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11 de fevereiro de 2021

Programa IA2 do MCTI entra na fase de aceleração com 5 startups apoiadas pelo CPQD e E-volve

O Programa IA2 MCTI – iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações com o apoio da Softex que tem o objetivo de fomentar o uso de Inteligência Artificial (IA) para agilizar a evolução tecnológica em áreas consideradas prioritárias – entrou na fase de aceleração. Nessa fase, 30 startups irão conduzir seus projetos em parceria com instituições de pesquisa e desenvolvimento (ICTs) e aceleradoras que tiveram suas propostas aprovadas na primeira etapa do programa. É o caso do CPQD que, em parceria com a aceleradora E-volve, teve cinco startups selecionadas para essa nova fase do Programa IA2 MCTI.

“Na primeira etapa, de pré-aceleração, trabalhamos junto a nove startups, das quais cinco passaram para a fase de aceleração”, conta João Eduardo Ferreira Neto, gerente de Desenvolvimento de Negócios em IA do CPQD. Nesse período, que ocorreu entre setembro e novembro, as startups receberam mentorias tecnológicas e de negócios. Foram, no total, 41 mentorias tecnológicas, com a participação dos times técnicos e de pesquisadores do CPQD, e 21 mentorias de negócios, com os especialistas da E-volve – que também promoveu cinco webinars.

Na nova fase, que tem duração prevista de seis meses, as startups selecionadas receberão, cada uma, R$ 200 mil – R$ 100 mil do Programa IA2 MCTI e R$ 100 mil de investidores – para o desenvolvimento de seus projetos. Das cinco startups que irão trabalhar em conjunto com o CPQD e a E-volve, duas atuam na área de saúde: Caren, do Rio de Janeiro, e Predict Vision, instalada em São Paulo. As outras startups selecionadas são InCeres, que tem foco no agronegócio; Data Machina, com atuação na área de cidades inteligentes, e a Quattro, na área de logística.

Dividido em quatro fases, o Programa IA2 MCTI envolve todo o ecossistema de inovação do país: empresas interessadas em testar tecnologias de IA, aceleradoras, instituições de pesquisa da área de Tecnologia da Informação e Comunicação (ICTs), startups, grupos de pesquisa e empresas de TI. As quatro áreas consideradas prioritárias, contempladas no programa, são agronegócio, saúde, indústria e cidades inteligentes. E é com o objetivo de acelerar a evolução tecnológica dessas áreas que está sendo incentivado o desenvolvimento de soluções de impacto baseadas em Inteligência Artificial (IA) e em inovação aberta.

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