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CPqD promove desafio para estimular o uso da plataforma dojot no desenvolvimento de soluções IoT para necessidades reais

Estimular o uso da plataforma aberta dojot pelos colaboradores do CPqD, por meio do desenvolvimento de soluções de Internet das Coisas (IoT) destinadas a atender necessidades reais do Pólis de Tecnologia. Esse foi o principal objetivo do Desafio dojot, promovido pelo CPqD – com o apoio do Pólis e das empresas Matera e WeMe – e encerrado na quinta-feira (05/07), com a apresentação dos resultados dos projetos à comissão julgadora.

Seis equipes participaram da competição, que envolveu um total de 30 colaboradores de diversas áreas do CPqD. As soluções desenvolvidas tiveram como foco dois desafios propostos pelo Pólis: Medição Remota e Análise do Consumo de Energia Elétrica e Registro e Controle de Acesso dos Usuários do Transporte Fretado. Três equipes dedicaram-se a atender ao primeiro desafio e as outras três, ao segundo. Todas tiveram um mês para trabalhar em seus projetos, que foram avaliados pelo júri após a apresentação dos pitches.

“Todas as expectativas em relação ao Desafio dojot foram superadas”, afirma Elcio Damaceno, gerente de Marketing de Produto e Inovação do CPqD e um dos membros da comissão julgadora. “O objetivo principal era fazer com que a comunidade CPqD aprendesse a usar a plataforma dojot e contribuísse para a sua evolução. Essa meta não só foi alcançada como a qualidade dos trabalhos apresentados e a dedicação das equipes impressionaram”, enfatiza.

Rubens Maeda, responsável pela gestão do Pólis e que também integrou a comissão julgadora, concorda que o resultado do Desafio dojot foi muito bom. “Todas as soluções apresentadas têm pontos positivos. Por isso, vamos fazer a implantação de forma estruturada, aproveitando o melhor de cada uma”, afirma.

A maior pontuação do júri foi alcançada pela equipe ExtraPólis, que venceu a competição com a solução TransPólis, voltada ao controle do transporte fretado. “Trata-se de uma solução integrada e completa, que inclui apps para o motorista (de fiscalização e segurança, com foto do usuário) e para o passageiro (localização do ônibus e notificação de atraso na linha), além de um portal web de gerenciamento e suporte à decisão, que funciona totalmente integrado à dojot”, explica Claudinei Martins, um dos integrantes da equipe. Ele destaca que a solução aceita vários tipos de tecnologias de identificação de usuários (crachá CPqD, NFC, beacon, etc.) e, além da dojot, seu desenvolvimento utilizou outras tecnologias do CPqD, como Mobile Framework, text-to-speech (TTS) e de radiofrequência, entre outras.

A equipe vencedora recebeu um prêmio de 15 mil pontos da Livelo, para serem resgatados em produtos ou serviços. Mas decidiu doá-lo ao GRAACC – Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer, trocando seus 15 mil pontos por seis válvulas de dispositivo luer de acesso fechado. “A gente já tinha essa intenção de doar o prêmio, se ganhasse, para uma entidade beneficente. E escolhemos o GRAACC, porque já conhecíamos o trabalho deles”, conta Claudinei Martins. Além desse prêmio, a equipe ExtraPólis ganhou uma mentoria patrocinada pela WeMe.

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