Ministério da Defesa credencia CPQD como empresa estratégica de defesa

Everton Corrêa

Everton Corrêa

A experiência e a competência para desenvolver projetos de inovação sob encomenda, com base em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), renderam ao CPQD o seu credenciamento como Empresa Estratégica de Defesa (EED), concedido pelo próprio Ministério da Defesa brasileiro. A portaria, nesse sentido, assinada pelo ministro Jaques Wagner no dia 30 de janeiro (e publicada no Diário Oficial na segunda-feira, 02/02), torna o CPQD um parceiro preferencial para o desenvolvimento de projetos estratégicos de TIC na área de defesa.

“Há mais de dois anos, estamos consolidando nossa posição de parceria com as Forças Armadas visando à modernização da estrutura de defesa do País com base em tecnologia nacional”, afirma o Gerente Comercial de Defesa e Segurança do CPQD, Everton Corrêa. Segundo ele, essa modernização é o principal objetivo da Estratégia Nacional de Defesa, criada pelo Ministério da Defesa, que tem no credenciamento de EEDs um dos seus pontos fortes. “Para se tornar EED, no entanto, é preciso que a organização já tenha prestado serviços ou desenvolvido um produto estratégico de defesa para as Forças Armadas”, ressalva Corrêa.

Atualmente, o CPQD presta serviços tecnológicos para as três Forças Armadas do País. Inaugurou o Núcleo de Desenvolvimento de Tecnologias de Defesa; trabalhou em projetos na área com o Centro de Análise de Sistemas Navais (CASNAV), da Marinha; atua no estratégico Projeto Rádio Definido por Software de Defesa (RDS-Defesa), que é coordenado pelo Centro Tecnológico do Exército (CTEx) e que deverá atender todas as Forças Armadas. Além disso, vem dando suporte ao projeto de evolução do sistema de comunicações do controle do tráfego aéreo brasileiro – sob a coordenação da Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (CISCEA), iniciativa que levou à inauguração, em Campinas, do Laboratório de Qualificação de Sistemas para o Controle do Espaço Aéreo (LQCEA) para testar e validar novos equipamentos, tecnologias e sistemas antes de serem inseridos no Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro.