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TICs

Trata-se de um dos maiores projetos de TIC realizados no Mato Grosso, tanto por sua complexidade como por sua dimensão, que deixa um legado importante para o estado em termos de infraestrutura e de capital intelectual. Essa é a avaliação da Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo da FIFA 2014 do Mato Grosso (SECOPA-MT) quanto aos resultados do projeto executado, com sucesso, ao longo de quase três anos de parceria com o CPqD.

 

“Esse trabalho deixa um capital intelectual para o Estado de Mato Grosso, com uma equipe apta a realizar o gerenciamento de grandes projetos em TIC, bem como em outras áreas”, avalia o superintendente de TI da SECOPA-MT, José Eduardo da Costa Borro. “Deixa também legados importantes, como o aumento do traçado e a atualização tecnológica da Infovia-MT”, acrescenta.

 

Em outubro de 2011, a SECOPA-MT contratou o CPqD para prestar serviços de consultoria técnica especializada para a definição da arquitetura tecnológica e a identificação e especificação de projetos de TIC, visando aperfeiçoar a integridade, confiabilidade, disponibilidade, segurança e rastreabilidade das informações relacionadas às atividades da Copa do Mundo no Estado de Mato Grosso. O contrato também previa o suporte à fiscalização da implantação desses projetos e trabalhos de consultoria para a elaboração de um plano de gerenciamento de projetos de TIC e de um plano de transferência do legado.

 

“Foram 17 projetos definidos, com o objetivo de garantir a disponibilidade da infraestrutura e dos sistemas de informação, fundamentais para o sucesso das transmissões e do evento como um todo”, afirma Edson Gaseta, da Gerência de Consultoria em Governança, Risco e Compliance e TI do CPqD. Participaram do trabalho, ao longo da implantação dos projetos, cerca de 20 profissionais de várias áreas do CPqD: segurança da informação, governança, consultoria em TI, qualidade, redes de telecomunicações e infraestrutura, entre outras.

 

Quatro jogos da Copa do Mundo da FIFA de 2014 foram realizados na Arena Pantanal, com um público total de 158 mil pessoas. A equipe de especialistas do CPqD acompanhou os eventos, durante os quais não foram registrados problemas ou incidentes na área de TIC; sem dúvida, um dos principais resultados do trabalho realizado em conjunto com a SECOPA-MT.

 

Segundo o superintendente de TI do Mato Grosso, a forma de estruturação do projeto incentivou a SECOPA a implantar um escritório de projetos, seguindo as melhores práticas de gerenciamento do PMBOK (Project Management Body of Knowledge) – um guia publicado pelo PMI (Project Management Institute). A gestão de projetos também contou com o suporte do CPqD, que criou uma metodologia específica (baseada no PMBOK), aplicada a todos os projetos relacionados ao evento da SECOPA-MT. O sucesso do trabalho levou o governo do Mato Grosso a adotar o modelo do escritório de projetos da SECOPA e a estender sua utilização aos projetos de todo o Estado.

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Um dos maiores projetos de Tecnologia da Informação e Comunicação realizados no Mato Grosso - tanto pela complexidade como pela dimensão -, que deixa um legado importante para o estado, em termos de infraestrutura e de capital intelectual. Essa é a avaliação da Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo FIFA 2014 - SECOPA MT sobre os resultados do projeto executado, com sucesso, ao longo de quase três anos de parceria com o CPqD.
 
Em outubro de 2011, a SECOPA MT contratou o CPqD para prestar serviços de consultoria técnica especializada para a definição da arquitetura tecnológica, identificação e especificação de projetos de TIC, visando aperfeiçoar a integridade, confiabilidade, disponibilidade, segurança e rastreabilidade das informações relacionadas às atividades da Copa do Mundo no estado do Mato Grosso. O contrato também previa o suporte à fiscalização da implantação desses projetos e, posteriormente, incluiu algumas atividades complementares, como consultoria para a elaboração de um plano de gerenciamento de projetos de TIC e de um plano de transferência do legado.
 
“No total, foram 17 projetos de TIC, definidos com o objetivo de garantir a disponibilidade da infraestrutura e dos sistemas de informação, fundamentais para o sucesso das transmissões e do evento como um todo”, afirma Edson Gaseta, da Gerência de Consultoria em Governança, Risco e Compliance e TI do CPqD. Participaram do trabalho, no decorrer da implantação dos projetos, cerca de 20 profissionais de várias áreas do CPqD - segurança da informação, governança, consultoria em TI, qualidade, redes de telecomunicações e infraestrutura, entre outras.
 
