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20 de outubro de 2026

Inovação aberta: estratégias de colaboração para validação de tecnologias

O conceito de ecossistema de inovação aberta envolve a interação entre atores diferentes: universidades, startups, empresas, instituições de pesquisa e desenvolvimento, entre outros. Como fazer diferentes atores trabalharem de forma conjunta? Qual é o gargalo atualmente para que cada ator cumpra sua missão dentro do ecossistema?

Com o objetivo de discutir e responder essas questões, o CPQD promoveu no CIW o painel “Estratégias de colaboração entre grandes empresas, startups e institutos de pesquisa para validação de tecnologias em ambientes reais. Mediado por Nanci Gardim, coordenadora de Gestão de PD&I da organização, o debate contou com a participação de Diane Teo de Moraes, diretora de Inovação Aberta do CPQD, e dos professores Renato Lopes, diretor da INOVA Unicamp, e Germano Rigacci Júnior, da Diretoria de Inovação do Wave Hub.

“Um dos gargalos está na definição do papel de cada ator e na governança desse ecossistema”, afirmou Diane. “É preciso que o ecossistema de inovação aberta tenha governança, segurança jurídica e dimensão econômica, tendo em vista que muitos recursos que o sustentam vêm do setor público”, completou Rigacci.

Renato Lopes lembrou que existem vários projetos que começam a partir de necessidades reais da indústria, muitas vezes com a participação de startups. “A etapa mais crítica desses projetos geralmente envolve a obtenção de financiamento para a realização de pilotos”, destacou.

Nesse quesito, Rigacci enfatizou a importância do alinhamento da pesquisa a uma necessidade do mercado. “Se é uma inovação que atende à necessidade, ela será comercializada em larga escala e terá viabilidade econômica”, concluiu.

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