    A Padtec deve fechar 2009 com receita semelhante ao do ano passado, quando seu faturamento foi de R$ 148 milhões, porém, para 2010 a fabricante nacional, especializada em transporte óptico de alta velocidade, já trabalha com a meta de crescer 25%. A projeção se deve aos novos contratos fechados este ano, entre os quais, o recém assinado com a Oi -- a Padtec venceu uma grande licitação de DWDM para redes de longa distância e redes de acesso da Oi, num contrato de cerca de três anos.

    "Em 2009 não há crescimento no setor, em razão da crise econômica, e a batalha da indústria é manter os números do ano passado", comenta Jorge Salomão Pereira, presidente da Padtec. No entanto, com o aumento das exportações para Argentina, Chile, Peru, México e Venezuela, e com novos clientes conquistados este ano, como utilities, o governo do Espírito Santo, e as operadoras GVT e Global Crrosing - além do novo contrato com a Oi, que já era cliente - Salomão já trabalha com a meta de crescer 25% no próximo ano.

    O presidente da Padtec não revela o valor dos contratos no setor privado, em razão de cláusulas contratuais, mas conta que, no caso do Espírito Santo, a licitação pública vencida pela Padtec é da ordem de R$ 6 milhões. A fabricante vai fornecer sistemas DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing) para a infovia do governo estadual. Em relação as exportações, Salomão informa que, neste ano, as vendas para a América Latina já respondem por cerca de 10% das receitas da empresa e, para 2010, devem representar de 17% a 20% das vendas.

    Com o edital da Oi, o maior realizado no país para compra de DWDM até hoje, segundo a empresa, a companhia consolida a liderança na América Latina como fornecedora de sistemas para as redes de longa distância e as redes de acesso com tecnologia DWDM.

    Por Fatima Fonseca

    Fonte: TELE.SÍNTESE



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    Segunda, 30 de Novembro de 2009 14:56

    Edital foi o maior já realizado no país para compra de soluções DWDM

    A Padtec, empresa controlada pelo CPqD em parceria com a IdeiasNet, fechou contrato de três anos com a Oi para fornecimento de sistemas ópticos (DWDM) para redes de acesso e de longa distância. A empresa não informa o valor do contrato, mas assegura que ele terá importância significativa no faturamento da Padtec no próximo triênio.


    Segundo informações da Padtec ao mercado, o edital da Oi da qual ela foi vencedora foi o maior já realizado no país para compra de soluções DWDM. A tecnologia multiplica a capacidade de transmissão da fibra óptica, favorecendo o tráfego de dados, voz e vídeo.

    As redes de fibra óptica estão no centro dos investimentos da Oi neste segundo semestre. A operadora planeja levar acessos em alta velocidade, chegando a 100 Mbps, a dez cidades até o final do ano. A maior parte das cidades contempladas pelo projeto fica na região II, da Brasil Telecom, onde a GVT oferece o Power, serviço de banda larga com velocidades de até 100 Mbps.

    Fonte: Telecom online



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    Segunda, 30 de Novembro de 2009 14:52

    Dois institutos de pesquisa de Campinas, o Eldorado e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), desenvolvem programas voltados aos portadores de deficiência para formar profissionais para trabalhar na área de TI.

    O Programa Qualificar para Incluir do CPqD está no segundo ano e forma programadores especializados em linguagem java. "Ele é voltado para pessoas portadoras de deficiências e tem 10% das vagas destinadas para aprendizes", conta o gerente de Recursos Humanos do centro, Gino Luiz Rossi.

    Por ano, o CPqD gasta em média R$ 250 mil para manter o programa em funcionamento. "Tivemos que fazer mesas adaptadas para os cadeirantes e adaptamos também o espaço para permitir a fácil locomoção dessas pessoas", conta Gino. Para portadores de deficiência auditiva, um professor faz a tradução das aulas usando a linguagem de sinais. "O curso é um meio de qualificar essas pessoas para que elas possam produzir e ter uma profissão. Elas não têm nenhuma dificuldade para aprender", diz o gerente de RH.

    No Instituto Eldorado, que desenvolve o projeto Oficina do Futuro PCD para deficientes, um software faz a leitura da tela e garante o acesso dos deficientes visuais ao conteúdo ensinado. "Atendemos a todos os tipos de deficiência, mas separamos as salas para otimizar o aprendizado", comenta o Luís Rogério Almeida, gerente de Educação do Instituto.

    O curso do CPqD dura um ano e é ministrado por professores da empresa Skill Quality Intelligence. "Nós pagamos todas as despesas do curso, inclusive o transporte", comenta Rossi. O programa, que disponibiliza 80 vagas, conta com a aprovação da Subdelegacia Regional do Trabalho de Campinas.

    Para se candidatar a uma vaga, os interessados devem fazer sua inscrição pelo site do CPqD (www.cpqd.com.br) até o dia 15 de dezembro.

    Muitos dos alunos formados já conquistaram uma vaga no mercado de trabalho. Saulo Rodrigues, foi contratado pelo CPqD depois de concluir o curso no ano passado. "Foi uma excelente oportunidade, só tenho a agradecer, foi uma forma de conquistar um lugar ao sol", diz.

    Para a estudante Carolina Ventura Siqueira, de 20 anos, o programa é uma chance de conseguir um emprego melhor. Portadora de deficiência auditiva, a moça espera seguir carreira na área de TI.

    "O curso está ótimo, vai me ajudar a arrumar um emprego", comenta.

    Enquanto acompanha as aulas, Carlos Dyeggo,aceito no curso por ser patrulheiro, virou estagiário e agora faz um curso para conseguir uma vaga de programador. "É uma grande chance profissional. Quero seguir carreira na área de informática", garante.

    Patrícia Azevedo

    Fonte: Correio Popular



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    Segunda, 30 de Novembro de 2009 00:00

    A Câmara dos Deputados realiza amanhã (1º), em comemoração ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, a cerimônia de lançamento de produtos e serviços em acessibilidade da Casa. O evento está na sexta edição e terá apresentações artísticas e exposições até 10 de dezembro.

    No primeiro dia da programação está prevista a palestra "Acessibilidade em portais da Internet", ministrada pela pesquisadora da Diretoria de Tecnologias de Serviços do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD) Lara Schibelsky Godoy Piccolo. A palestra é destinada a provedores de conteúdo em portais e a pessoas que trabalham na área de informática.

    Criado em 2004, o programa de acessibilidade da Câmara tem por objetivo planejar, implementar e promover ações integradas para proporcionar às pessoas com deficiência - servidores, parlamentares, visitantes, telespectadores e internautas - uma maior acessibilidade aos ambientes real e virtual e aos produtos e serviços da Câmara.

    Ações implementadas

    Entre as ações já realizadas durante os seis anos do projeto estão a adaptação de sanitários e de 12 dos 16 plenários de comissões; rebaixamento de meios-fios; aquisição e instalação de equipamentos; palestras e cursos de capacitação e sensibilização; e adaptação das páginas do Portal da Câmara na Internet.

    Programação:

    15 horas - Hall da Taquigrafia - Anexo II da Câmara

    Lançamento oficial dos produtos e serviços da Câmara dos Deputados em 2009:

    - Inserção de libras na programação da TV Câmara;
    - Contratação de intérpretes de libras para eventos;
    - 2ª edição do Guia Legal (kit em braile, áudio e caracteres ampliados);
    - Lei 8.112/90 em áudio no Portal;
    - Adaptação e reforma dos plenários 3 e 4 das comissões e
    - Instalação de sinalização visual e em braile em todo o complexo arquitetônico da Câmara dos Deputados.

    Exibição de vídeo institucional produzido pela TV Câmara
    Declamação do poema "Ouvir estrelas", de Olavo Bilac, pelo servidor Marco Antonio Antunes Apresentação do Grupo Persona de teatro e dança moderna; e
    Apresentação musical dos alunos do Departamento de Necessidades Especiais da Escola de Música de Brasília.

    Exposições

    Período: 1 a 10 de dezembro de 2009
    "Formas e Cores"
    Esculturas em cimento e ferro
    Artista: Assis Aragão
    Local: Corredor de acesso ao Plenário

    "Relevos Poéticos - Oficina Arte e Educação"
    Mostra coletiva de esculturas em argila e papel marchê
    Local: Hall da Taquigrafia

    "Carol Caracol" e "O menino que nasceu para amar"
    Exposição ilustrativa de histórias infantis sobre crianças especiais
    Local: Espaço do Servidor

    Fonte: Da Redação/ RCA
    Colaboração - Laís Braz - Agência Câmara



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    Sexta, 27 de Novembro de 2009 11:11

    A apresentação foi feita durante o workshop Campinas Tecnológica, realizado no CPqD

    Conhecida por abrigar importantes universidades e centros de pesquisa, Campinas oferece uma série de atrativos para empresas de base tecnológica que nela desejam se instalar: mão-de-obra qualificada, boa infraestrutura de serviços, localização privilegiada e, ainda, benefícios e incentivos fiscais. Alguns desses atrativos foram apresentados no workshop Campinas Tecnológica - Estratégias, Benefícios, Incentivos, realizado quarta-feira (25/11), no auditório do Pólis de Tecnologia do CPqD.

    Organizado pela Ânggulo Comunicação Estratégica, o evento teve realização conjunta da CIATEC - Cia. de Desenvolvimento do Pólo de Alta Tecnologia de Campinas, do Pólis de Tecnologia do CPqD e da Brasscom - Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, em parceria com a prefeitura de Campinas. Além disso, contou com o apoio institucional de várias entidades empresariais, da Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).

    "O PIB da Região Metropolitana de Campinas, que reúne 19 municípios, representa quase 10% do PIB brasileiro. Temos importantes empresas instaladas na região e várias outras em fase de instalação, como é o caso da Cargill, da Natura Cosméticos e da italiana Teofarma, entre outras", disse Luiz Carlos Rocha Gaspar, presidente da Ciatec.

    Em sua apresentação, ele destacou também a presença de expressivos laboratórios e centros de tecnologia em Campinas - entre os quais, o CPqD e o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, instalados em um dos dois parques tecnológicos da Ciatec. E revelou que outras instituições importantes estão sendo instaladas nesse polo, como o Centro de Ciência e Tecnologia do Bioetanol, laboratório nacional pertencente ao Ministério da Ciência e Tecnologia, e o Centro de Pesquisas Avançadas Wernher von Braun, que atua em pesquisa e desenvolvimento na área de TI. "Estamos criando em Campinas um ambiente propício para abrigar empresas de base tecnológica", acrescentou Gaspar.

    Esse ambiente inclui a facilidade de acesso físico, a infraestrutura de serviços adequada e até a preocupação com a preservação ambiental. Todos esses atrativos estão presentes no Pólis de Tecnologia do CPqD, complexo empresarial de base tecnológica que hoje ocupa 360 mil metros quadrados e estuda projetos de expansão. "Temos edificações de 35 a mais de 2.000 metros quadrados, capazes de atender às necessidades de empresas de todos os portes", afirmou Rodolpho França Hunger, gerente do Pólis de Tecnologia.

    Atualmente, 13 empresas de tecnologia e mais 17 de serviços estão instaladas no Pólis do CPqD, compartilhando uma infraestrutura formada por restaurantes e lanchonetes, salas de treinamento, auditório e anfiteatros, agências bancárias, correio, estacionamentos, clube de lazer e serviços como segurança 24 horas, portaria, translado e central de telefonia, entre outros. "Aqui dentro respiramos tecnologia", resume Hunger.

    Incentivos Fiscais

    Além de infraestrutura, Campinas também oferece incentivos e benefícios fiscais para empresas de base tecnológica. "Nesse caso, os principais incentivos são a redução na alíquota do ISS (Imposto sobre Serviços), para até 2%, e no valor do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), hoje entre 30% a 50%, mas que deve chegar a 100% em 2010, com a unificação das leis de incentivos municipais", disse Paulo Malmann, secretário de Finanças da prefeitura de Campinas.

    Ele mencionou ainda o Programa de Inclusão Social pelo Ensino Superior de Campinas (Procampis), que reduz o ISS (de 5% para 2%) das faculdades e universidades que oferecerem bolsas a estudantes. "O objetivo é aumentar ainda mais a oferta de mão-de-obra qualificada no município", explicou. Além disso, o secretário destacou que a prefeitura já reduziu de 90 para 45 dias o prazo para a aprovação da instalação de novas empresas em Campinas. A meta, segundo ele, é diminuir ainda mais esse prazo, chegando a uma semana em 2011.

    Para quem já está instalado no município e, especificamente, no Pólis de Tecnologia, incentivos e benefícios como esses são fundamentais para o crescimento. "Os incentivos fiscais são muito importantes para manter a competitividade das empresas no cenário globalizado", disse Bruno Guiçardi, diretor de operações da Ci&T, empresa especializada em serviços corporativos de TI que está no Pólis desde 2002.

    Em seu depoimento, Guiçardi contou que a empresa - que ele ajudou a fundar, há 14 anos - vem registrando taxas de crescimento de 40% ao ano, em faturamento e número de funcionários. "Quando viemos para o Pólis de Tecnologia, tínhamos 150 pessoas; hoje são 500, só em Campinas. Estar aqui no Pólis foi fundamental para isso: as instalações são muito boas e é fácil crescer", afirmou.



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    Sexta, 27 de Novembro de 2009 00:00

    A Padtec, empresa controlada pelo CPqD em parceria com a IdeiasNet, fechou contrato de três anos com a Oi para fornecimento de sistemas ópticos (DWDM) para redes de acesso e de longa distância. A empresa não informa o valor do contrato, mas assegura que ele terá importância significativa no faturamento da Padtec no próximo triênio.

    Segundo informações da Padtec ao mercado, o edital da Oi da qual ela foi vencedora foi o maior já realizado no país para compra de soluções DWDM. A tecnologia multiplica a capacidade de transmissão da fibra óptica, favorecendo o tráfego de dados, voz e vídeo.

    As redes de fibra óptica estão no centro dos investimentos da Oi neste segundo semestre. A operadora planeja levar acessos em alta velocidade, chegando a 100 Mbps, a dez cidades até o final do ano. A maior parte das cidades contempladas pelo projeto fica na região II, da Brasil Telecom, onde a GVT oferece o Power, serviço de banda larga com velocidades de até 100 Mbps.

    Fonte: Telecom Online



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    Quinta, 26 de Novembro de 2009 08:47

    Objetivo é tratar da mesma maneira projetos de empresas que vêm para Campinas

    A Prefeitura de Campinas vai unificar as três leis municipais que concedem incentivos e benefícios fiscais num único projeto de lei, previsto para o ano que vem. O objetivo é tratar de maneira igual os projetos de empresas que desejam se instalar na cidade, assim como das companhias já estabelecidas no município e que pretendem expandir.

    Outro aspecto importante é que a proposta vai especificar uniformemente quais as empresas que podem pleitear fazer parte do plano, ao contrário do que acontece atualmente. Além disso, a Prefeitura estuda aumentar os incentivos para as empresas de base tecnológica. O anúncio foi feito ontem pelo secretário municipal de Finanças, Paulo Malmann, durante o evento Campinas Tecnológica, no auditório do complexo empresarial Pólis de Tecnologia, no CPqD.

    Segundo Malmann, a lei visa atrair recursos de empresas de base tecnológica, indústrias e centros de distribuição. O secretário também destaca que a legislação vai prever um espaço para investimentos de prioridade para o desenvolvimento. "Com isso, vamos inserir na lei possíveis negócios que futuramente sejam favoráveis à cidade, nos antecipando principalmente às possibilidades envolvendo o trem de alta velocidade (TAV) e a expansão do Aeroporto de Viracopos. A lei vai direcionar os incentivos apenas para empresas dentro do foco", diz.

    A nova lei não vai alterar significativamente os benefícios existentes. A tendência é de que todos os beneficiários tenham vantagens como redução na alíquota do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) para até 2%, redução de 50% a 100% no Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), redução de 50% no valor do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), isenção nas taxas e emolumentos e repasse de 60% da cota-parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) repassado para Campinas.

    Para o secretário, os incentivos fiscais são importantes para que a cidade continue sendo atrativa para as empresas e mantenha a vocação de empreendimentos de grande porte e cunho tecnológico. "Temos grandes atrativos, como mercado e mão de obra qualificada, mas é importante ter esses benefícios em virtude da concorrência das cidades próximas."

    Agilidade

    O foco da atuação do Executivo não vai se restringir aos incentivos fiscais para atrair empresas para Campinas. A Prefeitura promete acelerar os processos tanto de resposta para a concessão dos benefícios quanto em relação à burocracia que as empresas ainda têm que lidar. Em 2011, deve entrar em vigor o programa Empresa Fácil, que vai centralizar num único setor todas as instâncias municipais que analisam as licenças das empresas. "Vai ser possível reduzir de 45 dias para uma semana o prazo de abertura de empresa."

    Até 2012, com o Porta Aberta Empresarial, a Prefeitura pretende implantar a cobrança de impostos para pessoas jurídicas integralmente por meio eletrônico, por meio do sistema de Débito Direto Autorizado (DDA). "Queremos estabelecer uma relação digital e mais fácil com os contribuintes e fornecedores, além de reduzir a emissão de papel."

    BNDES

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) promove hoje, em parceria com o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp-Campinas), uma palestra sobre crédito e competitividade para empresas interessadas em inovação. No evento será apresentada a linha Capital Inovador e o Cartão BNDES para micros e pequenas empresas que planejam investir em inovação e no desenvolvimento ou melhoria de seus produtos. Em 2009, até o momento, o cartão financiou R$ 601 mil em inovação em Campinas. A palestra acontece no Ciesp Campinas (Rua Padre Camargo Lacerda, 37, Bonfim), às 18h. O credenciamento começa às 17h30.

    SAIBA MAIS

    As leis de incentivos fiscais como são hoje

    LEI EMPRESAS EM GERAL (LEI MUNICIPAL N 12.471/06)

    Beneficiários: empresas que se instalarem ou se expandirem no Município de Campinas e aos novos profissionais de serviço pessoal de nível superior que aqui se inscrevam.

    Incentivos:

    - redução na alíquota do ISSQN para até 2%;

    - redução de 50% a 100% no valor do IPTU;


    - redução de 50% no valor do ITBI;

    - isenção de taxas e de emolumentos.

    LEI EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA (LEI MUNICIPAL N 12.653/06)

    Beneficiários: entidades de base tecnológica instaladas ou que vierem a se instalar no Município de Campinas.

    Incentivos:

    - redução na alíquota do ISSQN para até 2%;

    - redução de 30% a 50% no valor do IPTU;

    - redução de 50% no valor do ITBI;

    - isenção nas taxas e emolumentos

    LEI COMPRE CAMPINAS (LEI MUNICIPAL N 12.928/07)

    Beneficiários: projetos de implantação de novas unidades de indústrias e centros de distribuição, ampliação da capacidade de produção das indústrias e centros de distribuição já instalados no município, expansão projetada das vendas de bens e serviços e compra de bens e serviços produzidos nas empresas instaladas no município.

    Incentivos (pelo prazo de 10 anos):

    - 60% do incremento da cota-parte do ICMS repassada para Campinas que for produzida pelo projeto.

    - 20% do incremento da cota-parte decorrente das compras efetuadas pela empresa beneficiária dirigidas a fornecedor local (*).

    - 50% do ISSQN regularmente recolhido pelo incremento dos serviços prestados pelo projeto.

    - 33% do ISSQN recolhido relativo ao incremento das compras de serviços contratados de empresas estabelecidas em Campinas;

    - 10% sobre o total acima se no projeto constarem ações/investimentos:

    (*) na área de conservação do meio ambiente; que instruírem e mantiverem programa de creche; que realizarem doações para fundos municipais; ou que promoverem execução de obra de construção, reforma ou manutenção de equipamento ou infra-estrutura pública, isoladamente ou em conjunto, com outras empresas e órgãos públicos.

    Atualmente, 54 empresas integram polo tecnológico

    Outras seis companhias estão em processo de instalação em Campinas

    O presidente da Companhia de Desenvolvimento do Polo de Alta Tecnologia de Campinas (Ciatec), Luiz Carlos Rocha Gaspar, divulgou durante o evento Campinas Tecnológica que o polo atualmente reúne 54 empresas, sendo que 13 destas estão dentro da Pólis Tecnologia, um centro empresarial criado pelo CPqD. Além disso, ele anunciou que outras seis companhias estão em processo de instalação. Juntas, elas somam mais de R$ 200 milhões de investimento.

    Entre as empresas que estão se instalando no Ciatec estão a Cargil Pesquisa & Desenvolvimento, da área agropecuária; o Centro de Pesquisa & Desenvolvimento da Natura, da área de cosméticos; o Instituto Wernher von Braun, da área de engenharia de automoção, tecnologia da informação e física; a Teofarma, indústria farmacêutica; o Centro Tecnológico do Exército Brasileiro; e o Centro de Ciência e Tecnologia do Bioetanol.

    Gaspar ainda ressaltou que o grande empenho no momento é pela implantação dos aspectos previstos no Plano Diretor para o Ciatec. Para 2010, a administração pretende investir principalmente em obras viárias, com o objetivo de facilitar a interligação do polo. Para isso, a Rua Érico Veríssimo deverá ter uma extensão durante o primeiro semestre, e a Avenida Guilherme Campos também será estendida até o fim do ano. "Vamos melhorar a estrutura viária e tornar o polo ainda mais atrativo para investimentos", afirma. (RM/AAN)

    Renan Magalhães

    Fonte: Correio Popular



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    Quinta, 26 de Novembro de 2009 00:00

    Em Belterra, Oeste do Pará, será inaugurada hoje, a Estação de Rádio Base (ERB) Pedro Teixeira, a primeira do local, com uma antena de telecomunicações móveis com tecnologia de terceira geração (3G) para transmissão de voz e dados. Esta ação é resultado da parceria entre as empresas de telefonia móvel Vivo e Sony Ericsson, além da ONG Projeto Saúde & Alegria, visando conectar comunidades atendidas pela organização e desenvolver metodologias educacionais por meio do uso de celulares.

    Uma delegação composta pelo presidente da Vivo, Roberto Lima, Presidente da Sony Ericsson, Fátima Raimondi e mais 25 profissionais das duas empresas e consórcio, além da imprensa nacional, estão em Santarém, para encontros com os coordenadores do Projeto Saúde e Alegria, a fim de conhecerem a sede do projeto.

    A solenidade de inauguração da Estação de Rádio Base acontece às 18h, contando com a presença de autoridades nacionais como Jarbas Valtente, da ANATEL, Francisco Menezes, do Ministério das Comunicações, Cláudio Violato do CPqD, e autoridades locais, como o Prefeito de Belterra Geraldo Pastana, e o vice-governador do Estado do Pará, Odair Correia.

    Enquanto a Vivo é a responsável pela instalação da primeira antena de telefonia móvel 3G no local, a Ericsson será responsável por desenvolver e implementar soluções necessárias como equipamentos de rádio, serviços relacionados e um aplicativo multimídia como a Ferramenta de Pesquisa que monitora impactos ambientais; efetua diagnósticos na área da saúde; facilita a comunicação entre a equipe e as comunidades; e realiza pesquisas para monitoramento dos índices de qualidade de vida.

    A solenidade de inauguração em Belterra contará, entre outras atrações culturais de Belterra, com a apresentação do Circo Mocorongo do Saúde e Alegria com sorteio de telefones celulares para a população.

    Celulares e cidadania

    Outra ação que será, durante este, parceria é a doação de um telefone celular para o Conselho Tutelar de Santarém. A iniciativa faz parte e uma ação da empresa Vivo que já distribuiu cerca de dois mil celulares em todo o país com o intuito de agilizar o trabalho dos conselhos tutelares, como um meio de incentivar as denúncias feitas nas mais diversas regiões.

    Com a inauguração da nova antena, que já está em funcionamento desde o dia 12 de outubro, todos os moradores da região poderão ligar o número do conselho tutelar, que terá linha e créditos disponíveis diariamente. Segundo dados do Conselho Tutelar de Santarém, foram registrados 44 casos de violência contra crianças e adolescentes em 2008.

    Neste ano, até o mês novembro, foram registrados 46 casos "A nossa estimativa é que este número chegue à 50 em 2009, por isso, acredito que iniciativa da Vivo vai nos ajudar a realizar melhor os nosso trabalho. Antes tínhamos que dar nossos número pessoais, pois o Conselho não tinha um telefone oficial", explica Eder Riker, o coordenador do Conselho Tutelar de Santarém.

    Outro celular será entregue, também, a lideranças comunitárias da região de Belterra, como parte das ações da ONG Saúde e Alegria, que tem parcerias com a prefeitura municipal de Belterra e o Hospital Albert Eisntein.

    Além da população do Município de Belterra ter acesso à telefonia celular, a parceria vai permitir principalmente o uso educativo das novas tecnologias através da criação de redes de aprendizagem, à exemplo da Rede Mocoronga de Comunicação Popular.

    Sobre o projeto Saúde e Alegria

    O Projeto Saúde & Alegria atua diretamente em três municípios do Oeste do Pará - Belterra, Aveiro e Santarém -, atendendo principalmente as populações rurais e com o propósito do desenvolvimento comunitário na Amazônia. A missão é desenvolver as comunidades por meio do aprimoramento de políticas públicas e a oferta de serviços básicos para a população, principalmente voltados à saúde e educação. Uma equipe interdisciplinar visita regularmente as comunidades, realizando programas de desenvolvimento comunitário nas áreas de saúde.

    Cláudio Darwich

    Fonte: Diário do Pará Online



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    Segunda, 23 de Novembro de 2009 09:41

    Cadernos, livros, lápis e canetas há tempos deixaram de ser os principais recursos pedagógicos utilizados por professores para proporcionar conhecimento a crianças e adolescentes. Agora, o jornal também faz parte do cotidiano escolar e ajuda a levar para dentro dos muros das unidades de ensino o que acontece no Brasil e no mundo. Desenvolvido desde 1992, o projeto Correio Escola envolve a leitura de todos os cadernos do jornal Correio Popular, seguida por debates, questionamentos, posicionamentos e atividades diferenciadas.

    O objetivo maior da iniciativa, coordenada pelo Departamento de Educação da Rede Anhanguera de Comunicação (RAC), sob orientação da professora Cecília Pavani, é o incentivo à leitura por meio do jornal. "As notícias são lidas, os alunos fazem compreensão de texto, debates, atividades extracurriculares", diz Cecília. Os professores frequentam um curso que presta orientação pedagógica, discute estratégias de leitura do jornal, aborda questões educacionais e problemas contemporâneos e procura envolver o educador em outras mídias. A forma como o jornal será usado nas atividades na sala de aula, no entanto, fica a critério de cada um. Visitas ao setor de impressão e à redação da RAC também estão incluídas no projeto e mostram às crianças como é feito o jornal que elas lêem na escola. "O interesse pela leitura vai sendo gradativo. No início, os alunos são meio resistentes, mas, no segundo semestre, pedem para levar o jornal para casa. Tem até a escala do dia do jornal", afirma a professora de língua portuguesa e redação Eriça Franco Fini, do Colégio Monteiro Lobato, de Mogi-Guaçu. Na escola em que Eriça dá aulas, participaram do Correio Escola estudantes dos 6a ao 9a anos do ensino fundamental e do 1° ano do ensino médio. Segundo ela, a iniciativa permite trabalhar vários gêneros pessoais com apenas um veículo e tornou-se uma grande aliado de seu trabalho. "Por conter fatos atuais, sua leitura se torna mais atraente do que os textos do livro didático. Trabalhamos artigos, crónicas, tiras, charges, editorial, notícias e reportagens", conta.

    AO VIVO" visitas à gráfica e à redação também são incluídas no projeto para mostrar às crianças como é feito o jornal lido em sala de aula

    Uma das atívidades desenvolvidas este ano a partir da leitura do jornal teve como tema a doação de órgãos. A professora diz que a ideia surgiu depois da leitura de reportagem sobre transplantes, publicada num especial sobre saúde. Como um aluno tinha o pai na fila de espera para transplante de fígado, o assunto foi debatido em classe.

    Na Escola Estadual Gustavo Marcondes, de Campinas, outra que participa do Correio Escola, um dos trabalhos que começou com a leitura do jornal era relacionada à adoção de cães abandonados. A atividade teve como pontos de partida a leitura de notícias sobre o assunto e também a presença de um cachorro na escola - o animal foi agredido por alguns alunos. "Os estudantes ficaram sensibilizados. A empresa de rações Master Food mandou exemplares do livro Marley e Eu, informações sobre cães e brindes. Um grupo da 7a série se caracterizou de cachorros, fez cartazes, foi às salas falar da importância da adoção", conta a professora Angela Junquer, que dá aulas de língua portuguesa. A professora de matemática Aydê Salla também participou do trabalho. Amanhã, no auditório da RAC, os alunos apresentarão o trabalho no encerramento do curso para professores do Correio Escola.


    O jornal novamente foi instrumento de trabalho na atividade baseada no livro Olhai os Lírios do Campo, escrito por Érico Veríssimo e lançado em 1938. A proposta do trabalho, desenvolvido com alunos de 8º série, era contextualizar fatos do enredo da obra com os dias de hoje, com base nas notícias. "Com o jornal, a aula fica interessante, motivadora, prazerosa. O professor tem que usar instrumentos atuais para a aula ficar mais gostosa. Como a gente pode querer que o aluno fique sentado, vendo o professor falar? Ele vai ser indisciplinado, o professor tem que ser criativo", diz Àngela.

    Notícias estimulam atividade

    Muita gente pesquisando-do/E trabalhando-do com o sensor/Pra descobrir a corrosão/Que está, que está no avião. Essa gente inteligente/É muito esperta criativa/Tem que estudar-dar pra melhorar/0 sensor que vai salvar o avião." A letra da música é um dos resultados de uma atividade realizada no Centro Comunitário Irmão André (Cecoia), que fica em Sousas e é mantido pelo Colégio Notre Dame. A partir da leitura da reportagem "CPqD desenvolve sensor para identificar corrosões em aviões", publicada em agosto, os educadores sociais Lucilene Ribeiro Folegatti e Lindemberg Crisóstomo Carlos e a professora de Música Rosângela Maria Persinotti trabalharam a importância das invenções e o problema da ferrugem. A atividade foi desenvolvida com crianças de 6 a 8 anos.

    Uma das etapas do trabalho consistia em perguntar o que as crianças gostariam de criar se fossem inventores, e entre as criações da garotada apareceram moto voadora e mesa e robô que fazem lição. As crianças ainda fizeram avião com jornal e pintaram alguns pontos de marrom, imitando ferrugem; depois, saíram a campo para encontrar corrosão no ambiente. "Foi oportuno para expor a eles como são importantes as invenções para a sociedade, mostrar o que elas trouxeram de benefícios", diz Lucilene.

    Reportagem e estudo: notícia sobre sobre sensor desenvolvido pelo CPqD para detectar corrosões em aviões inspirou aulas sobre invenções e ferrugem no Cecoia. Acima, atividade sobre adoção de cães abandonados na Escola Estadual Gustavo Marcondes.

    Fonte: Revista Metrópole - Correio Popular



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    Terça, 17 de Novembro de 2009 00:00

    Segundo o ranking elaborado pela Editora IT Mídia, que edita a Revista Information Week, o CPqD é a quarta empresa que mais inovou no uso de TI durante o ano de 2009, na categoria Serviços: Tecnologia e Computação.

    No ranking geral, formado por grandes empresas divididas em 17 categorias, o CPqD figura em 91º lugar. Em relação ao ranking de 2008, onde aparecia em 127º lugar, a organização avançou 36 posições.

    O anúncio aconteceu no último dia 12 de novembro, na sede da IT Mídia, em São Paulo. Em sua 9ª edição, o ranking foi elaborado com a coautoria da Consultoria Deloitte.



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    Segunda, 16 de Novembro de 2009 14:19
    O presidente da Vivo, Roberto Lima, e a presidente da Ericsson no Brasil, Fátima Raimondi, vão inaugurar no fim de novembro a primeira torre de comunicação que permitirá a entrada em operação do sistema de internet de banda larga móvel no coração da Amazônica Legal. A torre faz parte de um projeto de apoio à ONG Saúde e Alegria, liderado por empresas e entidades como o hospital Albert Einstein, a Sony Ericsson e o CPqD. Desde 1987, a entidade promove o desenvolvimento e a formação de centros de aprendizagem para mais de 30.000 pessoas e municípios na região oeste do Pará. Com acesso à internet, a ONG poderá oferecer mais conteúdo educacional às populações de comunidades que vivem distantes dos grandes centros.

    Fonte: Revista Exame

    Edição 956 - nº22 - 18/11/2009 - Ano 43

    Primeiro Lugar


    TELECOMUNICAÇÕES



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    Segunda, 16 de Novembro de 2009 09:42

    Middleware está pronto para ser comercializado, mas aguarda decisões políticas

    Apesar de muitas emissoras já terem migrado para o sinal digital, a tão comentada interatividade da TV digital não saiu do papel. Muitos aparelhos de TV ainda não atendem aos requisitos básicos para receber o chamado middleware, a camada de software intermediário para o desenvolvimento de aplicações interativas e que permitirá ao usuário interagir com a programação e até surfar na rede. Os chamados conversores para o sinal digital não foram adaptados para acomodar esses softwares.

    "Acredito que a Copa do Mundo de 2010 vai impulsionar esse mercado e já tem algumas empresas se programando para lançar set top box (conversor de sinal digital) com o middleware de fábrica no final do ano. Esse período é historicamente excelente para o setor de televisões", conta Braz Izaias da Silva Junior, gerente da TQTVD, empresa que desenvolveu o middleware AstroTV.

    Silva Júnior conta que o AstroTV é baseado no Ginga, um tipo de especificação padrão do middleware, desenvolvido para o sistema brasileiro de TV Digital. O software está pronto, mas ainda não pode ser instalado nas casas por falta de conversores adaptados. Essa demora na produção de conversores com middleware se deve, segundo os especialistas, ao atraso no lançamento do Ginga. Questões como o pagamento de royalties e a definição do modelo comercial a ser adotado estão emperrando a interatividade na televisão. "Agora vem o jogo político das empresas", comenta Silva Júnior.

