futuro das tecnologias de segurança da informação

O futuro das tecnologias de segurança da informação é tema da participação do CPQD em evento da it-sa Brasil

O CPQD participa nesta terça-feira, dia 13 de setembro, em São Paulo, do painel “Inovação e segurança em bancos digitais e meios de pagamento” na conferência it-sa Brasil. O Gerente de Tecnologias de Segurança da Informação e Comunicação, José Reynaldo Formigoni Filho, aborda as perspectivas futuras de inovação no segmento. Direcionado a um público formado por lideranças de empresas vulneráveis a ataques cibernéticos de segmentos diversos como indústria, bancos, agronegócio, saúde, entre outros, o executivo fala das tendências vislumbradas no horizonte futuro por seu time de especialistas.

Ele cita quatro aspectos a serem trilhados pelo mercado nos próximos anos. Um deles é a importância de assegurar um ambiente seguro, considerando aplicativos com altos níveis de usabilidade, que facilitam a vida do usuário final. “É preciso garantir que ações de segurança não sejam intrusivas, que apresentem boa usabilidade ao correntista, de modo que ele não tenha que recorrer ao call center a cada atualização tecnológica para tirar suas dúvidas – isso reduz custos operacionais para as empresas”, lembra Formigoni. Ele destaca que a solução CPQD Componente Seguro já atende a essa demanda. A tecnologia age de forma não intrusiva, de forma que o correntista não percebe nenhuma alteração no equipamento, na navegação ou no layout da página.

Formigoni cita, ainda, outras tendências para esse segmento: o uso de algoritmos de aprendizado de máquina para avaliar o nível de risco de uma operação ou acesso a uma aplicação – o chamado Machine Learning – e soluções de autenticação que utilizam diferentes formas de biometria. “O mercado já conhece – e utiliza – tecnologias de reconhecimento facial e de locutor, mas no “horizonte” já é possível ver aplicações de biometria comportamental como tendência e já estamos utilizando essa tecnologia no componente seguro”, diz. Segundo ele, a forma como o usuário utiliza um teclado, o mouse ou a tela do tablet ou do smartphone, por exemplo, pode ser utilizada para auxiliar o processo de autenticação.

Outra tendência futura apontada por Formigoni é a utilização de tecnologias completamente disruptivas – e mais robustas –, como a blockchain, já empregadas na base tecnológica da primeira moeda digital da história – o bitcoin. “Usadas em várias aplicações, elas devem garantir a diminuição do tempo de algumas transações, proporcionando mais segurança e menos custos de operação”, afirma.

O evento acontece nos dias 13 e 14 de setembro, das 8h30 às 18h, no Espaço Transatlântico (Rua José Guerra, 130, Santo Amaro, São Paulo, SP). Para mais informações, acesse itsa-brasil.com.br.