Quatro jogos da Copa do Mundo 2014 foram realizados na Arena Pantanal, com um público total de 158 mil pessoas. A equipe de especialistas do CPqD acompanhou os eventos, durante os quais não foram registrados problemas ou incidentes na área de TIC - sem dúvida, um dos principais resultados do trabalho realizado em conjunto com a SECOPA MT. 
 
“Esse trabalho deixa um capital intelectual para o estado de Mato Grosso, com uma equipe apta a realizar o gerenciamento de grandes projetos tanto em TIC como em outras áreas”, avalia José Eduardo da Costa Borro, superintendente de TI da SECOPA MT. “Deixa também um legado importante pelo aumento do traçado e pela atualização tecnológica da Infovia MT”, acrescenta.
 
Segundo Borro, a forma de estruturação do projeto incentivou a SECOPA a implantar um escritório de projetos, seguindo as melhores práticas de gerenciamento do PMBOK (Project Management Body of Knowledge) - um guia publicado pelo Project Management Institute (PMI). A gestão de projetos também contou com o suporte do CPqD, que criou uma metodologia específica (baseada no PMBOK), aplicada a todos os projetos relacionados ao evento da SECOPA MT. O sucesso do trabalho levou o governo do Mato Grosso a adotar o modelo do escritório de projetos da SECOPA e ampliar sua atuação para os projetos de todo o estado.
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Um dos maiores projetos de Tecnologia da Informação e Comunicação realizados no Mato Grosso - tanto pela complexidade como pela dimensão -, que deixa um legado importante para o estado, em termos de infraestrutura e de capital intelectual. Essa é a avaliação da Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo FIFA 2014 - SECOPA MT sobre os resultados do projeto executado, com sucesso, ao longo de quase três anos de parceria com o CPqD.
 
O Centro foi contratado pela SECOPA MT para prestar serviços de consultoria técnica especializada para a definição da arquitetura tecnológica, identificação e especificação de projetos de TIC, visando aperfeiçoar a integridade, confiabilidade, disponibilidade, segurança e rastreabilidade das informações relacionadas às atividades da Copa do Mundo no estado do Mato Grosso. O contrato também previa o suporte à fiscalização da implantação desses projetos e, posteriormente, incluiu algumas atividades complementares, como consultoria para a elaboração de um plano de gerenciamento de projetos de TIC e de um plano de transferência do legado.
 
Foram 17 projetos de TIC ao todo, definidos com o objetivo de garantir a disponibilidade da infraestrutura e dos sistemas de informação, durante os quatro jogos da Copa do Mundo realizados na Arena Pantanal - que somaram um público de 158 mil pessoas. Participaram do trabalho, no decorrer da implantação dos projetos, cerca de 20 profissionais de várias áreas do CPqD - segurança da informação, governança, consultoria em TI, qualidade, redes de telecomunicações e infraestrutura, entre outras.
 
A equipe de especialistas do CPqD acompanhou os eventos, durante os quais não foram registrados problemas ou incidentes na área de TIC - sem dúvida, um dos principais resultados do trabalho realizado em conjunto com a SECOPA MT. Outro resultado importante foi a implantação de um escritório de projetos pela SECOPA, seguindo as melhores práticas de gerenciamento do PMBOK (Project Management Body of Knowledge) - um guia publicado pelo Project Management Institute (PMI).
 
A gestão de projetos também contou com o suporte do CPqD, que criou uma metodologia específica (baseada no PMBOK), aplicada a todos os projetos relacionados ao evento da SECOPA MT. O sucesso do trabalho levou o governo do Mato Grosso a adotar o modelo do escritório de projetos da SECOPA e ampliar sua atuação para os projetos de todo o estado.
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Soluções voltadas à gestão dinâmica da tecnologia em centros de processamento de dados públicos, que proporcionam agilidade nas operações, redução de gastos, agregação de valor aos serviços e disponibilidade de diversos serviços de governo eletrônico à população: esse foi o foco do CPqD no SECOP 2014 (Seminário Nacional de TIC para a Gestão Pública), realizado entre os dias 28 e 30 de maio, em Foz do Iguaçu, no Paraná. O seminário teve como destaque o conjunto de serviços profissionais do CPqD, que compreende consultorias e análises em áreas como inteligência de redes, segurança da informação, governança e gestão de TI.

 

Promovido pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (Abep), o evento é o principal fórum brasileiro nesse segmento e conta com a participação de gestores públicos, pesquisadores e profissionais de entidades estaduais de TIC.