    E isso traz problemas para os consumidores. Quem investiu em aparelhos de TV aptos a transmitir o sinal digital e em conversores vai ter que desembolsar ainda mais dinheiro para comprar os novos conversores com o middleware. Isso porque, segundo especialistas, parte dos aparelhos disponíveis no mercado não tem memória suficiente para rodar o programa. "O middleware vai vir instalado de fábrica nos aparelhos. E quem já tem um conversor em casa pode ter que comprar um novo aparelho porque esses modelos mais antigos não têm memória suficiente para processar a interatividade", avalia Silva Júnior.

    O pesquisador de TV Digital do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) Marcus Manhães não descarta, no entanto, a possibilidade do sofware ser vendido e instalado à parte. "Acredito que o consumidor terá opção de comprar aparelho ou fazer a instalação do software", comenta.

    Assim que estiver em funcionamento, a tão aclamada interatividade da TV digital permitirá que o telespectador obtenha um conteúdo maior na programação que assiste e até navegue na internet. "Vai ser possível ter acesso a operações bancárias, clipes, serviços de governo, consultar INSS, informações sobre campanhas de vacinação e informações adicionais sobre os programas que estão sendo veiculados", conta Manhães.

    O pesquisador do CPqD comenta que a interatividade vai proporcionar a chamada convergência digital. "O telespectador vai poder navegar na televisão, instalar teclado e mouse. A TV será um computador simplificado", resume. Segundo ele, até 2016 (prazo estabelecido pelo governo para a migração para o sistema digital) muita coisa vai mudar. "A experiência das pessoas com a TV é diferente da experiência com o computador. Essa diferença pode ser cada vez mais amplificada", diz o especialista em TV digital.

    O gerente da TQTVD afirma que, na convergência digital, o consumidor pode acessar a internet pela televisão, "conversar pelo computador e assistir à TV pelo celular". Silva Júnior aposta no nascimento de um novo tipo de telespectador. "O usuário de TV não terá a mesma postura passiva que nossos pais tinham. Ele vai interagir com a televisão através de quiz, enquetes ou conteúdo alternativo", comenta.

    Sistema de alta definição exige mais investimentos

    Transmissão digital das emissoras de sinal aberto ocorre hoje em 22 cidades do Brasil

    As emissoras de TV estão se movimentando, mas têm até sete anos para converter suas transmissões para o sistema digital. O Ministério das Comunicações determinou que até junho de 2016 todas as emissoras interrompam definitivamente suas transmissões em sinal analógico.

    Quem quiser ter a melhor qualidade de imagem terá de comprar um aparelho com conversor integrado ou um conversor externo com o middleware para ter acesso à programação interativa. Isso porque os televisores que estão no mercado hoje ainda não trazem o middleware e não possibilitam a interatividade. Além disso, será necessário uma antena UHF, caso ela não esteja embutida no conversor ou no aparelho de TV.

    Quem não quer esperar até 2016 pode comprar os equipamentos, que ainda são vendidos sem o middleware, para ter uma qualidade melhor de imagem dos canais que já operam com sinal digital. Atualmente, as emissoras fornecem sinal digital em 22 cidades do País.

    Mas a qualidade de imagem só será superior nos canais com esse tipo de sinal. Para o usuário da TV paga, o sinal digital só é transmitido com a contratação de um plano HD (alta definição). O consumidor tem que pagar valores que variam de R$ 100,00 a R$ 250,00 para ter acesso à melhor qualidade de imagem. "Eu comprei uma TV Full HD achando que a qualidade da imagem seria melhor que a da TV antiga, mas me decepcionei. Chamei um técnico de TV e ele explicou que como o sinal enviado pela TV a cabo ainda é analógico, a imagem fica granulada. Agora vou ter que pagar um pacote HD para ter uma qualidade melhor", contou a publicitária Roberta Silva.

    Para aproveitar todos os recursos de uma TV Full HD (Full High Definition), o usuário deve ainda trocar o seu aparelho de DVD por um de Blu-ray, que trabalha com imagens em alta definição. No final, a conta sai bem alta.

    Colocando na ponta do lápis, sai no mínimo R$ 3,5 mil, incluindo uma TV de alta definição, conversor, aparelho de Blu-ray e pacote HD da operadora. (PA/AAN)

    Setor precisa rever modelo de negócios

    O pesquisador de TV digital do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) Marcus Manhães diz que a interatividade preconizada pela TV Digital é um desafio para o setor de radiodifusão. "O modelo de negócios vigente na radiodifusão se baseia na publicidade. Os responsáveis pelos conteúdos interativos têm que ter boas sacadas para manter a audiência dos telespectadores", comenta. Para o gerente da TQTVD, Braz Izaias da Silva Junior, os patrocinadores devem perceber que têm na interatividade uma poderosa aliada. "Os bancos, por exemplo, podem permitir que o telespectador faça simulações de cartas de crédito pela TV. É um novo meio de publicidade que pode ser explorado", acredita. E as emissoras de televisão estão preparadas para colocar conteúdo interativo no ar. Segundo Silva Junior, desde 2007 as emissoras de TV brasileiras vêm desenvolvendo conteúdo interativo. "As emissoras estão bem adiantadas, desenvolvendo conteúdo e aplicativos", conta. (PA/AAN)

    Patrícia Azevedo

    Fonte: Correio Popular



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    Segunda, 16 de Novembro de 2009 00:00

    Desenvolver tecnologias e projetos que aproveitem as ondas de oportunidades da convergência das redes e das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) - em especial, para o acesso óptico, wireless, gerência e plataformas baseadas em arquitetura IP/NGN (Next Generation Network). Esse é o principal objetivo da recém-criada Diretoria de Redes Convergentes (DRC) do CPqD, que está sendo comandada pelo engenheiro Paulo Cabestré.

    Na verdade, a nova diretoria é resultado da fusão de outras duas diretorias existentes no CPqD: a de Redes de Telecomunicações (DRT) e a de Sistemas de Nova Geração (DSNG). "A intenção é aproveitar o conhecimento acumulado com o desenvolvimento de tecnologias de vanguarda, por exemplo nas áreas de comunicações ópticas e sem fio, de centrais digitais e de plataformas IP/NGN, em novas oportunidades que estão surgindo com a convergência", afirma o diretor Paulo Cabestré.

    Com uma equipe de cerca de 180 profissionais, a Diretoria de Redes Convergentes deverá investir no desenvolvimento de tecnologias de produtos para atender as áreas de mercado do CPqD, bem como os seus parceiros industriais - principalmente a Padtec, Trópico e WxBR.

    Fonte: Convergência Digital



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    Sexta, 13 de Novembro de 2009 00:00

    O CPqD abre no próximo dia 3 as inscrições para a segunda turma do seu programa de capacitação "Qualificar para Incluir", que tem o objetivo de treinar pessoas portadoras de deficiências em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). O programa, que é gratuito, conta com a aprovação da Subdelegacia Regional do Trabalho de Campinas e tem cerca de um ano de duração. Para se candidatar a uma vaga, os interessados devem fazer sua inscrição pelo site do CPqD (www.cpqd.com.br), até o dia 15 de dezembro - é necessário ter completado o 2º ano do ensino médio. As aulas começarão em fevereiro de 2010.

    O CPqD selecionará, entre os inscritos, 80 pessoas para participar do treinamento, constituído de um curso de Formação de Programadores em Linguagem Java. Dividido em dois módulos, o curso tem um total de 316 horas/aula, que serão ministradas duas vezes por semana. A sala de aula é preparada especialmente para atender os requisitos de ergonomia necessários.

    Os 80 alunos selecionados serão divididos em quatro turmas. Além de oferecer o curso gratuitamente, o CPqD também fornecerá o material didático e o transporte dos alunos, do centro de Campinas até suas instalações - no km 118,5 da Rodovia Campinas-Mogi Mirim.

    Criado no ano passado, o programa Qualificar para Incluir formará sua primeira turma em dezembro. São 74 alunos formados, dos quais 20 já foram contratados por empresas da região.

    Fonte: IT Careers - Convergência Digital



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    Sexta, 06 de Novembro de 2009 09:27

    Programa desenvolvido pela Unicamp faz a análise eletromagnética dos aparelhos em humanos

    Pesquisadores da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (Feec) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), desenvolveram um programa que avalia os efeitos da radiação eletromagnética emitida por aparelhos celulares em humanos. "O sofware é baseado em um modelo de análise eletromagnética. A base matemática são equações complexas", afirma o professor Hugo Enrique Hernan-dez Figueroa, que coordenou o grupo de pesquisadores.

    Cientistas elaboraram pacote computacional e usaram simulador

    Os cientistas desenvolveram um pacote computacional e fizeram testes do simulador. Eles escolheram um modelo na forma de cabeça humana e colocaram líquidos e materiais que simulam o tecido humano da forma mais fiel possível. O celular é colocado na base do recipiente (boneco) e ligado. "Não podemos fazer esses testes em humanos porque é necessário colocar uma sonda na cabeça. Com o modelo, a sonda é inserida no interior da cabeça do modelo e um braço mecânico faz a 4" medição", diz o professor da Unicamp.

    O modelo desenvolvido na universidade avalia a influência que o uso do celular provoca no aumento da temperatura do corpo humano. "Ele pode ter várias aplicações possíveis, é só deixar a imaginação rolar e atualizar o modelo", afirma o professor.

    Os cientistas da Unicamp elaboraram as equações matemáticas necessárias para a criação do software e os pesquisadores do CPqD fizeram toda a parte de informática. "O software tem uma interface amigável e pode ser usado por qualquer profissional que tenha conhecimento de matemática", diz Figueroa.

    Após a montagem das geometrias adequadas a cada modelo de aparelho, o programa executa o cálculo da distribuição de campos eletromagnéticos em todo o espaço. A partir daí, o software calcula a distribuição de temperatura e, também, de um parâmetro denominado Specific Absorption Rate (SAR), que significa taxa de absorção específica dos tecidos. Esse é o parâmetro que representa o efeito da radiação eletromagnética nos tecidos. Nesse momento, é verificado se o que é emitido pelo aparelho está de acordo com a regulamentação brasileira.

    Agências no mundo todo - como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatei) - controlam as emissões de radiação geradas por celulares. Todo produto da área, antes de entrar no mercado, passa por um processo de certificação, coordenado pela Anatel no Brasil. Cada novo modelo é submetido a vários testes, sendo que um é a medida da SAR, cuja avaliação é feita no CPqD. Nenhum dos modelos vai para o mercado se não atingir as especificações.

    Hoje, esses testes são feitos no Brasil com equipamentos e tecnologia estrangeira. O modelo desenvolvido em Campinas é único no Brasil. "É importante porque, agora, temos a tecnologia para fazer os testes e podemos usar o equipamento para outras pesquisas, desde que o modelo seja aperfeiçoado", afirma o professor.

    De acordo com testes preliminares, os equipamentos estão dentro dos padrões preconizados por agências internacionais. O estudo faz parte do projeto Telecomunicações e impactos na saúde e no meio ambiente, financiado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento das Telecomunicações (Funttel). O programa campineiro foi batizado de BR-SAR.

    Know-how

    Figueroa explica que seu grupo desenvolveu, ao longo de dez anos, técnicas sofisticadas de cálculo de radiação eletromagnética. Segundo ele, foi atingido um nível muito bom no desenvolvimento do simulador. Esse produto deverá servir como exemplo para outros aplicativos e facilitará a intera-ção com pesquisadores que não trabalham com a parte de simulação.

    Software servirá de apoio para atividades do CPqD

    O desenvolvimento do software BR-SAR servirá de apoio às atividades que o CPqD vem desenvolvendo na área de comunicações sem fio, em especial a de testes da emissão de SAR dos aparelhos celulares. Para o professor Hugo Figueroa, da Unicamp, certificar um equipamento com larga escala de utilização é uma contribuição importante da ciência em termos sociais.

    Ele diz que o modelo desenvolvido em conjunto com o CPqD continuará sendo aprimorado porque, certamente, novos efeitos surgirão e serão incorporados. A pesquisa já gerou outros seis trabalhos de iniciação cientifica, desenvolvidos em parceria com a professora Marli de Freitas Gomes Hernandez, da Faculdade de Tecnologia (FT) da Unicamp. Os pesquisadores acreditam que o software poderá ser usado durante o desenvolvimento de novos aparelhos, pois há a necessidade da realização de testes para a medição da SAR. O simulador construído poderá reduzir o tempo dos testes porque, ao invés de construir fisicamente o telefone celular, ele pode ser avaliado. O maior diferencial do software é a interface de usuário muito amigável. Há uma facilidade muito grande no desenvolvimento do trabalho, na obtenção de resultados e na realização da simulação. Pesquisadores comentam que o programa de computador desenvolvido trabalha em três dimensões (3D) e com rotações, permitindo analisar telefones com diferentes tipos de antenas.

    Patrícia Azevedo

    Fonte: Correio Popular - Cenário XXI

     



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    Quarta, 04 de Novembro de 2009 11:01

    Evento é uma realização conjunta com o Pólis de Tecnologia, CIATEC e Brasscom

    Apresentar Campinas como um grande polo de pesquisa e desenvolvimento tecnológico nacional, que oferece incentivos e benefícios fiscais e uma infraestrutura diferenciada que inclui importantes universidades, laboratórios e centros de P&D e um grande número de empresas de tecnologia instaladas na região. Esse é o principal objetivo do workshop Campinas Tecnológica - Estratégias, Benefícios, Incentivos, que será realizado no dia 25 de novembro, no auditório do Pólis de Tecnologia do CPqD.

    Organizado pela Ânggulo Comunicação Estratégica, o evento é uma realização conjunta da CIATEC - Cia. de Desenvolvimento do Polo de Alta Tecnologia de Campinas, CPqD, Pólis de Tecnologia - Centro empresarial de base tecnológica e Brasscom - Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, em parceria com a prefeitura de Campinas. O workshop conta também com o apoio institucional de várias entidades empresariais, além da Secretaria Estadual de Desenvolvimento do Estado de São Paulo e do MDIC - Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

    Campinas Tecnológica é um evento gratuito, destinado a empreendedores, empresários, executivos e representantes de empresas de base tecnológica que desejam informações sobre como obter benefícios e incentivos federais, estaduais e municipais. Para participar, basta fazer a inscrição pela internet - clique.

    Agenda

    Workshop Campinas Tecnológica

    Quando: 25 de novembro - 8h30 às 13h30

    Onde: Auditório do Pólis de Tecnologia/ CPqD



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    Terça, 03 de Novembro de 2009 15:16

    Testes feitos com simulador e ferramenta indicam que aparelhos não causam riscos

    Pesquisadores da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp, em parceria com a Fundação CPqD, acabam de desenvolver um software capaz de avaliar os efeitos, em seres humanos, da radiação eletromagnética emitida por aparelhos celulares, especialmente na cabeça. E os resultados obtidos até o momento são positivos - segundo testes preliminares, os equipamentos não causam riscos aos usuários. O acordo de cooperação entre a Unicamp e o CPqD se deu no âmbito do projeto "Telecomunicações e impactos na saúde e no meio ambiente", financiado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento das Telecomunicações (Funttel).

    A principal característica deste software, batizado de BR-SAR, é ser uma ferramenta computacional com interface bastante amigável, de fácil manuseio para o pessoal técnico que possua conhecimento dos modelos matemáticos envolvidos. Durante dois anos, a equipe de pesquisadores da Unicamp, liderada pelo professor Hugo Enrique Hernandez Figueroa, desenvolveu em conjunto com a equipe do CPqD, um pacote computacional e realizou testes do simulador, cujo modelo representa o comportamento da cabeça humana da forma mais fiel possível. "Trabalhamos com o que está disponível em bibliotecas de hospitais e centros de pesquisa da área médica", afirmou Figueroa.

    Após a montagem das geometrias adequadas a cada modelo de aparelho, o programa executa o cálculo da distribuição de campos eletromagnéticos em todo o espaço. A partir daí, o software calcula a distribuição de temperatura e, também, de um parâmetro denominado SAR (Specific Absorption Rate), que significa taxa de absorção específica dos tecidos. Esse é o parâmetro que representa o efeito da radiação eletromagnética nos tecidos. Nesse momento, ele verifica se o que é emitido pelo aparelho está de acordo com a regulamentação brasileira.

    Figueroa explica que seu grupo desenvolveu ao longo dos últimos dez anos técnicas sofisticadas de cálculo de radiação eletromagnética, motivo pelo qual determinou a colaboração com o CPqD. "A nossa experiência em trabalhar com esse tipo de modelagem resultou no contrato de colaboração", disse. Ele revelou que o grupo atingiu um nível muito bom no desenvolvimento do simulador. Esse produto deverá servir como exemplo para outros aplicativos e facilitará a interação com outros grupos e outros pesquisadores que não trabalham com a parte de simulação. Na opinião do professor, muitos pesquisadores precisam dessas ferramentas e se elas não possuem uma interface amigável, isso torna a sua utilização um pouco mais complicada.

    O desenvolvimento do BR-SAR servirá de apoio às atividades que o CPqD vem desenvolvendo na área de comunicações sem fio, em especial a de testes da SAR dos aparelhos celulares. Certificar um equipamento com larga escala de utilização é, conforme Figueroa, uma contribuição importante em termos sociais. Trata-se de um modelo que continuará sendo aprimorado porque certamente novos efeitos surgirão e serão incorporados. Figueroa cita o exemplo do fluxo sanguíneo. "Como modelar isso? Estamos com uma ferramenta de enorme potencial e com fortes tendências de crescimento", ressaltou. A pesquisa gerou seis trabalhos de iniciação científica - desenvolvidos em parceria com a professora Marli de Freitas Gomes Hernandez, da Faculdade de Tecnologia (FT) da Unicamp -, uma dissertação de mestrado, uma tese de doutorado e registro da patente do software que está em andamento. "As metas foram atingidas", concluiu Figueroa.

    Diante da impossibilidade da realização de testes em seres humanos, o centro de pesquisa passou a buscar uma alternativa para o desenvolvimento de técnicas de simulação baseadas em modelos matemáticos e ferramentas computacionais. Foi nesse momento que o conhecimento e a experiência adquirida pela equipe do professor Figueroa passou a fazer parte desta modelagem matemática que trata da interação entre as ondas eletromagnéticas e o tecido humano. Para Antonio Marini de Almeida, do CPqD, é necessário conhecer as propriedades, entender e modelar o processo do ponto de vista eletromagnético.

    Além de atuar na parte computacional no desenvolvimento de software, o pesquisador contou que outra ação realizada pelo CPqD no âmbito desse projeto, foi validar o que havia sido desenvolvido em termos de modelo matemático, que, assegura Marini, tem uma realidade virtual que precisa ser trazida à realidade física de um laboratório. O objetivo é tentar que as duas realidades sejam coerentes, de forma que os resultados sejam confiáveis.

    As medições da SAR são realizadas por um instrumental que reproduz as características humanas. Este instrumental é composto por um sistema robotizado para medição do campo elétrico em um boneco que reproduz a cabeça humana. O telefone é colocado numa determinada posição, na forma como será a exposição durante o seu uso normal, para verificar qual é a interação produzida pelo equipamento do ponto de vista da exposição eletromagnética.

    Os testes de validação no laboratório tentam reproduzir o mundo virtual no mundo real, através de medidas reais. Marini ressalta que é importante observar que nesse processo não há certo ou errado. Não é possível afirmar que os resultados da simulação ou os resultados do laboratório estão corretos. "Os resultados têm que convergir, porque as duas realidades, a virtual e a real, têm que se encontrar", afirmou.

    Do ponto de vista do software desenvolvido, a obtenção de medidas a cada milímetro ou décimo de milímetro é feita sem intercorrências. Já no laboratório, essas medidas só podem ser realizadas por robô. A precisão também é muito grande, porém, o tempo para a realização destas medidas é muito grande, o que impossibilita este tipo de avaliação. É importante ressaltar que um ou dois milímetros de distância dos sensores da sonda que mede a emissão de ondas eletromagnéticas em relação ao simulado provocam resultados completamente diversos. "Nós conseguimos que os resultados convergissem, tanto na simulação como na medida de laboratório", contou Marini.

    Na opinião do pesquisador, uma aplicação do software desenvolvido no projeto é o seu uso durante o desenvolvimento de novos aparelhos, pois há a necessidade da realização de testes para a medição da SAR. Um simulador reduz esse tempo porque, ao invés de construir fisicamente o telefone celular, ele pode ser avaliado pelo simulador. Quando o primeiro protótipo do aparelho chegar para avaliação laboratorial, já haverá dados pré-avaliados, o que torna essa aplicação bastante interessante.

    Segundo Marini, há outros grupos no Brasil com desenvolvimentos de simulação da SAR, mas este software foi desenvolvido para ter uma interface de usuário muito amigável. Há uma facilidade muito grande no desenvolvimento do trabalho, na obtenção de resultados e na realização da simulação. O software trabalha em três dimensões (3D) e com rotações. Para as partes envolvidas isso é bastante importante porque, para a Unicamp, ele atua como suporte na parte de estudos e desenvolvimento de pessoal, enquanto que para o CPqD, é fundamental para analisar telefones com tipos diferentes de antenas. "Essas são as aplicações mais importantes que nós vimos nos resultados obtidos", garantiu.

    Outro viés da pesquisa, informado por Marini, diz respeito ao trabalho realizado pela bióloga e geneticista responsável pelo Laboratório de Citogenética e Cultivo Celular do Hospital da Mulher - Caism/Unicamp, Juliana Heinrich, objetivando resultados com relação à exposição da radiação em células humanas. Ela concluiu em sua pesquisa que o nível de radiação dos aparelhos celulares não causa danos aos cromossomos humanos. Os níveis de radiação emitidos pelos aparelhos encontrados no mercado brasileiro, de acordo com a bióloga, estão entre 1,5 e 1,6 watts/kg. As ocorrências de danos nos cromossomos humanos foram verificadas apenas quando a exposição à radiação foi superior em aproximadamente dez vezes ao limite permitido pela Comissão Internacional para Proteção contra Radiações (ICNIRP), de 2 watts/kg. Isso evidencia que os limites no Brasil, referendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), estão adequados. "Tem gente que pensa diferente e respeitamos, mas no nosso entendimento o que existe de legislação no Brasil é suficiente para a segurança da população, do ponto de vista dos terminais e das estações", concluiu.

    Na área de telecomunicações hoje no Brasil, todo produto antes de entrar no mercado passa por um processo de certificação, coordenado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Cada modelo lançado pelos fabricantes é submetido à bateria de testes, sendo que um é a medida da SAR, cuja avaliação é feita no CPqD. "Nenhum dos modelos vai para o mercado se não atingir as especificações", atestou o pesquisador Antonio Marini de Almeida, do CPqD.

    JEVERSON BARBIERI

    Fonte: Jornal da Unicamp



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    Sexta, 30 de Outubro de 2009 09:32

    Com baixa demanda, os fornecedores de terminais públicos fazem a manutenção e só fabricam sob encomenda para repor unidades danificadas. Para Nadia Gasparotto, diretora de telecomunicações da Urmet Daruma, o futuro dos terminais de uso público (TUPs) passa por agregar mais serviços, assim como acontece na Europa.

    Na Itália, por exemplo, os terminais oferecem opção de transmissão de mensagens de texto (SMS), recarga de celular pré-pago e aquisição de cartões numéricos para créditos telefônicos.

    Neste mês, na Futurecom, evento realizado em São Paulo, a Urmet Daruma lançou um orelhão integrado a um sistema de rede sem fio WiFi que permite às operadoras oferecer acesso à internet em um raio de 50 metros.

    A capilaridade do telefone público pode ser uma poderosa ferramenta de inclusão digital em áreas carentes de banda larga como as escolas rurais, aldeias indígenas e quilombolas. "A ideia não é concorrer com redes de terceira geração (3G) ou com WiFi pagas em locais como aeroportos ou shopping centers, mas chegar aonde essas tecnologias não estão disponíveis", destaca Nadia. Ela afirma que há interesse das operadoras na busca de receita com mais serviços. "Falta definir um modelo de negócios", completa.

    A Icatel também desenvolve um novo terminal com o CPqD que vai integrar telefonia IP, disponível em 2010, e acesso sem fio com rede de rádio WiMax, para 2011. A escala vai depender do interesse das operadoras. "Gerenciar os orelhões com rede IP seria muito mais fácil do que as atuais centrais que funcionam separadamente da infraestrutura de telefonia fixa", diz o gerente de marketing da Icatel, Sebastião Barone.

    Outro projeto é integrar as unidades com leitores de código de barras para pagamento de contas. "A tecnologia está pronta. Falta o interesse das operadoras em integrar mais serviços e fazer parcerias com os bancos", completa o executivo.

    Por enquanto não há sinal de que as empresas vão modernizar sua base. Segundo Marcio Fabbris, diretor de produtos residenciais da Telefônica, a integração de novos serviços na área de telefonia pública "está em estudos".

    A Oi também analisa a viabilidade econômica de implantar terminais com WiFi ante outras tecnologias móveis disponíveis, como 3G e 4G. O salto da banda larga na telefonia pública ainda deve demorar.

    Ana Luiza Mahlmeister

    Fonte: Valor Online



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    Quinta, 29 de Outubro de 2009 12:42

    A I Conferência Estadual de Comunicação será aberta nesta quinta-feira às 19h
    Democratizar para Melhor Comunicar é o tema da Confecom

    A I Conferência Estadual de Comunicação será aberta nesta quinta-feira (29), no Rio Poty Hotel, a partir das 19h. O evento é realizado pelo Governo do Estado, através da Unidade de Políticas Públicas, da Coordenadoria de Comunicação Social do Estado (CCom).

    A solenidade de abertura conta com as presenças da deputada Luiza Erundina, representante da Câmara Federal na Comissão de Organização da Conferência Nacional; do presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Piauí (Sinttel), João de Moura; e do coordenador de Comunicação do Estado, Wellington Soares. O encerramento dos trabalhos contará com a participação do governador Wellington Dias.

    Democratizar para Melhor Comunicar é o tema da Confecom, que tem como finalidade propor normas e diretrizes à definição de uma política de comunicação social para o Brasil, visando sua democratização.

    Segundo Iraildon Mota, gerente de Relações Públicas da CCom, a Conferência Estadual vai explorar os eixos Produção de Conteúdo, coordenado por Jonas Valente, jornalista e integrante do Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social; Meios de Distribuição, coordenado por Marcos Manhães, diretor de Tecnologia de Serviços da Fundação CPqD; e Cidadania: direitos e deveres, que será organizada pela professora doutora Alexandra Bujokas, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro.

    Na fase de preparação da Conferência Estadual foram realizadas seis conferências territoriais (intermunicipais) nas cidades de Teresina, Picos, Esperantina, São Raimundo Nonato, Bom Jesus e Floriano.

    A 1ª Conferência de Comunicação será um exemplo para o Piauí e o Brasil, porque o Estado parte na frente em se organizar para a Conferência Nacional. O evento irá buscar novas alternativas para uma sociedade mais participativa, construindo políticas públicas de comunicação efetiva e com a participação de diversos segmentos sociais.

    Perfil dos palestrantes

    1. Jonas Chagas Lúcio Valente (representante do Intervozes)
    Jornalista e integrante do Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social, entidade que representa na Comissão Organizadora da 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Foi editor e repórter do Observatório do Direito à Comunicação. Foi repórter da Agência Carta Maior e assessor de comunicação da 1ª Conferência Nacional de Juventude, do Movimento Nacional de Direitos Humanos. Foi implementador do projeto Telecentros de Inclusão Digital. É pesquisador do Laboratório de Políticas de Comunicação da Universidade de Brasília.

    2. Marcus Aurélio Ribeiro Manhães (representante do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento em Telecomunicações - CPqD). Desde 1984 no CPqD realizando atividades relacionadas a P&D em telecomunicações, percorrendo a carreira técnico-científica. Obteve o título de mestre em educação pela Unicamp em 2003. Envolveu-se com a inovação tecnológica em sistemas de rádio digital, telefonia fixa e móvel, TV a cabo e TV digital. Realizou trabalhos de certificação internacional e elaborou metodologias para testes de interoperabilidade, benchmarking e otimização em redes de telecomunicações celulares CDMA e GSM. Desenvolveu trabalhos em sistemas de comunicação militar, junto ao IDF - Israeli Defense Force. Atualmente atua no desenvolvimento de soluções e serviços multiplataformas para a evolução da televisão digital brasileira, abrangendo TV terrestre, a cabo, satelital e IPTV.

    3. Alexandra Bujokas de Siqueira (Universidade Federal do Triângulo Mineiro)
    Graduada em jornalismo pela Universidade Estadual Paulista (1991-1994), fez mestrado em Educação pela Unesp (1995-1998) e doutorado em Educação Escolar pela mesma universidade (2001-2005). Fez doutorado sanduíche (2004) e pós-doutorado (2006-2007) na The Open University (Inglaterra). Coordenou o projeto de pesquisa Media Literacy no Ensino Médio, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e foi coordenadora de projetos do Laboratório Aberto de Interatividade da Universidade Federal de São Carlos, financiado pela Fapesp e pelo CNPq. Atualmente, é professora dos cursos de licenciatura da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, onde ministra a disciplina Comunicação, Educação e Tecnologia.

    4. Celso Augusto Schröder (coordenador geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação)
    Formado em Jornalismo pela Faculdade de Meios de Comunicação Social (Famecos) da PUC-RS em 1983, é especialista em Sociologia e mestrando em Comunicação Social. Cartunista e ilustrador free lance desde 1974, é chargista desde 1986 no jornal Correio do Povo. É professor do Curso de Jornalismo da Famecos desde 1986. Foi presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul por dois mandatos. Integra o Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional representando a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). É coodenador geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), 1º Vice-Presidente da Fenaj e Presidente da Federação de Jornalistas da América Latina e Caribe (Fepalc). Atualmente é o superintendente de Comunicação da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

    5. Luiza Erundina (PSB/São Paulo)
    Assistente Social formada pela Faculdade de Serviço Social da Universidade Federal da Paraíba - João Pessoa/PB, mestra em Sociologia formada pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Foi Assistente Social da Secretaria do Bem-Estar Social da Prefeitura do Município de São Paulo, Supervisora de Área do Departamento de Trabalho e Educação Integrada e Chefe da Seção de Integração no Mercado de Trabalho (Nucop). Foi Presidente da Associação Profissional dos Assistentes Sociais de São Paulo, membro do Centro Latino Americano de Trabalho Social (Celats). Exerceu o cardo de Vereadora do Partido dos Trabalhadores na Câmara Municipal de São Paulo (1983 a 1986), foi Deputada Estadual do Partido dos Trabalhadores na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (1987 a 1988), Prefeita do Município de São Paulo (1989 a 1992), Fundadora e Coordenadora da Frente Nacional de Prefeitos Brasileiros (1989 a 1992), Ministra-Chefe da Secretaria da Administração Federal - Governo Itamar Franco - Brasília/DF (1993), Fundadora do Centro de Documentação e Estudos da Cidade de São Paulo (Cedesp), Fundadora do Instituto Brasileiro de Administração Pública (Ibap) - São Paulo/SP, ex-Vice-presidente Nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Membro da Executiva Nacional do PSB. Atualmente é Deputada Federal pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), membro titular da Comissão Permanente de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática, CCTCI e 1ª Presidente da Comissão de Legislação Participativa (CLP) da Câmara dos Deputados.

    Data: 29 a 31 de outubro de 2009
    Local: Rio Poty Hotel

    Fonte:www.45graus.com.br



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    Terça, 27 de Outubro de 2009 10:39

    A Trópico foi eleita pelo Anuário Telecom 2009 como a Empresa do Ano do setor de telecomunicações brasileiro. Além dos excelentes resultados econômicos da empresa no exercício de 2008, ela se destacou em critérios de desempenho empresarial com suas ofertas de novos serviços, absorção de novas tecnológicas, estratégia de evolução dos negócios e ainda responsabilidade social.

    A empresa, que pertence ao Universo CPqD, também é destaque no segmento de Comutação Fixa e está entre as TOP 10 mais rentáveis do setor. Na 19ª edição do Anuário Telecom, a Trópico figura na 36ª posição entre as 100 maiores empresas do setor no Brasil, galgando 14 posições com relação ao ano anterior.



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    Terça, 27 de Outubro de 2009 10:32

    O CPqD está entre as 100 maiores empresas de telecomunicações brasileiras, segundo o Anuário Telecom. Em relação a 2008, ele galgou oito posições e passou a figurar, em 2009, na 30ª posição no ranking da publicação.

    Única publicação do gênero no Brasil, o Anuário Telecom é editado desde 1991 pela Plano Editorial e traz, a cada ano, a análise concreta do desempenho econômico financeiro das empresas que atuam no mercado brasileiro de telecomunicações baseada nos balanços de cada empresa. Todos os dados são analisados pela equipe que produz o Jornal Telecom, sob a supervisão de professores da Fundação Getulio Vargas de São Paulo.



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    Sexta, 23 de Outubro de 2009 12:33
    O Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Câmara se dedica a temas importantes para o País. Cesar Rômulo Silveira Neto, superintendente-executivo da TELEBRASIL - Associação Brasileira de Telecomunicações e secretário-geral da FEBRATEL - Federação Brasileira de Telecomunicações -, participou do seminário havido em 29 de setembro último, no auditório Nereu Ramos, da Câmara Federal, em Brasília(DF), que propôs a questão "Soluções Tecnológicas para a Universalização da Banda Larga". Aqui, um apanhado geral do evento e link para acessar o trabalho da TELEBRASIL.

    O estudo para a questão "Soluções Tecnológicas para a Universalização da Banda Larga" foi proposto pelo deputado Paulo Lustosa (PMDB-CE), que assim se expressou, em 18 de agosto deste ano, na Agenda Câmara:

    "Propostas têm uma série. Nós temos legislação regulamentando o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) que privilegia a banda larga; nós temos acordos firmados pelo Governo que privilegiam a banda larga; decisão da Anatel de aproveitamento de espectro voltado à banda larga. Agora, falta uma reflexão de longo prazo e definição de prioridades. E o Conselho pode dar uma grande contribuição neste sentido", avalia o parlamentar.

