Notícias Relacionadas
Notícias 2009
Inovação em destaque
Cartão de telefone é usado na Oceania e na América do Sul
O cartão indutivo foi lançado no mercado na década de 80. "A tecnologia do cartão não é magnética ou de chip, é original e desenvolvida aqui", afirma Graciosa. O cartão, afirma o presidente do CPqD, é mais barato e prático para o público. A tecnologia pioneira é utilizada por moradores de países da América do Sul e Oceania.
O Monitor Group é uma empresa internacional de consultoria especializada em gestão de crescimento com foco em inovação. A publicação é resultado do estudo O Brasil que inova, realizado em parceria com a revista Exame. O levantamento realizado pela entidade avaliou 228 projetos de inovação de 112 empresas diferentes. A pesquisa analisou não só projetos de caráter tecnológico, mas qualquer tipo de inovação que tenha ajudado empresas brasileiras a se tornarem mais competitivas.
Outra tecnologia incluída no livro é a do Texto Fala, desenvolvida a pedido do Bradesco para possibilitar o acesso de deficientes visuais aos caixas eletrônicos. O Texto Fala é um software capaz de converter números, nomes, endereços, valores monetários ou qualquer outro texto da língua portuguesa em fala sintetizada de alta qualidade. "É uma importante contribuição à acessibilidade", afirma Graciosa.
A terceira inovação é a chamada Plataforma Vectura para redes de nova geração (NGN), desenvolvida em parceria com a empresa Trópico e em cooperação com as operadoras Oi e Telefônica. Graciosa explica que as redes de telecomunicação funcionam, desde a década de 90, com uma nova tecnologia, que é diferente da que era utilizada na rede de telecomunicação tradicional.
"A Vectura faz o casamento das tecnologias tradicionais com as novas tecnologias de rede de telecomunicações", conta. Na prática, a tecnologia otimiza as redes das empresas que oferecem serviços de telecomunicação.
A quarta inovação citada no livro é o Regenerador Óptico Passivo, desenvolvido em parceria com a Eletronorte e industrializado pela Padtec. O presidente do CPqD explica que as transmissões de telecomunicação são feitas com fibra ótica. O feixe de luz dentro da fibra ótica caminha quilômetros para chegar do outro lado. "Quando você tem uma destinação muito grande, tem que fazer a regeneração do sinal ótico antes dele chegar na outra extremidade. O regenerador permite que o feixe alcance distâncias até duas vezes maiores."
Ter os trabalhos citados na publicação é motivo de orgulho para o presidente da instituição, Graciosa. "A gente tem falado muito que o CPqD tem a função de produzir inovação. E quando há reconhecimento explícito, por uma entidade independente, isso nos dá uma gratificação, porque alguém de fora atestou isso", comenta. Segundo Graciosa, o reconhecimento internacional pelo trabalho desenvolvido no CPqD também serve como motivação para os funcionários.
O CPqD atua há 32 anos em Tecnologia da Informação e Comunicação e é um dos principais fornecedores de sistemas para suporte a operações e negócios, tecnologias de produtos, serviços laboratoriais e consultorias. Somente no Brasil, o CPqD beneficia mais de 100 milhões de usuários de telefonia convencional e wireless (sem fio) e diversos clientes corporativos dos setores financeiro, de energia e governamental.
CPqD - Todos os direitos reservados -
Mapa do Site