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TICs

As sinergias entre os temas smart grid, cidades digitais e banda larga foram destaque da participação do CPqD no UTC Summit America Latina 2013, realizado em Florianópolis (SC) entre os dias 18 e 20 de março. Coordenado pela UTC (Utilities Telecom Council América Latina), o evento propiciou a discussão de soluções e projetos relacionados à modernização das redes de telecomunicações e TI das empresas de serviços públicos de energia elétrica, gás, petróleo e água.

 

Patrocinador do evento, o CPqD participou do painel Evoluindo para Infraestrutura das Empresas de Amanhã, abordando os modelos de negócios e o potencial de serviços associados das empresas que dispõem de infraestrutura de telecomunicações. O Gerente de Planejamento e Soluções, Cláudio Tadeu Correa Leite, mostrou os pontos em comum e as sinergias entre áreas que hoje estão no foco das linhas de pesquisa e desenvolvimento e dos serviços da organização: smart grid, cidades digitais e banda larga.

 

O UTC Summit 2013 – Telecomunicações e TI para Empresas Utilities – reuniu profissionais de TICs de várias empresas desse setor do Brasil e da América Latina. 

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O CPqD intensifica sua participação na área de Defesa e Segurança com projetos de pesquisa e desenvolvimento e a prestação de serviços laboratoriais. Com a Infraero – instituição ligada à Secretaria de Aviação Civil responsável pela administração dos aeroportos brasileiros – o Centro acaba de assinar contrato de prestação de serviços de ensaios laboratoriais em seus equipamentos de comunicação e emissão de relatórios.
 
Serão testados nos laboratórios do CPqD seis modelos de equipamentos, entre eles, “transmissores radiofarol” – sistema de radionavegação que emite sinais para as aeronaves e indica o sentido da estação e seu prefixo de transmissão – e “transceptores fixos” – rádios projetados para que o piloto da aeronave tenha conhecimento da sua direção e distância em relação à estação terrestre. Trata-se de equipamentos indispensáveis às operações da Infraero, que operam com transmissão de radiofrequência, razão pela qual a Anatel exige sua homologação.
 
Serão realizados testes de potência, largura de faixa ocupada, modulação, estabilidade de frequência, características das emissões, entre outros. “Nossa experiência em TICs pode contribuir para a evolução da aviação civil e militar no Brasil. Estamos empenhados em atuar junto a esses clientes em nossas áreas de competência”, comenta o Gerente de Defesa e Segurança do CPqD, Everton Corrêa.
 
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O CPqD intensifica sua participação na área de Defesa e Segurança com projetos de pesquisa e desenvolvimento e a prestação de serviços laboratoriais. Com a Infraero – instituição ligada à Secretaria de Aviação Civil responsável pela administração dos aeroportos brasileiros – o Centro acaba de assinar contrato de prestação de serviços de ensaios laboratoriais em seus equipamentos de comunicação e emissão de relatórios.
 
Serão testados nos laboratórios do CPqD seis modelos de equipamentos, entre eles, “transmissores radiofarol” – sistema de radionavegação que emite sinais para as aeronaves e indica o sentido da estação e seu prefixo de transmissão – e “transceptores fixos” – rádios projetados para que o piloto da aeronave tenha conhecimento da sua direção e distância em relação à estação terrestre. Trata-se de equipamentos indispensáveis às operações da Infraero, que operam com transmissão de radiofrequência, razão pela qual a Anatel exige sua homologação.
 
Serão realizados testes de potência, largura de faixa ocupada, modulação, estabilidade de frequência, características das emissões, entre outros. “Nossa experiência em TICs pode contribuir para a evolução da aviação civil e militar no Brasil. Estamos empenhados em atuar junto a esses clientes em nossas áreas de competência”, comenta o Gerente de Defesa e Segurança do CPqD, Everton Corrêa.
 
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As sinergias entre os temas smart grid, cidades digitais e banda larga serão o destaque da participação do CPqD no UTC Summit America Latina 2013, que começa hoje (18/03) e vai até o dia 20, em Florianópolis (SC). Realizado pela UTC - Utilities Telecom Council América Latina, o evento deverá propiciar a discussão de projetos e soluções relacionados à modernização das redes de telecomunicações e TI das empresas de serviços públicos de energia elétrica, gás, petróleo e água.

 

O CPqD é um dos patrocinadores desse evento e participará do painel Evoluindo para Infraestrutura das Empresas de Amanhã, programado para amanhã (19/03), a partir das 14h30. Nesse painel, que vai abordar os modelos de negócios e o potencial de serviços associados das empresas que dispõem de infraestrutura de telecomunicações, Cláudio Tadeu Correa Leite, gerente de Marketing de Soluções do CPqD, mostrará os pontos em comum e sinergias entre áreas que hoje estão no foco das linhas de pesquisa e desenvolvimento e dos serviços da organização: smart grid, cidades digitais e banda larga.