    Além de apresentar proposições legislativas e encaminhar sugestões para o Governo, o Conselho de Altos Estudos vai consolidar as conclusões do estudo numa publicação. O material servirá de subsídio para a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que ocorre em dezembro deste ano, também em Brasília (DF).

    O Seminário de Altos Estudos

    O tema do estudo proposto pelo deputado Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE), e que redundou no Seminário, foi "avaliar as principais demandas da população brasileira pelo serviço de banda larga, a viabilidade técnica e econômica da oferta universal das soluções tecnológicas disponíveis e as alternativas regulatórias e legais necessárias para estimular a democratização do acesso ao conhecimento". O tema foi abordado em três painéis.
    Foram pautados para falar no Painel I, "Sociedade - Necessidades de acesso à banda larga": Augusto Gadelha (secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia e coordenador do Comitê Gestor de Internet - CGI.br); Tiago Chagaselles (gerente comercial do guia Cidades Digitais); Átila Augusto Souto (diretor de Serviços de Universalização do Ministério das Comunicações); José Guilherme Moreira Ribeiro (diretor de Infraestrutura em Tecnologia Educacional do Ministério da Educação); e Juliano Castilho Del'Antonia (diretor de Tecnologia de Serviços do CPqD).

    No Painel II - "Tecnologias" - Soluções disponíveis para a universalização da banda larga": Cesar Rômulo (superintendente da TELEBRASIL, representando a Abrafix); Luiz de Melo Júnior (presidente da Acel); José Félix (presidente da NET); Luiz Otávio V. Prates (presidente do Sindisat, representando a Abrasat); Pedro Jatobá (presidente da Aptel); José Geraldo Almeida (representante da WiMax); e Ricardo Tavares (representante da Associação GSM)

    No Painel III - "Políticas Públicas e Regulação - Alternativas para a universalização da banda larga", estiveram na pauta: Roberto Martins (secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações); Carlos Eduardo Bielschowsky (secretário de Educação à Distância do Ministério de Educação); André Barbosa (assessor especial da Casa Civil da Presidência da República); Emília Ribeiro (conselheira da Agência Nacional de Telecomunicações); e Rogério Santanna (secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão).

    A posição da TELEBRASIL

    Cesar Rômulo Silveira Neto, superintendente-executivo da TELEBRASIL - Associação Brasileira de Telecomunicações, destacou em sua palestra - acesse a versão completa ao final da matéria - que a solução à questão inquirida pelo Seminário se realiza pela "Inclusão Digital do Estado visando promover a Inclusão Social do Cidadão".
    A solução tem por objetivo "universalizar, melhorar a qualidade e aumentar a transparência dos serviços que, por mandamento constitucional, são prestados pelo Estado brasileiro, com a plena utilização de Soluções Completas com Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) suportadas por redes e serviços de telecomunicações em banda larga integrados em escala global e providas por meio de contratos de concessão administrativa de Parceria Público-Privada".

    Desenvolvendo o tema, o palestrante referiu-se ao passado recente e ao futuro próximo. Em relação ao passado recente, frisou que "restou claramente demonstrado que a solução adotada pelo Estado brasileiro para as telecomunicações - visando atender a então enorme demanda por serviços de telefonia - serve de modelo para o Estado Digital".

    O trabalho de Cesar Rômulo Silveira Neto mencionou ainda a reunião da Diretoria da TELEBRASIL com membros das Comissões de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, quando foi apresentado e debatido o estudo "O Desempenho do Setor de Telecomunicações no Brasil - 2008".

    Relativamente ao futuro próximo, quando se dará a implementação do " Plano Nacional de Banda Larga", esta implementação "só será viabilizada economicamente - na abrangência requerida pelo Brasil integrado na Sociedade do Conhecimento - com a organização da demanda do Estado por soluções completas com tecnologias da informação e comunicação acima referidas". É utilizar o poder de compra do Estado para viabilizar a universalização do acesso em banda larga a conteúdos multimídia. Esses conteúdos são necessários tanto para a universalização dos serviços prestados pelo Estado quanto para a capacitação de seus agentes.

    O denso trabalho apresentado por Cesar Rômulo Silveira Neto ainda mencionou o Desenvolvimento Sustentável com Inclusão Social e sugeriu que lideranças do setor de telecomunicações - no Governo, na iniciativa privada e na academia -, juntas, "deem passos simultâneos e coordenados".

    Dentre esses passos, a constituição de um "Fórum Estado Digital" e de uma "Confederação Nacional de Informação e Comunicação Multimídia. A Confederação a ser constituída a partir de federações, sindicatos e associações que representam as empresas da Categoria Econômica "Informação e Comunicação Multimídia".
    A apresentação ainda citou os "Posicionamentos TELEBRASIL" apresentados nos painéis de debates e a "Carta do Guarujá", emitida pela Associação ao final do 53º Painel TELEBRASIL: "Projeto Nacional de Banda Larga", em 27 de agosto último.

    O Conselho de Altos Estudos

    O Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica (CAET) - órgão técnico-consultivo vinculado à mesa da Câmara dos Deputados - foi instituído em 1997 pela Resolução nº 17 e instalado em 2003. O órgão se dedica à análise, discussão e prospecção de temas de natureza estratégica para o País, com o objetivo de respaldar a atuação parlamentar em assuntos de maior complexidade.

    Referente à rotina de atuação do Conselho, um tema para estudo é sugerido em reunião. Após aprovado pelo Conselho, o tema tem o escopo de seu trabalho delineado por especialistas da Consultoria Legislativa da Câmara. A execução do trabalho prossegue com pesquisas, palestras, seminários e estudos que culminam em uma proposição legislativa. O CAET conta com a plena participação dos membros da Casa, da sociedade civil e das instituições públicas e privadas. A abordagem é sistêmica e humanista, com intercâmbio de informações e respeito quanto à diversidade de visões para os problemas sociais.

    Compõem o Conselho onze deputados titulares, cuja atual composição é dada a seguir. Presidente: Inocêncio Oliveira (PR-PE); titulares: Ariosto Holanda (PSB-CE); Félix Mendonça (DEM-BA); Fernando Ferro (PT-PE); Humberto Souto (PPS-MG); Jaime Martins (PR-MG); José Linhares (PP-CE); Mauro Benevides (PMDB-CE); Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE); Paulo Teixeira (PT-SP); Profª. Raquel Teixeira (PSDB-GO); e Rodrigo Rollemberg (PSB-DF).

    São suplentes: Bilac Pinto (PR-MG); Bonifácio de Andrada (PSDB-MG); Colbert Martins (PMDB-BA); Fernando Marroni (PT-RS); Geraldo Rezende (PPS-MS); José Genoíno (PT-SP); Júlio César (DEM-PI); Paulo Rubem Santiago (PT-PE); Pedro Chaves (PMDB-GO); Severiano Alves (PDT-BA); e Waldir Maranhão (PP-MA). O quadro se completa com o secretário-executivo Ricardo Rodrigues (diretor da Consultoria Legislativa).

    O Conselho tem focado importantes temas para a vida nacional, como o biodiesel, a dívida pública brasileira, o mercado de software no Brasil e a TV digital. Recentemente, promoveu eventos sobre programa espacial brasileiro, crimes na Internet e recursos para institutos de pesquisa.



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    Quinta, 22 de Outubro de 2009 17:31
    O módulo de Gerência do Relacionamento e Atendimento a Clientes (CRM) desenvolvido pelo CPqD em parceria com a concessionária de energia elétrica de Goiás CELG, acaba de conquistar o prêmio Metering International Excellence, na categoria Projeto de Serviços a Clientes.

    Em operação na concessionária desde fevereiro de 2008, o módulo proporcionou redução de custos através da descentralização dos postos de atendimento, além de melhorias nos indicadores da Aneel.

    Atribuído pela revista Metering International America Latina, o prêmio foi entregue durante a sétima edição do evento Metering, Billing/ CRM Latin America, realizado na quarta-feira, 21 de outubro, em São Paulo.

    "O módulo de CRM é visto na CELG como um dos principais pilares de negócio, estabelecendo correlações diretas e indiretas entre os clientes da concessionária, seus usuários, os processos de negócios internos e externos e a própria tecnologia empregada", comenta Ladislau das Chagas Junior, coordenador do Sistema de Gestão Comercial da CELG.

    Márcia Lima

    Fonte: Baguete

     



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    Quarta, 21 de Outubro de 2009 16:02
    A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) conclui em dezembro a primeira fase da análise dos pontos críticos do setor. O trabalho, solicitado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), começou em 2007 e identificou quais as estações e serviços que requerem mais cuidados - telefonias fixa e móvel e internet - e quais as vulnerabilidades e planos de contingenciamento de cada operadora. A pesquisa, feita em parceria com as operadoras e com base em um projeto do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da ex-Telebrás (CPqD), custou R$ 5 milhões do Fundo Nacional de Telecomunicações (Funtel).

    A chefe da Assessoria Técnica (ATC) da Anatel, Regina Maria de Felice Souza, afirma que uma segunda etapa do projeto começa no ano que vem: o mesmo mapeamento no caso dos telefones móveis da Marinha, Aeronáutica e aqueles que funcionam por transmissão de satélite.

    O trabalho da Anatel não envolveu apenas o levantamento dos pontos críticos. A agência também fez análises de interdependência (uma pane em um dos serviços de telecomunicações pode interferir em outras áreas como serviços financeiros, transporte e energia); e intradependência (uma pane no setor de telefonia móvel pode prejudicar a internet, por exemplo).

    A convocação do GSI foi feita em 2006. Na época, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava assustado com a onda de ataques do PCC em São Paulo e cobrou dos militares uma estratégia para evitar que ações desse tipo prejudicassem a população. O GSI chamou as duas agências reguladoras - Anatel e Aneel - para pedir auxílio nesse trabalho de levantamento. "O primeiro trabalho foi identificar, no Brasil, o que é infraestrutura crítica. Nos Estados Unidos, após o 11 de setembro, tudo virou crítico, até os monumentos. Mas o Brasil é muito grande, o que precisamos e podemos defender?", questiona Regina.

    A Anatel convidou, então, as onze operadoras que atuam no Brasil - hoje são apenas dez, após a fusão da Brasil Telecom com a Oi - e pediu para que cada uma levantasse suas estações e pontos de vulnerabilidade. No começo, houve desconfiança generalizada, pois a Anatel, dentre outras atribuições, tem como obrigação fiscalizar as operadoras.

    Com base no certificado ISO 19000, foram diagnosticadas 26 ameaças reais em aproximadamente 500 subestações: ataques físicos (vandalismo, roubo de cabos, fibras e fios); falhas de hardware (como aconteceu recentemente na pane da Telefônica em São Paulo); e falhas de software, além de causas naturais, como enchentes e terremotos.

    Durante os jogos Panamericanos Rio-2007, a Anatel adiantou-se e monitorou as principais estações de telecomunicação na capital fluminense. "Deu certo. O comitê Olímpico Internacional (COI) elogiou o governo brasileiro, dizendo que era a primeira vez que um Panamericano era realizado sem qualquer problema no setor de telecomunicações", disse Regina.

    Ela adianta que serão formados grupos semelhantes para os Jogos Militares de 2011, a Copa das Confederações de 2013, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. "Mas acho que será mais fácil. No Pan fizemos a proteção sem qualquer dado empírico. Agora, temos um levantamento completo", afirmou a chefe da Assessoria Técnica .

    Paulo de Tarso Lyra

    Fonte: Valor Online



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    Terça, 20 de Outubro de 2009 00:00

    Após disputar com empresas de toda a América Latina, a Celg Distribuidora foi a vencedora do Prêmio Metering International Excellence para a América Latina, na categoria Projeto de Serviço a Clientes. O anúncio foi feito no final da manhã. O diretor comercial, Ricardo Jayme, e o superintendente de Comercialização da Celg, José Carlos Zócolli, estão acompanhando o evento em São Paulo.

    A Celg concorreu com o projeto Sistema de Gestão Comercial - Celg Billing, referente ao software desenvolvido pela empresa que integra todos os seus setores e reúne dados referentes ao consumo, faturamento, medição, fraude, emissão de contas, cobrança, atendimento ao cliente, gestão de medidores e outros. O sistema, desenvolvido em parceria com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações - CPqD, foi implementado em fevereiro deste ano.

    Reconhecimento

    Para o diretor Ricardo Jayme, o Sistema de Gestão Comercial da Celg representa um "trabalho de vanguarda, que promove uma interação perfeita entre empresa e cliente, além de garantir segurança para ambos". José Carlos Zóccoli destacou que o prêmio recebido pela Celg é o reconhecimento internacional de um trabalho de excelência realizado pela concessionária. A Celg concorreu com outras empresas de países como Chile, Argentina e República Dominicana. Os Prêmios Metering International Excellence para a América Latina concedem reconhecimento aos líderes da indústria que fizeram grandes contribuições nos setores de medição das concessionárias da América Latina entre 2003 e 2009, com programas, projetos ou serviços. Foram premiadas empresas em três categorias: Proteção da Receita, Medição Avançada e Projeto de Serviço a Clientes.

    Fonte: Folha de Notícias



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    Terça, 20 de Outubro de 2009 00:00
    Para garantir a prestação de um serviço de banda larga confiável e de qualidade via rede de cobre, as operadoras precisam avaliar o desempenho da infraestrutura xDSL, compreendendo as implicações do crosstalk (diafonia), por exemplo. É necessário ainda gerenciar com precisão o recurso espectral dentro do cabo e prever a capacidade do serviço em qualquer cenário de implantação. Mas como realizar essas tarefas de forma simples e eficaz?

    Pensando nisso, o CPqD, a Josaphat e a Logictel apresentaram uma solução de qualificação inteligente de redes xDSL. Resultado de um acordo técnico/ mercadológico entre as empresas, a plataforma é 100°/o nacional e baseada na metodologia SEM- Spectrum Emulation Method, capaz de oferecer relatórios de ensaios da rede de banda larga par a par com testes determinísticos ponto a ponto. "Assim, o sistema gera uma medida real e os resultados são apresentados em Mbit/s entre a fonte e o receptor. Para extrair o máximo da rede é preciso medir e manter sob controle parâmetros como banda, atenuação e ruído, que podem degradar a qualidade do serviço prestado", completa o sócio-diretor da Josaphat, Zander Baptista de Araújo.

    A solução pode realizar a medição de 600 pares em até Ih30 - segundo Araújo, o mesmo trabalho pode levar 9 horas com métodos tradicionais. Basicamente, a plataforma é composta de uma unidade master inteligente, que realiza a emulação, modulação e demulação do sinal xDSL, de acordo com as normas estabelecidas pela ITU, e de unidades remotas, que conectadas ao PTR (caixa terminal) emulam enlaces de banda larga. Até 60 unidades remotas podem ser conectadas à master. "O produto trabalha com qualquer tipo de rede DSL e atende todas as conexões das operadoras. É possível simular espectros de até 40 MHz", diz Araújo.

    Ele explica que o equipamento master, conectado ao DG da central telefónica, carrega todos os cabos para teste simultaneamente, além de checar se há conexão entre eles. A plataforma faz uma espécie de raio X da rede, medindo, por exemplo, a intensidade de sinal, o ruído e a velocidade de transmissão na pior condição de interferência. Todos os dados gerados são armazenados em um servidor associado ao sistema, que emite relatórios e ordena as opções".

    O equipamento também é capaz de medir parâmetros como capacitância mútua, resistência, perda de inseção, paradiafonia, impedância característica e rigidez dielétrica.

    O sistema será comercializado como serviço. A Logictel, de São Paulo, será responsável pela fabricação e pela prestação de serviços em campo. Já o CPqD realizará a modelagem e o pós-processamento dos dados. O modelo de cobrança será definido caso a caso.

    De acordo com o vice-presidente comercial da Logictel, Hélio Binelli, o produto foi testado em todas as operadoras do país - a Oi e a Telefónica mostraram interesse em fechar negócio.

    Araújo diz que já entrou com dois pedidos de patentes para proteger a solução, que é inédita no mundo. O desenvolvimento da plataforma levou quatro anos e consumiu investimentos de mais de R$ 4 milhões.

    Hoje, o Brasil tem mais de 10 milhões de acessos de banda larga - a tecnologia DSL tem uma participação de 64%. O diretor de tecnologia de laboratório e infraestrutura de redes do CPqD, Sebastião Sahão, comenta que soment 10% das redes metálicas externas são ocupadas para o tráfego de informação em alta velocidade - em outros países da América Latina essas redes têm entre 30% e 50% de ocupação.

    Fonte: RTI Redes, Telecom e Instalações



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    Segunda, 19 de Outubro de 2009 00:00

    A Telefônica é a primeira operadora a adquirir o sistema de supervisão óptica para redes FTTH (Fiber to the home) demonstrado pelo CPqD no Futurecom. A solução permite o diagnóstico rápido e a localização de falhas em redes ópticas de grande capilaridade.

    A rede de fibra óptica da Telefônica começou pelo bairro dos Jardins em 2008 e hoje cobre mais de 370 mil residências no Estado de São Paulo (na capital e em oito cidades paulistas). Na capital, entre os bairros atendidos pela operadora com a solução de fibra estão Campo Belo, Chácara Santo Antônio, Aeroporto, Bela Vista, Cidade Jardim, Consolação, Interlagos, Jardim Everest, Jardim Leonor, Jardim Morumbi, Jardim Panorama, Jabaquara, Jardim Bonfigliori, Morumbi, Perdizes, Pinheiros, Santana, Santo Amaro, Tremembé, Vila Madalena e Vila Mariana.

    A aquisição do sistema de supervisão do CPqD insere-se na estratégia da Telefônica de aprimorar os mecanismos de controle da rede visando melhorar a qualidade do serviço prestado depois das panes que resultaram na suspensão das vendas do Speedy. Via rede optica, a velocidade do serviço alcança 30 Mbps.

    O sistema desenvolvido pelo CPqD possui técnicas de localização e definição dos elementos ao longo da rede e funciona integrado a um sistema de cadastro físico da planta FTTH, que permite a medição da fibra de maneira a aferir sua qualidade e a manutenção de suas características.

    Marineide Marques

    Fonte: Telecom Online



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    Sábado, 17 de Outubro de 2009 23:00

    A chamada FTTH possibilita acessos à banda larga por meio de conexões nas residências

    O Prêmio Nobel de Física deste ano, Charles Kao, foi o primeiro a mostrar a viabilidade do envio de luz através de fragmentos de vidro de alguns mícrons de diâmetro, em 1966. Depois de 43 anos, não surgiu nada melhor que a fibra para a transmissão ótica e a quantidade desses filamentos instalados é tão grande que formam um novelo que daria para dar 25 mil voltas na Terra.

    No Brasil, que dominou a tecnologia em 1977, quando a primeira fibra ótica brasileira foi puxada em uma torre de dois metros de altura do Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o novelo tem 600 mil quilômetros e uma grande ociosidade. Mas as projeções prevêem crescimento consistente para os próximos anos, impulsionado pelo mercado de FTTH (da sigla em inglês de fibra para casa)

    A tecnologia FTTH, informa o diretor de Inovação do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), Antônio Carlos Bordeaux Rego, possibilita acessos à banda larga por meio de conexões em fibras óticas nas residências, fornecendo serviços que, de uma forma geral, requerem altas taxas de velocidades, como streaming vídeos, transações on-line, comunicação de dados de grandes arquivos, TV digital, acesso rápido à internet, telefonia com velocidades de 10Mbps (megabits por segundo) a 1Gbps (gigabits por segundo, equivalentes a 1 bilhão de bytes por segundo).

    "Para fazer as conexões, se aumentou muito a quantidade de fibras ópticas nos condomínios, nas ruas, nas empresas. Isso multiplicou o tráfego entre os centros urbanos. Em quatro ou cinco anos, vai haver problema de transmissão de dados entre as grandes cidades A capacidade de transmissão se multiplicou nos últimos anos por uma técnica de transmitir vários canais dentro de uma mesma fibra, chamada WDL, mas vai chegando no limite", disse.

    O gerente de Tecnologias Óticas e diretor do Projeto Giga, do CPqD, Alberto Paradisi, observou que hoje temos no mundo 60 milhões de usuários com acesso por fibra ótica e que o Brasil está no começo.

    Há dois anos, se tinha expectativa de que o mercado global de fibras óticas ultrapassaria 100 milhões de quilômetros produzidas e vendidas em um único ano, quebrando a demanda histórica pré-bolha de 2001, que chegou a 98 milhões de quilômetros.

    As projeções preveem crescimento global consistente para os próximos anos, impulsionado pelo mercado de FTTH. Estima-se que o mercado possa produzir 2 bilhões de quilômetros nos próximos 20 anos, 20 vezes a capacidade global de produção de fibras instalada estimada em 100 milhões de quilômetros por ano.

    Paradisi disse que a cada três anos dobra a capacidade que uma operadora necessita e está chegando o momento em que elas terão de atualizar seus sistemas e equipamentos. "Nos próximos três a cinco anos, surgirá a necessidade de nova geração de sistemas que operem com maior frequência. As fibras instaladas vão mostrar problemas", afirmou.

    Jardins

    Na região dos Jardins, em São Paulo, onde vive uma população de alto poder aquisitivo, a operadora de telefonia está trocando todo sistema, colocando sinal digital dentro da fibra ótica para propiciar a transmissão de televisão vida rede de internet, o chamado IPTV, que é realidade em alguns países europeus e Estados Unidos.

    "Com fibra ótica barata, custando dez centavos de dólar o metro, sendo colocada em residências, prédios para receber a TV de alta definição, TV 3D, a fibra ganhará mais mercado", disse Bordeaux. Os maiores desenvolvimentos que ocorreram foi no processo de luz, de amplificadores óticos e aplicação de laser.

    SAIBA MAIS

    A primeira fibra óptica brasileira foi puxada na Unicamp em abril de 1977, sete anos depois de a empresa norte-americana Corning ter fabricado a primeira fibra com baixa perda de luz e, nos Laboratórios Bell, da At&T ter sido desenvolvido um tipo de laser capaz de operar a temperatura ambiente. A produção brasileira é resultado de um reitor visionário, Zeferino Vaz, que convidou três pesquisadores que estavam antenados com as descobertas americanas a liderar pesquisas nessa área na Unicamp. Os três pesquisadores - Rogério Cerqueira Leite, Sérgio Porto (morto nos anos 80) e José Ripper Filho -, que trabalharam nos Laboratórios Bell, foram os responsáveis pelo desenvolvimento da tecnologia de fabricação das fibras, contando com o apoio da Telebrás, que o governo brasileiro havia criado em 1972. Até 1980, o grupo de Campinas esteve na fronteira do conhecimento de fibras óticas. A transferência de tecnologia para empresas propiciou o surgimento de várias unidades de produção até que, no anos 90, a abertura de mercado limitou a atuação e as empresas perderam espaço.

    Projeto interliga centros de pesquisa com sistema

    Pelo menos 80% das fibras óticas instaladas no País estão apagadas, não passando por elas qualquer luz levando informações. Isso se deve, basicamente, ao boom da internet que ocorreu em 1999 e 2000 e levou muita gente a fazer fortunas. Acreditando numa demanda futura explosiva, as empresas investiram e instalaram imensas redes de cabos. "Foi um fenômeno financeiro e comercial", disse o diretor de Inovação do CPqD, Antônio Carlos Bordeaux Rego. Mas a demanda não se configurou e veio a quebradeira. Muitas empresas que exploravam a transmissão faliram. No Brasil, disse, a maioria das empresas foi comprada pelas operadoras de telefonia, que aumentaram seus conglomerados porque havia muita fibra apagada. E, na medida da necessidade, elas vão acendendo essas fibras. Só que, hoje, alguns entroncamentos entre grandes cidades já estão saturados, como Rio-São Paulo e Rio-Belo Horizonte. Para aproveitar a ociosidade da rede de fibras das operadoras, surgiu o Projeto Giga, que já está em sua 2ª fase e é resultado de uma parceria entre o CpqD e a Rede Nacional de Pesquisa (RNP), voltada para o desenvolvimento de tecnologias de rede ótica, aplicações e serviços de telecomunicações associada a tecnologia IP e banda larga, prevendo a transferência de tecnologia a empresas brasileiras. Na primeira fase, foram interligados sete municípios entre Rio e São Paulo, em uma extensão de 750 quilômetros. Além da Telemar, outras operadoras - como Telefônica, Intelig, Embratel e Pegasus - também ofereceram as redes ociosas para o projeto. A Rede Experimental do Giga interliga cerca de 25 instituições e 70 laboratórios, entre centros de pesquisa e desenvolvimento, universidades e operadoras de telecomunicações distribuídos no eixo Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. Na fase 2, a intenção é ampliar esse número, estabelecendo novas parcerias, tanto com empresas quanto com universidades e institutos de ciência e tecnologia - e mesmo com outros projetos voltados para a busca de tecnologias para o futuro da internet. (MTC/AAN)

    Maria Teresa Costa

    Fonte: Correio Popular



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    Sexta, 16 de Outubro de 2009 00:00

    Já saiu a programação da 1ª Conferência de Comunicação do Piauí com o tema Democratizar para melhor comunicar, com o objetivo de propor normas e diretrizes à definição de uma política de comunicação social para o Brasil, visando sua democratização. O Piauí partiu na frente realizando conferências territoriais em municípios do interior que elegeram delegados participantes do evento previsto para Teresina, no período de 29 a 31 deste mês.

    A Conferência, com a participação de dirigentes de fundações, políticos, professores e jornalistas, com abertura prevista para as 19 horas, do dia 29 (quinta-feira). Para sua preparação o Piauí realizou seis conferências territoriais (intermunicipais) elegeu 158 delegados da capital e do interior do Estado.

    Foram apresentadas mais de 200 propostas de Políticas Públicas de Comunicação para os municípios, para o Estado e para o Brasil. O coordenador da comissão organizadora, Jessé Barbosa, explica que o Governo está convocando a sociedade para garantir sua participação social no conselho ou outro mecanismo público destinado a disciplinar e controlar aspectos como, por exemplo, os conteúdos veiculados por emissoras de rádio e TV, jornais e portais.

    A solenidade de abertura prevê a fala de um representante da sociedade civil organizada através do presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Piauí (Sinttel), João de Moura; do coodenador de Comunicação do Estado, Wellington Soares, e encerramento dos trabalhos pelo governador Wellington Dias.

    No seu lançamento, que ocorreu no dia 5 de agosto, durante solenidade no Palácio de Karnak, Wellington Dias declarou que sempre defendeu os princípios democráticos, ressaltando que a 1ª Conferência de Comunicação será um exemplo para o Piauí e o Brasil, porque o Estado parte na frente em se organizar para a Conferência Nacional.

    A conferência magna na abertura dos trabalhos será feita pela deputada federal Luiza Erundina, representante da Câmara Federal na comissão organizadora na Conferência Nacional de Comunicação.

    Além da deputada Luiza Erundina está programada mesa-redonda para o dia 30 (sexta-feira) distribuída em três eixos: No eixo 1 - Produção de Conteúdo (representante do Intervozes) no 2 - Meios de Distribuição (Marcus Manhães - Fundação CPqD). No eixo 3 - Cidadania Direitos e Deveres (professora dra. Alexandra Bujokas - Universidade Federal do Triângulo Mineiro) e mediação de Jessé Barbosa (diretor da Unidade de Políticas Públicas de Comunicação - Governo do Piauí).



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    Quinta, 15 de Outubro de 2009 00:00

    O CPqD deu um importante passo para se tornar o laboratório certificador de equipamentos WiMAX no Brasil. Depois de dois anos de "namoro", a companhia assinou, na quarta-feira (14), um termo de compromisso com a organização global WiMAX Fórum, que atua na promoção da compatibilidade e interoperabilidade de produtos dessa categoria.

    "Ainda estamos em um estágio intermediário", avalia Iran Lima Gonçalves, gerente de negócios do centro, apontando que as medidas seguintes consistem em preparar a operação local para atender as exigências da entidade. A partir daí, restará às partes assinarem um documento que permitirá a certificação propriamente dita. O executivo espera que isso saia até o começo de 2010.

    O WiMAX Fórum já possui acordos de certificação com seis laboratórios ao redor do mundo. Se correr tudo conforme o planejado, o CPqD será o primeiro na América Latina. O investimento necessário para adequação da infraestrutura nacional não foi revelado.

    O centro de pesquisa já é autorizado para certificar equipamentos WiMAX dentro das normas da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

    O acordo com a entidade internacional amplia horizontes e tende a contribuir consideravelmente para as receitas da companhia sediada em Campinas (SP), que poderá oferecer certificação, por exemplo, para fabricantes latino-americanos desse tipo de equipamentos.

    Felipe Dreher

    Fonte: IT Web



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    Quinta, 15 de Outubro de 2009 00:00

    O CPqD assinou na quarta-feira, 14, um termo de compromisso com o WiMAX Fórum para se tornar o laboratório certificador de equipamentos WiMAX no Brasil. A novidade foi anunciada nesta quinta-feira, 15, no Futurecom, que acontece nesta semana em São Paulo. "Ainda estamos em uma etapa intermediária", diz Iran Lima Gonçalves, gerente de negócios do CPqD. A ideia agora é atender as exigências do WiMax Fórum e assinar o documento de certificadora oficial no início de 2010. Com isso, o CPqD será o sétimo laboratório de certificação de equipamentos WiMAX no mundo, o primeiro da América Latina.

    Daniel Machado

    Fonte: Teletime News



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    Quarta, 14 de Outubro de 2009 18:22
    Associação sem fins lucrativos que faz parte do Universo CPqD, o Instituto Atlântico anuncia a conquista do nível máximo da certificação internacional de desenvolvimento de software, o CMMI 5 (Capability Maturity Model Integration).

    A instituição recebeu a confirmação do nível 5 do CMMI no último dia 2 de outubro, após obter um resultado positivo na avaliação realizada pela empresa ISD (Integrated System Diagnostics Brasil), consultoria internacional com foco exclusivo em qualidade de processos.

    Desenvolvido pelo Software Engineering Institute (SEI) da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, o CMMI é um modelo de referência para o aperfeiçoamento de processos e uma avaliação de qualidade, em que é aferido um patamar de maturidade.

    O Instituto Atlântico alcançou o CMMI nível 2 em 2003 e, em 2006, o nível 3. Para isso, fez um investimento de cerca de R$ 1 milhão, entre as duas etapas. Para chegar ao nível 5, foram investidos mais R$ 2 milhões.

    Fonte: Decision Report



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    Terça, 13 de Outubro de 2009 00:00
    A experiência do CPqD no planejamento e projeto de redes de cabos ópticos, terrestres e submarinos, será usada para dar suporte a um programa estratégico do Ministério das Comunicações da Colômbia. Desenvolvido em conjunto com o Cintel, centro de pesquisas das telecomunicações daquele país, o projeto tem o objetivo de dotar a ilha caribenha de San Andrés, a 700 quilômetros da costa, de moderna infraestrutura de cabos ópticos submarinos. Esse trabalho permitirá o uso eficiente das tecnologias de comunicação e informação (TCIs) e a integração e o desenvolvimento econômico e social da região.

    O CPqD auditará o planejamento e o projeto e fiscalizará a implantação do cabo submarino, que será executada por uma empresa internacional contratada pelo Ministério das Comunicações. Os especialistas em cabos ópticos e engenharia de redes do CPqD terão a missão de garantir a qualidade e a adequação da tecnologia empregada diante dos desafios que um projeto dessa natureza impõe.

    Ethevaldo Siqueira

    Fonte: TeleQuest



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    Sexta, 09 de Outubro de 2009 00:00

    O iminente refarming dos 2,5GHz traz de volta a questão de interferência entre os diversos tipos de serviço móveis que trafegam em faixas próximas numa mesma banda.

    A realocação do espectro de 2,5GHz - cujo prazo para a consulta pública deve se estender além do próximo dia 16 de outubro -reforça a iminente abertura desta banda para a prestação de outros serviços de comunicação, além dos até agora licenciados. Isto traz de volta a questão de interferência entre os diversos tipos de serviço que trafegam em faixas próximas numa mesma banda. E pode trazer de volta, também, a pressão dos players das diversas tecnologias que passarão a trafegar pela banda. Nesta questão de interferência dois pontos são cruciais - o papel da Anatel de atribuir, normatizar, certificar e fiscalizar; e a evolução da tecnologia com serviços cada vez mais digitais e convergentes. Conversamos com Luis Cláudio Palma Pereira, da Diretoria de Redes de Telecomunicações do CPqD, para entender o quanto - e se - a interferência pode prejudicar a prestação dos diversos novos serviços de comunicação móvel e sem fio.

    É a harmonia entre regulamentação e tecnologia que pode minimizar problemas de interferência e garantir uma boa prestação dos serviços, seja priorizando determinado serviço sobre outro, seja certificando os novos equipamentos, entre tantos fatores. Na banda de 3,5GHz já trafegam, em paralelo, serviços de comunicação radielétrica, como as redes de WiMAX da Embratel e da Brasil Telecom, e serviços de satélite na chamada Banda C, principalmente as milhares de redes corporativas Vsat e a recepção de TV residencial em milhões de lares brasileiros. No caso dos 2,5GHz, a faixa agora também será atribuída ao Serviço Móvel Pessoal (SMP), além do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), prestado pelas MMS, e dos serviços fixos e móveis via satélite. No caso da faixa destinada ao MMS ela passará a ser usada para prestação de serviços como WiMAX móvel.

    Não há 'leis' no caso das atribuições de uso de espectro. Há, sim, as recomendações técnicas da União Internacional das Telecomunicações (UIT) que, no Brasil, são aplicadas pela Anatel. É a Anatel que faz as atribuições locais e a agência não precisa aplicar todas as recomendações da UIT. Ela pode, por exemplo, pegar um subconjunto de atribuições compatível com a UIT que considere mais de acordo com o a realidade do mercado brasileiro. Além das atribuições, a Anatel faz a destinação para o tipo de serviço que vai ser prestado e, ainda, chega ao nível da regulamentação e da fiscalização, para ver se os players estão cumprindo as regras propostas. Mais do que isso é a Anatel que licita o espectro. Como se vê, é muito amplo o papel da agência reguladora em todo o processo.