 

No estande do CPqD ficou em exposição o sistema CPqD Gestão Pública – Educação, que permite gerenciar informações e controlar os processos administrativos, acadêmicos e pedagógicos de escolas das redes públicas estaduais ou municipais. A solução, já implantada em diversos estados e municípios do País, atende uma área prioritária e estratégica da administração pública e pode contribuir para a melhoria do ensino público do País. “As empresas de processamento de dados do estado, ou município, são uma peça-chave na implantação de novas tecnologias de gestão”, destaca Luciano Maia Lemos, gerente de produto do CPqD. “Ao centralizar a operação, essas empresas conseguem levar sistemas de gestão estratégicos, como o de educação, a municípios menores que, isoladamente, não teriam acesso a essas inovações”, acrescenta.

 

A participação do CPqD no evento também incluiu uma palestra proferida pelo especialista Maurício Casotti. “Mostramos que a infovia digital é muito mais do que uma rede de comunicações multisserviços. Quando bem planejada, ela funciona como uma plataforma para desenvolvimento de novos projetos, que podem contribuir para melhorar os indicadores do governo”, afirma Casotti. “A infovia é a base para o governo na era da informação”.

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As sinergias entre os temas smart grid, cidades digitais e banda larga foram destaque da participação do CPqD no UTC Summit America Latina 2013, realizado em Florianópolis (SC) entre os dias 18 e 20 de março. Coordenado pela UTC (Utilities Telecom Council América Latina), o evento propiciou a discussão de soluções e projetos relacionados à modernização das redes de telecomunicações e TI das empresas de serviços públicos de energia elétrica, gás, petróleo e água.

 

Patrocinador do evento, o CPqD participou do painel Evoluindo para Infraestrutura das Empresas de Amanhã, abordando os modelos de negócios e o potencial de serviços associados das empresas que dispõem de infraestrutura de telecomunicações. O Gerente de Planejamento e Soluções, Cláudio Tadeu Correa Leite, mostrou os pontos em comum e as sinergias entre áreas que hoje estão no foco das linhas de pesquisa e desenvolvimento e dos serviços da organização: smart grid, cidades digitais e banda larga.

 

O UTC Summit 2013 – Telecomunicações e TI para Empresas Utilities – reuniu profissionais de TICs de várias empresas desse setor do Brasil e da América Latina. 

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O CPqD intensifica sua participação na área de Defesa e Segurança com projetos de pesquisa e desenvolvimento e a prestação de serviços laboratoriais. Com a Infraero – instituição ligada à Secretaria de Aviação Civil responsável pela administração dos aeroportos brasileiros – o Centro acaba de assinar contrato de prestação de serviços de ensaios laboratoriais em seus equipamentos de comunicação e emissão de relatórios.
 
Serão testados nos laboratórios do CPqD seis modelos de equipamentos, entre eles, “transmissores radiofarol” – sistema de radionavegação que emite sinais para as aeronaves e indica o sentido da estação e seu prefixo de transmissão – e “transceptores fixos” – rádios projetados para que o piloto da aeronave tenha conhecimento da sua direção e distância em relação à estação terrestre. Trata-se de equipamentos indispensáveis às operações da Infraero, que operam com transmissão de radiofrequência, razão pela qual a Anatel exige sua homologação.
 
Serão realizados testes de potência, largura de faixa ocupada, modulação, estabilidade de frequência, características das emissões, entre outros. “Nossa experiência em TICs pode contribuir para a evolução da aviação civil e militar no Brasil. Estamos empenhados em atuar junto a esses clientes em nossas áreas de competência”, comenta o Gerente de Defesa e Segurança do CPqD, Everton Corrêa.
 
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O CPqD intensifica sua participação na área de Defesa e Segurança com projetos de pesquisa e desenvolvimento e a prestação de serviços laboratoriais. Com a Infraero – instituição ligada à Secretaria de Aviação Civil responsável pela administração dos aeroportos brasileiros – o Centro acaba de assinar contrato de prestação de serviços de ensaios laboratoriais em seus equipamentos de comunicação e emissão de relatórios.
 
Serão testados nos laboratórios do CPqD seis modelos de equipamentos, entre eles, “transmissores radiofarol” – sistema de radionavegação que emite sinais para as aeronaves e indica o sentido da estação e seu prefixo de transmissão – e “transceptores fixos” – rádios projetados para que o piloto da aeronave tenha conhecimento da sua direção e distância em relação à estação terrestre. Trata-se de equipamentos indispensáveis às operações da Infraero, que operam com transmissão de radiofrequência, razão pela qual a Anatel exige sua homologação.
 
