CPqD

Comunicações Ópticas

Vencendo as distâncias de transmissão no transporte, interconexão e acesso.

As tecnologias da plataforma Comunicações Ópticas do CPqD contribuem para o aperfeiçoamento constante das redes ópticas – a principal infraestrutura física para escoamento do tráfego IP, ou seja, a “espinha dorsal” das telecomunicações. Essa evolução se dá nos domínios de sistemas e dispositivos para transmissão de longa distância, redes de transporte metropolitanas, acesso e interconexão de data centers, ampliando continuamente a capacidade e a cobertura dos enlaces. O CPqD também desenvolve sistemas de monitoramento e controle do desempenho dos dispositivos que compõem as redes ópticas, utilizando a tecnologia SDN, Software Defined Networking. E vem ainda realizando pesquisas e desenvolvendo projeto de dispositivos integrados fotônicos e microeletrônicos.

O CPqD tem se destacado no cenário mundial e alcançado recordes consecutivos de capacidade de transmissão, utilizando tecnologias de detecção direta e também detecção coerente, que reduzem o custo dos dispositivos e sistemas.

As principais competências da plataforma Comunicações Ópticas são:

Sistemas ópticos

Incorporam os cenários de aplicação de tecnologias ópticas que suportam diferentes capacidades e alcances de transmissão, como:

  • Acesso óptico (1-10 Gb/s, ~60 km)
  • Interconexão de data centers (10-400 Gb/s, ~80 km)
  • Metropolitano (100/200 Gb/s, ~600 km)
  • Longa distância (100/200/400 Gb/s, ~2000 km)

Tecnologias de amplificação

Tecnologias e dispositivos para amplificação de sinais ópticos em sistemas WDM de curta e longa distância, tais como EDFA (Erbium Dopped Fiber Amplifier), Raman, amplificação híbrida, amplificação remota etc.

Roteamento óptico

Tecnologias de roteamento óptico de comprimento de onda em redes WDM (Wavelength-Division Multiplexing) com protocolo OTN (Optical Transport Network), incluindo plataformas de roteadores ópticos ROADM (Reconfigurable Optical Add-Drop Multiplexer) baseados em WSS (Wavelength Selective Switch), com espaçamento 50/100 GHz e suporte a espaçamento flexível de granularidade de 12.5 GHz.

Transmissão de dados

Tecnologias de transmissão de dados em fibras ópticas que utilizam nas interfaces de linhas/clientes conhecimentos de formatos de modulação, como o mQAM, mPSK e modulação em intensidade (mPAM) para atingir taxas de bits de 10 Gb/s, 100 Gb/s, 200 Gb/s e 400 Gb/s.

Processamento digital de sinais

Tecnologias de processamento digital de sinais ou DSP (Digital Signal Processing), compatíveis com a implementação em circuitos integrados (ASIC), para geração e recepção de canais ópticos em diferentes taxas de bits, i.e., 10 Gb/s até 400 Gb/s, e que suportam diferentes sistemas de aplicação, de acesso em longa distância.

Codificação de canal

Tecnologias de codificação de canal ou FEC (Forward Error Correction-), compatíveis com a implementação em circuitos integrados (ASICs), para correção de erros durante a transmissão, com base em decisão abrupta (hard decision) e suave (soft decision), no espaço de informação (códigos binários) ou do sinal (modulação codificada).

Dispositivos fotônicos

Tecnologias e dispositivos em circuitos fotônicos integrados em plataformas SOI (Silício), Polímero, PLC (Sílica) e InP (Fosfeto de Índio). Projeto e design de circuitos fotônicos para dispositivos ópticos, como, por exemplo, componentes passivos, lasers, moduladores e receptores. Tecnologias de encapsulamento avançadas e alinhamento entre chips e blocos de fibras, e óptica em espaço livre. Caracterização óptica e optoelétrica (DC e RF) de circuitos fotônicos em nível de chip.

Dispositivos microeletrônicos

Dispositivo ASIC-DSP, em tecnologia FinFET 16 nm, que realiza processamento digital de sinais, na camada física, para transmissão/recepção óptica, desenvolvido para aplicações de longo (5000 km) a curto (1.000 km) alcance, compatível com os formatos de modulação QPSK, 8QAM, 16QAM e 64QAM; dispositivo ASIC-OTN, em tecnologia TSMC 40 nm, que realiza processamento digital de dados, na camada de transporte, compatível com as normas ITU-T G.709 e ITU-T G.798, para aplicações, em 100 G, de transponder Ethernet, regeneração OTN, criptografia OTN e regeneração 3R; fluxo de projeto para ASIC que incorpora as etapas de design em alto nível, desenvolvimento em RTL, síntese e verificação.

Monitoramento e controle de redes ópticas

Tecnologias de monitoramento de grandezas ópticas como potência do canal óptico WDM, reflectometria óptica da fibra (OTDR) e envelhecimento da fibra óptica para suportar as tomadas de decisão no nível da camada de redes.

Avaliação da conformidade e desempenho

Tecnologia de testes para avaliar a conformidade e o desempenho de equipamentos que compõem os sistemas de comunicações ópticas.