    Na consulta pública sobre 3,5GHz tratou-se da prestação de serviços de comunicação terrestres. Agora, no caso dos 2,5GHz a questão se repete: também são os serviços terrestres que estão em jogo. Enquanto nos 3,5GHz há uso de faixas próximas entre serviços radielétricos e a Banda C, no caso dos 2,5GHz, quem trafega perto dos novos serviços a serem prestados é a banda S. Mas há uma diferença importante: enquanto a regulamentação dos 3,5GHz não se incorporou mobilidade, nos 2,5GHz a mobilidade está implícita. Ainda nos 3,5GHz garantiu-se sub faixas para programas de e-Gov e para serviços multimídia (SCM).

    Embora nos 3,5GHz já tenha sido detectada interferência entre serviços de satélite na banda C e os de WiMAX, as providências tomadas neste caso exemplificam como as questões podem ser resolvidas. Testes realizados pelo Ministério das Comunicações detectaram interferência do WiMAX sobre a Banda C, nos 3,5Hz, nas cidades pernambucanas de Caetés e Garanhuns. No entanto, os técnicos da agência afirmaram que a interferência se deu pelo fato de os sinais receptores da Banda C estarem fora do padrão de ocupação das freqüências brasileiras e deveriam ser substituídos por equipamentos mais modernos e que seguem as certificações locais e, não, dos países fabricantes do equipamento.

    Existe muita discussão em âmbito mundial sobre que serviço interfere em outro nas faixas de espectro, pois em todo mundo há faixas alocadas para serviços terrestres de satélite que hoje começam a ser ocupadas por serviços radielétricos. No caso da banda C, ela é usada pelos satélites no Brasil há muito tempo, desde o lançamento do primeiro satélite Embratel. Também nos 2,5GHz há atribuições da UIT de uso desta faixa para serviços fixos e móveis para SMP, SCM e via satélite para serviços fixos e móveis. A Global Star, por exemplo, presta serviços de telefonia móvel via satélite no Brasil e usa, no enlace de descida, faixa vizinha aos 2,5 GHz, na chamada Banda S. Mas trata, por enquanto, de uma faixa pequena.

    Como há cada vez mais tecnologias aptas a trafegar numa mesma faixa de espectro, que é um bem limitado, finito, o que se requer, agora, é um intenso e cuidadoso trabalho de regulamentação para que a atribuição das faixas atenda a tecnologias sempre mais atualizadas e convergentes. Neste ambiente, é claro que é crescente a pressão dos representantes dos diversos players para garantir sua participação. Quando, por exemplo, destinou-se praticamente todo o espectro de 2,5GHz para as operadoras de MMDS não se previu os saltos evolutivos que a tecnologia daria e, hoje, a agência é levada a fazer o refarming da faixa. Novas tecnologias digitais, novas redes, novos equipamentos garantem um uso muito mais eficiente deste espectro para um número maior de players. Da mesma forma se, por ora, é pequeno o uso da faixa para satélite, Banda S, nada impede que isto mude em alguns anos. Assim, os licenciados de hoje podem ser preteridos amanhã, em benefício de serviços mais abrangentes e convergentes.

    É por isso que a regulamentação é crucial. É necessário determinar de emissão de energia fora da faixa destinada a determinado serviço, regras de convivência, a própria canalização do espectro, o uso de antenas etc. O papel do órgão regulador é fazer as atribuições e regulamentar à medida que a tecnologia avança e possibilita melhor convivência entre os diversos players:

    "A interferência é um problema potencial que pode ser resolvido. Seja priorizando determinados serviços e inibindo o uso de outros, seja criando patamares de prioridade e de acordo com o avanço da tecnologia", disse Luis Claudio.

    Como no caso de outras faixas do espectro, nos 2,5GHz não pode ser diferente. É preciso priorizar tecnologias, criar regras de coordenação, segmentar faixas, regulamentar a canalização, a banda de guarda etc., entre os vários recursos aplicáveis. A possibilidade de interferência existe, o processo de evolução tecnológica implica modernização de equipamentos e uma série de atribuições de normas adotadas na medida em que o mercado evolui.

    e-serie WiMAX - Conexão WiMAX

    por Jana de Paula

    Fonte e-Thesys



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    Terça, 06 de Outubro de 2009 00:00

    O Brasil conta hoje com uma rede de cabos de fibras ópticas de quase 600 mil quilômetros, interligando praticamente todas as capitais de Estados e maiores cidades. Há, no entanto, grande ociosidade nesse sistema. Mais de 80% das fibras disponíveis estão apagadas, isto é, sem nenhuma luz ou pulsos de laser a percorrer seu interior.

    Poucos avanços nas tecnologias da informação parecem superar o impacto social das fibras ópticas nos próximos 50 anos. Através desses filamentos de vidro, sílica, náilon ou silicone de altíssima transparência, tão finos quanto um fio de cabelo humano, já podemos transmitir hoje vários milhares de chamadas telefônicas ou mesmo dezenas de programas de televisão em cores.

    Numa estimativa dos anos 1970, previa-se que um cabo de fibras ópticas poderia substituir até mil cabos coaxiais de cobre, permitindo a transmissão de um volume gigantesco de informações, tanto em sinais de voz, como de dados de computadores, de textos, fac-símiles, televisão ou videotexto. Essa previsão foi superada em milhares de vezes.

    Como funcionam as fibras ópticas? Para os não-iniciados, vale recordar os fundamentos dessa tecnologia. No interior desses finíssimos fios de vidro circulam correntes pulsantes de luz laser. Em lugar da corrente elétrica modulada que percorre os cabos metálicos, como no caso dos fios telefônicos, o transporte da informação agora é feito pela luz, e não pela corrente elétrica. Por outras palavras, as comunicações ópticas passam a substituir a comunicação radioelétrica.

    A tecnologia das fibras ópticas não é uma promessa para o futuro, mas uma tecnologia já plenamente desenvolvida e amadurecida. Podemos contar com ela aqui e agora. O Brasil já utiliza essa tecnologia desde os anos 1970 em cabos telefônicos subterrâneos no subsolo de cidades como São Paulo, Rio, Brasília, Salvador, Curitiba ou Uberlândia.

    Desenvolvida a partir de 1973 na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e posteriormente no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, o antigo CPqD da Telebrás, a tecnologia de fibras ópticas oferece perspectivas incomuns para as comunicações no Brasil e no mundo. Com as fibras ópticas, são quase ilimitadas as possibilidades que se abrem para a transmissão de informações não apenas em âmbito urbano ou metropolitano, mas regional, nacional e internacional.

    Há mais de 20 anos, surgiram no Japão, na França, nos Estados Unidos, Canadá e Suécia as primeiras cidades inteiramente ligadas por redes de fibras ópticas, oferecendo as primeiras formas de televisão bidirecional e acesso a dezenas de bancos de dados.

    Uma das decisões mais ambiciosas tomadas pelo governo francês em fins de 1982 foi interligar toda a França, incluindo todas as cidades, vilas e domicílios rurais, por uma rede de fibras ópticas a ser implantada nos 25 anos seguintes.

    As fibras ópticas permitem que a informação - sob a forma de voz, dados, textos ou imagens - possa fluir de modo constante, intenso, interativo, bidirecional, entre todos os cidadãos da sociedade pós-industrial. Os exemplos vivos do que se pode fazer com esse fluxo gigantesco de informações são melhor avaliados nas cidades informatizadas experimentais que o Japão e a França implantaram nas últimas três décadas.

    UM PROJETO PIONEIRO

    O primeiro e mais famoso desses projetos experimentais funcionou durante mais de uma década, a partir de sua inauguração em 31 de julho de 1978, no Japão. Era o Hi-Ovis, (Highly Interactive Optical Visual Information System), vale dizer, um sistema de informações visuais altamente interativo através de fibras ópticas. Instalado para servir os habitantes de Higashi Ikoma, cidade-dormitório de 15 mil habitantes entre Quioto e Nara, esse sistema funcionava como uma espécie de televisão comunitária bidirecional.

    Cada usuário do Hi-Ovis podia usar o televisor doméstico para a recepção das imagens dos interlocutores e transmitir suas mensagens captadas por uma minicâmara de TV e um microfone. Os sinais eram transmitidos através de uma rede de cabos de fibras ópticas. Acionando um teclado especial, os usuários e assinantes do Hi-Ovis podiam comunicar-se com seus vizinhos, com o corpo de bombeiros, com o supermercado, com os bancos, com a escola, com a prefeitura local, o departamento de trânsito ou a polícia.

    Num sistema de informações altamente interativo como esse, as pessoas escolhem a comunicação que realmente querem. Diante da televisão, eles dispõem de uma gama muito mais ampla de opções. Passam a ter direito de escolha. A princípio, o telespectador parece inibido, talvez pelos condicionamentos gerados pela TV comercial. Depois, todos vão descobrindo que podem, efetivamente, usufruir as novas opções, aprendendo a escolher programas de muito melhor conteúdo cultural, informativo, didático ou de simples lazer.

    Assim aconteceu em Higashi Ikoma. Entre as 30 opções apresentadas pela TV Hi-Ovis, a maioria dos espectadores escolhia cursos regulares de matemática, lições de agricultura, aulas de inglês, física, história da arte, xadrez, criação de peixes, artesanato, ecologia, poesia, teatro tradicional japonês, biologia, história, folclore, ikebana, decoração, arte culinária, nutrição e tudo o mais que se ofereceu na fase experimental dessa espécie de universidade aberta em que se transformou a televisão da pequena cidade.

    Um mundo totalmente novo de intercâmbio se abre no vídeo interativo. Em três visitas posteriores a Higashi Ikoma e pude examinar os resultados da avaliação da experiência até há poucos meses. É extraordinário o efeito cultural relatado pelos especialistas que conduziram a experiência. Tanto assim que o projeto, burilado e aprimorado, acabou se transformando em programa nacional para mais outras 50 cidades, que hoje implantam seus sistemas de informação altamente interativos.

    A França realizou outra experiência pioneira, em Biarritz, cidade de veraneio de 30 mil habitantes, nos Pirineus. Ali, o governo francês implantou em 1984 um sistema de informações bidirecionais, associando a rede de fibras ópticas à recepção de 14 canais de televisão via satélite e videofone (telefone com imagem de TV).

    Ethevaldo Siqueira

    Fonte: TeleQuest



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    Sábado, 03 de Outubro de 2009 00:00

    Pesquisadores discutem mudanças nas tecnologias básicas da rede

    Aos 40 anos, a internet precisa se reinventar. Em 29 de outubro de 1969, foram conectados os laboratórios de computação da Escola de Engenharia e Ciência Aplicada da Universidade da Califórnia em Los Angeles (Ucla) e da SRI International, um instituto de pesquisas em Menlo Park, na Califórnia, na rede que viria a ser chamada de Arpanet, a precursora da rede mundial.

    Criada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, a Arpanet foi a primeira rede de pacotes do mundo. A rede telefônica convencional é uma rede de circuitos. Ou seja, os dois telefones que se falam são ligados por um circuito. As centrais fazem as vezes da telefonista que conectava os interlocutores com um fio. Na rede de pacotes, as mensagens são divididas em pequenos pacotes de dados, com o endereço, e a rede decide a cada momento qual é o melhor caminho para chegar ao seu destino.

    Essa estrutura básica da internet, que a torna resistente a problemas, dificulta algumas aplicações que estão se tornando importantes na rede mundial. A internet não foi pensada para ser móvel, para comunicações em tempo real (como televisão) e para a transferência de arquivos de grande tamanho. "Além de móvel, a internet precisa ser ubíqua", disse Tania Regina Tronco, pesquisadora do CPqD. Isso significa que todos os serviços precisam estar disponíveis ao usuário com a mesma qualidade, onde quer que ele esteja.

    Um evento realizado no mês passado em Campinas pelo CPqD, centro de pesquisa e desenvolvimento que pertencia à Telebrás, discutiu o futuro da internet. Tania apresentou o projeto Arquitetura de Rede para Comunicações Móveis sobre IP (Arcmip). O TCP/IP, sistema de endereçamento da internet, identifica os usuários com o local onde eles estão, o que pode ser um problema nas aplicações móveis.

    "É necessária uma nova infraestrutura, mas será muito difícil fazer com que seja adotada no mundo todo", afirmou Serge Fdida, professor da Université Pierre & Marie Curie. "Existe uma discussão se essa mudança precisa ser evolucionária ou se é preciso partir do zero, com uma nova internet e, depois, integrar as duas redes, como foi feito entre a internet e a rede de telefonia", explicou Tania.

    A evolução da internet, com seu aumento constante de capacidade, tem até implicações ambientais. Hiroaki Harai, do National Institute of Information and Communications Technology (Nict), identificou alguns desafios existentes no Japão. "Seguindo a tendência atual de crescimento de tráfego, a velocidade necessária chegará a 1 petabit por segundo (Pbps) em 2020", explicou Harai. "Cem roteadores (equipamentos de rede) nessa velocidade consomem a energia gerada por uma usina nuclear." Um Pbps equivale a um bilhão de megabits por segundo (Mbps), unidade mais comum para se medir a velocidade da internet hoje.

    O CPqD participa do projeto Giga, em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). Trata-se de uma rede experimental de alta velocidade, que está recebendo investimento de R$ 25,54 milhões em sua segunda fase, num período de três anos. Atualmente, a rede conecta 25 instituições e 70 laboratórios em Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, com velocidades de 10 gigabits por segundo (Gbps) no seu núcleo e 1 Gbps nos acessos. Um Gbps equivale a 1 mil Mbps. Na segunda fase, a capacidade no núcleo da rede poderá chegar a 40 Gbps e a 10 Gbps nos acessos.

    "Existe hoje um descompasso na internet brasileira", afirmou Alberto Paradisi, gerente do CPqD e coordenador-geral do projeto. "As pessoas precisam de uma capacidade maior do que é oferecida."

    Renato Cruz

    Fonte: O Estado de São Paulo


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    Segunda, 28 de Setembro de 2009 10:34

    A internet está "ossada", com dificuldades de gerenciamento, onde mais de 1 bilhão e meio de usuários no planeta interagem. Para complicar um pouco mais, a tendência mundial é de crescimento estrondoso de novas aplicações e novos usuários. Com infraestrutura criada na década de 1970, a rede atual poderá ter um colapso dentro de algumas décadas. Por isso, o grande desafio dos pesquisadores é um só: criar uma nova internet para o futuro.

    As utilizações cada vez maiores e diferenciadas na internet "engessam" a arquitetura original e o resultado revela uma rede cada vez mais difícil de escalar, monitorar e gerenciar. A comunidade científica e tecnológica no mundo já trabalha no desenvolvimento de soluções voltadas para a internet do futuro. As principais iniciativas internacionais e nacionais foram debatidas na semana passada no workshop Novas Arquiteturas para a internet do Futuro, no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), em Campinas.

    A pesquisadora Tania Regina Tronco, que coordenou o workshop pelo CPqD, disse que a ideia foi reunir a comunidade acadêmica e as instituições de pesquisa nacionais e internacionais para apresentar as diversas visões da rede IP do futuro e discutir as tendências tecnológicas para os próximos dez anos.

    Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, falou sobre virtualização de rede e as tecnologias que estão em teste para servir como soluções à futura internet. Duarte disse que os pesquisadores têm novos desafios para criação de uma nova internet nos próximos 20 anos. "Para garantir confiabilidade, a internet não poderá ter falhas e, caso tenha falhas, deverá ter recuperação muito rápida", afirmou. "Outros desafios deverão ser vencidos com relação à segurança na rede."

    Outro item é relativo à mobilidade. "Prover melhores serviços de mobilidade é necessário, pois a comunicação sem fio é crescente e já está ultrapassando a comunicação fixa. É preciso rever o gerenciamento da rede, uma vez que a escala já tem 1,5 bilhão de usuários e isso só tende a crescer."

    O pesquisador destacou também como desafio a melhoria na qualidade dos serviços. "Ninguém vai aceitar hoje uma nova rede sem fazer teste de escala", disse.

    Segundo Duarte, todas as ferramentas do passado não servirão para testar a internet do futuro. "Antigamente se fazia testes com três ou quatro máquinas ou com simulação em modelos simplificados. Agora, uma internet com um 1,5 bilhão de usuários, tornou todos os problemas com complexidades extraordinárias", afirmou.

    Espera-se que as soluções sejam propostas de forma paralela ao uso do atual modelo nos próximos quinze anos. "Nada vai ser resolvido em menos de cinco anos. A internet está ossada porque as aplicações mudaram de serviço. Quando foi criada, na década de 1970, a internet era utilizada apenas para envio de e-mail, transmissão de arquivos e acessar remotamente um computador", disse. "Atualmente, é feito televisão na internet, comunicação em tempo real e baixar filmes, entre tantas outras aplicações", disse.

    Duarte lembrou também que esses requisitos novos fizeram com que o modelo antigo apresente uma adaptação inadequada, mesmo sendo considerado um sucesso. "Foram 40 anos se adaptando às mudanças e, por isso, fazer uma nova internet melhor que a atual é um grande desafio", disse Duarte.

    O pesquisador explicou que, na parte de interface de rede, os estudos e a tecnologia para o uso de fibra óptica na internet estão bastante avançados. "Nos próximos anos, o Brasil poderá ter enlaces de até dez gigabits por segundo, coisa que há dez anos era impensável. As pesquisas em novas aplicações estão também avançando, principalmente as relacionadas a vídeo. Um exemplo é a computação em nuvens, que deverá revolucionar a forma de uso da internet", disse.

    Outros campos devem ser aprofundados. "Há necessidade, entretanto, de solucionar os nós no interior da rede para acessar, por exemplo, uma pessoa nos Estados Unidos. Um novo protocolo deve ser criado. É nesse aspecto que os pesquisadores devem focar os estudos, na substituição do protocolo atual, conhecido como TCP IP", explicou.

    Na Universidade Federal do Rio de Janeiro, por exemplo, há um estudo que propõe a criação de vários protocolos para solucionar diversos tipos de acesso, em substituição ao protocolo único que concentra tudo. "A proposta é ter várias redes ao mesmo tempo em um equipamento físico através da tecnologia de virtualização. Com isso, há um ganho de flexibilidade ao ter vários tipos de rede em um mesmo equipamento físico. Ao invés de ter várias redes com vários equipamentos físicos, a internet passa a ter várias redes virtuais em um equipamento só", afirmou.

    O pesquisador disse, por exemplo, que uma rede adaptada para voz sobre IP teria um protocolo diferente de uma rede que seria adaptada para outra tolerante a atrasos de conexões. "Essa tecnologia está sendo muito estuda. Há diversos problemas para serem solucionados, mas há um caminho a ser seguido", afirmou.

    SAIBA MAIS

    Promovido pelo próprio CPqD em parceria com o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Fotônica para Comunicações Ópticas (Fotonicom), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o evento contou com o apoio do Funttel, Ministério das Comunicações, Fapesp e do CNPq.

    CPqD estuda mudanças para nova rede mundial

    O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) iniciou estudos para o desenvolvimento de uma nova arquitetura para a internet com base nas características dos usuários brasileiros. Trata-se do projeto Arcmip - Network Architecture for Mobile Communication Over IP (Arquitetura de Rede para Comunicações Móveis sobre IP), que conta com o suporte do Fundo Nacional para o Desenvolvimento das Telecomunicações (Funtell), do Ministério das Comunicações.

    Tania Regina Tronco, pesquisadora do CPqD, disse que o projeto está na terceira fase e deverá iniciar a agenda efetiva de pesquisas na rede em 2010. "Nas duas primeiras fases foram realizadas aplicações e serviços para, depois, tentar refletir na infraestrutura de rede."

    Cenários

    A pesquisadora afirmou que foram identificados três cenários relevantes para a construção do futuro da internet. "Um cenário é o de serviços, voltado para as pessoas. A outra é a internet do conteúdo e a terceira é a internet dos objetos. Esses cenários foram desenhados e caracterizados. Foi classificado também o que é necessário fazer na rede para implementar", disse.

    A fase atual é de estudo e aprofundamento do que já existe de abordagens e desenvolvimento nessa área no mundo. A quarta fase será voltada aos itens relevantes de pesquisas para serem desenvolvidas no Brasil, que tem características específicas de uso da internet e conta com um parque tecnológico específico para fomentar a indústria nacional. Para isso, seria criada uma agência de pesquisas.

    Tania explicou que os estudos têm como base as características nacionais. "O Brasil tem hoje uma população continental e um mercado muito grande para expandir. Conta também com muitos serviços eletrônicos disponíveis, serviços que não são aplicados ainda em muitos países desenvolvidos, desde os sistemas utilizados em agências bancárias e sistema de loterias até o sistema de votação eleitoral. A ideia é explorar esse potencial e essa característica do País, principalmente no setor do desenvolvimento da indústria de softwares", disse. (GR/AAN)

    Centro desenvolve projeto de conexões de alta velocidade

    Espaço virtual experimental interliga 25 instituições e 70 laboratórios para experimentação de tecnologias e serviços de futura geração

    Com foco no desenvolvimento de tecnologias inovadoras para o futuro da internet, o CPqD, em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), realiza também o projeto de rede experimental de alta velocidade - Giga. Por meio de um convênio assinado com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o projeto receberá, na segunda etapa, um investimento de R$ 25,54 milhões para o suporte das atividades de pesquisa e desenvolvimento nos próximos três anos. "O objetivo é obter o reconhecimento mundial do Giga como um espaço avançado e amplo de experimentação de tecnologias de redes e serviços de futura geração", afirmou Alberto Paradisi, gerente de Tecnologias Ópticas do CPqD e coordenador-geral do projeto.

    Atualmente, a rede experimental do Giga interliga cerca de 25 instituições e 70 laboratórios, entre centros de pesquisa e desenvolvimento, universidades e operadoras de telecomunicações distribuídos no eixo Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.

    Na fase 2, a intenção é ampliar esse número, estabelecendo novas parcerias tanto com empresas quanto com universidades e institutos de ciência e tecnologia - e mesmo com outros projetos voltados para a busca de tecnologias para o futuro da internet. "A interligação com a Rede Ipê da RNP, por exemplo, aumentará significativamente a capilaridade da rede experimental no País, estendendo o alcance das atividades de pesquisa ao nível nacional", disse Paradisi.

    Ao mesmo tempo, será estabelecido o acesso às redes internacionais por meio da Southern Light, uma das Open Lightpath Exchanges (Goles) da Global Lambda Integrated Facility (Glif), localizada em São Paulo e operada pela RNP em conjunto com a Universidade de São Paulo (USP - projeto ANSP, da Fapesp).

    A Glif é uma organização virtual que tem o objetivo de prover a infraestrutura internacional para a interconexão entre as redes ópticas de todo o mundo. Tudo isso permitirá a participação de maior número de laboratórios na Rede Experimental do Giga e, ainda, o envolvimento de pesquisadores brasileiros em projetos internacionais de vanguarda.

    O Giga foi criado com objetivo de promover a inovação tecnológica por meio da pesquisa, do desenvolvimento, da experimentação e da validação de tecnologias de redes e de serviços voltados para aplicações de banda larga - baseadas em protocolo IP sobre infraestrutura de transporte óptico de pacotes e WDM (rede óptica de múltiplos comprimentos de onda). Atualmente, a rede experimental do Giga atinge velocidades de mais de 10 Gbps no núcleo e de 1 Gbps nos acessos.

    Na segunda fase, a meta é evoluir a rede de modo a aumentar sua flexibilidade no suporte a novos serviços e a alcançar taxas de transmissão mais elevadas. No núcleo, a velocidade deverá chegar a 40 Gbps por canal óptico, numa etapa intermediária do projeto, podendo atingir até 100 Gbps no final. Nos acessos, a intenção é oferecer taxas de transmissão de até 10 Gbps.

    Fonte: Gilson Rei - Correio Popular - 28/09/2009



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    Quinta, 24 de Setembro de 2009 12:36

    Workshop internacional, que termina hoje, reúne especialistas em arquiteturas de rede.

    Um trilhão de páginas indexadas no Google, 210 bilhões de e-mails diários e 8 bilhões de páginas acessadas em sites de redes sociais todos os dias. Números como esses servem para dar uma ideia do volume global de informações que circula pela Internet hoje em dia. E podem ajudar a entender porque a comunidade científica e tecnológica mundial está preocupada em desenvolver soluções voltadas para a Internet do futuro.

    Parte dos especialistas nesse assunto está reunida no CPqD, em Campinas, no workshop internacional Novas Arquiteturas para a Internet do Futuro, iniciado ontem - e que termina hoje. Promovido pelo próprio CPqD em parceria com o Fotonicom (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Fotônica para Comunicações Ópticas, da UNICAMP, o evento conta com o apoio do Funttel, Ministério das Comunicações, Fapesp e do CNPq.

    "A Internet é uma infraestrutura crucial para alcançar o desenvolvimento social, econômico e científico. Mas logo ela chegará aos seus limites de capacidade", disse Laerte Davi Cleto, da Secretaria de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, na abertura do workshop. Por isso, o governo brasileiro decidiu aplicar os recursos do Funttel (Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações) em projetos de pesquisa e desenvolvimento voltados para a Internet do futuro. Segundo Cleto, atualmente o Funttel vem suportando três projetos nessa área no país: ARCMIP, Giga e Horizon, desenvolvido em conjunto com a França.

    Novas arquiteturas

    Desenvolvido pelo CPqD, o projeto ARCMIP foi apresentado por sua coordenadora, a pesquisadora Tania Regina Tronco, na palestra Arquitetura de Rede para Comunicações Móveis sobre IP. "O objetivo é pesquisar novas arquiteturas e tecnologias disruptivas para a futura Internet, com foco em wireless, mobilidade e redes de sensores conectados", explicou. "A atual arquitetura da Internet está ossificada. A rede IP não suporta mobilidade, por exemplo", disse Tania.

    Iniciado no ano passado, o projeto ARCMIP hoje está na terceira fase. Na primeira, os pesquisadores do CPqD identificaram três cenários (aplicações) que deverão determinar a expansão da Internet: serviços com foco no usuário, conteúdo e objetos (sensores) conectados à rede. Na fase seguinte, foram levantados os requisitos de rede necessários para atender às demandas nesses cenários. Na terceira etapa, o desafio é mapear esses requisitos sobre as novas propostas de arquitetura da Internet. "Com este workshop, a ideia é conhecer e aprender com outras experiências e projetos internacionais", afirmou Tania.

    Já o professor Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), falou sobre o projeto Horizon, em sua palestra sobre Virtualização de Rede: da tecnologia em teste para uma solução para a futura Internet. "A intenção é desenvolver uma nova arquitetura de rede baseada em pluralismo (virtualização), com banco de dados distribuído e diferentes redes virtuais no mesmo roteador: redes IP, VoIP, com suporte a mobilidade, de sensores, etc.", disse. Participam do projeto, no lado brasileiro, a UFRJ, a UNICAMP e a PUC-Rio e, pela França, o Laboratoire d'Informatique de Paris6.

    Fonte: www.segs.com.br



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    Segunda, 21 de Setembro de 2009 10:21

    Redução de custos é um dos principais atrativos do uso da web para transmitir voz

    Usar a internet para fazer ligações telefônicas é cada vez mais comum. A tecnologia VoIP (Voz sobre IP - Internet Protocol) caiu nas graças do brasileiro, que vê na redução de custos o seu maior atrativo. É crescente o número de empresas que oferecem soluções em telefonia pela internet para uso corporativo e doméstico. A facilidade de utilização é outro atrativo. Para usar a telefonia VoIP basta ter uma conexão de internet banda larga. O usuário doméstico precisa apenas baixar um software, conectar um headset (microfone com fone de ouvido) ao computador e fazer ligações com a mesma qualidade da telefonia convencional.

    O pesquisador do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) Emílio Nakamura explica que a qualidade da ligação está diretamente ligada à qualidade da conexão. "Se você tiver uma boa conexão, a ligação será boa", comenta.

    O funcionamento do serviço também é simples. No sistema convencional, os aparelhos são conectados através de fios que os interligam às centrais telefônicas locais. Essas centrais são interligadas a outras, formando uma rede. E os usuários do sistema estão conectados por meio da interligação de diversas redes. Na telefonia via IP, os usuários se conectam por meio da internet.

    Hoje o internauta tem várias opções gratuitas para falar de computador para computador. Entre elas estão o Skype, Gtalk e o MSN Messenger. Esses aplicativos permitem que o usuário faça ligações para outras pessoas que também tenham instalado um software compatível, sem custo adicional além do pagamento da banda larga para a internet.

    O pesquisador do CPqD conta que existe ainda a opção de fazer ligações de computador para telefones fixos ou celulares. Nesse caso, a conexão sai do computador, passa pela internet e, através de um conversor de sinal, transforma os dados em voz e os encaminha para o número chamado da operadora de telefonia convencional.

    Nesse tipo de ligação o serviço é pago, mas as taxas são mais baixas. "As tarifas são em média 20% mais baratas", acrescenta.

    Nakamura conta que, além de permitir a conversa por meio de computadores, a tecnologia possibilita falar por meio da internet usando um aparelho de telefone convencional. "O interessante é que você pode conversar usando um telefone comum, é só comprar um equipamento que faz a conversão, conectá-lo ao telefone e à internet".

    O equipamento é um adaptador de telefone analógico (ATA) e para usá-lo é necessário contratar os serviços de uma empresa VoIP. Como na telefonia convencional, essas empresas fornecem planos pré ou pós-pagos, comenta o pesquisador. Uma das empresas que usam o serviço na região é a NET, que fornece banda larga e TV a cabo. O chamado NET Fone é ligado ao mesmo equipamento que liga a rede de cabos ao computador e à televisão.

    O pesquisador acrescenta que a tecnologia tem se mostrado uma boa opção para quem viaja muito.

    "Sempre que eu viajo, uso o computador para ligar para casa. É muito mais barato que ligação de hotel ou de celular", diz.

    Grandes companhias são antigos clientes do serviço

    Mobilidade e economia de recursos estão entre vantagens do VoIP

    As grandes empresas estão entre os usuários mais antigos da telefonia VoIP. A solução tem se mostrado uma alternativa interessante para companhias que têm filiais em vários estados e em outros países. O diretor-global para Comunicações Unificadas e diretor de TI para América Latina da Eaton, Jedey Miranda, comenta que a empresa adotou a tecnologia há dois anos, o que possibilitou uma economia de cerca de 70% nos gastos com telefonia no Brasil.

    "Conseguimos um ganho tremendo na redução dos custos. Todo tráfego interno tem custo zero. A gente só paga o que não for localizado na Eaton e, mesmo assim, com tarifa reduzida", comenta Miranda.

    A tecnologia permite, por exemplo, que um funcionário da multinacional seja localizado em qualquer lugar. Se alguém ligar para o ramal do escritório, a ligação pode ser transferida e a pessoa pode atendê-la por meio do computador.

    Uma nova solução que será insatalada na companhia permitirá não só atender ligações, mas conversar por meio de vídeo. "Além da economia, ganho em produtividade. Posso me reunir com funcionários do mundo todo. Posso trabalhar em casa como se estivesse no escritório", diz. (PA/AAN)

    Retorno do investimento ocorre em poucos meses

    Outro benefício é a abertura de um canal de negociação com operadoras convencionais

    A demanda pelo serviço de telefonia pela internet vem crescendo muito rapidamente nos últimos anos, afirma Marcelo Pucci, gerente de redes corporativas de uma empresa que fornece soluções coorporativas de telefonia IP. "Essa demanda é ainda maior em momentos de crise e recessão", comenta.

    Segundo o gerente, o maior atrativo continua sendo a redução de custos. "A telefonia VoIP é muito interessante para empresas que têm filiais, para reduzir o custo dos telefonemas entre elas", diz. Outro benefício para o grande usuário é a abertura de um canal de negociação com as operadoras de telefonia convencional.

    O surgimento da tecnologia forçou ainda as operadoras a rever seus custos e a negociar condições e planos. "Há mais concorrência e, nessa briga, o usuário acaba ganhando. Para as empresas é sempre um bom negócio", comenta o gerente.

    Pucci explica que a solução mais usada pelas empresas é a que funciona com um PABX IP. "O call manager é um equipamento que gerencia as ligações. Para usá-lo é preciso comprar telefones IP ou adaptadores", conta. O investimento costuma ser pago em pouco tempo e varia de acordo com a estrutura montada. "Em oito meses você paga o investimento", observa.

    Segundo Pucci, a tecnologia está tão disseminada que é difícil encontrar call center que não utilize a telefonia IP. "Você usa o mesmo cabo, a estrutura é mais barata e fácil de ser implantada", diz.

    A Informática de Municípios Associados S/A(IMA) fornece esse tipo de serviço para a central de atendimento do Procon, Disque-Saúde e de outros setores da Prefeitura de Campinas. A gerente de Atendimento ao Cidadão da IMA, Kátia Cereda, conta que toda rede de atendimento do é feita via VoIP.

    "As vantagens são que a conexão é rápida e o custo é menor", diz. Isso porque a central física fica no prédio da IMA. Quando um cidadão liga para o serviço, o telefonema é encaminhado para os atendentes do órgão específico. Usando a telefonia IP, a transferência da ligação não tem custo. "Isso reduziu os custos em pelo menos 50%", estima Kátia. (PA/AAN)

    Patrícia Azevedo

    Fonte: Correio Popular | AGÊNCIA ANHANGUERA



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    Sexta, 18 de Setembro de 2009 14:05

    O mercado brasileiro de telecomunicações viveu um período de esquizofrenia econômica nos últimos meses. Até meados de setembro de 2008, a pressão da demanda só aumentava em vários segmentos. A partir da crise deflagrada pela incúria da economia norte-americana, deu-se uma reversão de tendências e expectativas que provocou bruscas mudanças de estratégia de fornecedores e operadoras de telecom. Até que, no limiar do segundo trimestre de 2009, a curva deu sinais de que se inverteria e de novo as estratégias precisaram ser repensadas. É nesse cenário que os dirigentes das principais empresas do mercado tentam traçar as perspectivas para o final deste ano e para todo o próximo. Algumas das angústias e das apostas desses executivos estão expostas nas próximas páginas, num balanço informal do comportamento das empresas durante a crise e, o que interessa mais, no pós-crise.

