Solução de identidade digital descentralizada do CPQD evolui com a incorporação de smart contracts
Desenvolvidos originalmente pela DSR Corporation, os contratos ganharam melhorias e novos componentes desenvolvidos em parceria com o CPQD
A solução de identidade digital descentralizada (IDD) do CPQD ganhou uma evolução importante, que deverá ampliar o potencial de adoção dessa tecnologia pelo mercado – e fortalecer sua estratégia de inovação. A novidade está na introdução na solução de identidades suportadas por smart contracts (contratos digitais armazenados em plataforma blockchain que executam ações automaticamente), que trouxeram ganhos expressivos em escalabilidade, agilidade de implantação e portabilidade de código.
Desenvolvidos originalmente pela empresa DSR Corporation, dos Estados Unidos, esses smart contracts evoluíram a partir da disponibilidade de seus códigos como open source e da posterior incorporação pela Hyperledger, como projeto oficial – o Indy-Besu. Por meio de parceria entre o CPQD e a DSR, esses contratos passaram por um processo de melhoria contínua, que incluiu o desenvolvimento de novos componentes, como o smart contract de revogação de credenciais, consolidando uma base tecnológica madura e pronta para uso.
“Como são escritos em linguagem Solidity, os contratos podem ser executados em qualquer rede compatível com Ethereum Virtual Machine (EVM), como Besu, Ethereum e outras, ampliando significativamente as possibilidades de integração e adoção”, explica Andreza Lona, gerente de Soluções Blockchain do CPQD. “A parceria trouxe benefícios mútuos: o CPQD fortaleceu um ecossistema de identidade descentralizada robusto, modular e interoperável, enquanto a DSR teve a oportunidade de comprovar, em ambiente real, o valor prático e a aplicabilidade de suas soluções”, enfatiza.
Ao adotar uma arquitetura mais flexível e alinhada aos padrões de mercado, o CPQD tem como objetivo acelerar a entrega de soluções de identidade digital confiáveis, prontas para a ampliação do uso e adaptadas às demandas de diferentes setores. “Além de reduzir dependências tecnológicas legadas, essa evolução também cria um caminho mais eficiente para a inovação, a colaboração e a geração de valor para clientes e parceiros”, conclui Andreza.