 

O UTC Summit 2013 - Telecomunicações e TI para Empresas Utilities será realizado no Hotel Majestic Palace, na capital catarinense, e deverá reunir profissionais de TIC de várias empresas desse setor do Brasil e da América Latina. Mais informações e a programação completa do evento estão disponíveis no site www.utcamericalatina.org/summit2013/br/

 
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Uma peça teatral e o Hino Nacional cantado em Libras foram os pontos altos da formatura da terceira turma do Programa Qualificar para Incluir, realizada no último dia 29 de junho. O curso de capacitação em TICs voltado para pessoas com deficiência formou, na ocasião, mais 41 novos profissionais para atuar no mercado da região.

A peça teatral Mágico Sentimento – escrita, coreografada, dirigida e encenada pelos alunos do curso – mostrou ao público presente as dificuldades enfrentadas por pessoas com algum tipo de deficiência, ao mesmo tempo que revelou seu potencial a partir das oportunidades de inclusão oferecidas.

Realizada no Auditório do CPqD, em Campinas, a cerimônia contou com a presença da Diretoria Executiva do CPqD; do membro do Conselho Curador do CPqD, Roberto Mário Di Nardo e Camila Maria Pinto Lisboa (representando o conselheiro Mauro Kern Jr.); e de autoridades como  Deputado Federal Jonas Donizette,
o Vice-Prefeito, Francisco Soares de Souza, e o Presidente da Câmara Municipal, Thiago Ferrari. Também estavam presentes Rita Maria Khater, do Centro Interdisciplinar de Atenção ao Deficiente (CIAD), Anderson Pelegrino, da ESAMC, Edson Pedro de Lima, do SINTPq e os representantes das empresas parceiras que apoiam o Programa Qualificar para Incluir, Jorge Salomão Pereira, da Padtec, Elaine Cristina de Lima, da Softway, e Antonio Marcos Melo, da SQi. Os representantes das empresas instaladas no Pólis também participaram da cerimônia: pela Matera, Natália Cardoso, pela Elabora, Luis Daniel Lapolla, pela Dextra, Sabrina Alessandra Ribeiro e pela Bastos e Ferrari Advogados, Marcelo Bastos Graciosa.

O Centro está recebendo inscrições dos interessados em participar da quarta turma, que terá início no próximo mês de agosto. Com a terceira turma, já são 150 profissionais preparados para atuar no mercado. Cerca de 90% desses alunos já estão inseridos no mercado, seja no CPqD ou em empresas da região de Campinas.

Sobre o Qualificar para Incluir – Criado e patrocinado pelo CPqD, o Programa Qualificar para Incluir mantém gratuitamente aulas de capacitação em TIC´s para alunos com deficiências físicas. O material didático e o transporte até as dependência do CPqD também são oferecidos gratuitamente.  Com 14 meses de duração e um total de 322 horas de treinamento, o conteúdo do curso inclui Lógica de Programação, Programação em Java, Java Sript, Programação HMTL, entre outros.
 


Jonas Donizette


Roberto Mário Di Nardo


Thiago Ferrari

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Com o objetivo de avaliar em que nível de digitalização estão os municípios brasileiros, o CPqD criou uma metodologia que leva em conta uma série de critérios (veja abaixo, os seis níveis de evolução das cidades na escala de digitalização). Graziella Cardoso Bonadia, responsável pelo trabalho no CPqD, explica que, para a edição 2012 do Índice Brasil de Cidades Digitais (IBCD), houve um aperfeiçoamento da metodologia, o que permitiu realizar uma avaliação mais precisa das iniciativas que envolvem o uso das tecnologias da informação e comunicação (TICs) nas cidades brasileiras. Essa avaliação foi feita a partir de um questionário, respondido pelos gestores municipais, e, ainda, de dados complementares levantados pela equipe do IBCD (população, número de acessos e velocidade média de conexão à Internet).
 
Com base nessas informações, foi atribuída uma pontuação a cada município, de acordo com uma série de critérios. Divididos em nove categorias, esses critérios consideram não somente a infraestrutura tecnológica (presença de equipamentos primários, banda, cobertura geográfica, etc.), mas também a disponibilidade de serviços digitais e de recursos de acessibilidade, por exemplo, para pessoas com deficiências físicas ou com baixo letramento. “Na categoria Presença de equipamentos primários, a pontuação tem peso menor, enquanto na categoria Serviços eletrônicos, o peso é bem maior”, diz Graziella.
 