    Os técnicos do CPqD desenvolvem software para as operadoras de telecomunicações há anos. A Telefónica é um dos clientes: usa o sistema de gestão de rede externa de telefonia no Brasil há sete anos e agora começou a instalar o sistema também no Chile e na Colômbia. Contudo, empresas de outros setores além do de telecom começaram a usar os sistemas desenvolvidos pelo CPqD. Agora, os técnicos desenvolvem software também para empresas de energia, finanças e governo. "Hoje há uma grande procura por soluções de controle de fraude e segurança", diz Hélio Graciosa. Segundo ele, por causa da experiência com as operadoras, os técnicos são especializados em correlação de eventos e identificação de riscos. "Ganhamos visibilidade na indústria financeira." No último congresso de tecnologia dos bancos, o Ciab, o CPqD recebeu um prémio por seu sistema de gestão de fraudes e eventos, que foi adaptado da área de telecomunicações para os bancos.

    Os técnicos do CPqD também adaptaram o sistema de tarifação e cobrança de telefonia para as concessionárias de energia elétrica. Na prática, diz Graciosa, eles aproveitaram 20% dos processos. As funcionalidades do software foram reutilizadas, e as regras comerciais do setor de energia são mais simples. "Mas a regulação é diferente." Agora eles também já têm demanda das concessionárias de saneamento. António Carlos Bordeaux, diretor de gestão de inovações, diz que no segundo semestre os técnicos estudam a tecnologia LTE, uma evolução da rede 3G. "Há seis anos, desenvolvemos experiência em WiMAX, o que nos facilita ver quais direções o LTE pode tomar no Brasil." O CPqD trabalha também no projeto Arcmip, da arquitetura de rede para comunicações móveis sobre IR.

    Fonte: JORNAL TELECOM



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    Quinta, 10 de Setembro de 2009 08:23

    A entidade, que faz parte do Universo CPqD, foi incluída no guia da revista Você S/A Exame

    O Instituto Atlântico, entidade civil sem fins lucrativos que faz parte do Universo CPqD, acaba de ser incluído no guia As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar, publicado anualmente pela revista Você S/A Exame, da Editora Abril. O ranking é resultado de uma extensa pesquisa sobre gestão de pessoas, que utiliza como base metodologia da Fundação Instituto de Administração (FIA) e leva em conta critérios em quatro categorias: estratégia e gestão, liderança, cidadania empresarial e políticas e práticas.

    "Esse resultado é gratificante e muito significativo para toda a organização. Ele representa o reconhecimento de um esforço que vem sendo feito desde a criação do Atlântico, em 2001", afirma Claudio Violato, presidente do Instituto e vice-presidente de Tecnologia do CPqD.

    "Houve um amadurecimento nas relações com os funcionários, a partir de iniciativas como a implantação do novo Plano de Cargos e Carreiras, horário flexível de trabalho e incentivos à pós-graduação ou cursos de idiomas", acrescenta José Eduardo Martins, superintendente do Instituto Atlântico. Segundo ele, o retorno às pesquisas de satisfação interna - que consolidam a voz dos colaboradores e alimentam as reuniões gerenciais de análise crítica realizadas periodicamente - é um dos principais fatores responsáveis pela inclusão do Atlântico no guia da Você S/A Exame.

    Com sede em Fortaleza e filiais em Sobral (CE) e na capital paulista - inaugurada neste ano -, o Instituto Atlântico possui atualmente 270 colaboradores. Seu objetivo é fornecer soluções científicas e tecnológicas, nas áreas de Telecomunicações e Tecnologia da Informação. Para isso, conta com um quadro de colaboradores altamente qualificado: mais de 80% possuem formação superior - dos quais 20% têm mestrado ou especialização.



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    Sexta, 04 de Setembro de 2009 09:45

    A acessibilidade nos hotéis tem sido tema constante no setor turístico, porém são poucos os estabelecimentos de hospedagem adaptados a pessoas com necessidades especiais. Por este motivo a Koller está participando pela primeira vez da Nova Equipotel com o objetivo de divulgar junto aos meios de hospedagem no Brasil a necessidade de se adaptarem para receberem hóspedes surdos ou com deficiência auditivos.

    A empresa destaca para a Feira os Telefones para Surdos - os únicos desenvolvidos e fabricados no Brasil. Com alta tecnologia agregada, através da parceria com o CPqD (maior centro de tecnologia em telefonia no Brasil), o equipamento tem design moderno e painel resistente a vandalismos. Outro destaque é a central de atendimento aos deficientes auditivos dirigida a empresas, hotéis ou call centers que possuem serviço de SAC ou outros do gênero e pretendem atender o cliente com estas necessidades. A Central de Atendimento ao Surdo - CAS - possibilita a comunicação direta dos hotéis com os hóspedes surdos e deficientes auditivos, permitindo que realizem suas reservas ou adquiram informações sem precisar de um ouvinte para auxiliá-los.

    Outro destaque é a nova linha de sinalizadores para os deficientes auditivos, que vem com design inovador e tecnologia avançada, onde a sinalização é feita via rede elétrica ou por um sistema de rádio-frequência (wireless). No estande serão realizados testes com os telefones a quem desejar conhecer o funcionamento dos mesmos, assim como da Central de Atendimento aos Surdos.

    A Nova Equipotel 2009, a maior feira de hotelaria e gastronomia da América Latina e uma das cinco mais expressivas do mundo, deve receber 50 mil visitantes no período de 14 e 17 de setembro de 2009, no Pavilhão de Exposição do Anhembi, em São Paulo.

    A 47ª edição da Feira engloba cerca de 60 setores da economia e traz ainda seis eventos simultâneos: 3º Equip Food&Drinks e sua Arena Gastronômica, 18º Equip Design, 4º Equip Spa&Wellness, 4º Equip Conference e a 4ª Rodada de Negócios Equipotel.

    Koller - Estande - Rua K - 92

    Al. Santo Amaro, 652 - Santo Amaro - São Paulo - SP

    Tel.: (11) 2117-86681) 2117-8668

    Site: www.koller.com.br/novosite/

     

    Nova Equipotel 2009

    Data: de 14 a 17 de setembro de 2009

    Horário: das 13h às 21h (acesso até as 20h)

    Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi - São Paulo/SP

    Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1209

     

    Mais informações, acesse www.novaequipotel.com.br

    O credenciamento de profissionais e de grupos de estudantes via site se encerra às 18 horas do dia 11/09/2009.

    Autoria é : Dayan Chiodo - SEGS Portal Nacional



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    Quarta, 02 de Setembro de 2009 17:11

    O mais importante é saber, de antemão, para que vai servir uma cidade digital. Depois, é preciso incorporar a comunidade ao projeto, para que ela se aproprie da tecnologia. Finalmente, há que avaliar os resultados: deu certo? Pode melhorar?

    Uma infraestrutura de última geração e uma conexão sem-fio para uso livre da Internet não fazem uma cidade digital. Especialistas no assunto insistem em que o estímulo ao desenvolvimento econômico e social da comunidade, por meio das novas tecnologias, e a qualidade dos serviços públicos prestados aos cidadãos, aumentando a eficiência da gestão administrativa local, são mais importantes do que a infraestrutura usada na implantação de um projeto de cidade digital. Em outras palavras: mais do que recursos tecnológicos, é preciso saber claramente para quê será usada toda essa tecnologia. "O problema de muitos programas no Brasil é o foco concentrado na construção das redes e não na função delas", avalia o consultor e pesquisador da diretoria de Tecnologia e Serviços do CPqD, Marcos de Carvalho Marques. "Há muita ênfase na rede de comunicação, mas o verdadeiro desafio está no provimento do serviço - a rede é o meio e não o fim."

    Até por se tratar de um tema recente na administração pública nacional, existe no Brasil uma variedade de projetos que podem ser classificados como cidades digitais, mas que estão em diferentes níveis de evolução. E há muitos casos de experiências tão incipientes, que não podem sequer ser encaixadas na definição de cidade digital. "Esse conceito não é muito claro e é muito amplo", pondera o diretor de Informática da Secretaria de Governo e Planejamento de Sorocaba (SP), Umberto Nanini. "Parece haver um entendimento de que simplesmente oferecer internet no meio da praça signifique ter uma cidade digital." Sorocaba, terceira maior cidade do interior paulista, implantou em 2005 o seu programa de cidade digital.

    A maioria das cidades destacadas nesta edição obedecem aos seguintes critérios: acesso livre e gratuito à internet para a população (seja em telecentros, seja no meio da praça); serviços públicos disponíveis on/ine para os cidadãos; e existência de uma rede de conexão entre os órgãos públicos municipais, para aumentar a eficiência administrativa. Outras cidades do guia, que ainda não atendem plenamente a esses critérios, têm pelo menos algum planejamento nessa direção. Segundo Marques, do CpqD, as cidades digitais podem ser classificadas em seis níveis do que chama de "urbanização digital", levando-se em conta aspectos sociais e tecnológicos. Para serem incluídas em cada nível, devem observar, por exemplo, o grau de conectividade e a disponibilidade e uso de serviços eletrônicos públicos e privados no município. As seis categorias são estas: acesso básico; telecentros; serviços eletrônicos; cidade digital pré-integrada; cidade digital integrada; e cidade digital plena. No nível mais baixo da urbanização digital entram as cidades com limitações de pontos de acesso e de banda de transmissão, sem provedores locais de acesso à internet. No nível seguinte, existe o acesso público à internet pelos telecentros, mas há limitação de número das unidades e de banda (acesso e backbone). Já o nível máximo corresponde à digitalização plena do município, com cobertura total de acesso público e individual, sem limitação de banda, com serviços públicos e privados integrados em um único ambiente virtual.

    O coordenador de Cidades Digitais da Universidade Federal Fluminense (UFF), Franklin Dias Coelho, que supervisiona o programa Piraí Digital e a implantação de projetos de outros municípios, também condena os modismos em torno do tema e reforça a posição de que não basta instalar equipamentos para se ter uma cidade digital. "Como se alguns hotspots pudessem inserir uma comunidade na sociedade do conhecimento", ironiza. Para se chegar a esse objetivo, o primeiro passo para os gestores públicos é trabalhar a questão da inclusão digital no plano diretor do município. De acordo com Coelho, é preciso analisar como aquela cidade trabalha os conceitos de comunicação e informação e, assim, descobrir soluções para potencializar essas áreas. "É preciso pensar em processos sociais e econômicos que incorporam novas tecnologias", afirma. Para isso, acrescenta, é preciso mobilizar a comunidade. É preciso trabalhar com a questão da educação, sensibilizando professores e alunos para o uso das novas tecnologias como ferramenta pedagógica - papel que cabe ao gestor público. Nesse novo contexto da tecnologia da informação, avalia Coelho, há uma mudança de papéis dos personagens: ambos - o Estado e a comunidade - tornam-se autores e tutores.

    Marques, do CPqD, dá outro conselho para a implantação de um projeto: "Deve-se identificar os níveis de cidade digital e de inclusão digital em que a cidade se encontra para fazer o planejamento e para que possa ser construído um projeto que terá um resultado maior". Os gestores públicos devem, de acordo com ele, ficar atentos às oportunidades e desafios que surgem com a construção das redes digitais. Uma dessas oportunidades é a modernização da administração pública com a aplicação das novas ferramentas.

    O pesquisador do CPqD toca num outro ponto, que segundo ele, não tem recebido a atenção devida nem em estudos internacionais e que é relevante na realidade brasileira: o baixo letramento da população. Para Marques, este é um grave impedimento para a inclusão digital no Brasil, onde é elevado o número de analfabetos e de analfabetos funcionais (ou seja, que conhecem as letras e podem compreender frases simples ou reconhecer o próprio nome escrito, mas que, a rigor, não sabem ler e escrever). "A barreira da inclusão digital não é só econômica, mas também social e psicológica", diz ele, já que muita gente não tem um sentimento de pertença a iniciativas envolvendo tecnologia. Um dos grandes desafios, para ele, será desenvolver iniciativas capazes de incorporar esse contingente nas políticas públicas de inclusão digital - ou seja, promover uma apropriação da tecnologia pela comunidade.

    Outra questão que não está sendo contemplada plenamente, na opinião do pesquisador, é a medição dos resultados alcançados pelos projetos de cidades digitais: "Num cenário ideal, deveríamos ter ferramentas para medir o impacto de projetos de cidade digital, até porque esses projetos implicam, muitas vezes, grandes investimentos".

    Por: Igor Giannasi

    Fonte: WIRELESS MUNDI



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    Segunda, 31 de Agosto de 2009 16:50
    A Costa Rica é um país com uma natureza exuberante e algumas peculiaridades. Com larga tradição democrática, apresenta o maior IDH da América Central, não possui exército e seu presidente, Óscar Arias Sánchez, foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz em 1987 pelo esforço e papel de destaque na mediação das guerras civis na Nicarágua e em El Salvador. Em razão desse histórico, foi escolhido recentemente como mediador para a atual crise política de Honduras.

    Outra peculiaridade é o setor de telecomunicações. A Costa Rica é um dos poucos países da América Latina que somente agora iniciou o processo de abertura do setor de telecomunicações. Até o presente momento é monopólio do Estado, sendo os serviços prestados pelo Instituto Costarricense de Electricidad - ICE, empresa estatal responsável pelo prestação dos serviços de eletricidade e telecomunicações do país.

    Na telefonia fixa os números são interessantes. A empresa possui cerca de um milhão de terminais em serviço. Considerando que o país possui 4,5 milhões de habitantes e 1,24 milhão de domicílios, isso resulta em 22,2 linhas para cada 100 habitantes e 80 terminais para cada 100 domicílios;números superiores aos do Brasil.

    Quando observamos o serviço móvel, a realidade é bastante diferente da do Brasil e de outros países da América Latina. A empresa possui 1,5 milhão de terminais móveis que utilizam as tecnologias TDMA e GSM 2,5 G. As tarifas de público são baixas e, embora ainda não exista a modalidade pré-paga, deverá estar disponível em um curtíssimo prazo.

    O acesso banda larga fixo é ofertado pelo ICE e pela Racsa, empresa pertencente ao grupo ICE. Considerando-se essas duas empresas, no final de 2008 eram ofertados 176 mil acessos fixos, com uma densidade inferior a 4%. Diante desses números, os analistas de mercado consideram que exista no país uma significativa demanda reprimida para o serviço móvel e para o acesso banda larga.

    Mas essa realidade vai mudar no curto prazo. Em meados de 2008 foi aprovada a "Ley General de Telecomunicaciones" (LGT), que estabelece a abertura do mercado para a exploração dos serviços móveis e de dados, inclusive o de acesso banda larga à Internet. O ICE continuará estatal e manterá o monopólio da telefonia fixa, por cuja universalização a empresa continuará a responder. E a despeito desse iminente cenário de competição, o ICE continuará explorando os serviços móveis e de acesso banda larga.

    A nova lei também instituiu a "Superintendência de Telecomunicaciones de Costa Rica" (Sutel), ligada a "Autoridad Reguladora de los Servicios Públicos" (ARESEP), e que foi encarregada de regular, supervisionar e controlar as telecomunicações do país. .

    Após a aprovação da lei, a Sutel colocou em consulta pública e já aprovou vários regulamentos para promover, no curto prazo, a abertura desses mercados. Entre estes regulamentos, destacam-se o "Reglamento de Acceso y Interconexión" e o "Reglamento para la Fijación de las Bases y Condiciones para Fijación de Precios y Tarifas". Ambos estabelecem regras rígidas para o ICE, adotando, portanto, um regime de assimetria regulatória a favor dos entrantes. Em contrapartida, foi aprovada uma lei de fortalecimento do ICE, a fim de tornar a empresa mais flexível e dinâmica para enfrentar a forte concorrência nesses mercados.

    Desagregação

    O regulamento de Acesso e Interconexão prevê a oferta de um amplo portfólio de serviços regulados por custos, e detalha as regras para a elaboração do documento de oferta de interconexão e acesso (OIR). Entre os serviços previstos está a desagregação da rede de acesso.

    O regulamento de preços e tarifas prevê a utilização de um modelo de custos para o estabelecimento de preços e dos valores de tarifas para todos os serviços nos quais não são identificadas condições de concorrência, como, por exemplo, a telefonia fixa tradicional. Prevê-se então a utilização de um modelo de custos de serviços ofertados para o público, diferentemente das práticas internacionais, as quais geralmente aplicam modelos de custos para serviços de uso industrial.

    Outra questão que difere das práticas internacionais é a composição de custos dos serviços, a qual utiliza um conceito de custos médios totais calculados a partir da soma dos custos incrementais de longo prazo e de todos os custos comuns.

    Suporte do CPqD

    Desde fevereiro de 2008 o CPqD tem trabalhado no suporte aos negócios de interconexão do ICE, com o objetivo de preparar a empresa para essa transição. Num primeiro projeto, finalizado em março de 2009, desenvolveu-se uma modelagem para determinação dos custos dos serviços de interconexão e acesso. A abordagem adotada foi a "top down" para bases de dados de custos históricos (HCA - Historic Cost Accounting) e atualizados (CCA - Current Cost Accounting). O projeto contemplou também uma capacitação em custos de telecomunicações e um estudo emergencial utilizando a ferramenta de análise COSITU, desenvolvida pelo ITU.

    Além de se preparar para atender as exigências da Sutel, o ICE já utiliza o modelo de custos desenvolvido pelo CPqD para apoiar a sua gestão estratégica, auxiliando, por exemplo, os seus executivos no processo de realinhamento tarifário. Tal atividade é de extrema importância para garantir a saúde econômico-financeira da empresa no período pós-abertura de mercado.

    Outro trabalho realizado pelo CPqD para o ICE no primeiro semestre foi a elaboração da OIR, documento de oferta de interconexão dos serviços de interconexão e acesso. Para isso, foi necessário definir: (i) o modelo de negócios de interconexão e acesso, (ii) o portfólio de serviços e (iii) os respectivos preços e tarifas a serem cobrados. O que chama a atenção é a elevada quantidade de serviços de interconexão e acesso a serem ofertados para atender as exigências da Sutel. São 21 serviços de oferta obrigatória e 9 adicionais, ofertados por liberalidade do ICE.

    Portanto, com a OIR finalizada o ICE deu um importante passo para realizar a interconexão com seus potenciais concorrentes. E estes estão se movimentando, acompanhando de perto o processo de abertura. Entre eles destacam-se a America Movil, a Telefonica Centroamerica, a Cable & Wireless e a Digicel, que participaram das audiências relacionadas com as consultas públicas sobre os regulamentos. Existe uma grande expectativa do mercado por novos investimentos e pelo atendimento da demanda de telefonia móvel e de banda larga. Os prestadores de serviços móveis calculam uma demanda reprimida de 450 a 750 mil usuários. Mercado nada desprezível quando comparado a outros da região. E já foi dada a largada para disputá-lo.

    Fonte: Tele.Sintese

    Por: José Reynaldo Formigoni Filho é Gerente Técnico da Gerência de Estratégia e Planejamento de Serviços do CPqD. É engenheiro eletricista e mestre em engenharia de sistemas pela FEEC/UNICAMP.



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    Segunda, 31 de Agosto de 2009 14:59

    O CPqD é a 71a empresa no ranking das 200 Maiores Empresas de TI, segundo o Anuário Informática Hoje. A organização subiu nove posições desde a última edição, em 2008, quando figurava em 82o lugar.

    Organizado pela Plano Editorial há 24 anos, o Anuário Informática Hoje é o único Anuário que traz a análise concreta do setor, com um estudo minuncioso do desempenho econômico-financeiro baseado nos balanços das empresas e tendo a Fundação Getúlio Vargas, como colaboradora. A publicação oferece informações seguras e confiáveis ao Mercado e se constitui de importante fonte de consulta do segmento de TI.



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    Segunda, 31 de Agosto de 2009 10:50

    Todos os anos, o mês de agosto é época de relembrar a passagem de mais um aniversário de criação do CPqD, que em 2009 completa 33 anos.

    O compromisso com a inovação está em seu DNA - não só porque, como um centro de pesquisa e desenvolvimento, tem a inovação imbuída em sua essência, mas também porque há muito já ficou evidente que a autonomia tecnológica é o fator que pode assegurar a competitividade da indústria nacional.

    Para que um país seja grande, é necessário que a roda da inovação - pesquisa-desenvolvimento-mercado - gire cada vez mais e que sua capacidade de transformar conhecimento em riqueza gere benefícios para toda a sociedade.

    O CPqD, com a criatividade de seus especialistas e com seu ambiente propício à inovação, contribui para que a roda gire sem parar.



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    Segunda, 31 de Agosto de 2009 00:00

    O 6º Wireless Mundi reúne amanhã representantes dos governos federal, estaduais , municipais e indústria de tecnologia da informação e comunicação (TIC) para debater as aplicações sociais com o apoio da tecnologia sem-fio. O painel começa às 9 horas com a participação do secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins e de Carlos Renato Lisboa Francês, presidente da Prodepa - Empresa de Processamento de Dados do Estado do Pará.

    Responsáveis pelos programas de Cidades Digitais em algumas regiões do país também estarão presentes: Roberto Nanini, diretor de Tecnologia da Informação de Sorocaba (SP); Bruno Moura, coordenador de TI de Camaçari (BA), e Daniel Bocalão Jr, da Companhia de Informática de Jundiaí (SP), são alguns dos painelistas.

    Entre os comentaristas, André Kulsczyn, presidente da Procempa e Juliano Dall'Antonia, diretor de inclusão do CPqD. Victor Murad Filho, vice-presidente executivo da ABEP (Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação) irá proferir palestra sobre celular e governo eletrônico.

    No período da tarde, experiências na América Latina, o uso de novas tecnologias e os passos para a implantação de cidade digital estarão presentes . Na mesa, André Almeida, diretor de estratégia da associação GSM, Eduardo Oliveira, da D-Link, e Leonardo Mendes, da Unicamp.

    Fonte: Tele.Síntese



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    Segunda, 17 de Agosto de 2009 10:06

    Após quatro anos de pesquisa e desenvolvimento e um investimento tangível de mais de R$ 4 milhões, o CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações), a JOSAPHAT Engenharia de Telecomunicações e a LOGICTEL, empresa multi-serviços pertencente ao Grupo JHG Telecom, anunciam oficialmente hoje ao mercado nacional o lançamento da Solução de Qualificação Inteligente de Redes xDSL, com base na Metodologia SEM.

    Resultado de um acordo técnico-mercadológico entre as organizações, a nova plataforma tecnológica é 100% brasileira e inédita no mercado global. Inovadora, a solução passa a ser ofertada como um serviço às operadoras de telecomunicações e entrantes em toda a América Latina, para acelerar o processo de modernização da infraestrutura das redes metálicas externas (xDSL) de forma a ampliar a qualidade e a segurança dos serviços já ofertados aos usuários finais, promover a fidelização e abrir novas possibilidades de receita com os novos serviços convergentes (telefonia, voz e vídeo sobre IP, internet banda larga, TV por assinatura, vídeo sob demanda e outros - Triple, Quadruple e Quintuple Play).

    "O mundo das Telecomunicações passa por profundas transformações tecnológicas, evidenciadas por uma avalanche de novas tecnologias de banda larga, que passam a ser oferecidas a cada dia e que geram novas oportunidades de negócios", diz Sebastião Sahão Júnior, diretor de Tecnologia de Laboratórios e Infraestrutura de Redes do CPqD.

    Mercado

    Hoje, o Brasil é considerado um país "pobre" em banda larga. Apesar de ocupar a 13ª posição no ranking mundial de banda larga, com 10 milhões de acessos, sendo 64% desses por meio das redes metálicas xDSL, somente 10% dessas redes externas são ocupadas para o tráfego de informações em alta velocidade, enquanto que outros países da América Latina ocupam entre 30 a 50% para o mesmo fim. Já a Coréia do Sul ocupa 100% das redes xDSL para acesso em banda larga e o Japão, 80%. Ou seja: o Brasil tem um enorme potencial. "É consenso geral que a solução dessa questão reside na oferta de novos produtos e serviços que requerem basicamente disponibilidade de banda passante, possibilidade de evolução e custos compatíveis com a capacidade de pagamento dos consumidores", observa Sahão.

    Atualmente, as redes xDSL (terminologia genérica utilizada para representar todas as tecnologias DSL - Digital Subscriber Line que representam uma família de técnicas de transmissão digital) atendem a esses requisitos e podem proporcionar serviços de alta velocidade na rede metálica de acesso já existente, garantindo menores investimentos pelas operadoras pelo aproveitamento de um legado que vem dos tempos da Telebras. As redes xDSL vivem uma onda de expansão em todo o mundo, com taxas de crescimento exponencial devido ao seu custo de instalação estar bem abaixo de outras tecnologias de mercado, como as fibras ópticas, por exemplo. Desta forma, o grande desafio para as operadoras, do ponto de vista técnico, reside na solução da questão do acesso, ou seja, em como permitir que cada vez mais clientes tenham acesso às tecnologias de banda larga.

    As tecnologias xDSL têm contribuído decisivamente para a difusão de serviços em banda larga no Brasil. Com taxa de crescimento superior a 75% ao ano, provocam significativa competitividade entre as empresas operadoras fixas tradicionais para oferta dos serviços convergentes, já que 64% dos usuários de banda larga no Brasil são atendidos via redes de acesso metálico. "O potencial das redes xDSL é grande e a avaliação desse potencial por meio da solução que estamos lançando possibilita que as operadoras tomem ações práticas e promovam melhorias em suas redes, mantenham seus clientes e conquistem novos usuários, que passam a ter acesso a serviços cada vez mais confiáveis e com alta qualidade (QoS) garantida", conclui Hélio Salles, diretor de Mercado de Telecomunicações do CPqD.

    Modelo de Negócios

    Na parceria entre as empresas, a JOSAPHAT é a desenvolvedora dos equipamentos (Módulos Máster e Remoto) e do Sistema Integrado / metodologia determinística para testes de redes metálicas. O CPqD é o responsável pela Modelagem e Pós-Processamento dos Dados e a LOGICTEL pela Prestação de Serviços em Campo. "A partir de hoje iniciamos o processo de divulgação e comercialização desta solução, que passa a ser ofertada como um serviço para Qualificação Inteligente de Redes Metálicas para Tráfego de Dados através de medições na transmissão de dados. Isto possibilita avaliar todos os parâmetros e efeitos sofridos no meio, bem como, as interferências ocorridas entre os pares de um mesmo cabo metálico em qualquer tecnologia da família xDSL, desde o ADSL até VDSL2, por exemplo", informa Hélcio Binelli, vice-presidente Comercial da Logictel.

    Neste momento, as organizações pretendem atuar no mercado brasileiro. A solução já foi testada por em duas operadoras no país e também no Chile. O processo de internacionalização, que visa atender aos mercados da América Latina deve ter início até o final deste ano.

    Por Eduardo Mustafa
    Fonte: Corpbusiness & Inter IT



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    Sexta, 14 de Agosto de 2009 10:19
    Objetivo é que o sistema permita detectar esse tipo de desgaste a distância

     

    Um projeto desenvolvido pelo Centro de Pesquisas e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), em Campinas, pode significar, em alguns anos, um grande avanço econômico para a indústria aeronáutica, por facilitar a identificação e o controle de corrosões nas estruturas dos aviões, responsáveis atualmente pela maioria das horas de manutenção. Em fase inicial de desenvolvimento, a pesquisa prevê a descoberta de um sistema que permita, remotamente, a detecção desse tipo de desgaste.

    Quando concretizado, o projeto será uma solução para um problema recorrente em todo o mundo. Atualmente, sem nenhum sistema capaz de fazer essa inspeção, toda a verificação de corrosão é feita visualmente por técnicos, que precisam desmontar partes da aeronave, única maneira de conseguir chegar a componentes de difícil acesso e bastante sujeitos à corrosão, como o tanque de combustível, que fica dentro da asa do avião.

    Em situações normais, a cada 5 mil horas, a companhia aérea precisa parar seus aviões por períodos que chegam a cinco dias, apenas para verificar a situação das estruturas metálicas. Geralmente, são desmontadas partes dos banheiros, do trem de pouso, cozinha e porão de carga, áreas com maior índice de problemas. O carpete dos corredores também é retirado, para verificar se a estrutura metálica do piso não foi danificada, uma vez que alimentos e bebidas derramados pelos passageiros podem levar a danos. No caso dos aviões cargueiros, dependendo do tipo de componente que transportam, a inspeção deve ser feita em períodos ainda menores. A corrosão nos aviões é bastante comum, não só pelas substâncias que entram em contato com as estruturas metálicas, mas também pelas variações de temperatura que a aeronave enfrenta.

    O projeto do CPqD, encomendado pela Embraer e financiado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), é coordenado pela química Maria do Rosário Fabeni Hurtado. De acordo com ela, a pesquisa prevê a criação de uma rede de sensores que, instalados em pontos estratégicos da aeronave, identificariam os pontos de corrosão e os transmitiriam a uma central, diretamente ligada à assistência técnica. "Um dos desafios tecnológicos que enfrentamos é encontrar os materiais e as tecnologias que possam ser utilizados nas aeronaves, sem oferecer nenhum risco e que passem em todas as certificações de segurança e qualidade", diz a pesquisadora.

    Técnicas

    O gerente de inovação da Diretoria de Laboratórios e Infraestrutura de Redes do CPqD, Luiz Carlos Neves, explica que, para o desenvolvimento dessa tecnologia, foram selecionadas e serão estudadas quatro técnicas e, a partir delas, uma ou duas deverão servir de base para a criação do protótipo. Como o projeto está em fase inicial, ainda não se sabe a quantidade de sensores que será necessária instalar em cada aeronave, nem qual a área que cada um deles conseguirá monitorar.

    Uma das possibilidades que estão sendo analisadas é a utilização da fibra ótica, uma vez que, com esse sistema, um sensor conseguiria inspecionar uma grande área. Apesar da previsão de que as pesquisas para a realização do primeiro protótipo estarão prontas em 2011, a utilização do novo sistema deve demorar quase uma década para ser concretizada. "Pela experiência, antes de cinco ou seis anos de testes, não deve sair nenhuma certificação. E é provável que, quando o sistema for implantado, ocorra uma diminuição gradual das inspeções visuais das corrosões da aeronave, até que tudo fique a cargo dos sensores", afirmou Neves.

    O NÚMERO

    13 PESQUISADORES
    Do CPqD nas áreas de hardware, software, sensoriamento e corrosão trabalham no projeto

    Tecnologia pode ser um diferencial para o mercado

    A criação de um sensor para monitorar remotamente as corrosões em aviões pode se tornar um diferencial para o mercado de aeronaves. "Os fabricantes que tiverem esse sistema terão algo a mais para oferecer às operadoras aéreas. Essa será uma vantagem competitiva, porque o custo da manutenção será menor", explicou a pesquisadora Maria do Rosário Fabeni Hurtado. No caso dos boeings e dos airbus, por exemplo, 70% do custo de inspeção da aeronave, hoje, dizem respeito à avaliação dos pontos com corrosões. "Por esse motivo, a criação de um sistema capaz de reduzir os custos é um desafio mundial", afirmou a pesquisadora. Com a tecnologia que está em estudo, o tempo para o desmonte das peças desaparece e só será feito se houver a necessidade de consertos. Apesar de o sistema de monitoramento ficar o tempo todo instalado na aeronave, ele só é acionado em terra. "Não há a necessidade de um sistema que faça essa inspeção em pleno voo, pois o período não é suficiente para que haja uma corrosão que traga problemas. Se fosse necessário criar um sistema que operasse no ar, as exigências seriam ainda maiores, teríamos muito mais dificuldade, pois seria preciso avaliar se não haveria interferências na comunicação e na segurança", afirmou Maria do Rosário. (FO/AAN)

    Por Fabiano Ormaneze
    DA AGÊNCIA ANHANGUERA

    Fonte: Correio Popular - Cenário XXI



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    Sexta, 14 de Agosto de 2009 00:00
    A cidade de Campinas representa um dos principais polos de tecnologia do Brasil, gera milhares de empregos e milhões de reais em lucro para as empresas. É este o modelo procurado por Ponta Grossa, que está prestes a implantar seu próprio Parque Tecnológico, em parceria com as universidades, governo e mercado. Desde quinta-feira uma comitiva de ponta-grossenses está em Campinas para colher experiências e importar boas ideias já experimentadas pela cidade.

    O polo tecnológico da cidade se desenvolveu especialmente a partir da pesquisa de ponta e da mão-de-obra qualificada na Universidade de Campinas (Unicamp). Principal indutora desse polo, a universidade reuniu em torno de si dezenas de indústrias de base tecnológica, que fazem hoje da cidade o modelo procurado por Ponta Grossa.

    "Ficou bem caracterizada a importância dessa participação das universidades com as empresas e o poder público. Em vários dos locais que visitamos, vimos essa importância", caracteriza João Carlos Gomes, reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). João Carlos acredita que Ponta Grossa, especialmente pelos cursos de engenharia da UEPG e da UTFPR, torna-se um local apropriado receber investimentos em tecnologia. "É importante que sigamos esse caminho, dialogando com o empresariado. Vamos pensar juntos para encontrar o melhor formato. Não há como pensar no Parque sem o poder público, sem a iniciativa privada e sem os investimentos em ciência e tecnologia através dos institutos de pesquisa.

    Nos diversos centros de pesquisa localizados em Campinas é visível a parceria entre governo, mercado e universidade nesse processo. Cada uma mantém instituições específicas de fomento a atividades de tecnologia. Enquanto o Município mantém, por exemplo, o Parque Tecnológico e, dentro dele, a Companhia de Desenvolvimento do Polo de Alta Tecnologia de Campinas (Ciatec), o Estado mantém a Universidade de Campinas (Unicamp) e a iniciativa privada investe no Centro de Pesquisas em Telecomunicações ( CPqD), através da Embratel.