Serão realizados testes de potência, largura de faixa ocupada, modulação, estabilidade de frequência, características das emissões, entre outros. “Nossa experiência em TICs pode contribuir para a evolução da aviação civil e militar no Brasil. Estamos empenhados em atuar junto a esses clientes em nossas áreas de competência”, comenta o Gerente de Defesa e Segurança do CPqD, Everton Corrêa.
 
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As sinergias entre os temas smart grid, cidades digitais e banda larga serão o destaque da participação do CPqD no UTC Summit America Latina 2013, que começa hoje (18/03) e vai até o dia 20, em Florianópolis (SC). Realizado pela UTC - Utilities Telecom Council América Latina, o evento deverá propiciar a discussão de projetos e soluções relacionados à modernização das redes de telecomunicações e TI das empresas de serviços públicos de energia elétrica, gás, petróleo e água.

 

O CPqD é um dos patrocinadores desse evento e participará do painel Evoluindo para Infraestrutura das Empresas de Amanhã, programado para amanhã (19/03), a partir das 14h30. Nesse painel, que vai abordar os modelos de negócios e o potencial de serviços associados das empresas que dispõem de infraestrutura de telecomunicações, Cláudio Tadeu Correa Leite, gerente de Marketing de Soluções do CPqD, mostrará os pontos em comum e sinergias entre áreas que hoje estão no foco das linhas de pesquisa e desenvolvimento e dos serviços da organização: smart grid, cidades digitais e banda larga.

 

O UTC Summit 2013 - Telecomunicações e TI para Empresas Utilities será realizado no Hotel Majestic Palace, na capital catarinense, e deverá reunir profissionais de TIC de várias empresas desse setor do Brasil e da América Latina. Mais informações e a programação completa do evento estão disponíveis no site www.utcamericalatina.org/summit2013/br/

 
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Uma peça teatral e o Hino Nacional cantado em Libras foram os pontos altos da formatura da terceira turma do Programa Qualificar para Incluir, realizada no último dia 29 de junho. O curso de capacitação em TICs voltado para pessoas com deficiência formou, na ocasião, mais 41 novos profissionais para atuar no mercado da região.

A peça teatral Mágico Sentimento – escrita, coreografada, dirigida e encenada pelos alunos do curso – mostrou ao público presente as dificuldades enfrentadas por pessoas com algum tipo de deficiência, ao mesmo tempo que revelou seu potencial a partir das oportunidades de inclusão oferecidas.

Realizada no Auditório do CPqD, em Campinas, a cerimônia contou com a presença da Diretoria Executiva do CPqD; do membro do Conselho Curador do CPqD, Roberto Mário Di Nardo e Camila Maria Pinto Lisboa (representando o conselheiro Mauro Kern Jr.); e de autoridades como  Deputado Federal Jonas Donizette,
o Vice-Prefeito, Francisco Soares de Souza, e o Presidente da Câmara Municipal, Thiago Ferrari. Também estavam presentes Rita Maria Khater, do Centro Interdisciplinar de Atenção ao Deficiente (CIAD), Anderson Pelegrino, da ESAMC, Edson Pedro de Lima, do SINTPq e os representantes das empresas parceiras que apoiam o Programa Qualificar para Incluir, Jorge Salomão Pereira, da Padtec, Elaine Cristina de Lima, da Softway, e Antonio Marcos Melo, da SQi. Os representantes das empresas instaladas no Pólis também participaram da cerimônia: pela Matera, Natália Cardoso, pela Elabora, Luis Daniel Lapolla, pela Dextra, Sabrina Alessandra Ribeiro e pela Bastos e Ferrari Advogados, Marcelo Bastos Graciosa.

O Centro está recebendo inscrições dos interessados em participar da quarta turma, que terá início no próximo mês de agosto. Com a terceira turma, já são 150 profissionais preparados para atuar no mercado. Cerca de 90% desses alunos já estão inseridos no mercado, seja no CPqD ou em empresas da região de Campinas.

Sobre o Qualificar para Incluir – Criado e patrocinado pelo CPqD, o Programa Qualificar para Incluir mantém gratuitamente aulas de capacitação em TIC´s para alunos com deficiências físicas. O material didático e o transporte até as dependência do CPqD também são oferecidos gratuitamente.  Com 14 meses de duração e um total de 322 horas de treinamento, o conteúdo do curso inclui Lógica de Programação, Programação em Java, Java Sript, Programação HMTL, entre outros.
 


