Soluções e Produtos
Banda Larga
A banda larga será a infraestrutura do século 21, disseminando o serviço e assegurando a participação do maior número possível de usuários na realidade de um País conectado, os quais passam a usufruir de todos os benefícios associados.
Investir na popularização do uso da banda larga significa apostar nas mais diversas dimensões do desenvolvimento (social, educacional, econômico e cultural), constituindo um capital essencial para que o País possa participar da sociedade da informação. Vários setores da cadeia produtiva vêm sendo beneficiados pelo uso intensivo das conexões de alta velocidade.
A inclusão digital - bandeira de diversas políticas públicas Brasil afora - passa, necessariamente, pela realidade de um serviço de banda larga eficiente. Esse serviço será a base de áreas como educação, comércio, entretenimento e outras de grande relevância para a economia, que incluem empresas com diferentes necessidades e perfis e de portes variados. Todas essas passarão, cada vez mais, a depender da eficiência da banda larga. A modernização do setor elétrico - ação estratégica direcionada ao desenvolvimento do País e alinhada ao conceito de Smart Grid - será extremamente dependente do êxito dessa infraestrutura.
As operadoras vêm reinventando o seu papel nessa nova cadeia de valor, que deixa para trás características típicas do tradicional mercado de telecom como conhecemos em um passado recente. A partir da nova realidade do all-IP, com a migração natural de serviços de voz para a tecnologia IP, as operadoras vêm criando novos modelos de negócio, com foco na entrega de serviços e não mais na conectividade. A migração para as redes totalmente IP abre um auspicioso caminho rumo ao aumento da competitividade e rentabilidade.
Novos modelos, novos players. Compõe essa nova realidade a adoção de um modelo de negócio Internet-like, na qual provedores de conteúdo já não são, necessariamente, provedores de controle e acesso. Entram em cena, ainda, novos players: os provedores de telefonia de baixo custo, de serviços triple play e as xVNOs (x Virtual Network Operator) para serviços fixos ou móveis.
Desafios - O processo de consolidação do mercado de banda larga no Brasil inclui aspectos relevantes como a regulamentação do serviço, a redução dos custos de conexão em regiões afastadas dos grandes centros, além do aumento da velocidade. Pensar o novo nesse cenário significa adotar inusitados modelos de negócio, abrindo mão, por exemplo, da cobrança da assinatura e do tempo de uso dos serviços. Para o mercado das operadoras celulares, significa criar novos serviços de valor adicionado que melhorem a remuneração de suas redes - dados evidenciam que de 5% a 10% dos usuários da telefonia móvel são responsáveis por 80% do tráfego nas redes.
CPqD preparado para atender às demandas do setor
Em sua trajetória, o CPqD sempre esteve ao lado das empresas de telecomunicações e tecnologia da informação, antecipando-se em suas demandas. As operadoras brasileiras têm-no como um fornecedor confiável e independente, provedor de tecnologias e serviços inovadores. No que diz respeito aos aspectos regulatórios do setor, o CPqD apoia as operadoras no acompanhamento da evolução da banda larga no mundo, assessorando-as no processo de implantação de padrões estabelecidos não somente no Brasil, mas em todo o mundo. A seguir, os diversos vetores da atuação do CPqD no mercado telecom.
Evolução da infraestrutura
Sistemas de suporte a operações e negócios - OSS/BSS
Evolução da plataforma de serviços
Sustentabilidade
Desempenho de rede e serviços
Segurança de redes e serviços
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