    As universidades atuam em parceria com esses segmentos, incentivando o empreendedorismo e fornecendo subsídios para que as empresas possam crescer e caminhar com as próprias pernas. Para Claudio Aparecido Violato, vice-presidente de Tecnologia do CPqD, "a economia do futuro é baseada no conhecimento de base tecnológica. A inovação não se dá em nenhum laboratório, se dá no mercado. E enquanto esse conhecimento não for incorporado pela sociedade, não haverá inovação ou conhecimento".

    Conforme Violato, a relação entre mercado, universidade e governos é "importante e complexa". "Deve-se estabelecer mecanismos de diálogo entre esses setores", diz. Para Cláudio, é necessário haver sinergia entre todos os integrantes dessa cadeia. Somente se estiverem em busca do mesmo objetivo a parceria irá funcionar. "É preciso que um compreenda os problemas do outro", afirma.

    Empresas ganham vida dentro da incubadora

    A Prefeitura de Campinas mantém em funcionamento a Companhia de Desenvolvimento do Polo de Alta Tecnologia de Campinas (Ciatec), que gere o Parque Tecnológico onde estão hoje incubadas 28 empresas. A incubação é um processo em que as empresas dispõem de diversos tipos de assessoria, para que possam de dedicar de forma mais direta ao desenvolvimento das tecnologias.

    A Zkitta - fábrica de softwares - é um exemplo de empresa que cresce dentro da incubadora instalada pela Ciatec. Corria o ano de 2005 e a empresa tinha alguns meses quando se mudou para a Ciatec, onde passou a contar com assessoria jurídica, de marketing, empresarial, entre outras. A empresa começou produzindo softwares para o controle das atividades do setor agropecuário. Depois disso, surgiram mais alternativas de mercado e a procura por softwares aumentou, o que fez a Zkitta ampliar o atendimento para diversos ramos de atividade, inclusive para o mercado financeiro.

    "Estar aqui é muito importante. Passar por um Parque Tecnológico gera pontos no currículo. Significa que você já esteve ambientado em um local reconhecido. O mercado já sabe que o seu projeto foi visto com bons olhos", conta Péricles Sales Durães, programador.

    "É importante não só pelo apoio físico, mas também de serviços, estrutura, apoio e acompanhamento de marketing e negócios", diz. A incubadora já registrou, em doze anos de atividades, um total de 40 patentes surgidas através de pesquisas dentro da instituição. "O retorno vem depois, em forma de empregos e arrecadação de ISS (Imposto sobre Serviços), aponta Décio Sirbone Júnior, diretor da Ciatec.

    Para Adriano Kryuy, integrante do Núcleo Setorial de Tecnologia da Informação (NSTI) de Ponta Grossa, o Brasil tem deficiência em formar mão de obra qualificada e aliada ao empreendedorismo. "Precisamos não só de pessoas capacitadas tecnicamente, mas também ligadas à busca de negócios junto a empresas, propondo soluções específicas para elas". Ele aponta que, nos Estados Unidos, a proporção para esse tipo de profissional é de três ligados a empresas para um preparado apenas tecnicamente, sendo o inverso no Brasil. "Através do Parque, muitos acadêmicos poderão ter essa formação", diz.

    Adriano estudou Informática na UEPG e realizou parte da sua formação no ITA, USP, São Carlos. Quando na universidade, desenvolveu um software para controle do estoque de grãos da Conab, utilizado em vários pontos do Brasil.

    Comitiva de PG segue hoje para o polo de São Carlos

    O Grupo de Trabalho do Parque Tecnológico segue na manhã de hoje para a cidade de São Carlos, a 150 Km de Campinas. Na cidade, a comitiva irá conhecer o funcionamento do Science Park, as incubadoras de empresas, o Business School e o Instituto ParqTec da cidade.

    O grupo também irá colher experiências no Instituto Inova, integrante do pool tecnológico da cidade. O Jornal da Manhã participa da comitiva, a convite do Grupo de trabalho, que comporta 25 pessoas.

    Mais sobre Campinas

    Maior cidade do interior do país, Campinas possui localização privilegiada, a 96 Km de São Paulo, e possui ligação com o Brasil através de um grande entroncamento rodoferroviário. A cidade possui o Aeroporto Internacional de Viracopos, uma população de 1,03 milhão de pessoas e 52 mil empresas instaladas. Também dispõe da Hidrovia Tietê-Paraná, que permite ligação com os países do Mercosul. Além da qualidade da mão-de-obra especializada em tecnologia, a cidade aposta na qualidade de vida como chamariz para novos investidores, com 26 parques e 1,8 mil praças e áreas.

    Por:  Rodrigo Kwiatkowski da Silva

    Fonte: JORNAL DA MANHÃ



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    Quinta, 13 de Agosto de 2009 00:00

    CAMPINAS E SÃO CARLOS INVESTIRAM NA INDÚSTRIA DE BASE TECNOLÓGICA A PARTIR DAS UNIVERSIDADES E COLHEM OS FRUTOS DESSA INICIATIVA

    O Grupo de Trabalho do Parque Tecnológico (GT), com 25 pessoas, encontra-se hoje nos polos tecnológicos de Campinas e São Carlos, em São Paulo, em busca de ideias para a implantação do Parque ponta-grossense. Cada membro tem uma função específica dentro da equipe, e todos procuram iniciativas de sucesso dentro de sua área, com vistas a implantá-las na estrutura e no perfil do futuro Parque.

    A organização dos parques e sua estrutura são o foco de atenção de Gilberto Zammar, da UTFPR. "Vamos analisar qual é o modelo deles de estacionamento e também do anfiteatro. Se é um para todos ou se cada um monta o seu próprio, por exemplo. Cada membro tem uma expectativa diferente e a minha é sobre a infraestrutura". Zammar também está interessado no foco tecnológico a ser assumido pelo Parque. "O foco não pode ser muito amplo, não pode ir do agronegócio até a indústria farmacêutica. É preciso focar de três a quatro setores para ter um diferencial", ilustra.

    Além disso, é preciso definir qual será o modelo de concessão do terreno para as indústrias. Serão entre 40 e 50 lotes disponíveis, em uma área de 600 mil metros quadrados. Caso seja doação, corre-se o risco de a indústria demorar até 5 anos para construir. Mas, se for locado, há dificuldades para a empresa obter financiamento.

    Sandra Trujillo Costa viaja em nome do Sebrae e também enquanto conselheira da Incubadora Tecnológica de Ponta Grossa (Intecponta). Para ela, será importante verificar um Parque em funcionamento, bem como quais eram as expectativas dos empresários antes de eles entrarem nos parques tecnológicos e o que eles conquistaram nesse período. A ideia é mostrar aos empresários que poderão vir a Ponta Grossa experiências que deram certo em outros lugares. "Vamos analisar toda a questão do emprendedorismo, o comportamento das empresas e o perfil dos empresários", exemplifica.

    Para Sérgio Escorsim, da Intecponta, "é um passo muito importante, conhecer as experiências de quem já passou pelas fases de implantação e consolidação de um Parque, e que agora tem muita coisa para mostrar. É um aprendizado sobre experiências já acontecidas para que não cometamos erros". Conforme Escorsim, a parte operacional das incubadoras e o sistema de prospecção de novos incubados estão no interesse do grupo. "Na hora vamos bombardeá-los de perguntas", garante.

    Cidades são referência da tecnologia brasileira

    A prática de trocar informações é comum entre as instituições, o que não compromete o perfil de cada uma delas. "Nunca um Parque vai ser igual ao outro, cada um tem as suas especificidades", afirma Sérgio Escorsim, membro do Grupo de Trabalho que está em Campinas.

    Um dos centros tecnológicos a serem visitados será o Centro de Pesquisas em Telecomunicações (CPqD), em Campinas, cujo objetivo é contribuir para a competitividade do País e para a inclusão digital. Criado em 1976 pela Telebrás, desenvolve soluções em Tecnologia da Informação e Comunicação utilizadas nas áreas de telecomunicações, financeira, energia elétrica, industrial, corporativa e de administração pública. Tem mais de 1,2 mil profissionais, que realizam trabalhos de vanguarda e estão sintonizados com as necessidades do mercado.

    Em 20 anos o Science Park, de São Carlos, venceu diversas etapas em seu desenvolvimento. As dificuldades têm como origem principal a raridade de políticas públicas para os parques tecnológicos e a necessidade de envolver várias entidades e estâncias dos poderes públicos no processo. O Parque tomou como exemplo as experiências americana e européia, no sentido de incentivar a instalação de Empresas de Base Tecnológica.

    RODRIGO KWIATKOWSKI DA SILVA

    Fonte: Jornal Da Manhã



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    Quinta, 13 de Agosto de 2009 00:00
    Desenvolvimento levou cerca de quatro anos e consumiu investimentos na casa dos R$ 4 milhões

    Um pool formado pelo CPqD, Josaphat e Logictec desenvolveu uma solução para medir a qualidade do sinal de banda larga trafegado sob redes metálicas externas xDSL. O desenvolvimento levou cerca de quatro anos e consumiu investimentos na casa dos R$ 4 milhões. Segundo as parceiras, dois pedidos de patentes foram depositados para proteger a inovação, pois se trata da primeira tecnologia do tipo no mundo.

    A solução permite às operadoras de telecomunicação tirarem um raio x de sua infraestrutura de rede, permitindo melhor dimensionamento e utilização do legado, além de provável ajuste na oferta de serviços aos usuários. De acordo com as parceiras tecnológicas, atualmente, 64% dos usuários de banda larga no Brasil são atendidos por meio de infraestrutura de acesso metálico, sendo grande parte projetadas para tráfego de voz. Dentro desse universo, só 10% da malha trafega informações em alta velocidade.

    Segundo Maximiliano Salvadori Martinhão, gerente-geral de certificação e engenharia de espectro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), ao apoiar o projeto a entidade reforça seu compromisso de otimização dos recursos existentes. "O Brasil não pode despender recursos quando possui a alternativa de melhorar o uso da infraestrutura existente", define.

    De uma forma geral, a tecnologia mede a rede em condições limite por meio do ruído identificado no ponto mais distante de recepção do sinal identificando verificando a velocidade das redes em Mbps. Assim, os provedores da tecnologia conseguirão fornecer relatórios às operadoras. Por esses atributos, as empresas formataram o modelo de negócio baseando a oferta onde a cobrança ocorre por serviço prestado - sem instalação de equipamentos nas operadoras.

    A venda da solução ficará sob encargo da provedora de serviços Logictel. Segundo o vice-presidente comercial da companhia, Helcio Binelli, propostas estão sendo avaliadas em duas operadoras de banda larga fixa. O executivo não revela os possíveis clientes, mas espera fechar contratos ainda esse ano. O próximo passo é introduzir a tecnologia em outros países da América Latina.

    por Felipe Dreher

    Fonte: IT WEB



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    Quinta, 13 de Agosto de 2009 00:00
    Ferramenta simula operação das redes metálicas no limite de sua capacidade, mostrando o potencial de oferta de banda larga da operadora de telecomunicações.

    O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), a empresa de engenharia de telecomunicações Josaphat e a companhia de serviços de telecomunicações Lotictel anunciaram nesta quinta-feira (13/7) o lançamento de serviço para realizar diagnósticos em redes metálicas DSL, baseado em uma metodologia de emulação do espectro da rede.

    Denominada Solução de Qualificação Inteligente de Redes xDSL, o serviço identifica a influência dos ruídos e das distâncias dos diversos pontos de acesso que degradam o sinal DSL em um cenário de estresse total da rede.

    A pesquisa para chegar ao equipamento e ao software necessário para consolidar as informações levou cinco anos e consumiu 4 milhões de reais, sem contar os investimentos com recursos humanos. As empresas de telecomunicações que contratarem o serviço poderão se beneficiar da Medida Provisória 255, conhecida como MP do Bem, que concede incentivos fiscais àqueles que gastarem com iniciativas inovadoras.

    Segundo o especialista em comunicação de dados do CPqD, Raniere Noronha, a solução faz um raio-x das condições da rede da operadora no pior cenário de utilização, mostrando qual é o potencial de oferta de serviços nos pares metálicos que a operadora já têm disponível, permitindo definir a capacidade de fornecimento de serviços de banda larga para diferentes regiões e clientes.

    O gerente geral de certificação e engenharia de espectro da Anatel, Maximiliano Martinhão, afirmou que a solução traz a possibilidade de realizar uma maior exploração das redes metálicas já existentes. "Todas as regiões do País têm potencial para expansão dos serviços de banda larga e a metodologia da emulação do espectro pode mostrar essas oportunidades", diz.

    O vice-presidente comercial da Logictel, Hélcio Binelli, informou que todas as operadoras do País já tiveram demonstrações do funcionamento da ferramenta, abrigaram testes e estão em negociação com as empresas para a contratação dos serviços. Até o final do ano, o executivo espera ter ao menos dois contratos fechados.

    Por Rodrigo Afonso

    Fonte: COMPUTERWORLD


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    Quinta, 13 de Agosto de 2009 00:00
    Uma solução de certificação de redes externas metálicas está sendo lançada no país com a promessa de movimentar o mercado local de banda larga xDSL. Batizado de "solução de qualificação inteligente de redes", o equipamento é 100% nacional e foi desenvolvido pelas empresas Josaphat, CPqD e Logictel, com investimentos de mais de R$ 4 milhões. A solução foi testada em todas as operadoras xDSL do país, mas a Oi e a Telefônica já demonstraram interesse em fechar negócio.

    Segundo Zander Baptista de Araujo, sócio-diretor da Josaphat, a solução é inovadora pois é a primeira e única do mundo que realiza uma aferição real de todos os parâmetros de uma rede externa, necessários para a informação precisa do fluxo de dados "na boca do modem do assinante". A medição, de acordo com ele, fornece às operadoras informações confiáveis sobre a velocidade máxima possível de cada par, no limite de utilização do cabo, durante a transmissão simultânea de todos os pares. "Ao qualificar as redes com esse método, a operadora terá as informações necessárias para garantir, com precisão, a qualidade e o tipo de serviço que pode oferecer", explica. Em outras palavras, a operadora saberá qual o tamanho do link que poderá prover, com certeza, para cada assinante. De acordo com Nicola Colloca, diretor de desenvolvimento de relações com o mercado da Logictel, o novo método de qualificação permitirá aos provedores de xDSL a realização de um benchmark das operações, medição do retorno para os investidores e clientes, com nível de qualidade dos serviços prestados. "As operadoras poderão acelerar o processo de modernização da infra-estrutura de suas redes e ampliar a possibilidade de novas receitas pela oferta de múltiplos serviços", diz Colloca. A solução será oferecida pela Logictel como um serviço e o modelo comercial será definido caso a caso. Outra vantagem do novo método de emulação espectral é sua praticidade funcional, pois é capaz de medir os parâmetros de até 600 pares em 1,5 hora. Atualmente, segundo Zander, o mesmo trabalho levaria mais de 9 horas em um outro método de aferição de mercado.

    Anatel

    Também esteve presente ao lançamento da solução o gerente geral de Certificação e Engenharia do Espectro da Anatel, Maximiliano Salvadori Martinhão, que adiantou que a agência deve lançar uma consulta pública no início de 2010 sobre a qualidade do serviço de banda larga. Por isso, segundo ele, a própria Anatel pode ser usuária do novo sistema de qualificação de redes, que auxiliaria nos relatórios de monitoramento da qualidade do serviço. A agência reguladora também poderá sugerir às operadoras a utilização da solução.

    Fonte: TELETIME



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    Quarta, 05 de Agosto de 2009 00:00
    A Eletrobrás e a Petrobras estão negociando uma parceria para a área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) no Brasil. Representantes da duas empresas se reuniram nesta terça-feira (5/8), no Rio de Janeiro, para discutir as estratégias do acordo.

    As estatais possuem projetos em comum nos segmentos de fontes alternativas, termelétricas e problemas com corrosão de materiais. A iniciativa faz parte da política da Eletrobrás de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D+I), em vigor desde 14 de julho.

    Atualmente, a holding do setor elétrico possui parceria com a Associação Brasileira de Corrosão (Abraco), o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicação (CPqD) e o Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

    Fonte: [05.08.2009] 16h17m / Da Redação Energia Hoje



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    Terça, 04 de Agosto de 2009 12:25

    Medeiros, da Abecs: padronização permitiria eventual compartilhamento

    A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) assinou parceria com os fabricantes de máquinas leitoras de cartões para padronização dos requisitos de segurança. Com a medida, laboratórios serão credenciados para fornecer um selo, que deverá garantir que as exigências mínimas foram seguidas para cada equipamento, chamado de POS.

    Até então, cada uma das empresas que credenciam os lojistas e fornecem os equipamentos (conhecidas como adquirentes) escolhia qual o fornecedor de seus POS e também onde iria certificar as máquinas. Agora, os fabricantes terão de seguir os critérios definidos pela Abecs, em conjunto com as associadas, e toda leitora de cartão seguirá o mesmo padrão de segurança.

    O selo valerá tanto para os tradicionais POS, como para os chamados "pin pads", que servem para entrada da senha do usuário em equipamentos do tipo PDV (ponto de venda) usado pelas grandes redes de varejo. As empresas que trabalham com cartões próprios também vão se beneficiar, disse Roberto Medeiros, diretor da Abecs.

    Medeiros, que é presidente da Redecard, ressalta que a medida não tem o objetivo de facilitar um eventual compartilhamento dos POS, uma discussão que vem ganhando corpo no mercado de cartões. Mas a certificação também não inibe tal mudança. "A padronização até permitiria, com mais transparência, eventuais compartilhamentos, que do ponto de vista de segurança já estaria atendida."

    De acordo com Medeiros, as novas regras seguidas são ainda mais rigorosas do que as determinadas pelo órgão internacional que define os padrões de segurança para o setor de cartões em todo o mundo, o Payment Card Industry Security Standards Council (PCI SSC).

    Ele também afirma que a decisão não representará aumento de custos para os lojistas e os equipamentos atuais não precisarão ser trocados. "Com parceria, ganham todos. Os adquirentes; os estabelecimentos, que terão a garantia de que o terminal é seguro; e também o cliente, que evita passar por situações indesejadas", disse.

    Participam do acordo os fabricantes de equipamentos Verifone, Hypercom, Ingenico, Gertec, Daruma, Perto, Dataregis e Gemalto. Já os laboratórios que vão certificar as máquinas são LSI Tec, o CPqD e o Instituto Eldorado.

    Fernando Travaglini, de São Paulo

    Fonte: Valor Econômico
    04/08/2009

     



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    Terça, 04 de Agosto de 2009 00:00
    A Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) anuncia um novo selo de segurança para os terminais eletrônicos utilizados pelos varejistas para pagamento feito com cartão de crédito ou débito. Alessandro Raposo, representante da Abecs, explica que a nova norma é ainda mais adequada às peculiaridades do Brasil em relação a fraudes no cartão. " O selo da Abecs é superior, em alguns quesitos, ao padrão PCI porque prioriza principalmente o cenário brasileiro", explica.

    Raposo conta que enquanto em outros países um dos riscos mais citados é o de vazamento de informação, no Brasil, a realidade aponta para cartões clonados, cuja camada de hardware estará ainda mais segura para proteger os estabelecimentos de tais vulnerabilidades.

    Entre os fabricantes que já aderiram ao acordo estão a Verifone, Hypercom, Ingenico, Gertec, Daruma, Perto, Dataregis e Gemalto. A certificação dos equipamentos será feita pelos laboratórios LSI Tec, CPQD; Instituto Eldorado. A previsão é de que alguns terminais comercializados desde julho já tenham o selo da Abecs.

    Raposo esclarece que o selo complementa e contribui para a adoção do padrão de segurança da informação do PCI, criado desde 2004 pelo fórum das operadoras de crédito. "O selo é complemento do PCI", afirma. Ele, entretanto, admite que a iniciativa ampliará a Segurança da Informação no Varejo, inclusive dos estabelecimentos que não seguem nem os princípios básicos do PCI.

    Ceila Santos 04/08/2009

    Fonte: Decision Report 



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    Terça, 21 de Julho de 2009 00:00

    Sistemas de informações geográficas municipais e projetos sob medida desenvolvidos para órgãos públicos e empresas de energia serão o destaque do estande do CPqD no 10.º GEO Summit Latin America -- Congresso e Feira Internacional de Geoinformação, que será realizado entre os dias 21 e 23 de julho, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Promovido pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, o evento deverá reunir cerca de 3.600 especialistas e profissionais do setor, em uma exposição que ocupará 4 mil metros quadrados de área.

    É para esse público que o CPqD vai apresentar suas soluções. Uma delas são os sistemas de informação geográfica (SIG) voltados para atender às demandas das administrações municipais. Nesse caso, a solução do CPqD permite integrar, por meio da tecnologia SIG, as informações dos diversos cadastros municipais, de modo a oferecer dados consistentes e relevantes para a formulação de políticas públicas -- ou mesmo para o próprio dia-a-dia da administração. Com isso, é possível realizar consultas de forma mais rápida e integrada.

    A solução do CPqD é composta pelos módulos Geo Multicadastro, que armazena as informações dos cadastros de todas as áreas da administração, e Geo Inteligência, voltado para análises temáticas de apoio ao planejamento e para o acompanhamento das ações da prefeitura e órgãos municipais. As funcionalidades dessa solução permitem atender às áreas da administração que utilizam análise georreferenciada, como saúde, educação, segurança e fiscal, por exemplo.

    Outro destaque do estande do CPqD no GEO Summit são os projetos de SIG sob demanda. Trata-se de um conjunto de competências para o desenvolvimento de projetos sob medida, em vários segmentos, baseados na tecnologia SIG. No evento, o CPqD vai apresentar dois desses projetos: SIGPLAM - Sistema de Informações Geográficas para o Planejamento Metropolitano - e SIG Sensoriamento.

    Criado em 2005, o SIGPLAM é um projeto arrojado desenvolvido em parceria com a Secretaria de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo. O objetivo é utilizar a solução SIG do CPqD para agregar informações cartográficas, sócio-econômicas, urbanísticas e ambientais das três regiões metropolitanas do Estado -- Baixada Santista, São Paulo e Campinas --, de modo a dar suporte à gestão de empreendimentos de grande impacto, como rodovias e aeroportos. O SIGPLAM permite o cadastro georreferenciado da infraestrutura e dos equipamentos urbanos e é um instrumento importante de planejamento, que possibilita identificar carências e oportunidades de desenvolvimento no Estado de São Paulo.

    Já o SIG Sensoriamento é um projeto de pesquisa e desenvolvimento na área de energia, que conta com a parceria da Eletronorte e a aprovação da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). Sua finalidade é desenvolver um sistema de cadastro georreferenciado com sensoriamento remoto das linhas de transmissão de energia elétrica. Além de facilitar a identificação dos principais fatores de degradação dos elementos que compõem as linhas de transmissão -- por meio do monitoramento integrado a um SIG --, o sistema permite reduzir os custos operacionais relacionados à manutenção dessas linhas, graças a fatores como a localização exata dos pontos de acesso às torres e a identificação remota dos tipos de falhas a serem corrigidas.

    Fonte: PORTAL fator BRASIL



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    Terça, 14 de Julho de 2009 11:32
    Campinas 235 anos Vida na Cidade

    Sistema de monitoramento comprova que banco de dados organizado e rápido, muitas vezes, pode ser melhor do que centenas de homens armados

    Campinas acaba de ganhar o seu "big brother" contra o crime. A tecnologia que chega com o futuro também auxilia na segurança da metrópole e um banco de dados bem organizado e rápido, muitas vezes, pode ser melhor do que centenas de homens armados nas ruas. Uma parceria entre o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) e a Secretaria Municipal de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública criou o Sistema de Controle do Emprego Operacional da Guarda Municipal (GM), um procedimento informatizado, operado pela internet, destinado a agilizar o planejamento e as ações da GM. Com base em estatísticas e um rápido gerenciamento de dados, é possível evitar problemas e garantir mais tranquilidade ao cidadão.

    Esse sistema permite a consolidação imediata das informações geradas pelas ocorrências atendidas pela Guarda, transformando-se em um eficaz instrumento de gestão, na medida em que disponibiliza informações detalhadas relativas ao tipo de ocorrência, além de fornecer o momento e o local onde ela ocorre. Atualmente, o sistema está sendo operado pela própria Secretaria, pelo comando da GM e por todas as dez Bases Operacionais da Guarda. O uso cotidiano do sistema já permitiu o registro sistematizado de cerca de 5,5 mil ocorrências atendidas. Todas estão armazenadas em um banco de dados, juntamente com as informações das equipes que realizaram o atendimento.

    O objetivo disso é fazer com que os integrantes da GM possam atuar com mais constância na cidade e que, num futuro próximo, possam ser implantadas as Bases Operacionais Avançadas nas regiões Sul, Norte e Noroeste de Campinas, onde levantamentos internos mostraram a necessidade de um reforço no monitoramento.

    Outra iniciativa que merece destaque é a implantação do Sistema de Informações Geográficas (SIG), da Prefeitura. Este é um conjunto coordenado e integrado de hardware, software, dados espaciais e pessoas. Estes elementos atuam na captura, armazenamento, atualização, manipulação, análise e disponibilizarão informações referenciadas geograficamente. Após concluída a primeira fase da implantação, prevista para o próximo mês, o SIG permitirá a visualização e a manipulação de dados geográficos e alfanuméricos, bem como a visualização de mapas temáticos e a análise integrada de dados. Esses recursos tornarão disponíveis informações sobre a organização urbana e a distribuição das ocorrências e outros eventos, permitindo até mesmo o planejamento das ações preventivas de segurança pública e da Defesa Civil.

    SENSORES

    Em relação à Defesa Civil, o SIG estará integrado ao Sistema de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (SISMADEN), e realizará - por meio de 23 sensores instalados no município - o monitoramento e análise contínuos e permanentes de agentes causadores de riscos ambientais, possibilitando a consequente emissão antecipada de mensagens de alerta. Essas informações poderão ser cruzadas com os mapas previamente cadastrados com as diversas áreas de risco, possibilitando a adoção oportuna das medidas de cautela e de prevenção de danos decorrentes de desastres naturais.

    Um novo conceito para a integração

    Implantada em julho de 2006, a Central Integrada de Monitoramento de Campinas (CIMCamp) criou um novo conceito de segurança pública, com a integração de cinco órgãos municipais no trabalho voltado para o combate à criminalidade, a segurança no trânsito, a qualidade no transporte, o uso e ocupação ordenada do solo e a prevenção a desastres naturais. Com a ação integrada destes órgãos e o trabalho conjunto também com as polícias Militar e Civil, o Corpo de Bombeiros e a rede hospitalar, a CIMCamp permite a tomada de atitudes preventivas ou emergenciais diante das mais diversas ocorrências, a partir do olhar permanente e do acompanhamento em tempo real do dia-a-dia da cidade por meio do monitoramento por câmeras, radares, agentes em campo e informações recebidas pela central telefônica. Atualmente, 123 pontos são monitorados pelas câmeras.

    A iniciativa pioneira transformou a CIMCamp em um modelo para o País e ofereceu à população de Campinas um importante instrumento que pode salvar vidas, garantir mais segurança. Localizada na sede da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas S/A (Emdec), o cérebro da CIMCamp reúne em um só espaço representantes da Guarda Municipal, Emdec, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Serviços Técnicos Gerais (Setec) e Defesa Civil. Com a junção de esforços desses órgãos públicos, a partir da constatação de uma ocorrência é possível traçar um diagnóstico da necessidade de atendimento e acionar os agentes das áreas envolvidas para tomada de decisões rápidas. É a tecnologia atuando de fato em prol da comunidade.

    O NÚMERO

    340 CÂMERAS
    Compõem o sistema da Central Integrada de Monitoramento de Campinas (CIMCamp)

    Fonte: Correio Popular



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    Terça, 14 de Julho de 2009 00:00
    Campinas 235 anos Ciência e Tecnologia

    Desenvolvimento de tecnologia permite a popularização da internet e da TV digital, entre outros meios de comunicação

    Acessar a internet de qualquer lugar, ter um fornecimento de energia elétrica personalizado e uma informática que seja acessível até mesmo a analfabetos. Tudo isso na chamada "cidade digital". Esses são alguns dos lançamentos futuros do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento em Telecomunicação (CPqD), que demonstram que os caminhos da tecnologia passam por Campinas.

    Cidade digital é o termo que se dá à oferta à população de informações e serviços públicos e privados em ambientes virtuais, presentes em todos os espaços, com infraestrutura de telecomunicações e internet, tanto para o acesso individual quanto público. É como se a tecnologia do wirelless, a internet sem fio, disponível apenas onde há um roteador, estivesse presente em todos os pontos. "Para isso, vamos adaptar tecnologias internacionais ao ambiente e às características brasileiras", diz o vice-presidente de tecnologia do CPqD, Claudio Violato.

    A criação das cidades digitais, além da expansão de mercados e facilidade de comunicação, na visão de Violato, também será um passo importante para a inclusão digital e democratização das telecomunicações. "Temos trabalhado no desenvolvimento de protótipos que permitam, inclusive, a analfabetos a utilização da informática. No futuro, mesmo quem não sabe ler ou escrever, vai conseguir marcar, por exemplo, a sua consulta médica por meio do computador. Todas as ferramentas criadas para este fim tem um apelo muito mais visual", afirma Violato.

    LUZ ELÉTRICA

    O CPqD trabalha para implantar no Brasil também uma forma mais consciente e individualizada para o fornecimento de energia elétrica. Semelhante ao que ocorre hoje com os serviços de telefonia, a ideia é que cada cliente tenha um plano, de acordo com as suas necessidades. Ou seja: você teria um plano de fornecimento de luz de acordo com os horários em que mais utiliza a eletricidade, a quantidade gasta por mês e a necessidade de voltagem para os aparelhos que possui em casa ou no escritório.

    O CPqD já foi o responsável por importantes contribuições às telecomunicações e à tecnologia. O caso mais famoso para o grande público foi a criação do cartão telefônico, em meados da década de 90. Outras tecnologias criadas pelo centro também estão presentes no dia a dia dos brasileiros, sem que a grande maioria das pessoas perceba. De todas as ligações feitas para o Exterior, por exemplo, 80% delas passam por um servidor que foi produzido pela instituição.

    Com o desenvolvimento de tanta tecnologia, o CPqD também tem a preocupação com a criação de tecnologias que garantam a segurança nas transações feitas pela internet. Um projeto a que o CPqD se dedica é o T-Banking, que permitirá aos bancos utilizarem o potencial da TV Digital, cuja tecnologia para sua implantação no Brasil também foi desenvolvido pelo CPqD.

    Fonte: Correio Popular



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    Quinta, 09 de Julho de 2009 00:00

    ESPECIAL REDES IP

    O núcleo (core) das redes há muito deixou de ser unicelular. Atualmente, é pluricelular, com uma série de camadas que se sobrepõem umas às outras conforme a necessidade ou obrigatoriedade que as operadoras têm de evoluir suas centrais telefônicas. O que se percebe é uma situação ainda muito heterogênea da infraestrutura das teles brasileiras.
    Apenas 500 mil assinantes, do total de 41,3 milhões que formam a base de telefonia fixa brasileira (de concessionárias e de autorizadas), por exemplo, têm acesso aos serviços da plataforma IMS nas redes fixas. A camada IMS é um dos caminhos evolutivos das redes de nova geração (NGN). No caso específico da camada IMS, é o caminho que permite a convergência fixo-móvel, ou seja, a integração de serviços fixos e móveis em uma mesma plataforma. Os outros 39,8 milhões de assinantes estão distribuídos entre as mais diversas arquiteturas de rede, conforme a região ou o nível de evolução de cada operadora.

     
    Conceitualmente, IMS é uma arquitetura baseada em IP que independe do tipo de acesso e rede e permite que haja interoperabilidade entre redes existentes de voz e de dados para prover serviços multimídia para os assinantes.

    Esses 500 mil assinantes, da operadora Brasil Telecom (BrT), adquirida pela Oi, são os únicos, de fato, que estão no ambiente convergente das telefonias fixa e móvel. Entretanto, há expectativas de que até o final do ano os primeiros passos de novas redes IMS entrem no ar. A GVT, que já tem uma infraestrutura de rede NGN, deve lançar no próximo mês de maio um request for proposal (RFP) para selecionar fornecedores para a arquitetura IMS.

     Segundo o vice-presidente de engenharia e operações da GVT, Cícero Olivieri, a ideia é definir os passos de implementação da arquitetura IMS e avaliar o melhor momento e aplicações de serviços convergentes, processo que corre em paralelo ao projeto de IPTV da operadora.

     
    Do lado das móveis, a Nokia Siemens fechou um contrato com uma operadora móvel e já começou a implantar uma solução IMS de videochamadas (video call) para 500 mil assinantes.

    Sem revelar o nome da operadora, o head de tecnologia para América Latina da Nokia Siemens, Wilson Cardoso, detalha que a solução envolve um controlador de funções CSCF, um banco de dados HSF e um servidor de aplicativos para o serviço de videosharing no celular.

    Esse movimento de migração de redes pode ser definido como "do núcleo para a borda", porque se concentrou, em princípio, apenas no centro da rede, e agora caminha para as redes de transporte e de acesso. A arquitetura IMS é uma definição de padrão conduzida pelo 3GPP - iniciativa global formada por fóruns fixos e móveis -, que tem por objetivo chegar à convergência fixomóvel (FMC) e, com isso, oferecer aplicações simultâneas de voz, dados e vídeo sobre redes fixas e móveis.

    Camadas evolutivas

    As redes brasileiras de telefonia fixa e móvel estão fragmentadas em diversas camadas evolutivas.

    Do TDM ao IMS, há, no core da rede, desde equipamentos antigos, com 30 anos de uso, até as novíssimas camadas IMS que possibilitam a oferta de serviços na rede fixa equivalentes aos disponíveis nas redes IP de computadores, como videochamada, serviços de mensagens instantâneas, IVR (Interactive Voice Response - serviço de voz interativa), entre outras funcionalidades.