Níveis na escala de digitalização das cidades:

Nível 1 – Acesso básico: Este é o patamar mínimo que uma cidade em vias de digitalização pode apresentar. São cidades que dispõem de infraestrutura e de serviços de telecomunicações, mas com limitação de pontos de acesso e de banda de transmissão. Em geral, não têm provedor local de acesso às redes digitais (ISP) e as conexões são por meio de ligações conurbadas ou de longa distância, com baixas taxas de transmissão, o que representa uma forte barreira à Sociedade da Informação. Ou seja, a banda larga é de baixa velocidade e qualidade deficiente.

Nível 2 – Telecentros: Neste nível, no qual a população já conta com ISPs, há telecentros para acesso público à internet, mas com recursos mínimos de acessibilidade, como instalações físicas adequadas a cadeirantes. Todavia, o número de telecentros é limitado e há restrições de banda, tanto no acesso (em parte ainda é discado) como no backbone.

Nível 3 – Serviços eletrônicos: Neste nível, em geral, as cidades tendem a oferecer cobertura total para acesso público, ou seja, há telecentros distribuídos em toda a sua extensão territorial; os recursos de acessibilidade e usabilidade são mais presentes e possibilitam que pessoas com baixo nível de letramento ou portadoras de deficiência possam ter as barreiras de acesso diminuídas. Neste nível, a população incluída já pode usufruir de alguns serviços públicos e privados em ambiente virtual, embora aqui, também, ainda exista limitações de banda em termos de acesso e de backbone.

Nível 4 – Pré-integrado: Neste estágio, em geral, a cobertura é total e sem limitação de banda para o acesso público; os serviços públicos encontram-se integrados em um único ambiente virtual, compondo uma plataforma de governo eletrônico que integra todas as esferas e poderes. Os telecentros e serviços públicos dispõem de um conjunto razoável de recursos de acessibilidade, usabilidade e inteligibilidade. Esse conjunto de serviços impõe desafios ainda maiores aos administradores, como o desenvolvimento de tecnologias e aplicações que despertem o interesse de uma população heterogênea, com diferentes níveis de alfabetização e de domínio das TICs. Neste tipo de cidade, alguns serviços privados são providos em ambiente virtual.

Nível 5 – Integrado: É caracterizado por um alto grau de digitalização, com cobertura total tanto para o acesso público quanto para o individual. Ao invés de um portal para cada serviço ou aplicação, nestas cidades, os serviços são integrados, notadamente os públicos, e há significativas quantidade e diversidade de recursos de acessibilidade, usabilidade e inteligibilidade. Há uma ampla gama de serviços privados em ambiente virtual; as comunidades também são integradas e há ganhos em termos culturais e do exercício da cidadania.

Nível 6  – Pleno: Além de todos os avanços apontados nos níveis anteriores, neste estágio as cidades reúnem a plenitude dos recursos digitais permitidos pelos arranjos sociais, econômicos, políticos e tecnológicos. Neste patamar, os serviços públicos e privados, integrados, criam um espaço virtual que se justapõe à cidade real. As novas tecnologias de comunicação e informação passam a fazer parte das construções que passam a ser inteligentes e interligadas em rede.
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A segunda edição do Índice Brasil de Cidades Digitais (IBCD) mostrou que, de modo geral, o nível de digitalização dos municípios aumentou no País, acompanhando o aumento dos investimentos no uso de tecnologias da informação e comunicação (TICs). Esse aumento é decorrente dos esforços para a melhoria tanto da eficiência dos processos de gestão dos municípios quanto dos serviços prestados ao cidadão. Resultado de um trabalho inédito realizado pelo CPqD, em parceria com a Momento Editorial, o ranking traz, neste ano, um total de 100 cidades – o que representa um aumento de 33% em relação ranking de 2011, com participação de 75 municípios.
 
“É importante destacar que, além da amostragem maior e mais abrangente, incluindo municípios de todas as regiões do País, houve também uma melhoria na pontuação das cidades que participaram pela segunda vez da pesquisa. Prova disso é o aumento médio de 22% na pontuação dessas cidades”, afirma Hélio Graciosa, Presidente do CPqD.
 
“Há, visivelmente, um aumento dos investimentos em digitalização”, comenta Fátima Fonseca, Editora Executiva da Momento Editorial. Investimentos somados à prioridade dada à digitalização de processos e serviços explicam a evolução de alguns municípios no ranking. Como exemplo, pode-se citar Anápolis, em Goiás, que saltou da 49ª posição, em 2011, para o 6o lugar, nesta edição, e Guarulhos, em São Paulo, que subiu da 19ª para a 9ª posição. Outras cidades, já bem pontuadas em 2011, também avançaram. É o caso de Curitiba, que saiu do 2o lugar, em 2011, para assumir a liderança do IBCD 2012.
                                   