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Plano de Contingência Coronavírus (Covid-19)

Mediante o cenário que estamos acompanhando e vivenciando sobre a transmissão e evolução dos casos registrados do novo Coronavírus (COVID-19) e considerando as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Serviço de Saúde do CPQD, informamos que adotamos as seguintes medidas para a preservação da saúde e bem-estar de nossos colaboradores, familiares, clientes, parceiros e fornecedores e para a continuidade de nossos negócios:

  • Regime de home office para todas as equipes, mantendo o trabalho presencial somente em atividades estritamente necessárias, como serviços de laboratórios, em esquema de revezamento;
  • Suspensão de viagens nacionais e internacionais;
  • Cancelamento de visitas e reuniões presenciais. As reuniões deverão ser realizadas somente por telefone, hangout, videoconferência ou outra ferramenta de comunicação;
  • Cancelamento de participação em eventos externos (treinamentos, feiras, convenções, etc);
  • Cancelamento de eventos internos.

Nossos colaboradores estão orientados a seguir as políticas e protocolos determinados pelos clientes em relação às práticas no local de trabalho quando estão em suas instalações.

Essas medidas adotadas possuem tempo indeterminado e poderão ser alteradas de acordo com o panorama dos acontecimentos e as próximas recomendações da Organização Mundial da Saúde. Uma equipe executiva está responsável por analisar regularmente as orientações e recomendações oficiais para garantir que estamos cientes e aderimos às melhores práticas para lidar com esta pandemia.

Estamos aptos a utilizar um conjunto completo de recursos e plataformas virtuais para garantir a continuidade dos serviços prestados aos nossos clientes. Nossa equipe Comercial e Técnica segue à disposição e todos os pontos de contato permanecem os mesmos. As atividades continuam a ser desenvolvidas normalmente e todos podem ser acessados conforme habitualmente por telefone, e-mail, hangout ou outra ferramenta de comunicação.

Continuamos comprometidos com os nossos clientes e parceiros e trabalhando com muito afinco e seriedade com o objetivo de garantirmos a qualidade dos serviços e os prazos de entrega sem causar impactos nos resultados.

Esperamos que sua organização esteja adotando medidas semelhantes para garantir a continuidade de seus negócios e para minimizar as consequências dos efeitos adversos desta pandemia.

Estamos à disposição para conversar sobre como podemos, neste cenário, trabalhar juntos de forma cada vez mais eficaz. Se tiver alguma dúvida ou quiser discutir nosso plano de continuidade com mais detalhes, não hesite em entrar em contato conosco.

Juntos vamos superar mais esse desafio!

Sebastião Sahão Júnior
Presidente do CPQD

ForAgri 2019

Em outubro deste ano, o CPQD hospedou o evento ForAgri, que visa a promoção do empreendedorismo e da inovação em Tecnologias da Informação e Comunicação para o agronegócio brasileiro.

O evento contou com três trilhas: Inovação, Tecnologia e Plataformas dojot e IA. Na trilha das plataformas, a líder técnica Graziella Bonadia apresentou uma visão geral da plataforma IA para o agronegócio. Também explorou o ciclo de desenvolvimento de modelos de aprendizado de máquina com utilização das tarefas de IA voltadas para automatizar a modelagem de problemas de classificação e regressão comuns ao agronegócio. Além disso, o líder técnico Rafael Scaraficci fez uma introdução à plataforma dojot com exploração do potencial de sinergia entre as duas plataformas.

Após essa exposição de conceitos, deu-se início a um treinamento (hands on) da versão inicial de teste da PlatIAgro. Neste momento, os participantes receberam um link com dados históricos de 3 problemas fictícios relacionados ao agronegócio. A tarefa era criar um modelo de predição utilizando técnicas de machine learning disponibilizados pela plataforma. Um desses problemas demonstrava a sinergia entre a plataforma de IA e IoT (dojot), com a implantação do modelo construído na PlatIAgro em um dispositivo gerenciado pela dojot.

Neste treinamento, os participantes puderam comparar diversos modelos e implantar aquele que trouxe melhor resultado para cada um dos três problemas. O modelo escolhido pôde ser implantado em uma aplicação desenvolvida previamente e seu funcionamento foi observado em tempo real.

20º WRNP

O 20º WRNP, ocorrido nos dias 6 e 7 de maio de 2019, contou com uma apresentação geral da PlatIAgro pela líder técnica do projeto Graziella Cardoso Bonadia. Essa foi a primeira exposição dos resultados do projeto, inclusive com a disponibilização de uma aplicação de demonstração criada com o uso dos componentes da plataforma.

Essa aplicação de demonstração foi apresentada aos participantes do evento na ala de exposição pela Graziella C. Bonadia e o colaborador Marcelo Ribeiro, então arquiteto da plataforma. O WRNP é um evento anual que acontece junto ao Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos (SBRC).

TDC 2019

Na trilha Inteligência Artificial do The Developer’s Conference (TDC), um dos principais encontros da comunidade de desenvolvimento de software do país (16-20 de julho de 2019, São Paulo), Guilherme Folego, líder da plataforma tecnológica de Computação Cognitiva no CPQD, fez uma apresentação sobre o tema Visão Computacional no Agronegócio, na qual falou sobre desafios, tecnologias, oportunidades e aplicações. “Já existem tecnologias de visão computacional aplicadas a alguns cenários do agronegócio, em ambiente controlado”, observou Folego.

“O desafio é levá-las para o mundo real, com escala, e dispor de bases de dados anotadas e confiáveis, para a geração de algoritmos”, explicou. Folego enfatizou ainda que, para isso, é importante o apoio de um ecossistema nessa área, envolvendo produtores rurais, universidades, instituições de pesquisa e também empresas que desenvolvem soluções para o agronegócio.