    Assim, o mais comum é encontrar duplicidades de tecnologias no core das operadoras: uma nova rede IP e uma tradicional TDM já com equipamentos NGN, responsáveis pela integração entre os dois mundos. "Todas as operadoras têm um core IP, para tratar serviços IP, serviços multimídia e convergentes; e também um core TDM NGN que trata a parte de voz, que ainda é a maior parte da rede", explica o diretor de planejamento e engenharia da Telefônica, Ari Falarini.

    A adoção do IMS no núcleo da rede significa também, além da possibilidade de oferecer novas aplicações, mudar a forma como se gerenciam as interconexões e distribuição de chamadas, que passam a ser feitas por meio de interfaces amigáveis no ambiente Internet e, principalmente, derrubam as fronteiras entre as arquiteturas de redes fixas e móveis, ao colocarem ambas no mesmo patamar tecnológico.

    Mas por que isso não ocorre de forma massiva, já que o segmento de voz na telefonia fixa tem registrado constantes quedas de faturamento tanto pela concorrência com a voz móvel quanto pela oferta de provedores de VoIP? A resposta é uma só: custo. Enquanto determinada central de comutação (TDM ou IP) for capaz de suportar o tráfego (central classe 4) e a sinalização e encaminhamento de chamadas locais (central classe 5) sem que o seu custo de operação (Opex) seja superior ao que gera em receita, a operadora não fará a substituição. Logo, não investirá (Capex) em evolução tecnológica. O prazo de amortização, aqui, não conta. Além de amortizar o investimento das centrais mais antigas, as operadoras chegam, efetivamente, ao nível máximo de saturação dos equipamentos. "O benefício da migração de uma rede legada é pequeno se a operadora tiver ainda a maior parte dos assinantes usando prioritariamente serviços de voz. Nesse caso, a substituição virá apenas com a obsolescência", admite Wilson Cardoso, da Nokia Siemens.

    A Telefônica não descarta a adoção de uma arquitetura IMS. "Estamos acompanhando a evolução e o amadurecimento da tecnologia e queremos ver nos próximos dois anos qual será a proposta evolutiva dessa arquitetura, quais serão os novos serviços convergentes que poderemos oferecer", pontua Falarini. Ele explica que com a combinação correta de servidores IP, roteadores, switches e gateways existentes nas redes de fibra e TDM, a Telefônica já consegue realizar serviços que combinam interação entre as plataformas de TV, banda larga e telefonia. "E não preciso de nenhum elemento extra para isso além daqueles que já tenho em minha própria rede". Mais do que uma facilitação do controle de uma chamada fixo-móvel, inerente ao IMS, o que o executivo espera é uma comprovação de que a arquitetura cumprirá o papel de grande servidor das bases de aplicativos.
    "Isso nos ajudaria a tomar a decisão de investir ou não de cabeça nessa solução. Porque se não for assim, será apenas mais um elemento colocado na rede com uma função questionável", avalia.

    "Os núcleos das redes IP das operadoras são bastante capilarizados e equivalentes. Todas têm backbone IP. Mesmo porque é muito mais barato fazer o transporte de voz por redes IP. Assim, todas as concessionárias - Oi/BrT, Telefônica e Embratel - tem, pelo menos, alguma infraestrutura NGN, principalmente para encaminhar a interconexão entre os diferentes estados brasileiros ou sites", diz o gerente de produtos da Alcatel-Lucent, Antonio Quitério.

    Falarini, da Telefônica, estima que menos da metade da rede TDM atual seja NGN. "É um processo evolutivo contínuo e em alguns casos já fazemos o tratamento de usuários finais baseados em gateways de acesso que convertem o mundo TDM para o mundo IP praticamente dentro da casa do usuário". No entanto, o executivo ressalta outra vertente: "Grande parte do mercado corporativo, que é o driver dessa mudança, opta por redes 100% IP, em que toda resolução de tráfego é feita por servidores SIP e a conexão com a NGN acontece apenas quando o cliente precisa falar com o mundo externo em TDM".
    Exceto pela BrT, que tem um pequeno núcleo IMS, as demais concessionárias concentram o core de suas redes para consumo próprio, como forma de reduzir custos internos.
    Assim, o core da rede da Telefônica suporta as centrais classe 4 (tráfego), bem como a Oi, que também tem NGN para esse tipo de central e para otimizar os projetos previstos pelo Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU). Na Oi, o core da rede NGN IP também suporta as centrais classe 5, de controle da rede.

    Portabilidade numérica

    As concessionárias locais - BrT, Oi e Telefônica - usaram, recentemente, parte do core da rede IP para reconfigurar a rede e prepará-la para a portabilidade numérica, que trafega sobre o sistema de sinalização 7 (SS7), já implantado no núcleo das redes IP. Em alguns casos, a obrigatoriedade de oferecer a portabilidade levou as operadoras a trocar centrais antigas por novas centrais NGN.

    Foi o caso da Sercomtel, que contratou da Huawei, no final de 2007, o fornecimento de rede NGN para começar a oferecer portabilidade numérica em agosto de 2008. "Nos preparamos para que no futuro nossa rede seja totalmente IP e agora estamos colocando MSANs que substituem as centrais TDM e têm a função de agregar serviços de voz e dados em uma mesma placa", revela o diretor de engenharia da Sercomtel, Hans Müller. A rede NGN da Sercomtel está em fase final de testes para utilizar centrais classe 4 e classe 5. Assim, todo o core e o transporte será feito em IP e a MSAN ficará responsável pela distribuição dos sinais de banda larga e de voz em TDM para os assinantes.
    Na BrT, as aplicações baseadas em NGN incluem a oferta de VoIP ao usuário residencial, o TV Fone, que reúne telefone e vídeo (videochamada) e outras aplicações de interconexão de call center integradas por NGN.

    A Embratel já tem soluções bastante evoluídas em NGN, mas, assim como as demais teles locais, faz grande uso da rede para suportar as centrais classe 4. Uma das aplicações da operadora é o Net Fone, oferecido em conjunto com a Net, que é baseado na tecnologia de VoIP PacketCable.
    "Introduzimos a tecnologia NGN há seis anos. Posso afirmar, com certeza, que 50% da rede da Embratel é TDM e 50% é NGN.
    Dificilmente alguma outra operadora brasileira chega próxima desse percentual", afirma o diretor executivo da Embratel, Ivan Campagnoli.

    A Embratel deu os primeiros passos em direção ao mundo IP em 1995 e, atualmente, alguns serviços como MPLS, voz corporativa e voz local classe 5 são trafegados em redes de core NGN.

    Na TIM, investimento equivalente foi feito a partir de 2004, quando começaram a ser feitos os primeiros planejamentos e testes para a construção de uma rede IP. "Entre 2005 e 2007, implantamos uma rede de abrangência nacional porque não tínhamos rede própria (a TIM adquiriu várias operações diferentes no País como Maxitel Minas Gerais e Maxitel Nordeste e consolidou a TIM Nordeste e a TIM Sul). A voz tinha presença nacional, mas não havia um backbone estruturado.
    Assim, construímos uma estrutura que chamamos de rede full IP", diz o gerente de core network da TIM Brasil, Douglas Barreto.
    "A implantação do IMS no núcleo está em fase de processo e acontece aos poucos, com pedaços da arquitetura. Em geral, o IMS é acoplado ao existente (às redes NGN legadas).

    Em 2007, as operadoras fizeram as primeiras iniciativas de compra de parte dessa arquitetura. Ou seja, pelo menos alguns itens IMS. Em graus diferentes, todas as operadoras vislumbram um único cenário: o all IP networks (redes inteiramente IP)", afirma a gerente de marketing e solução do CPqD, Marta Duran Fernandez.
    "Todas as operadoras já estão no mundo IP.
    Porque não tem mágica: as redes IP, compartilhadas, diminuem os custos. Mas esse mundo não é apenas redução de custo. É também oportunidade para oferecer um conjunto de novos serviços", diz Marta. A executiva avalia que a manutenção de velhas centrais analógicas, porém, tornou-se barata em termos de mão-de-obra e a tecnologia antiga é plenamente dominada. Por outro lado, as peças de reposição desses equipamentos - a um passo de se tornarem obsoletos - ficam cada vez mais caras. "Não tenha dúvidas. As operadoras estão de olho nessa equação. A estratégia é equipar com a nova tecnologia as áreas de maior poder aquisitivo, com ofertas para quem pode pagar", diz.
    De qualquer forma, Marta observa que também o IMS é uma fase transitória, e não o ambiente all IP networks imaginado como o cenário de convergência total e arquitetura puramente IP.

    Diante desse quadro, mais camadas deverão coexistir no núcleo das redes. Isso deve criar situações ainda mais extremas do que a existente, com assinantes que têm acesso a serviços multimídia de redes de nova geração em contraste com usuários que estarão dependurados em centrais analógicas dos anos 70, servidos apenas pela oferta de voz.

    Entenda as siglas

    CSCF - Call Session Control Functio
    DWDM - Dense Wavelength Division Multiplexing
    HSPA - High Speed Packet Access
    IMS - IP Multimedia Subsystem
    IP- Internet Protocol
    IVR - Interactive Voice Response
    MSAN - Multiple Service Access Node
    NGN - Next Generation Network
    Opex - Operational expenditures
    PSTN - Public Switched Telephone Network, ou rede pública de telefonia comutada
    SIP- Session Initiation Protocol
    TDM - Time-Division Multiplex
    VoIP - Voice over IP

    Um pouco de evolução

    Em 1995, começam a ser implantadas as primeiras aplicações da telefonia IP.
    Nessa fase, os usuários podem fazer chamadas telefônicas pela Internet, inclusive chamadas gratuitas ilimitadas. Nessa fase, desenvolvem-se as chamadas telefônicas por meio de redes intranet locais corporativas.

    As redes intranet são conectadas à Internet e criam-se os serviços de VoIP entre redes corporativas. A partir de 1998, surgem produtos com padrões interoperáveis e são introduzidos elementos de rede IP como Media Gateway e Media Gateway Controller, que funcionam de forma independente à rede de telefonia pública comutada (PSTN, em inglês).
    Integram-se o transporte dos tráfegos das redes IP e PSTN. Porém, sem conectividade com o SS7.

    Começam a ser implantadas arquiteturas baseadas em softswitches como parte da rede comutada. Há interoperabilidade entre a rede IP e a rede PSTN, mas não há integração total. É o estágio atual das redes que permite a integração total entre IP e PSTN, com conectividade SS7. Ambas as redes coexistem e operam tanto no nível de transporte (comutação de centrais) quanto no de serviços (comutação de serviços).

    A miscelânea de tecnologias nas rede

    As redes das operadoras brasileiras são formadas por um mix tecnológico que envolve cinco ciclos evolutivos de tecnologia:

    * Analógico - As centrais telefônicas eram desse tipo até meados dos anos 70, quando surgiram no mercado as primeiras centrais digitais.

    * TDM - Digitalização das centrais telefônicas, com a possibilidade de oferecer novos serviços, como discagem por tom e chamada em espera.

    * NGN - Essas redes, chamadas de nova geração, são baseadas em pacotes e fazem a emulação do TDM com recursos IP para uso em camadas internas.

    * NGN IP - As redes apropriam-se do protocolo da Internet para oferecer serviços como VoIP e IPTV.

    * IMS - Esse padrão torna as operadoras fixas equivalente às móveis na oferta de serviços e permite uma completa convergência entre ambas.

    Fonte: TELETIME ABRIL/2009



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    Segunda, 06 de Julho de 2009 00:00
    Patrícia Azevedo

    DA AGÊNCIA ANHANGUERA
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    A terceira geração da telefonia móvel chegou há pouco no Brasil e ainda não conseguiu vencer barreiras primárias. Usuários reclamam da conexão ruim, instável e lenta, e da área restrita de transmissão. A cobertura atinge cerca de 60% do território brasileiro. Com muitas falhas. Mas tem um grupo de pessoas para quem a 3G é conversa velha. Pesquisadores já trabalham na quarta geração de transmissão de informações por telefonia móvel. Explicam que essa é a questão. A 3G foi inicialmente criada para transmitir voz e adaptada para carregar dados. A 4G foca o envio e a recepção de dados.

    A conexão de quarta geração será super-rápida e estável. Atingirá velocidade de até 1Gbit por segundo e terá como uma de suas principais características a estabilidade. Para ter uma ideia da evolução, a 3G atinge velocidade máxima de 14Mbits por segundo. O pesquisador Álvaro Medeiros, do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), reforça que a nova rede está sendo desenvolvida especialmente para o tráfego de dados. "Com isso, a estabilidade será maior. Hoje a 3G apresenta certa instabilidade porque foi desenvolvida baseada no suporte ao tráfego de voz e teve que ser adaptada para o uso da internet", diz.

    O pesquisador conta que a nova geração apresentará acesso múltiplo por divisão ortogonal. Na geometria, ortogonal é sinônimo de perpendicular. No sistema de telecomunicação, significa que uma conexão não vai interferir na outra, dentro de uma mesma banda de radiofrequência de transmissão. Banda de radiofrequencia é o caminho que o sinal percorre entre as antenas transmissoras e o aparelho celular. Cada tecnologia e operadora usa uma banda diferente. Medeiros compara que o sistema 3G é como um cano de água e o 4G, um chuveiro. O 4G divide o canal em corredores pequenos, microcanais chamados de subportadores. "Será possível colocar mais usuários numa mesma banda sem interferência, com múltiplos recursos de distribuição dos sinais", detalha.

    Segundo o pesquisador, a 4G terá múltiplas antenas no transmissor e receptor. "Mais antenas implicam em mais transmissões simultâneas e, conseqüentemente, em velocidades maiores". Outro recurso que agilizará a conexão é o uso de antenas inteligentes. "A antena vai saber onde o usuário está e transmitirá os dados só para ele, sem interferir nos outros nem sofrer interferência deles". É como se cada cliente da operadora tivesse uma antena própria. "Hoje as atenas não conseguem focar num usuário específico", acrescenta o pesquisador.

    A evolução da 3G deve alcançar o mercado mundial em cinco anos, porque ainda está em fase de padronização, comenta Medeiros. Mas redes de tecnologia pré-4G já estão instaladas em algumas regiões, com velocidade de mais de 50Mbits por segundo. "No Brasil, essas redes estão sendo testadas, mas podem demorar um pouco para serem comercializadas", observa. Para a implantação da evolução no País deve ser feita a liberação e a regulamentação das faixas, ou bandas, de frequência. "Já ouvimos notícias de que talvez em 2010 saia um leilão por aqui, mas ainda é uma estimativa, nada foi definido", observa.

    Daí para o uso comercial em larga escala, é outro passo. O pesquisador explica que as operadoras terão de investir para implementar a nova tecnologia, o que deve ser feito gradativamente e levará algum tempo, como o que ocorre hoje com a tecnologia 3G, que ainda irá demorar para operar plenamente.

    Na avaliação de José Eduardo Bertuzzo, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Instituto de Pesquisas Eldorado, a revolução que a quarta geração da telefonia móvel irá gerar é ainda maior que a provocada pelo 3G. "Será possível, por exemplo, baixar um filme pelo celular". Isso vai forçar as grandes companhias a desenvolver novos produtos. "Os celulares serão muito diferentes dos que existem hoje. Se a 3G trouxe a videoconferência, os novos aparelhos deverão ter dispositos que gerem a demanda por conexões mais rápidas", explica.

    O gerente acredita ainda que a 4G irá provocar a evolução dos celulares e dos notebooks. "Eles (notebooks) já diminuíram, acho que no futuro os aparelhos terão dispositivos integrados. O celular pode passar a ter a força de um notebook", resume.

    SAIBA MAIS

    Long Term Evolution (LTE): banda larga sem fio, por radiofrequência, que torna a navegação até quatro vezes mais rápida. Permite velocidades de conexão de cerca de 160Mbps.

    Wimax: tecnologia de banda larga sem fio, por radiofrequência, alternativa a conexão por cabo e DSL. Equipamentos Wimax tem alcance de até 50Km e capacidade de banda de até 70Mbps.

    SAIBA MAIS

    A tecnologia 4G irá fazer com que os celulares sejam conectados à internet assim que forem ligados, explicou o pesquisador Álvaro Medeiros, do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD). Segundo ele, no novo sistema, a transmissão de voz também será feita pela web, a transmissão de voz por protocolo de internet, ou VoIP. Hoje, explica, o acesso à internet na rede 3G é prejudicado pela transmissão de voz. Como a rede foi criada para isso, transmitir conversa é prioritário, em detrimento de quem usa a web. Se muita gente estiver falando ao celular ao mesmo tempo, quem está usando a internet pode ter a conexão prejudicada.


    Mercado precisa escolher entre redes Wimax e LTE

    Definição depende de questões políticas e do lobby das empresas

    Para receber a nova geração da telefonia móvel, o mercado deve definir a tecnologia (LTE ou Wimax) que irá dar suporte à 4G. E isso pode ser o mais complicado, já que a escolha é cercada de questões políticas e do lobby que as empresas devem fazer para emplacar a que mais lhes interessa.

    O processo deve ser o mesmo que ocorreu para a definição de qual tecnologia de vídeo em alta definição seria seguida. Na disputa com o HD DVD, o Blu-ray saiu vitorioso e as empresas que investiram na outra opção somaram prejuízos gigantescos.

    Segundo especialistas ouvidos pela reportagem, os dois modelos disponíveis e cotados para dar suporte à 4G são muito parecidos. "Eles trabalham em padrão 4G e são bem parecidas. O LTE é apontado como a continuação do 3G e está em vias de ser implantado na Europa", comenta o pesquisador Álvaro Medeiros, do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD).

    O Wimax é compatível com o Wi-Fi, padrão usado hoje para acesso sem o uso de fios. Ele conta que o Wimax permite levar a banda larga de até 70Mbits por segundo para locais remotos sem precisar investir em infraestrutura. "A evolução do Wimax rumo à 4G, de forma a suportar até 1Gbit por segundo, já está sendo padronizada. Uma primeira versão desse padrão está prevista para ser lançada no final de 2010".

    Na opinião de Medeiros, o mercado deve optar pela LTE, a evolução da 3G existente. "Com a crise financeira, muita companhia deixou de investir em Wimax e o LTE é o caminho mais natural", diz.

    José Eduardo Bertuzzo, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Instituto de Pesquisas Eldorado, também aposta na vitória do LTE. "As empresas estão acostumadas a negociar com os desenvolvedores do LTE, que também forneceram o 3G", opina. (PA/AAN)


    Fonte: Correio Popular



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    Domingo, 05 de Julho de 2009 21:00
    Detalhista, didático, persistente e focado no conhecimento? Ou dinâmico, empreendedor e focado em resultados? Seja qual for o perfil do pesquisador, 8 de julho é o dia de lembrar a todos sobre a importância desse profissional para o progresso da humanidade.

    A pesquisa e o desenvolvimento estão no DNA do CPqD graças ao talento e o esforço diário de cada um de seus pesquisadores. Mundo afora, esses profissionais são, todos os dias em suas áreas de atuação, motivados a aplicar o seu conhecimento de forma a melhorar a vida de todos.

    Assinada pelo Vice-Presidente José de Alencar no exercício do cargo de Presidente da República, a Lei 11.807/2008 instituiu a data, que foi escolhida porque no mesmo dia, em 1948, era criada a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

    Parabéns a todos os pesquisadores!



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    Quinta, 02 de Julho de 2009 00:00
    Deputado federal Eduardo Gomes

    O presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara, deputado Eduardo Gomes (PSDB), participa nesta quinta-feira, 2, de uma visita ao CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações), em Campinas (SP).Também participam da visita os deputados da CCTCI Julio Semeghini (PSDB-SP) e Paulo Teixeira (PT-SP).

    Os deputados foram recebidos pelo presidente da instituição, Hélio Graciosa, para conhecer de perto o trabalho do CPqD na área de inclusão digital e TV digital.

    A instituição foi responsável pela coordenação das pesquisas para a implantação do SBTVD (Sistema Brasileiro de Televisão Digital).

    Criado em 1976 como um centro de pesquisa da estatal Telebrás, o CPqD tornou-se em 1998, com a privatização do setor, uma fundação de direito privado.

    Entre as tecnologias desenvolvidas no CPqD estão centrais digitais, antenas, sistemas de transmissão digital, telefone público a cartão e diversos outros equipamentos.

    (Informações da Ascom/Eduardo Gomes)

    Fonte: Jornal O Girasol



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    Terça, 30 de Junho de 2009 00:00
    I Feira de Inovação Tecnológica da Eletronorte mostra inventos que estão reduzindo e eliminando diversos custos para a Empresa

    Os investimentos em inovação tecnológica e os incentivos aos empregados começam a gerar resultados e possibilitam a redução e a eliminação de diversos custos para a Eletronorte. Produtos desenvolvidos pelos colaboradores da Empresa, e por meio do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico (P&D), geram uma economia de mais de R$ 43 milhões, segundo dados da Gerência de Articulação com a Indústria Nacional.

    "A Eletronorte está hoje na quinta posição entre as empresas do setor elétrico em número de pedidos de patentes junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi). A empresa tem 26 pedidos de patentes e seis de registro de direito autoral científico de software", informa Neusa Lobato, gerente da área.

    O Amapá participa da feira com inventos de dois empregados da Regional: Raimundo Nonato Guimarães, 29 anos de empresa, técnico de manutenção da Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes e Francisco de Assis dos Santos Oliveira, 10 anos de empresa, técnico em manutenção da Usina Térmica de Santana. Os dois apresentam 8 produtos que já estão sendo utilizados com sucesso nos serviços de manutenção das duas usinas no Amapá.

    Prêmio - Para mostrar essas soluções inovadoras, será realizada no período de 8 a 10 de novembro, nas instalações da Sede da Eletronorte, em Brasília, a I Feira de Inovação Tecnológica. A Feira será realizada juntamente com o XII Painel Integrado da Qualidade (PIQ) e no dia 10, às 16h, acontece a cerimônia de entrega do Prêmio Muiraquitã de Inovação Tecnológica, criado como forma de incentivar os empregados a desenvolverem inovações e melhorias em seus processos e produtos.

    Serão agraciados com o Prêmio Muiraquitã 47 inovações ou melhorias de produtos ou processos. Os inventores receberão troféus e um valor total de R$ 208.311,64 será dividido entre os premiados. Inventos - Estarão em exposição protótipos de produtos e processos como o Método de Utilização e Aparatos de Regeneração Óptica Passiva, com o qual a Eletronorte venceu a etapa regional do Prêmio Finep de Inovação Tecnológica - Região Norte.

    O processo, desenvolvido em parceria com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), reduz em 50% os investimentos em sistemas de telecomunicações ao estender a 450 quilômetros o alcance dos amplificadores ópticos. "Hoje, em distâncias acima de 230 km, é necessário implantar uma estação repetidora, com custo médio de R$ 1,2 milhão.

    O sistema se aplica a todos os sistemas de telecomunicações lastreados em fibra óptica", explica o engenheiro de telecomunicações Domingos Sávio dos Reis, responsável pelo desenvolvimento do projeto. O método também elimina o alto custo de operação e manutenção avaliado em R$ 360 mil por ano.

    Desenvolvido por trabalhadores da Regional de Tucuruí, o Bico Injetor de Soluções Químicas para Tratamento de Água em Tubulação de Sistemas de Resfriamento de Máquinas de Grande Porte também resulta em uma economia de R$ 917 mil por parada de unidade geradora.

    Outro invento é o Dispositivo de Usinagem de Anel Coletor de Máquinas Rotativas que permite a redução do tempo de indisponibilidade para usinagem do anel coletor, redução dos custos com a aquisição de escovas de carvão, redução das multas por indisponibilidade da máquina e a eliminação de riscos de acidentes de trabalho, com um custo evitado de R$ 302 mil por indisponibilidade.

    Investimentos - Desde 2002, a Eletronorte já investiu cerca de R$ 140 milhões em projetos de P&D nos diversos ciclos anuais. "O desenvolvimento de produtos e processos é estratégico para a Eletronorte. O valor de 2006 corresponde a cerca de 1,7% da Receita Operacional Líquida, superior ao mínimo de 1% estipulado pela legislação", explica o superintendente de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico, Luis Cláudio Frade.

    Fonte: Amapá Busca
    Escrita por: Chico Terra
    30-Jun-2009 às 11:08

     



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    Quinta, 25 de Junho de 2009 21:00
    O Sistema de Transmissão de Dados para Monitoramento de Linhas de Transmissão do CPqD, desenvolvido para a Eletronorte, foi escolhido como o terceiro melhor projeto do CITENEL. O trabalho realizado pelos especialistas do CPqD concorreu com outros 100 projetos participantes. O V CITENEL Congresso de Inovação Tecnológica em Energia Elétrica tem por objetivo divulgar os resultados obtidos nos programas de pesquisa e desenvolvimento das empresas de energia elétrica.


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    Quarta, 24 de Junho de 2009 00:00
    Luiz Queiroz

    O ministro das Comunicações, Hélio Costa, acenou com a possibilidade de o Brasil conceder financiamento, via BNDES, além de realizar outros investimentos, caso cuba Cuba opte pelo padrão nipo-brasileiro de TV Digital. Costa recebeu nesta quarta-feira (24) o vice-ministro de Informática e Comunicações de Cuba, Alberto Rodriguez Arufe. Os dois trataram de vários assuntos, incluindo o Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD).

    A autoridade cubana comanda uma delegação empresarial que durante o dia esteve mantendo reuniões e contatos com empresários brasileiros na ABINEE, no CPqD, Universidade de Campinas, em São Paulo, além do Ceitec, no Rio Grande do Sul.

    O governo cubano tem interesse em parcerias com o governo brasileiro em setores como Informática, Telecomunicações, Radiodifusão, Enegia Elétrica além do setor Eletrônico, com o foco na indústria produtora de "linha branca" (geladeiras, lavadoras, fornos de microondas, entre outros eletrodomésticos).

    TV Digital

    Após o encontro com o ministro Hélio Costa, o Vice-ministro cubano Alberto Arufe afirmou que seu governo ainda não decidiu qual padrão de TV Digital deverá adotar. Disse que após essa visita ao Brasil, o governo cubano também iniciará encontros com os europeus para avaliar aquele padrão de TV Digital.

    Porém, Alberto Arufe disse à CDTV do portal Convergência Digital, que Cuba tem apoiado a iniciativa brasileira de integrar a América Latina num único padrão para a TV Digital.

    Fonte: Convergência Digital



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    Segunda, 22 de Junho de 2009 00:00
    O CPqD anunciou a contratação de Luiz José Hernandes Júnior para comandar a nova unidade de negócios da empresa, voltada para o desenvolvimento de negócios no setor elétrico. Com mais de 27 anos de experiência no área de energia elétrica, Hernandes trabalhou em empresas como: CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz) e AES Eletropaulo.

    No CPqD, Hernandes tem a missão de posicionar melhor a organização junto ao setor elétrico e de apresentar o conjunto de soluções que o CPqD oferece nessa área. "O objetivo é melhorar a percepção das distribuidoras de energia sobre a abrangência do CPqD em termos de pesquisa", afirma. (Da redação, com assessoria de imprensa)

    Fonte: Tele.síntese



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    Terça, 16 de Junho de 2009 21:00
    Os bancos Nossa Caixa e Santander se destacaram em seus projetos de segurança em TI e atendimento do call center e, por isso, foram agraciados com o Prêmio efinance 2009 nestas categorias. A Nossa Caixa recebeu a honraria com o case que utiliza a solução CPqD Gestão Integrada de Fraudes e Eventos e o Santander com o case Quality Assurance do Call Center que recebeu consultoria técnica dos especialistas do CPqD para assegurar a qualidade no atendimento aos clientes.

    O Prêmio efinance, criado pela Revista Executivos Financeiros, destaca as soluções de infraestrutura e aplicativos na área de TI e Telecom mais robustas e inovadoras e que contribuem para elevar a qualidade dos serviços prestados pelas instituições financeiras que operam no País.



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    Terça, 16 de Junho de 2009 00:00
    Com experiência na área, o CPqD dispõe de tecnologias destinadas a ajudar o setor financeiro em diversas frentes. Elas serão o destaque do estande do centro no Ciab 2009, que será realizado entre 17 e 19 de junho, em São Paulo. As soluções que o CPqD vai levar para o evento contribuem para a inclusão bancária, ampliam o atendimento ao cliente, proporcionam redução de custos no desenvolvimento de aplicações e reforçam a segurança dos processos bancários.

    Entre as novidades, o centro vai apresentar uma solução que representa a entrada em um novo segmento de atuação: o de consultoria financeira. Trata-se do CPqD Consultor Financeiro Virtual, solução voltada para a automação do atendimento aos clientes com foco na orientação do planejamento financeiro. A tecnologia amplia a capacidade de atendimento dos gerentes de negócios nas agências bancárias, uma vez que a solução pode ser acessada diretamente, via web, ou pela interação com correspondentes bancários.

    Outro destaque do estande é o CPqD Banco Via Múltiplos Canais. A solução possibilita a redução de custos de desenvolvimento de aplicações para os terminais celulares e outros canais de atendimento oferecidos pelo banco. Gerenciando o acesso de cada terminal a cada aplicação bancária, passa a não ser mais necessário desenvolver interfaces específicas, a solução trata de conectar as duas partes - terminal e aplicação.

    Na área de segurança, o centro apresenta o sistema Gestão Integrada de Fraudes e Eventos, que utiliza tecnologias de inteligência para avaliar o risco de cada transação, com monitoramento e investigação pró-ativa. O sistema compara a transação com o perfil de comportamento de cada usuário, criando níveis de atenção e alertando para possíveis ocorrências e fraude.

    Fonte: Cliente S.A.



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    Domingo, 14 de Junho de 2009 21:00
    O setor financeiro investiu mais de R$ 6 bilhões em Tecnologia da Informação em 2008, de acordo com dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). E a expectativa é que os investimentos em TI continuem em 2009, especialmente com o objetivo de conquistar os 54% da população brasileira que ainda não têm conta corrente em banco.

    O CPqD dispṍe de tecnologias destinadas a ajudar o setor financeiro em diversas frentes, que serão destaques do estande do Centro no CIAB 2009 (Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras).

    As soluções que o CPqD vai levar para o CIAB contribuem para a inclusão bancária. Ampliam o atendimento ao cliente, proporcionam redução de custos no desenvolvimento de aplicações e reforçam a segurança dos processos bancários.

    O Centro vai apresentar uma solução que representa sua entrada em um novo segmento de atuação: o de consultoria financeira. Trata-se do CPqD Consultor Financeiro Virtual, uma solução voltada para a automação do atendimento aos clientes com foco na orientação do planejamento financeiro.

    A tecnologia amplia a capacidade de atendimento dos gerentes de negócios nas agências bancárias, uma vez que a solução pode ser acessada diretamente, via web, ou pela interação com correspondentes bancários. O CPqD Consultor Financeiro Virtual funciona como instrumento de fidelização de clientes.

    Outro destaque do estande é o CPqD Banco Via Múltiplos Canais. A solução possibilita a redução de custos de desenvolvimento de aplicações para os terminais celulares e outros canais de atendimento oferecidos pelo Banco. Gerenciando o acesso de cada terminal a cada aplicação bancária, passa a não ser mais necessário desenvolver interfaces específicas, a solução trata de conectar as duas partes, terminal e aplicação.

    Na área de segurança, o Centro apresenta o sistema Gestão Integrada de Fraudes e Eventos, que utiliza tecnologias de inteligência para avaliar o risco de cada transação, com monitoramento e investigação pró-ativa. O sistema compara a transação com o perfil de comportamento de cada usuário, criando níveis de atenção e alertando para possíveis ocorrências e fraude.

    Executivos Financeiros



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    Domingo, 14 de Junho de 2009 21:00
    Novas soluções visam otimizar o segmento de consultoria financeira, gerenciamento com custos reduzidos e na área de segurança de dados.

    O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações ( CPqD) irá apresentar no Ciab Febraban 2009 uma solução que representa sua entrada em um novo segmento de atuação: o de consultoria financeira. Trata-se do CPqD Consultor Financeiro Virtual, uma solução voltada para a automação do atendimento aos clientes com foco na orientação do planejamento financeiro.

    De acordo com a instituição essa tecnologia poderá ampliar a capacidade de atendimento dos gerentes de negócios nas agências bancárias, uma vez que a solução pode ser acessada diretamente, via web, ou pela interação com correspondentes bancários. O CPqD Consultor Financeiro Virtual funciona como instrumento de fidelização de clientes.

    Outro aplicativo destacado pelo Centro é o CPqD Banco Via Múltiplos Canais. A solução irá possibilitar a redução de custos de desenvolvimento de aplicações para os terminais celulares e outros canais de atendimento oferecidos pelo Banco. De acordo com o projeto, o gerenciamento do acesso de cada terminal a cada aplicação bancária, passa a não ser mais necessário desenvolver interfaces específicas, a solução trata de conectar as duas partes, terminal e aplicação.

    Já na área de segurança, o Centro apresenta o sistema Gestão Integrada de Fraudes e Eventos, cuja solução utiliza tecnologias de inteligência para avaliar o risco de cada transação, com monitoramento e investigação pró-ativa. O sistema compara a transação com o perfil de comportamento de cada usuário, criando níveis de atenção e alertando para possíveis ocorrências e fraude.

    IP News



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    Domingo, 07 de Junho de 2009 21:00
    Uma parte dos problemas comuns das grandes metrópoles poderia ser amenizado com soluções como a "cidade digital", que trazem benefícios à população ao oferecer serviços públicos e privados em ambientes virtuais, eliminando a burocracia e tornando o acesso às informações mais amplo, rápido e fácil. No entanto, nada disso é possível sem uma infraestrutura completa de telecomunicações e internet.

    Com essa visão, o CPqD leva para o CONIP - Congresso de Inovação e Informática na Gestão Pública, que se realiza entre 8 e 10 de junho, em São Paulo, um conjunto de tecnologias próprias que mostram como o Centro pode contribuir - como um aliado dos municípios - na construção de cidades digitais.