Além disso, vários municípios entraram no ranking deste ano com pontuação elevada. Um bom exemplo é o Rio de Janeiro, que alcançou a 2ª posição, com 407 pontos. O resultado desse aumento se reflete na evolução das cidades na escala de digitalização, constituída de 6 níveis, de acordo com a metodologia do CPqD. 
                                   
Se, na edição 2011 do IBCD, apenas 4 municípios estavam posicionados no nível Serviços Eletrônicos – que representa a metade do caminho para o topo da digitalização –, neste ano, 30 das 100 cidades já atingiram esse nível. Já o número de municípios no nível 1 (o mais baixo na escala de digitalização), chamado Acesso Básico, e no nível 2, Telecentros, permaneceu o mesmo. Foram 6 cidades (de uma base de 100) enquadradas no nível 1, e 64, no nível 2. Do total de 100 municípios do ranking do Índice Brasil de Cidades Digitais 2012, 58 são da região Sudeste (especialmente de São Paulo), 25 da região Sul, 12 da região Nordeste, 3 da região Centro-Oeste e apenas 2 da região Norte.

Assim como em 2011, as 4 primeiras posições do ranking deste ano são ocupadas por capitais: Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória. Confira, a seguir, a lista dos municípios classificados nas 10 primeiras posições do IBCD 2012 e suas respectivas pontuações:
 

1º   Curitiba (PR) – 423 pontos
2º   Rio de Janeiro (RJ) – 407 pontos
3º   Belo Horizonte (MG) – 398 pontos
4º   Vitória (ES) – 396 pontos
5º   Campinas (SP) – 390 pontos
6º   Sorocaba (SP) – 388 pontos
6º   Anápolis (GO) – 388 pontos
7º   Porto Alegre (RS) – 387 pontos
8º   Jundiaí (SP) – 385 pontos
9º   Guarulhos (SP) – 382 pontos
10º Santos (SP) – 378 pontos
 
Além dessas cidades, outras 3 foram premiadas como destaque em 3 categorias específicas:
 

Acessibilidade – Vitória (ES)

Acesso Público – Tauá (CE)

Serviços e Aplicações – Guarulhos (SP)

A lista completa dos 100 municípios do IBCD 2012 está disponível nos sites www.wirelessmundi.inf.br e www.cpqd.com.br.
 

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Alberto Paradisi


Antecipar o futuro – próximo e mais distante – para atender às necessidades do mercado em termos de tecnologias da informação e comunicação (TICs), que surgem com velocidade cada vez mais rápida. Esse tem sido o foco do CPqD, que aposta no conceito de inovação aberta como forma de acelerar o ciclo da inovação e, consequentemente, a disponibilidade de novas tecnologias e produtos no País.
 
“No conceito de inovação aberta, é possível trazer conhecimento de fora para dentro, por meio de parcerias e intercâmbios com outras organizações de pesquisa e desenvolvimento e, ao mesmo tempo, levar o conhecimento para fora, com a criação de novos modelos de negócio e de empresas”, explica Alberto Paradisi, que recentemente assumiu o cargo de Diretor de Gestão da Inovação do CPqD. “São formas de agilizar a ampliação do portfólio tecnológico, de modo a atender às necessidades do mercado”, acrescenta.
 
Paradisi lembra que a pesquisa e o desenvolvimento só se transformam em inovação quando chegam ao mercado, na forma de produto. Por isso, o CPqD vem investindo na criação de empresas (spin-offs ou start-ups), por intermédio do Programa Inovar é mais negócio, que tem o objetivo de levar para o mercado as ideias inovadoras geradas em seus laboratórios.

“As parcerias tecnológicas são outra forma de acelerar o processo de inovação, na medida em que permitem a troca de conhecimentos entre o CPqD e outras instituições que também atuam na área de TICs”, diz Paradisi. Com esse objetivo, o CPqD já mantém inúmeras parcerias e acordos de cooperação tecnológica com universidades e organizações de P&D do Brasil e do exterior – entre elas, Unicamp, Universidade de São Paulo (USP), Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), Universidade de Essex, Universidade da Dinamarca e NTT Labs, só para citar alguns exemplos – e, também, com indústrias e empresas de vários setores. 
 
“Podemos intensificar essas parcerias, como parte da estratégia de aumentar ainda mais nossa participação no cenário da inovação tecnológica”, adianta Paradisi. O foco principal desses acordos deverá ser as áreas consideradas prioridades tecnológicas.

Alberto Paradisi vai ocupar o lugar de Antonio Carlos Bordeaux à frente da Diretoria de Gestão da Inovação. “Vou substituir uma grande liderança que é a do Bordeaux. Ele deixa um importante legado ao longo dos últimos anos em que esteve à frente desta área estratégica para o CPqD”, afirma.

 

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