Jonas Donizette


Roberto Mário Di Nardo


Thiago Ferrari

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Com o objetivo de avaliar em que nível de digitalização estão os municípios brasileiros, o CPqD criou uma metodologia que leva em conta uma série de critérios (veja abaixo, os seis níveis de evolução das cidades na escala de digitalização). Graziella Cardoso Bonadia, responsável pelo trabalho no CPqD, explica que, para a edição 2012 do Índice Brasil de Cidades Digitais (IBCD), houve um aperfeiçoamento da metodologia, o que permitiu realizar uma avaliação mais precisa das iniciativas que envolvem o uso das tecnologias da informação e comunicação (TICs) nas cidades brasileiras. Essa avaliação foi feita a partir de um questionário, respondido pelos gestores municipais, e, ainda, de dados complementares levantados pela equipe do IBCD (população, número de acessos e velocidade média de conexão à Internet).
 
Com base nessas informações, foi atribuída uma pontuação a cada município, de acordo com uma série de critérios. Divididos em nove categorias, esses critérios consideram não somente a infraestrutura tecnológica (presença de equipamentos primários, banda, cobertura geográfica, etc.), mas também a disponibilidade de serviços digitais e de recursos de acessibilidade, por exemplo, para pessoas com deficiências físicas ou com baixo letramento. “Na categoria Presença de equipamentos primários, a pontuação tem peso menor, enquanto na categoria Serviços eletrônicos, o peso é bem maior”, diz Graziella.
 

Níveis na escala de digitalização das cidades:

Nível 1 – Acesso básico: Este é o patamar mínimo que uma cidade em vias de digitalização pode apresentar. São cidades que dispõem de infraestrutura e de serviços de telecomunicações, mas com limitação de pontos de acesso e de banda de transmissão. Em geral, não têm provedor local de acesso às redes digitais (ISP) e as conexões são por meio de ligações conurbadas ou de longa distância, com baixas taxas de transmissão, o que representa uma forte barreira à Sociedade da Informação. Ou seja, a banda larga é de baixa velocidade e qualidade deficiente.

Nível 2 – Telecentros: Neste nível, no qual a população já conta com ISPs, há telecentros para acesso público à internet, mas com recursos mínimos de acessibilidade, como instalações físicas adequadas a cadeirantes. Todavia, o número de telecentros é limitado e há restrições de banda, tanto no acesso (em parte ainda é discado) como no backbone.

Nível 3 – Serviços eletrônicos: Neste nível, em geral, as cidades tendem a oferecer cobertura total para acesso público, ou seja, há telecentros distribuídos em toda a sua extensão territorial; os recursos de acessibilidade e usabilidade são mais presentes e possibilitam que pessoas com baixo nível de letramento ou portadoras de deficiência possam ter as barreiras de acesso diminuídas. Neste nível, a população incluída já pode usufruir de alguns serviços públicos e privados em ambiente virtual, embora aqui, também, ainda exista limitações de banda em termos de acesso e de backbone.

Nível 4 – Pré-integrado: Neste estágio, em geral, a cobertura é total e sem limitação de banda para o acesso público; os serviços públicos encontram-se integrados em um único ambiente virtual, compondo uma plataforma de governo eletrônico que integra todas as esferas e poderes. Os telecentros e serviços públicos dispõem de um conjunto razoável de recursos de acessibilidade, usabilidade e inteligibilidade. Esse conjunto de serviços impõe desafios ainda maiores aos administradores, como o desenvolvimento de tecnologias e aplicações que despertem o interesse de uma população heterogênea, com diferentes níveis de alfabetização e de domínio das TICs. Neste tipo de cidade, alguns serviços privados são providos em ambiente virtual.

Nível 5 – Integrado: É caracterizado por um alto grau de digitalização, com cobertura total tanto para o acesso público quanto para o individual. Ao invés de um portal para cada serviço ou aplicação, nestas cidades, os serviços são integrados, notadamente os públicos, e há significativas quantidade e diversidade de recursos de acessibilidade, usabilidade e inteligibilidade. Há uma ampla gama de serviços privados em ambiente virtual; as comunidades também são integradas e há ganhos em termos culturais e do exercício da cidadania.

Nível 6  – Pleno: Além de todos os avanços apontados nos níveis anteriores, neste estágio as cidades reúnem a plenitude dos recursos digitais permitidos pelos arranjos sociais, econômicos, políticos e tecnológicos. Neste patamar, os serviços públicos e privados, integrados, criam um espaço virtual que se justapõe à cidade real. As novas tecnologias de comunicação e informação passam a fazer parte das construções que passam a ser inteligentes e interligadas em rede.
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