    O conhecimento acumulado, em mais de 30 anos de atuação na área, e a capacidade de lidar com várias disciplinas são fatores que permitem ao CPqD dar uma contribuição importante na edificação da verdadeira cidade digital, diz Ricardo Dipsie, gerente do Centro.

    No evento, serão apresentadas tecnologias voltadas para a gestão pública nas áreas de educação, saúde, conectividade e reorganização de procedimentos.

    A competência do CPqD está em atribuir inteligência às informações geradas pelos sistemas e em fornecer a infraestrutura necessária para permitir uma gestão efetivamente integrada, explica Dipsie.

    O CPqD também vai mostrar no CONIP tecnologias de informatização de redes públicas de ensino - tanto de atividades acadêmicas como administrativas e financeiras. Além disso, demonstrará ferramentas pedagógicas, como o uso da TV Digital na seleção e distribuição de material didático e pedagógico a ser empregado na sala de aula.

    Para a gestão pública voltada à saúde, o CPqD vai apresentar tecnologias que permitem gerenciar e planejar os recursos físicos, humanos e financeiros. Isso inclui facilidades como marcação remota de consultas médicas, prontuário eletrônico de pacientes, leitura biométrica e gestão de laboratórios.

    O tema central do CONIP 2009 será A inovação tecnológica como vetor do desenvolvimento. O evento, que está em sua 15ª edição, será realizado no Centro Fecomércio de Eventos (Rua Dr. Plínio Barreto, 285), em São Paulo.

    PC Magazine



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    Domingo, 07 de Junho de 2009 21:00
    A pesquisa e desenvolvimento de tecnologias voltadas para a TV digital ganhou, nesta sexta-feira, 5, um programa de incentivo. O governo publicou decreto criando o Programa de Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (ProTIC). O projeto se propõe a fomentar atividades de desenvolvimento no ramo das comunicações digitais, inclusive a formação de recursos humanos, eventos técnico-científicos e cooperações internacionais.

    O volume de recursos que ficarão disponíveis para o programa não está previsto no decreto, mas as verbas deverão sair do Funttel (Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações) e do FNDCT (Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). O programa também poderá receber recursos do BNDES, Finep e CPqD, de acordo com as regras divulgadas hoje.

    A avaliação dos projetos será feita pelo comitê gestor do ProTIC, que terá comando alternado anualmente entre os ministérios da Ciência e Tecnologia, das Comunicações e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Na composição do comitê, além dos três ministérios, terá assento a Casa Civil, a Finep e o BNDES. A metodologia de escolha dos projetos que contarão com o apoio do programa ainda não foi divulgada e deverá ser definida pelo comitê gestor.

    Tela Viva



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    Quarta, 20 de Maio de 2009 21:00
    O CPqD, em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), está dando início à segunda fase do Projeto de Rede Experimental de Alta Velocidade ? Giga. Por meio de um convênio assinado com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o projeto receberá, nesta nova etapa, um investimento de R$ 25,54 milhões para o suporte das atividades de pesquisa e desenvolvimento nos próximos três anos.

    "O objetivo é obter o reconhecimento mundial do Giga como um espaço avançado e amplo de experimentação de tecnologias de redes e serviços de futura geração", afirma Alberto Paradisi, gerente de Tecnologias Ópticas do CPqD e coordenador-geral do projeto. Atualmente, a Rede Experimental do Giga interliga cerca de 25 instituições e 70 laboratórios, entre centros de pesquisa e desenvolvimento, universidades e operadoras de telecomunicações distribuídos no eixo Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.

    Na fase 2, a intenção é ampliar esse número, estabelecendo novas parcerias tanto com empresas quanto com universidades e institutos de ciência e tecnologia ? e mesmo com outros projetos voltados para a busca de tecnologias para o futuro da Internet. A interligação com a Rede Ipê da RNP, por exemplo, aumentará significativamente a capilaridade da Rede Experimental no país, estendendo o alcance das atividades de pesquisa ao nível nacional.

    Ao mesmo tempo, será estabelecido o acesso às redes internacionais por meio da Southern Light, uma das Open Lightpath Exchanges (GOLEs) da Global Lambda Interactive Facility (GLIF), localizada em São Paulo e operada pela RNP em conjunto com a USP (projeto ANSP, da Fapesp). A GLIF é uma organização virtual que tem o objetivo de prover a infraestrutura internacional para a interconexão entre as redes ópticas de todo o mundo. Tudo isso permitirá a participação de maior número de laboratórios na Rede Experimental do Giga e, ainda, o envolvimento de pesquisadores brasileiros em projetos internacionais de vanguarda. (Fonte: assessoria de imprensa)



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    Terça, 12 de Maio de 2009 21:00
    O Instituto Atlântico, com sede em Fortaleza (CE), acaba de inaugurar uma unidade na capital paulista. Com ela, a instituição de pesquisa e desenvolvimento em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) espera elevar seu faturamento neste ano em até 30%.

    A unidade paulista inicia as operações com um contrato firmado com a Altec, empresa de desenvolvimento de sistemas do Banco Santander. Para Cláudio Violato, presidente da organização, a iniciativa representa a consolidação do Instituto Atlântico no setor financeiro. Fizemos fortes investimentos em treinamento de pessoal na área de tecnologia bancária e já contamos com uma carteira expressiva de clientes do setor. As perspectivas de crescimento são excelentes, ressalta.

    No início, a nova unidade do Instituto Atlântico deverá se concentrar no desenvolvimento de tecnologias para o segmento bancário o que inclui a realização de testes de software e de aplicações. A instituição também atua no mercado offshore, no qual vem intensificando sua participação nos últimos anos -- principalmente com clientes dos Estados Unidos e da Europa.

    O Instituto Atlântico foi criado há sete anos pelo CPqD. Sua nova unidade contará, inicialmente, com um quadro de 40 especialistas, entre recém-contratados e profissionais que vieram do Ceará. Parte dos projetos deverá ser remetida à equipe baseada em Fortaleza. Na capital paulista, as instalações do Instituto Atlântico ficam no Centro Empresarial Panamericano, no bairro São Luiz. (Da redação, com assessoria de imprensa)



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    Segunda, 30 de Março de 2009 21:00
    Para alcançar a condição de Cidades Digitais Plenas, os municípios precisam repensar seus planos diretores, de modo a incorporar as TICs em seu desenvolvimento urbano. Devem ter na mira a total transparência das tecnologias, a integração e a replicação dos serviços públicos para os ambientes virtuais. A avaliação foi feita por Juliano Castilho Dall´Antonia, diretor de Inclusão e TV Digital do CPqD, no 5º Wireless Mundi, evento realizado pela Momento Editorial. As cidades digitais, de acordo com Dall´Antonia, precisam começar a pensar na camada virtual, não apenas na estrutura física, sempre com uma visão de "serviços disruptivos em que a naturalidade dos relacionamentos humanos se sobreponha à tecnologia".

    "Hoje, ainda estamos no acesso básico, nos telecentros", disse Dall´Antonia, alertando para a necessidade de pensar o futuro. Como ilustração das possibilidades de digitalização urbana, ele descreveu uma situação que, reconhece, ainda está longe de se tornar realidade, mas que indica direções possíveis de serem trilhadas: um cidadão, ao ter seu carro quebrado no meio da rua, encosta no meio fio. A partir daí, um sistema de serviços integrados e virtuais permite que o automóvel faça um autodiagnóstico do problema, as oficinas mais próximas sejam rastreadas e contatadas, o conserto seja agendado e uma transação de pagamento do serviço seja emitida, além de ser acionado o departamento de tráfego, o resgate por guincho e ainda serviço um táxi. Tudo sem intervenção humana, a não ser a autorização do motorista para a contratação do conserto.

    Tele.Sìntese



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    Domingo, 29 de Março de 2009 21:00

    A versão atual do modelo CMMI (Capability Maturity Model Integration), usado como referência de qualidade no desenvolvimento de software, tem sua tradução realizada pela CPqD, que já havia elaborado e disponibilizado uma versão não oficial do modelo SW-CMM.

    O centro foi recomendado pela ISD Brasil (Integrated System Diagnostics Brasil) e escolhido pela instituição norte-americana SEI (Software Engineering Institute).

    O projeto é realizado por meio de um convênio firmado entre CpdQ e o Ministério de Ciência e Tecnologia, que está financiando parte dos recursos, explica o responsável pela área de qualidade no centro e coordenador da equipe de tradução, Mario Lúcio Côrtes.

    A verificação independente do trabalho ficará a cargo da ISD Brasil. No 1° semestre de 2009, a tradução estará disponível durante 1 mês para poder ser aprimorado através de consultas públicas. Já o modelo integral poderá receber sugestões da comunidade no 2° semestre do corrente ano. Quando o trabalho estiver finalizado, se juntará às traduções para o japonês, chinês e francês, no site do SEI.

    O modelo traduzido de maneira oficial tornará mais fácil o entendimento de seu conteúdo, e, consequentemente, o acesso aos benefícios do modelo por um número maior de empresas. conta Carlos Caram, diretor executivo da ISD Brasil.

    TI Inside



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    Quarta, 25 de Março de 2009 21:00
    Quem não enxerga poderá ter acesso por meio de programas que fazem a conversão dos textos em voz

    Da Agência Anhanguera

    A Rede Anhanguera de Comunicação (RAC) coloca oficialmente no ar hoje (dia 27) o E-Braille, um canal dentro do portal Cosmo On-line com produção voltada a pessoas com deficiência visual. O projeto é uma iniciativa do Departamento de Educação da RAC. Quem não enxerga poderá ter acesso por meio de programas que fazem a conversão dos textos em voz. O canal pode ser acessado pelo www.cosmo.com.br.

    O E-Braille surgiu a partir do Diário Braille, jornal produzido mensalmente pela RAC entre julho de 2000 e fevereiro de 2009. O jornal foi o primeiro do Brasil a ter conteúdo exclusivo para pessoas que não enxergam e tinha assinantes em todo o País e no Exterior. Além disso, era enviado gratuitamente para organizações não-governamentais (ONGs) e escolas que atendiam a pessoas com deficiência visual. De acordo com a coordenadora do Departamento de Educação da RAC, Cecília Pavani, a migração do jornal impresso para o site será uma forma de expandir fronteiras. 'O acesso será muito maior. Basta ter um conversor de voz e a pessoa poderá acessar as notícias de qualquer lugar do mundo' , explica.

    Além de notícias sobre inclusão e acessibilidade, o E-Braille terá informações sobre educação, comportamento, economia e saúde. Haverá também a colaboração de colunistas, como a professora Vera Bonilha, que escreverá sobre língua portuguesa. A psicóloga e doutoranda em música pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Fabiana Bonilha, que é cega, assina a coluna Ponto de Vista, em que aborda temas relacionados ao dia a dia das pessoas com deficiência. Ela também é responsável por assessorar a produção do site.

    A tecnologia e a informática têm sido responsáveis por expandir as ferramentas de informação para as pessoas com deficiência visual. Já estão disponíveis no mercado vários programas que podem ser instalados nos computadores e que fazem a leitura dos textos que estão na tela. Antes do surgimento dessa tecnologia, o acesso do cego à informação ficava restrito à produção de materiais no sistema braile, que é bastante restrita por causa do alto custo - cada folha impressa em texto normal corresponde a quatro laudas em braile. Além disso, as impressoras e máquinas que permitem a produção do material são pouco comuns no cotidiano dos cegos, já que também custam caro. Atualmente, o jogo com uma máquina e uma impressora custam, no mínimo, R$ 4 mil.

    Os conversores narram automaticamente todo texto e ação do usuário diante da tela do computador. Apesar de já existirem vários programas com essa função disponíveis para compra, há alguns que podem ser baixados gratuitamente. É o caso, por exemplo, do Leitor de Telas, produzido pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologia (CPqD), com recursos do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funtell), do Ministério das Comunicações, e disponível para download no site do E-Braille. No mercado, estão disponíveis também pelo menos outros dois programas: o Virtual Vision, produzido pela Micropower, e o Jaws, comercializado pelo Instituto Laramara, instituição destinada à produção de materiais inclusivos em São Paulo.



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    Quarta, 25 de Março de 2009 21:00
    O CPqD, instituição independente sediada em Campinas, está concluindo o processo de tradução para o português da versão mais recente do modelo CMMI.

    Recomendado pela ISD Brasil, o centro foi escolhido como tradutor oficial pelo Software Engineering Institute (SEI), organização norte-americana responsável pelo modelo de qualidade de software, hoje só disponível em inglês, japonês, chinês e francês.

    A ISD Brasil, consultoria internacional focada em governança com ênfase no CMMI e outros modelos, foi escolhida para realizar a verificação independente da tradução. Além disso, o CPqD já havia elaborado e disponibilizado publicamente uma tradução não oficial do modelo SW-CMM.

    Ainda no primeiro semestre de 2009, a tradução da terminologia do modelo, já verificada pela ISD-Brasil, estará disponível nos sites do CPqD e da ISD, onde ficará para consulta pública por um mês, com o intuito de aprimorar o trabalho com as contribuições da comunidade de desenvolvimento de software.

    A tradução integral do modelo deverá estar disponível para sugestões da comunidade no segundo semestre pelo período de um mês.

    Fonte: Baguete



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    Terça, 24 de Março de 2009 21:00
    O CPqD anunciou essa semana estar concluindo o processo de tradução para o português da versão mais recente do modelo CMMI (Capability Maturity Model Integration), que é utilizado como referência de qualidade no desenvolvimento de software.

    Recomendado pela ISD Brasil (Integrated System Diagnostics Brasil), o Centro foi escolhido como tradutor oficial pelo Software Engineering Institute (SEI), organização norte-americana que elabora e publica modelos de qualidade, em razão do conhecimento prático e teórico que o CPqD detém de normas e modelos da qualidade e pela grande experiência na elaboração e tradução de normas técnicas referentes a desenvolvimento de software.

    A ISD Brasil, consultoria internacional focada em governança com ênfase no CMMI e outros modelos, foi escolhida para realizar a verificação independente da tradução. Além disso, o CPqD já havia elaborado e disponibilizado publicamente uma tradução não oficial do modelo SW-CMM.

    Quando estiver concluída, a versão em português estará no site do SEI, junto às traduções para o japonês, chinês e francês. "O projeto é realizado por meio de um convênio firmado entre o CPqD e o Ministério de Ciência e Tecnologia, que está financiando parte dos recursos", explica Mario Lúcio Côrtes, responsável pela área de qualidade no Centro e coordenador da equipe que está traduzindo o modelo.

    Segundo Carlos Caram, diretor executivo da ISD Brasil, o modelo traduzido de maneira oficial tornará mais fácil o entendimento de seu conteúdo, e consequentemente o acesso aos benefícios do modelo por um número maior de empresas, o que significa um grande benefício ao País.

    Executivos Financeiros



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    Terça, 24 de Março de 2009 21:00
    O CPqD está concluindo o processo de tradução para o português da versão mais recente do modelo CMMI (Capability Maturity Model Integration), que é utilizado como referência de qualidade no desenvolvimento de software.

    Recomendado pela ISD Brasil (Integrated System Diagnostics Brasil), o Centro foi escolhido como tradutor oficial pelo Software Engineering Institute (SEI), organização norte-americana que elabora e publica modelos de qualidade, em razão do conhecimento prático e teórico que detém de normas e modelos da qualidade e na elaboração e tradução de normas técnicas referentes a desenvolvimento de software.

    A ISD Brasil, consultoria internacional focada em governança com ênfase no CMMI e outros modelos, foi escolhida para realizar a verificação independente da tradução. Além disso, o CPqD já havia elaborado e disponibilizado publicamente uma tradução não oficial do modelo SW-CMM.

    Ainda no primeiro semestre de 2009, a tradução da terminologia do modelo, já verificada pela ISD-Brasil, estará disponível nos sites do CPqD e da ISD, onde ficará para consulta pública por um mês, com o intuito de aprimorar o trabalho com as contribuições da comunidade de desenvolvimento de software.

    A tradução integral do modelo deverá estar disponível para sugestões da comunidade no segundo semestre pelo período de um mês. Quando estiver concluída, a versão em português estará no site do SEI, junto às traduções para o japonês, chinês e francês.

    "O projeto é realizado por meio de um convênio firmado entre o CPqD e o Ministério de Ciência e Tecnologia, que está financiando parte dos recursos", explica Mario Lúcio Côrtes, responsável pela área de qualidade no Centro e coordenador da equipe que está traduzindo o modelo.

    Segundo Carlos Caram, diretor executivo da ISD Brasil, o modelo traduzido de maneira oficial tornará mais fácil o entendimento de seu conteúdo, e consequentemente o acesso aos benefícios do modelo por um número maior de empresas, o que significa um grande benefício ao País.

    Convergência Digital



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    Terça, 24 de Março de 2009 21:00
    O CPqD está concluindo o processo de tradução para o português da versão mais recente do modelo CMMI (Capability Maturity Model Integration), que é utilizado como referência de qualidade no desenvolvimento de software. Recomendado pela ISD Brasil (Integrated System Diagnostics Brasil), o Centro foi escolhido como tradutor oficial pelo Software Engineering Institute (SEI), organização norte-americana que elabora e publica modelos de qualidade.

    A ISD Brasil vai realizar a verificação do documento, depois de passado para a linguagem nacional.

    Ainda no primeiro semestre de 2009, a tradução estará disponível nos sites do CPqD e da ISD, onde ficará para consulta pública por um mês, com o intuito de aprimorar o trabalho com as contribuições da comunidade de desenvolvimento de software. A tradução integral do modelo deverá estar disponível para sugestões da comunidade no segundo semestre pelo período de um mês.

    B2B Magazine



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    Quinta, 12 de Março de 2009 21:00
    O Banco do Brasil contabiliza uma economia entre 30% e 70% com despesas gerais de telcomunicações após adotar uma plataforma de gerenciamento racionalizado dos serviços desenvolvida pelo '.

    O sistema, que funciona sobre IP, transmite às gerências da instituição relatórios de controle sobre as 83 mil linhas utilizadas pelos funcionários, com a situação particular de cada um, informa o IPNews.

    O projeto apontou que 25% das ligações feitas no BB tinham finalidades pessoais. ?As ligações pessoais estavam ultrapassando os limites aceitáveis, então passamos a descontar o preço das chamadas sem relação com o trabalho. Esse processo gerou uma conscientização nos funcionários, que reduziram expressivamente o número de ligações particulares?, analisa a gerente de equipe de telecomunicações, redes e gerenciamento do BB, Mônica Soares Martins.

    Após a mensuração dos resultados, a partir da implementação do projeto, o banco realizou uma campanha sobre a utilização dos recursos de telecom, incluindo relatórios com ranking dos funcionários que mais usam o telefone, análise conjunta das contas, veiculação de folhetos, revistas e peças online, além de palestras sobre a melhor maneira de fazer os DDDs.

    Também houve a interligação de 400 troncos de PABX de grande porte e a unificação dos 16 mil circuitos de rede, resultando na transparência de operações e no fim dos gargalos no que diz respeito ao billing corporativo do BB, conclui a executiva.

    Fonte: Baguete
    Data: 13/03/09



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    Quinta, 12 de Março de 2009 21:00
    Solução contra fraudes contratada com CPqD monitora perfis de clientes e também pontos de origem de onde já partiram ataques ao banco

    O setor bancário é conhecido por seus grandes investimentos em segurança, seja em cartões, caixas eletrônicos ou em suas páginas na internet. E estas ações vão ao encontro do que esperam os milhões de usuários do sistema no País. Embora não divulguem números sobre as fraudes, as instituições afirmam que estes recursos (e esforços) têm o intuito de prevenir qualquer ação fraudulenta nos canais eletrônicos. A Nossa Caixa, recém-adquirida pelo Banco do Brasil, seguiu pelo mesmo caminho e implantou um sistema elaborado pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD). Todo o projeto exigiu investimento de R$ 20 milhões.

    Segundo José Waldir Carvalho, gerente do departamento de segurança da informação do banco, a implantação do sistema, iniciada em março de 2008, foi dividida por cenários. O sistema atua como um cérebro eletrônico, interagindo com a base de informações constituída a partir da correlação de dados vindos de canais de atendimento. Fazem parte também o tipo de transação e o local onde o cliente costuma fazer o acesso.

    Com um monitoramente ininterrupto, o sistema é capaz de criar um perfil para determinado usuário (com valores movimentados, locais dos canais mais utilizados) e alertar quando as transações efetuadas fugirem ao que costuma ser de rotina. A solução está em operação desde fevereiro deste ano e o profissional avisa que as transações ainda não foram todas fechadas, mas que "alguns clientes já foram contatados", ressaltando a importância do serviço.

    "O que estamos fazendo é o que o crédito faz bem. Avaliamos o perfil do cliente para verificar a presença de anormalidades", explica Carvalho. Havendo qualquer peça fora do lugar, "há um contato com o cliente e, posteriormente, o bloqueio (do cartão ou acesso à internet)". O próprio sistema pode também solicitar informações pessoais aos usuários na tentativa de confirmar uma possível violação. Para o executivo, isso "fortalece a conexão entre o banco e o cliente, aumenta a confiança".

    Além de conferir segurança nas transações dos 2,5 milhões de clientes de cartão de débito, o sistema amplia a "blindagem" dos cerca de 500 mil usuários do internet banking. Isso porque, existe um processo de correlação de eventos, onde o sistema consegue olhar "além do cliente", otimizando a prevenção da fraude pelo monitoramento das máquinas onde o acesso à internet é realizado, os chamados pontos de origem.

    "O cliente tenta executar (o site) em uma lan house onde já houve ataque ao banco, a inteligência do sistema auxilia a instituição na prevenção de possíveis transações maliciosas", confirma Carvalho. "Temos agilidade na resposta pela filtragem e pela correlação", resume.

    IT Web



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    Quarta, 11 de Março de 2009 21:00
    O Parque Tecnológico TecnoBahia, em fase de implantação na Avenida Paralela, acaba de ganhar o reforço do Instituto Atlântico, vinculado ao Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD). A assinatura do protocolo de intenções entre o Governo da Bahia, o CPqD e o Instituto Atlântico aconteceu durante a tarde de hoje (11), na Secretaria do Planejamento (Seplan).

    Principal instrumento de atração de pesquisa de ponta, o Parque Tecnológico abrigará um consórcio de pesquisas universitárias, incubadoras e empresas de base tecnológica. Será também um centro de convergência do sistema estadual de Inovação na Bahia, nas esferas pública, acadêmica e empresarial. Com forte apelo ambiental, o projeto foi cuidadosamente pensado dentro de um conceito de desenvolvimento sustentável, utilizando materiais ecologicamente corretos.

    "O desenvolvimento do setor terciário superior faz parte dos nossos objetivos estratégicos de desenvolvimento da Bahia?, explicou o secretário de Planejamento, Ronald Lobato. Segundo ele, assinatura de hoje contribuirá para o fortalecimento tecnológico do estado, colaborando para a atração de investimentos, ?fomentando dessa forma o crescimento econômico e social da RMS?.

    Para o secretário de CT&I, Ildes Ferreira, o Parque Tecnológico será um grande passo para garantir o desenvolvimento aliado à preservação ambiental num dos poucos vetores de expansão da capital, e também uma das áreas onde mais cresce a ocupação irregular. ?O TecnoBahia vai atrair para nossa capital centros de pesquisas de grandes empresas, atrelar o desenvolvimento científico ao setor produtivo, alavancar pesquisas em diversos setores, a exemplo das áreas de energia eólica, solar, biocombustíveis, edificações verdes (green buildings), e favorecer o surgimentos de empresas criativas e inovadoras?, completou Ildes.

    "A previsão é que dentro de um prazo de três meses nós possamos nos instalar provisoriamente em Salvador, até a abertura do Parque", afirma o superintendente do Instituto Atlântico, José Eduardo Martins. O CPqD é considerado um dos mais expressivos centros de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da América Latina na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

    Portal do Governo da Bahia



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    Terça, 10 de Março de 2009 21:00
    Resultado foi conseguido com a implantação de um sistema que envia relatórios de controle sobre as 83 mil linhas utilizadas pelos funcionários do BB. Antes da solução, 25% das ligações tinham finalidades pessoais.

    Segundo relatório do Aberdeen Group, mais de 50% das empresas não possuem controle de suas transações telefônicas, nem tem noção de quanto gastam com telecomunicações, o que não favorece os negócios. Por isso, o setor bancário está investindo em soluções de gerenciamento dessas redes com objetivo de reduzir os custos. É o caso do Banco do Brasil, que adotou uma plataforma de gerenciamento racionalizado dos serviços, desenvolvida pelo CPqD.

    O sistema, que funciona sobre IP, já rendeu uma economia de 30% a 70% com as despesas gerais de telecomunicações do banco, que passou a receber relatórios de controle sobre as 83 mil linhas utilizadas pelos funcionários, com a situação particular de cada usuário.

    O projeto apontou que 25% das ligações feitas no BB tinham finalidades pessoais. As ligações pessoais estavam ultrapassando os limites aceitáveis, então passamos a descontar o preço das chamadas sem relação com o trabalho. Esse processo gerou uma conscientização nos funcionários, que reduziram expressivamente o número de ligações particulares, analisa a gerente de equipe de telecomunicações, redes e gerenciamento do BB, Mônica Soares Martins.

    Após a mensuração dos resultados, a partir da implementação do projeto, em 2004, o banco realizou uma campanha sobre a utilização dos recursos de telecom, incluindo relatórios com ranking dos funcionários que mais usam o telefone, análise conjunta das contas, veiculação de folhetos, revistas e peças online, além de palestras sobre a melhor maneira de fazer os DDDs.

    Também houve a interligação de 400 troncos de PABX de grande porte e a unificação dos 16 mil circuitos de rede, resultando na transparência de operações e no fim dos gargalos no que diz respeito ao billing corporativo do BB, conclui a executiva.

    IP News



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    Segunda, 09 de Março de 2009 21:00
    Ultrapassar os obstáculos enfrentados pela maioria dos projetos de inclusão digital é o desafio dos desenvolvedores de novos serviços. Esse desafio será um dos temas do seminário Novas Fronteiras da Inclusão Digital, que o CPqD vai realizar em suas instalações, em Campinas, no dia 26 de março. O objetivo é ampliar e divulgar os conhecimentos adquiridos no decorrer desses projetos e explorar os resultados da implantação de serviços de cidadania digital em telecentros comunitários. Gratuito, o evento apresentará um panorama da inclusão digital no Brasil e abordará, entre outros aspectos, projetos desenvolvidos em parceria com órgãos governamentais.

    As inscrições devem ser feitas no site do CPqD - www.cpqd.com.br
    O CPqD fica na Rod Campinas-Mogi mirim, km 118,5

    Cosmo Online



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    Segunda, 09 de Março de 2009 21:00
    Encontro abordará projetos desenvolvidos em parceria com órgãos governamentais
    Ultrapassar os obstáculos enfrentados pela maioria dos projetos de inclusão digital é o desafio dos desenvolvedores de novos serviços. Esse desafio será um dos temas do seminário Novas Fronteiras da Inclusão Digital, que o CPqD vai realizar em suas instalações, em Campinas, no dia 26 de março. O objetivo é ampliar e divulgar os conhecimentos adquiridos no decorrer desses projetos e explorar os resultados da implantação de serviços de cidadania digital em telecentros comunitários.
    O CPqD é uma instituição independente, focada na inovação com base nas tecnologias da informação e comunicação (TICs), tendo como objetivo contribuir para a competitividade do País e para a inclusão digital da sociedade. Desenvolve amplo programa de pesquisa e desenvolvimento, o maior da América Latina em sua área de atuação, gerando soluções em TICs que são utilizadas em diversos setores: telecomunicações, financeiro, energia elétrica, industrial, corporativo e administração pública.

    Gratuito, o evento apresentará um panorama da inclusão digital no Brasil e abordará, entre outros aspectos, projetos desenvolvidos em parceria com órgãos governamentais.

    Serviço:
    Seminário Novas Fronteiras da Inclusão Digital
    Data: 26 de março, das 9h às 17h15
    Local: CPqD, em Campinas (SP)
    Só será permitida a entrada de pessoas inscritas. Vagas são limitadas
    As inscrições serão feitas no site do CPqD (www.cpqd.com.br).

    Portal IG



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    Quarta, 04 de Março de 2009 21:00

    Fazer compras, efetuar pagamentos ou marcar a consulta médica ? tudo isso pelo controle remoto, sem se levantar do sofá. Essas são algumas das promessas da TV digital, que começou a ser implantada no Brasil em dezembro de 2007 e ainda não emplacou. Tudo indica que o sistema vá para frente ainda este semestre com a liberação do Ginga, middleware que permite a interatividade e, assim, ações como as listadas acima.

    Mas nem tudo é colorido nem com imagem e som em alta definição. Assim como caixas eletrônicos, lojas virtuais e transações via celular, a TV digital deve ser mais um alvo para os piratas virtuais. É o que alertou o CPqD em evento sobre segurança realizado nesta quinta-feira (05/03) em Campinas, interior de São Paulo.

    ?A TV digital é algo que está em processo [de desenvolvimento]. Ninguém sabe o que será daqui três, cinco ou dez anos?, observa Alexandre Braga, analista de segurança do CPqD. Ele friza, porém, que o sistema tem potencial para incluir grandes parcelas da população e se tornar uma plataforma de diversos serviços, como T-banking, T-commerce ou T-gov. O desafio é garantir a interação sem que isso prejudique os envolvidos.

    A preocupação atinge todos as áreas. Os fabricantes e desenvolvedores temem a falsificação de hardwares e softwares; provedores de serviço se preocupam com os chamados ?gatos? e o mau uso da rede; provedores de conteúdo se preocupam com a disseminação de cópias sem a observância dos direitos autorais; e o usuário final, claro, com sua privacidade e a proteção total de seus dados.

    Braga aponta que a Associação Brasileira de Normas Técnicas já especificou regras para o controle de cópias. E, agora, o que está em discussão são os mecanismos de segurança para os aplicativos. Além disso, Braga sugere que determinados softwares e hardwares venham criptografados para evitar a ação dos criminosos eletrônicos.

    O que recomendamos é que cada fabricante procure um órgão competente para avaliar o grau de segurança de seu equipamento antes de coloca-lo no mercado, conclui.

    B2B Magazine
    Data: 05/03/09


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    Quarta, 04 de Março de 2009 21:00

    Para especialistas do CPqD, é mais fácil grampear ligações feitas entre telefones IP. Brasil Telecom já investiu em projeto de segurança de redes para evitar interceptações.

    A telefonia IP não trouxe só economia e melhor gerenciamento para os usuários. Trouxe também riscos relacionados à segurança, pois começou a despontar um novo nicho de fraudes. O cenário de convergência na comunicação e a tendência de compartilhar esses serviços sobre internet sem uma arquitetura segura, tornam os gateways alvos de ataques. Segundo Emílio Nakamura, especialista de segurança do CPqD, é mais fácil grampear ligações VoIP. Uma vez na internet, os dados de voz e outras informações são facilmente identificáveis e acessíveis, conta o executivo.

    Projetos de criptografia podem bloquear o acesso de terceiros às linhas telefônicas, porém, o excesso de códigos de bloqueio deixam a conexão mais pesada e interferem na qualidade da comunicação. Por isso, não é comum que as empresas executem projetos de segurança em seus sistemas telefônicos, de acordo com especialistas.

    André Ligieri, gerente de telecomunicações do CPqD, acredita que esse gargalo pode ser solucionado com propostas de análise de riscos. É necessário avaliar os problemas das empresa para criar uma estratégia de combate às vulnerabilidades dos protocolos e a forma de transporte de cada companhia.

    A padronização das tecnologias de segurança pode ser a solução para este paradigma, como é o caso dos modelos de interfaces inseguras do GSM. Precisamos nos antecipar no que diz respeito a padrões de segurança. Os arquitetos de TI devem conhecer os sistemas existentes para readaptá-los de acordo com o surgimento de novas tecnologias, criando políticas adequadas a cada empresa, analisa Lugieri.

    Para ele, a convergência entre os protocolos IPv4 e IPv6 é essencial para o avanço da segurança no transporte de protocolos de internet, pois criará um nível único entre os usuários de cada plataforma. ?A unificação auxiliará na interceptação de grampos, uma vez que os projetos de segurança poderão ser aplicados a ambos os sistemas?, diz o especialista.

    Caso de sucesso

    A Brasil Telecom implementou projeto de segurança de sua rede VoIP, internet e links com metodologia do CPqD , que envolve análise de tráfego e dimensionamento de rede, levantamento da situação real, mapa do uso estratégico, matriz de risco e monitoramento de operações. Com objetivo de proteger as informações trocadas no sistema, a operadora investiu na solução e hoje evita ataques, garantindo a confidencialidade das transações, comenta Nakamura.

    Hoje, as operadoras VoIP não incluem serviços de segurança em suas ofertas. Mas esse cenário deverá mudar: ?Com o crescimento da demanda por VoIP, as operadoras passarão a integrar soluções de segurança telefônica em suas ofertas dentro de dois anos?, finaliza Lugieri.

    IP News



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    Quarta, 04 de Março de 2009 21:00
    O CPqD, fornecedor de sistemas em TI e comunicação (TIC), promove na manhã desta quinta-feira (05/03), em Campinas, a segunda edição do seminário ?Inovando com segurança". O evento visa abordar as transformações no âmbito tecnológico e as necessidades deste segmento.

    Na abertura, o gerente de segurança de informações do CPqD, Edson Kowask, abordou o tema A segurança na visão da CPqD. O executivo afirmou que a motivação pelo assunto foi em virtude da atual situação econômica e a crise que muitas empresas estão enfrentando.

    Segundo dados divulgados pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil, o número de fraudes virtuais no país cresceu 209% no período de 2007 para 2008, registrando mais de 140 mil relatos só no ano passado.

    Temos que aprender como tratar a eventualidade diante de uma crise, por isso, é preciso saber manter os negócios e a qualidade dos serviços. É necessário arregaçar as mangas, ter pró-atividade e trabalhar com antecipação para não ser pego de surpresa. Pensar na segurança também é um fator de inovação nas empresas, e isso é muito importante, afirmou Kowask.

    Executivos Financeiros



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